Notas iniciais
Capítulo especial (maior, mas não muito) p vcs que tiveram paciência com os últimos capítulos curtinhos rsrs Seguindo com o acordo: 20 comentários até o próximo capítulo :) The world's a rollercoaster And I am not strapped in Maybe I should hold with care But my hands are busy in the air Saying I wish you were here

_Oi? Gosta? Como assim gosta? Como assim?

Ela disse um pouco engasgada e parando o que estava fazendo.

_Gostando, ué.

Falou inocente e despreocupado.

_Claro que ela gosta. É chefe da mamãe e também uma amiga muito querida que ta entrando cada vez mais na minha vida e na sua também né?

_É, mas não é disso que eu to falando. Acho que ela gosta de você assim — parou pensando um pouco no assunto — querendo ser sua namorada.

O queixo da mãe caiu.

_Da onde você tirou isso Ivan?

_Ah, do jeito que ela olha pra você, e do jeito que ela te trata e como ela me trata

A mãe estava espantada com a percepção do garoto de oito anos e embora ainda não se sentisse totalmente preparada para contar-lhe sobre a relação com marina aquela talvez fosse uma boa hora para começar a introduzir o tema, então ela respirou fundo e falou:

_ E se isso fosse verdade o que você ia achar?

_Eu ia achar legal. Ela é muito legal e você fica mais legal perto dela também e também parece mais feliz.

A mãe estava emocionada com a declaração do filho.

Ele continuou..

_Mas eu – pausou pensativo — não sei se pode.

Falou verdadeiramente em duvida e confuso.

_O que? — perguntou a mãe com paciência.

_ É que você é menina e ela também. Menina pode namorar menina?

Sem duvidas a duvida do garoto era razoável então Clara se preparou para tentar saná-la de modo q fosse o mais compreensível para ele.

_Pode sim filho. Menina pode namorar menina, menino pode namorar menino e também é claro menina pode namorar menino. Tanta faz porque todos são pessoas.

_ É que eu nunca vi isso antes.

_ Você é muito pequeno ainda, tem muita coisa qur vc n viu.

O menino pareceu refletir.

Mas então resolveu tudo com a simplicidade cm que as crianças costumam resolver tudo.

_ Então...

_Então o que?

_Ué, você vai namorar a Marina?

Clara riu com a simplicidade da pergunta do filho ao mesmo tempo em q tirou um peso das costas que estava carregando há tempos.

_Uhm... vou pensar.

_Eu acho que você devia.

A vontade do filho em vê-la feliz era tão genuína ao ponto dele insistir na ideia.

_Pode deixar cara que se isso acontecer você vai ser o primeiro a saber – falou divertida — agora vamos fazer o dever? Se não daqui a pouco vou pensar que esse seu interesse todo na vida amorosa da mamãe é desculpa pra escapar.

Ele riu.

Clara só não contou de uma vez porque achou que tinha o dever de contar ao ex marido primeiro, porque precisaria da ajuda dele para lidar com qualquer situação que o filho, por ventura, viesse a enfrentar. Mas sentia-se alegre, agora tinha certeza de que o dia em que não guardaria mais segredos da pessoa a quem ela mais amava estava muito próximo, ainda que estivesse, também, apreensiva com a reação do ex marido.

**

Alguns dias depois.

Clara chegou esbaforida no bistrô de Cadu.

_Senta. Vou servir um suco pra gente. — Disse o “chef”.

_ Ai brigada.. Tá um calor la fora, nossa! Eu fui no banco e demorei demais acabei perdendo a primeira aula da Marina. — falou sentida e frustrada ao mesmo tempo. E pela primeira vez ela viu um ar de desconfiança no rosto dele. No entanto, ele não disse nada, apenas a fitou curioso por alguns segundos. Depois o próprio preferiu desconversar porque no fundo ele preferia nem pensar na possibilidade de que o que passava em sua cabeça fosse verdade.

Assim, eles ficaram conversando até que Marina apareceu com um sorriso enorme no rosto, iluminando o dia da namorada.

