Unconditionally

9 Here We Go Again


Hard as I try. I know I can't quit. Something about you. Is so addictive. We're falling together.

Se a vida se resumia em ganhar e perder, eu com certeza estava perdendo muito.

Em uma semana eu perdi totalmente o meu contato com o Perseu, pois ele estava ocupado demais fazendo estágio na Olympus Buildings e indo para festas. A Silena estava ocupada demais tentado arruinar o casamento do pai e encontrar a mãe sem que ninguém percebesse absolutamente nada, o que me deixava refém de livros.

Eu ainda gostava dos meus livros, mas também sentia falta de algumas coisas que conquistei em duas semanas nesse condomínio, como: a amizade da Bianca e da Ártemis, minhas brigas idiotas com a Leslie — que realmente estava grávida — ou até mesmo minha vontade maluca de beijar o Perseu, mesmo odiando o mesmo por me usar.

Eu também acho que, se arrependimento matasse, eu já estaria morta a uma semana. Maldita hora em que eu fui chutar as bolas do Perseu e fazer o mesmo ficar com raiva de mim!

Eu estava começando a achar que ele é do tipo que guarda rancor. Não só pelo fato dele guardar rancor do pai, mas pelo fato dele fingir que eu sou uma árvore quando passa por mim.

– Ele não vai falar com você até se desculpar — foi o que Bianca falou quando estávamos na sauna do clube do condomínio.

– Então ele nunca mais vai falar comigo, eu sou orgulhosa — foi o que respondi para ela. A mesma deu ombros.

Eu liguei para o meu pai, e o que recebi em troca? Um ligue mais tarde da secretária dele, então eu fiquei com raiva dele e não liguei porcaria nenhuma, iria esperar ele dar falta de mim e vim me procurar. Mesmo sabendo que isso não iria acontecer nem nos meus sonhos, afinal, desde que ele se separou da minha mãe, ele nunca se importou comigo, não de verdade, sempre que ia visitá-lo ele falava a mesma coisa: "Querida, que saudade! Eu ia te ligar hoje mesmo." e bem, ele nunca me ligava.

Balancei minha cabeça, afastando aqueles pensamentos e levantei meu olhar para o mural de fotos que eu tinha feito na parede de espelho do meu quarto — o que deixou a minha mãe bem puta — e me levantando para colar a última foto no coração gigante que todas juntas tinham formado.

A última foto era uma minha e do Percy, ela fora tirada na festa de sexta enquanto nós dois dançavamos e eu tinha recebido ela hoje pela minha mãe, antes dela sair para levar a Leslie para o aeroporto .

Eu tinha que admitir que iria sentir falta dela, mas ela que decidiu voltar para Miami para o bem do filho dela, por mais que eu achei que isso irá arruinar a gravidez dela, já que, meus tios são um tanto... Irracionais.

A campainha me tirou dos meus denaveios — novamente — e me fez levantar do chão. Desci as escadas tranquilamente e quando cheguei ao último degrau, me surpreendi ao ver a Thalia e a Serena na minha sala.

– Oi — falei caminhando até elas, apreensiva

– Olá, Annabeth — Serena sorriu e a Thalia deu um pequeno sorriso falso, que logo desapareceu — Adivinha quem vai dar uma festa bombástica?

– Ártemis e Apolo? — arqueei minha sobrancelha. Ela bufou e negou com a cabeça rapidamente — Quem então?

– Euzinha aqui — ela abriu um sorriso maior ainda, se isso era possível — Vai ser essa noite e eu te obrigo a ir.

– É, Annabeth, vai ser ótimos te ter lá — Thalia revirou os olhos.

– Vai ser no meu apartamento, os meus pais estão em uma viagem de negócios sabe? Ai eles só voltam depois de amanhã, graças a deus! — ela falou me entregando o convite neon e uma pulseira da mesma cor — Ah, você vai ter que usar essa pulseira, é o único jeito de entrar no meu prédio.

– Seus pais sabem disso?