_ E ai como foi? — Era difícil para Clara disfarçar a empolgação, curiosidade e torcida pela mulher que amava mesmo estando na frente do ex. Além disso, elas também conversavam como se tivessem seu próprio universo particular. Muito cúmplices se entendiam com o olhar. Cadu não mais alheio à sexualidade da fotografa notara tudo com outros olhos, mas disfarçou. Em outro momento, um mais oportuno conversaria com a ex, pois mesmo que teimasse em não querer acreditar no possível envolvimento delas, ao final daquela breve reunião não pôde deixar de assumir para si mesmo que existia alguma coisa ali. Ele podia até não entender bem o que, mas sem dúvidas a relação daquelas duas não era uma relação apenas entre chefe e empregada e ele desconfiava (tardiamente) que também não se tratava de uma relação entre duas simples amigas. Na vida, há simplesmente coisas que as pessoas preferem fingir que não sabem.

Antes de irem embora ao lado da fotografa Clara ainda perguntou a ele sobre Verônica. Tanto ela quanto a fotografa sabiam do interesse do “chef” pela musicista então ela não conseguiu mais ser discreta sobre o assunto, até porque desejava muito vê-lo feliz, quem sabe tão feliz quanto ela se sentia, embora suspeitasse ser impossível.

_E você senhor Cadu, quando vai se declarar pra Verônica, hein? — perguntou abraçando e apertando o ex.

Ele fez-se de desentendido, ficando tímido por ter aquele tipo de conversa com ela.

_Eu? Da onde você tirou isso?

E os três riram, descontraindo-se e afastando as dúvidas ou desaprovação da mente do homem.

**

Ao saírem do galpão a fotografa foi surpreendida com um convite para almoçar vindo da assistente.

_Oh, porque a gente não almoçou no bistrô?

_Porque eu queria um almoço mais romântico né e com o Cadu lá...

_Não dava – Marina completou.

_Isso. Mas, aqui. Eu pago viu, mocinha? Minha chefe me deu um aumento e agora eu ganho muito bem – falou divertida se gabando falsamente.

_Olha, gente muito boa essa sua chefe, já gostei dela.

_Pois é, ela é um amor. Encantadora.

Seus olhos se encontraram apaixonados e a assistente não se conteve em dar um beijo leve nos lábios da outra, mesmo estando ainda no estacionamento, isto é, em público. Ninguém viu, mas isso foi a prova de que Clara estava se soltando. Se aceitando.

E Clara falara a verdade, ganhava muito bem mesmo. Na verdade Clara estava muito bem financeiramente, não só pelo novo salário. Mas, ao ter se separado de Cadu o dinheiro que recebia da casa de leilões passara a ser só dela. Além disso, o bistrô ia bem o que queria dizer que Cadu dividia as despesas de Ivan com ela. Não era rica, suas finanças não chegavam perto dos de Marina, mas ao menos eram o suficiente para fazer com que ela se sentisse mais à vontade. Porque sim, mesmo que Marina tenha tido problemas, era ela rica, muito rica e isso incomodava um pouco a assistente as vezes.

No restaurante, um lugar bastante aconchegante no Leblon, elas, sentadas lado a lado conversaram mais sobre as aulas de fotografia.

A iniciativa das mesmas e organização foram trabalho de Clara, seguindo é claro, o desejo da namorada. Quando decidiram que ela realmente se aventuraria na vida de professora, elas também decidiram juntas que Clara seria sua aluna e monitora e que se dedicaria com total empenho a essas aulas pois tinha definitivamente talento artístico. Essa fora a condição imposta pela namorada para se arriscar em um novo desafio, isto é, que Clara também o fizesse.

Enquanto almoçavam o diálogo fluiu com a leveza que já lhes era peculiar.

_Pois eu não aceito que a senhora falte a mais nenhuma aula, ouviu? Sou uma professora brava. Além disso, preciso que você assista as aulas. Tenho planos para você – falou misteriosa.

_Que planos?

_Você vai saber na hora certa.

_Ah, isso não vale, Marina.

_Vale sim, meu amor. E em vez de se preocupar com isso, preocupe-se mais com a fotografia.

_Você podia me dar uma aula particular, porque se não, qual seria a vantagem de namorar a professora?

_Quer mesmo saber? — perguntou safada.

Elas riram, porém, o assunto não desviou para o contexto sexual.

_Me conta sobre isso ai que você tá aprontando, vai. Por favor.

_Nananinanão. Em breve você vai saber – pausou pensativa – acho que agora uns planos que eu já tinha em mente há um bom tempo finalmente vão sair.

_Agora você me deixou mais curiosa ainda.

_Tenha paciência, meu amor – falou tranquila.

Minutos depois o assunto se tornou outro: Cadu.

_Hoje eu notei no olhar dele que ele tá desconfiado.

_Também pudera, acho que não somos as melhores no … de disfarçar.

_Verdade – pausou – mas eu também não acho que é momento de disfarçar. Preciso o mais breve possível encontrar um jeito de conversar sobre nós duas com ele porque não vejo a hora de abrir o jogo com o meu filho.

_Nem eu. Mas, como você acha que ele vai reagir?

_Quem? O Ivan ou o Cadu?

_O Cadu, porque pelo que você me contou, o Ivan vai reagir bem.

_Ele sim, meu medo é como os outros vão reagir com ele, você sabe.

_Sim e concordo que as pessoas podem ser cruéis e que por isso você precisa da ajuda do Cadu, mas e ele? Como será que vai reagir?

Ela pareceu pensar.

_Não sei. Porque com certeza a hipótese disso ter começado quando eu ainda era casada vai passar pela cabeça dele, o que...

_É verdade – ela completou em tom de culpa entendendo o quanto a situação era delicada.

_Pois é, além disso, apesar de eu ter passado tanto tempo casada com ele eu não sei bem como ele encara, no geral, esse tipo de relação.

_Uma relação homossexual?

_Isso.

_Mas você acha que ele pode ter alguma coisa contra pela questão da relação homossexual ou porque teria de todo jeito mesmo que você estivesse se relacionando com um homem?

_Ain, Marina. Homens, você sabe. Eles nunca gostam que a ex se relacione com outra pessoa, pelo menos não no princípio e apesar de o Cadu ser um cara super bacana, acho que ele também não fugiria a regra. E no meu caso ainda tem a questão de eu estar namorando uma mulher – Sempre que falava isso em voz alta algo dentro dela estremecia de excitação, assim ela sorriu apaixonada para a outra antes de continuar falando – e como eu já te disse, essa tipo de coisa nunca fez parte do nosso dia a dia então eu realmente não sei como ele enxerga esse tipo de relação.

_Mas, você não tem nem ideia?

_Bom, como você sabe também, o Cadu é um cara inteligente, gente boa e esclarecido então eu espero do fundo do meu coração que ele encare isso numa boa.

_Amém! — Ela me respondeu fazendo figa.

**

Naquela mesma tarde no bistrô após o “chef” ter buscado o filho na escola, eles conversavam

_Queria que minha mãe aceitasse namorar a Marina – falou inocentemente o garoto com o pai.

_Como é que é? — Perguntou sobressaltado e um pouco nervoso o pai – Da onde é que você tirou isso?

**

Acordei sentindo o peso das pernas dela sobre as minhas e antes mesmo de abrir os olhos minhas narinas foram invadidas pelo perfume inebriante que exalava de sua pele. Assim, senti a felicidade me invadir completamente. Marina, minha Marina estava aconchegada comigo na minha cama embaixo dos lençóis. Não havia no mundo sensação mais reconfortante que acordar ao lado dela. Minhas mãos alcançaram suas costas tendo em vista que ela estava deitada de bruços nos meus braços. Fiz-lhe carinho nas costas nuas. Alias o corpo dela inteiro estava nu. O meu também é claro, dai me lembrei da noite anterior e da forma com que nos amamos. Fora mais uma das tantas noites que já tivemos repleta de entrega total e plena. Lembrei-me também que antes de finalmente me entregar ao sono fora tomada por um orgasmo fenomenal que só ela, minha mulher era capaz de me proporcionar. Enquanto lembrava e acariciava suas costas chegando, inclusive, até suas nádegas, ela acordou. Aos pouquinhos e sonolenta.

_Nossa! Eu apaguei.

_Estávamos cansadas.

_ Culpa sua bandida que acaba comigo. Daqui uns dias nem vai me querer mais por causa do tamanho das minhas olheiras.