– Sim... Eles só mandaram eu não deixar ninguém entrar no quarto deles — ela mordeu os lábios e depois sorriu — Então, eu ainda tenho uma porção de convites para entregar, te espero lá e você pode levar a Leslie... Caso ela queira ir.

– Ela deve estar dentro de um avião a essas horas — falei caminhando para a porta e abrindo a mesma para as duas — Quem sabe, eu apareça lá.

– Você vai aparecer lá! É uma ordem minha! — Serena falou de forma assustadora, e o seu visual ajudou bastante, já que ela usava a camiseta do Nirvana com jeans rasgado é coturnos de couro preto, fora as várias pulseiras de couro e a gargantilha do mesmo material. A maquiagem era a pior de todas, os olhos e a boca bem marcado em preto — Beijos.

Depois de jogar um beijo no ar, ela puxou Thalia pela mão e as duas saíram andando para a direita da rua. Serena saltitava na verdade.

Dei um passo para trás e fechei a porta, atravessei a sala e subi as escadas em direção ao meu quarto, mais prestando atenção na letra elegante do convite neon do que nos meus passos. Isso me fez bater a testa na porta.

– Droga — resmunguei e abri a porta como uma pessoa normal, encarando a desorganização do canto do meu quarto e soltando um suspiro. Eu conseguia arrumar isso em meia hora? Sem dúvida, não.

Respirei fundo e olhei para o horário da festa, depois puxei meu celular e olhei a hora. Eu tinha três horas até a festa começar e se parasse para arrumar aquilo eu iria ficar enrolada na hora de me arrumar, mas eu tinha que arrumar todas aquelas fotos no lugar e juntar toda aquela bagunça que tinha feito, eu com certeza conseguiria fazer isso em meia hora se ninguém me atrapalhasse.

Deixei o convite em cima da cama e fui organizar aquela bagunça. Ninguém me atrapalhou e eu me concentrei o máximo possível para não me distrair enquanto colocava as fotos nos álbuns novamente e guardava eles dentro da caixa, isso foi um pouco mais demorado do que eu esperava, já que, eu tinha muita foto devido a minha mãe e a minha querida Silena, ambas amavam tirar fotos e eu era arrastada para essa obra de arte.

Quando eu coloquei as duas caixas gigantes no porão, já eram oito e vinte e eu tinha conseguido demorar mais que meia hora. Passei no escritório da minha mãe e avisei que iria em uma festa com umas amigas, ela fingiu ouvir e concordou com a cabeça, depois pegou a borracha e apagou alguma coisa do papel em que desenhava.

Subi as escadas rapidamente e, se continuasse nesse ritmo, eu iria perder uns bons quilos. Tomei um banho bem mais longo do que precisava, mas para ser sincera, era essa noite que eu pretendia esquecer que o Percy me usou para atrair a Leslie para o Nico e que isso não tinha dado certo. Mas tinha uma parte de mim que não queria esquecer.

A parte mais difícil foi achar uma roupa aceitável para a noite e para o clima, já que, o tempo estava gelado e a noite iria ser quente. Optei por uma blusa azul de malha com a manga longa — eu tinha cortado ela um pouco acima da cintura — e uma saia de couro preta — que era de cintura alta e terminava um pouco acima da metade das minhas coxas -, calcei meus coturnos de couro preto e caminhei para a minha penteadeira, pensando em alguma maquiagem legal para fazer.

Marquei bem meus olhos cinzas com a sombra preta e nos meus lábios passei um batom rosa não tão forte, passei pouco blush e abusei do rímel. Deixei meu cabelo solto e natural, joguei minha franja para o lado direito e dei por pronta.

Peguei minha pequena bolsa e joguei lá dentro tudo o que ia precisar, como: o meu celular, o batom, as minhas chaves e algumas outras coisas não tão importantes. Coloquei a pulseira rosa neon, peguei as chaves do meu carro e desci.

– Mãe estou indo!