_ Impossível. — Falei com sinceridade. “Será que ela acreditava mesmo que isso podia algum dia acontecer”? Pensei.

Quando ela despertou de vez e se virou para mim me olhou sorrindo por um tempo, então se manifestou:

_Você tá parecendo tão leve, tão...

_Feliz.

_Isso.

_Tô muito feliz mesmo, principalmente depois da conversa com o Ivan.

Marina tinha se sentado na cama e eu deitei minha cabeça nas pernas dela ao que ela passou a me fazer um cafuné gostoso.

_Não te assusta ficar assim tão feliz, não parece que algum ruim vai acontecer? — perguntei ao mesmo tempo em que fiquei pensativa refletindo sobre o que eu mesma perguntara.

_As vezes sim, dá a impressão de algo ruim pode acontecer a qualquer momento.

_Isso.

**

Levantei acordei o meu bichinho para que ele se arrumasse para a escola e fui fazer o café. Marina ficou deitada um pouco mais e para mim, saber que ela estava lá estirada e preguiçosa na minha cama era uma sensação de euforia indescritível. Como eu desejava que todos os nossos dias fossem assim...

(...)

_Anda filho, se despede da Marina pro senhor descer, seu pai tá te esperando pra te levar pra escola.

Ele foi até ela e surpreendentemente sentou em seu colo.

_Marina, eu posso fazer meu aniversário na sua casa?

_Falta muito ainda pro seu aniversário filho.

_Eu sei, mas dai já deixo marcado – ele falou olhando para Marina de forma inquisidora.

_Sim senhor, já vou deixar a data reservada para o senhor – ela falou em um tom divertido. E nós três rimos.

Ivan me olhava como se perguntasse “e ai você vai namorar com ela”? E eu achava graça embora não tenha demonstrado. Antes de sair ele se despediu dela com um beijo na bochecha o que derreteu meu coração. Meus dois amores juntos e felizes o que mais eu poderia querer da vida?

**

Hoje Marina daria a segunda aula e eu com certeza estaria lá e sentada na primeira fila. Antes, porém, fomos correr na praia como estávamos fazendo já a algum tempo.

A sala, como eu esperava e como a própria Marina já havia me dito, estava cheia até porque assim que abrimos as inscrições a turma lotou em poucos dias. Todos queria fazer aula com a linda fotografa famosa Marina Meirelles. Por causa disso, as aulas começaram bem antes do previsto fazendo com que ela tivesse que preparar tudo às pressas. No entanto, não tivera maiores dificuldades até porque em poucos minutos assistindo-a dando aula eu pude constatar que ela tinha um talento nato para a coisa. Talvez esse talento, inclusive, viesse do amor verdadeiro que ela tem pela fotografia, penso eu.

Além de bestificada com sua capacidade de prender a atenção da turma, (a mim também e talvez principalmente) assisti-la dando aula fazia com que eu a achasse ainda mais sexy (se é que isso era possível), dominadora, comandante, altiva, meio autoritária, e principalmente, quase venerada por todos ali dentro da sala. E aquele espetáculo de mulher ali na frente era minha. Eu me sentia orgulhosa, e também sentia meu ego inflado nas alturas. No decorrer da aula fui sentindo, também, algo mais: Excitação. Fantasias de aula/professoras invadiam a minha mente sem que eu conseguisse controlar. Marina, minha Marina era um espetáculo e eu via nos outros alunos que eles também achavam isso. Ela usava os óculos habituais de trabalho e o batom, também habitual, vermelho sangue, o cabelo preso um coque caído na frente meio que displicentemente todos esses atributos deixavam-na ainda mais sexy, como as atrizes de filmes eróticos. Pensei. E pensei mais, aliás, imaginei que assim como eu todos na sala babavam, os homens desejando-a, as mulheres querendo ser ela e o melhor da coisa toda era que ela era minha, só minha e também, e principalmente, que aquela boca sensualmente vermelha vagara deliciosamente pelo meu sexo na noite anterior.

Quando dei por mim estava molhada e com o sexo pulsante. Tanto que passei o resto da aula tendo que cruzar as pernas alternando de um lado para o outro. Ela, por sua vez, já me conhecendo como ninguém notou minha inquietação, minhas mordidas nos lábios e com certeza sabia o que eu estava sentindo, o que eu estava querendo.