– Tchau, Annabeth — ela gritou de volta de algum lugar da casa. Abri a porta e caminhei para o meu querido carro.

O vento era forte e os raios dançavam pelo céu, apesar de ainda não estar chovendo. Entrei no carro e joguei a minha bolsa no banco do passageiro, coloquei o cinto de segurança e liguei o carro, ligando o rádio logo em seguida.

Jano abriu o portão para mim, e logo atrás de mim tinha outro carro que eu não estava me importando em reconhecer, a música animada e alta que saia das caixas de som do carro me importavam mais.

A casa da Serena não era tão longe do condomínio e também era um prédio incrível e elegantemente enorme. Havia vários carros entrando no estacionamento e eu segui eles, quando passei pelo porteiro, ele encarou a minha pulseira e me entregou um papel que eu deveria deixar no carro, depois indicou aonde eu podia guardar o carro e em que andar seria a festa. Foi fácil.

No elevador tinha alguns meninos bem lindos e ele, ignorá-lo foi fácil já que ele não queria nem olhar para a minha cara e eu me foquei nos outros meninos lindos e de estilos diferentes. Será que a Serena conhecia todos eles?

Tambem tinha três garotas que eu não conhecia. Uma parecia a Leslie pelas roupas; uma era metida a patricinha e a outra era de cara uma nerd, já que estava olhando para todos assustada. Levei um minuto para reconhecer a Nancy.

– Ah! Eu sabia que você iria vir — Serena falou assim que coloquei o pé para fora do elevador — Oi meninos, podem ir entrando okay? Percy! Cadê o Nícolas?

– Não sei, ele não cabe no meu bolso e eu sou amigo dele, não GPS — ele falou passando por ela e caminhando direto para dentro da casa.

– Eu juro que não entendo ele — Serena apontou com o polegar para ele sem se virar — Então, você está muito diva desse jeito! Me lembro da época que cortava minhas camisetas desse jeito e quase fazia minha mãe ter um ataque cardíaco. Ai meu deus, você tem coturnos! Por que nunca te vi de coturnos?

– Serena, você também está linda — sorri olhando para ela que usava uma camiseta preta e meio transparente, mostrando seu sutiã cheio de sprikes, com um short jeans todo desfiado e a meia fina preta cheia de rasgos, fora os coturnos que também tinham sprikes. A maquiagem era a mesma de hoje mais cedo, seus olhos castanhos esverdeados estavam marcados pela maquiagem preta e a boca tinha o batom da mesma cor — Como consegue usar batom preto de dia?

– Usando, oras — ela falou como se fosse óbvio e eu entendi que ela estava ocupada demais esperando o Nico.

– Você e ele estão namorando?

– Hein? Ah, não... Eu espero que ele me peça em namoro hoje, vai ser incrível esfregar na cara daquelas líderes de torcida que se acham por que pegam os jogadores. Eu vou me achar por que namoro um universitário.

– E se isso não acontecer?

– Isso vai acontecer — ela falou convicta — O Nico foi a melhor pessoa que já conheci na minha vida! Ele é tão diferente dos outros e eu espero que ele faça isso, já até apresentei ele para os meus pais e eles aprovaram.

– Ele é igual ao Perseu, não acredita em compromisso — falei e ela me olhou como se fosse me dar um tiro — Mas ele deve gostar de verdade de você... Então boa sorte.

– Obrigada, lindinha — ela deu um sorriso amigável e outra turma de adolescentes entrou. Serena soltou um suspiro desanimado — Ele prometeu que vinha!

– Ele vai vir, acredite — dei um pequeno sorriso para ela — Então, você conhece esses garotos todos?

– É... Não — ela me olhou e ajeitou a coluna — Eu e a Thalia vendemos a maioria dessas pulseiras, meus pais cortaram a minha mesada e não iam bancar a festa toda... Então eu vendi a maioria das pulseiras para os garotos bonitos do Central Park e da Times Square, para as garotas também.

– Vou entrar — dei um sorriso para ela e a mesma concordou com a cabeça, olhando para o elevador. Me virei e entrei na casa escura.