Eu a devorava com os olhos e dirigia a ela um olhar que dizia enfaticamente: "gostosa" ! . E notava nela, nesses momentos, que ela talvez esquecia como fazia para respirar, nessas horas ela, inclusive, se confundia um pouco no estava dizendo, perdendo o rumo e eu me divertia. A partir dai minha mente desviou totalmente da aula lecionada a minha frente dando asas de vez à imaginação fértil, sendo esta capaz mil e uma fantasias entre ela professora, e eu aluna dedicada. Se é que vocês me entendem. Haviam mil coisas extremamente excitantes a se imaginar nesse contexto, certo? E eu imaginei todas elas, ou pelo menos parte dela durante aquelas 1 hora e 40 minutos.

Marina...Ela me causa um atordoamento inexplicável. Quando finalmente a aula acabou eu esperei pacientemente até que o ultimo aluno fosse embora.

Quando a aula acabou e todos se retiraram eu fui direto a mesa da minha tão querida professora, que não por acado também era minha namorada, minha amante, minha mulher responsável pela minha alegria, pelos meus dias e noites de prazer intenso. Assim, pedi educadamente que me ajudasse em uma questão. Questão essa, porém, que não dizia respeito, em absoluto, a aula ministrada.

Aproximei-me lenta e tentando parecer o mais sexy e provocativa possível, isto é, tanto quanto ela. Me inspirava no jeito sedutor dela para me portar. E ela me assistiu imóvel, vidrada. Uma vez perto o suficiente, eu apenas peguei sua mão direita e guiei-a para dentro da minha calça. Ela me fitou embasbacada ao mesmo tempo que deliciada, especialmente quando a mão alcançou totalmente meu sexo encharcado. Seu semblante silencioso me fazia uma pergunta " como assim"? e eu respondi em voz alta: _ é isso que você faz comigo -pausei em suspense – professora – Falei em voz baixa e rouca.

Ela sorriu. Ao que seus dedos sem demora começaram a massagear meu ponto mais sensível de prazer e ela resolveu se manifestar me deixando com as pernas bambas:

_Aluninha safada e pervertida. Cantando a professora. Acho que eu devia te castigar ou denunciar, mas você é muito gostosa pra eu fazer isso. Vou ter que me aproveitar de você.

Estremeci. Marina realmente nunca entrava em um jogo para perder e eu me senti molhando mais ainda em virtude do efeito que as palavras me causaram.

_Se aproveita então, e se se aproveitar direitinho vai ter mais professora (eu falava essa palavra em tom irônico, mas era a ironia menos irônica de todas porque de certa forma Marina sempre fora de fato minha professora, porém, não de fotografia. é claro) sempre que quiser.

Assim, ela continuou com ainda mais empenho. Não me beijou na boca, isso seria intimo demais e nosso envolvimento ali era informal, sexual apenas. Eu me segurava nela porque meu corpo estava todo mole, a massagem “especial” surtia esse efeito nele. Eu também gemia baixo (afinal de contas não estávamos em local apropriado) próxima ao ouvido dela que ofegava em êxtase com o que ouvia. Então eu comecei a rebolar em seus dedos. Eram dois fazendo um excelente trabalho que, claro eu conhecia muito bem, mas nunca me cansaria deles, ao contrário, sempre quereria mais.

Eu sonhava delirante com o gozo quando, de repente, achei que meu mundo estava acabando, vindo a baixo porque ouvi uma voz muito conhecida me chamando em um tom assustado ( ou chocado?), me levando diretamente do sonho ao pior dos pesadelos. Antes mesmo de me virar em direção a voz, minha cabeça começara a girar, eu não queria olhar para o rosto que me encarrava, pois no momento em que eu o fizesse o pesadelo se tornaria real, no entanto, não pude me esquivar. Me virei e olhei (...)

Notas finais
Epaaaaa, e agora? Gente, quem puder, não deixe de recomendar e favoritar a fic, por favor! Quanto mais recomendações e favorits mais divulgação a fic tem e pra gente que escreve, quanto mais pessoas conseguimos alcançar mais gratificante é. Acho que vocês entendem, né? Até o próximo.