O som era abafado e alto, luzes negras piscavam a todo segundo e estava cheio de adolescentes. Os móveis tinham desaparecido e tinham várias mesas com bebida.

Serena, sem duvida, tinha caprichado nessa festa por causa do Nico.

Caminhei até a mesa e peguei uma bebida qualquer para mim e me virei, dando de cara com a última pessoa que eu queria ver na minha frente: Thalia Grace.

– Olá, Annabeth — ela falou com um sorriso extremamente gelado — Não achei que viria.

– A vida é curta demais para ser vivida entre quarto paredes — também dei um sorriso para ela.

– Depende da forma que você vive a vida entre essas quatro paredes — ela falou olhando por cima do ombro e dando um sorriso malicioso. Olhei na mesma direção e vi o Percy conversando com uma garota.

Eu sabia de três coisas sobre a Thalia. Primeiro: Ela me odiava e eu nem sabia o motivo. Segundo: Ela queria e tinha o Percy. Terceiro: Ela tentava me assustar.

As vezes, quando ela queria com mais força que o normal, ela conseguia me assustar apenas com seu olhar gélido, mas agora ela não parecia querer me assustar, ela apenas queria me fazer ficar com inveja.

– É... Depende do modo que você vive a vida entre essas quatro paredes — concordei, dando um outro sorriso para ela — E não essa necessariamente dessa forma que eu estava falando.

Ela me olhou atordoada por alguns longos minutos, voltando a sua antiga pose "superior" logo em seguida e dando o seu típico sorriso falso. Ela olhou para o copo nas próprias mãos e depois olhou para mim.

– Não sei o que está fazendo aqui, está estampado na sua cara que esse lugar não faz o seu tipo... Eu acho que você está querendo passar a imagem de algo que você realmente não é, apenas para chamar a atenção — ela falou rispida — Não está na sua cidazinha, Annabeth, NYC é a cidade dos grandes e poderosos, não a cidade das pessoas que querem ser um peixe-fora-d'água.

– E o que faz o meu tipo?

– Você sabe muito bem — ela deu ombros — A filha perfeita que só faz o que a mamãe manda. Faz cara de Santa e é um doce na frente das pessoas, apaixonada por livros e acredita que o amor existe... Esse é o seu tipo.

– Lá vamos nós de novo — revirei os olhos — Eu conheço o meu tipo, Thalia, você não precisa falar não okay? E de uma coisa eu tenho certeza, eu estou muito confortável aqui.

Ela me encarou mortalmente de novo, eu dei ombros e me desviei dela, caminhando para o meio da multidão e fazendo mil preces a deus para não voltar a encarar a cara dessa menina tão cedo. Eu, com certeza, não puxei o lado sortudo da minha família.

Esbarrei na Thalia mais três vezes, não por que eu queria, e sim por que ela fazia de tudo para me deixar longe de qualquer pessoa do condomínio ou até mesmo da Serena — só que não deu certo com ela.

Eu não fiquei necessariamente bêbada, mas chegou uma hora em que aquela multidão e todo aquele cheiro de sexo em todos os lugares me deixou sufocada, então eu decidi ir para o único lugar onde ninguém estava pensando em aparecer por enquanto: a sacada.

Só que, não era apenas o ar fresco que me fez ir até lá. Tinha uma pessoa que eu gostava muito e que, no momento, não queria me ver nem pintada de ouro. Mas eu tinha que fazer isso.

Apoiei minhas mãos no parapeito e olhei para ele, estava sério e incrivelmente sexy com o vento gelado bagunçando seus cabelos negros e com seus olhos em um tom de verde musgo hipnotizante.

– O Nico não vai vir? A Serena está ficando louca por causa dele.

– Já falei que não sou GPS dele — disse de forma indiferente.

– Eu sei disso, mas você é amigo dele e acho que devia saber...

– Não notou que a Bianca também não está aqui? Eles saíram com a família e se voltassem a tempo eles apareciam aqui, só que o Nico não quer que a Serena saiba, então é melhor você ficar caladinha okay? — ele se virou para sair e eu segurei seu braço, fazendo ele me olhar.

– Desculpe por aquele dia em Moutauk.... Eu acho que fiz sem pensar.

– Você acha? Annabeth, você acha muito — ele falou se colocando de frente para mim — No fundo, eu acho que você é aquela garotinha virgem que espera o seu príncipe encantado para sua primeira vez, mas, sinceramente, hoje em dia isso não existe mais.

– Eu tenho certeza que não sou virgem, Perseu, você não sabe como era a minha vida antes de Nova Iorque — encarei seus olhos. Cinza no verde — E pode ter certeza de uma coisa: Não era nada patética.

– Não sei por que, mas não consigo acreditar em você — ele colocou as mãos na minha cintura — É que isso, sinceramente, não faz o seu tipo.

Passei meus braços no seu pescoço e dei um sorriso, olhando por cima do seu ombro e vendo a Thalia quase quebrar o copo que estava na sua mão por causa da raiva. Dei um sorriso para ele.

– É para transar precisa existir um tipo? — mordisquei seu lábio. Eu estava adorando provocar a Thalia — Eu acho que não.

Ele sorriu e acabou por me beijar. O beijo voraz, com as nossas línguas na mesma guerra viciante de sempre e com os nossos lábios, como sempre, se encaixando perfeitamente como se tivessem sido desenhados um para o outro.

Acho que isso foi o suficiente para Thalia enlouquecer de vez.

Ele colocou suas mãos por dentro da minha camisa, abrindo com agilidade o fecho do meu sutiã. Mordi seu lábio com força e depois puxei, fazendo um gemido baixo sair da sua garganta.

– Não vou transar com você na sacada de um apartamento — falei afastando ele pelos ombros, depois fechando o fecho do meu sutiã com certa dificuldade.

– Você pode ir para a minha casa, o babaca do meu pai teve um encontro — ele falou me puxando pela cintura, fazendo nossos corpos se chorarem.

– Huh! Eu vou conhecer o famoso quarto do Perseu, aquele que todas as garotas falam e sonham em conhecer — mordi meu lábio. Percy riu — O que?

– Se você quer conhecer o porão eu te levo lá — ele falou com um sorriso brincando na sua face.

– O famoso quarto é um porão? — perguntei e ele concordou — Então por que as garotas falam dele?

– Eu não sei, deve ser por que lá tem umas coisas bem legais — ele deu ombros, me puxando para a multidão — Mas quando não quero mostrar meu verdadeiro quarto para as garotas, levo elas lá... Lá é meu motel privado.

– Já me falaram isso — disse cruzando os braços. Ele sorriu de novo e chamou o elevador.

Virei meu rosto para procurar Serena. Eu acho que ela tinha desistido de esperar o Nico, já que, estava dançando e se pegando com um outro garoto como se sua vida dependesse daquilo.

A porta se abriu e Nico estava lá, com um sorriso animado.

Notas finais
EU DEMOREI LALALALA NÃO ME MATEM. Bem esse capítulo vai para as Fuckers e para a Sabryna, por que ela recomendou Unconditionally maravilhosamente u-u Mentira, vai para todos vocês. GENTE MINHA MARIDA FINALMENTE REVELOU SEU TALENTO PARA NÓS! Sim, a Sam (minha maravilhosa marida) resolveu postar sua história e revelou seu dom para o mundo. Então leiam, please, vocês não vão se arrepender nem um pouquinho. Ela se chama Summer Paradise, só o nome já é perfeito pois é baseado em Simple Plan e Simple Plan é minha vida, meu ar e meu tudo. Já deu para entender que VOCÊS PRECISAM LER! LINK: http://fanfiction.com.br/historia/463985/Summer_Paradise/ Bem eu exijo bastante comentários pois no próximo vai ter.... SUPRESA. Mas quero os comentários u.u