Notas iniciais
Pediram p n demorar, então...mais um pouquinho pra vocês :) "Seus dentes e seus sorrisos Mastigam meu corpo e juízo Devoram os meus sentidos Eu já não me importo comigo Então são mãos e braços Beijos e abraços Pele, barriga e seus laços São armadilhas E eu não sei o que faço Aqui de palhaço Seguindo seus passos..." L.

O movimento de quadril das duas era tao intenso que chegava a fazer barulho.

_Vou gozar — foi a fotografa quem disse.

_Para. Para.

Clara não queria que ela gozasse. Racionalmente também não queria gozar embora o corpo o pedisse com todas as forcas. Ela queria que continuassem naquele frenesi alucinante. A fotografa atendeu ao pedido e quando parou, olhando-a apaixonada e sobremaneira ofegante, estava vermelha, mais precisamente as bochechas e Clara a achava ainda mais linda quando ficava assim, sempre naqueles momentos íntimos. Sorriram-se em resposta ao semblante apaixonado que uma dirigia a outra, respirando fundo tentando fazer com que o sangue em suas veias esfriasse um pouco. Então, não resistiram por muito tempo, recomeçaram, com o mesmo ímpeto, a fazerem o que haviam interrompido.

_Te amo, te adoro demais.

Falou Marina enquanto realizava um movimento de “vai e vem” cada vez mais intenso dentro da namorada. A outra, por sua vez, não respondeu. Gemeu e essa era a resposta esperada.

As duas gemiam alto e ao mesmo tempo, enquanto seus corpos esquentavam e elas começavam a voltar a suar.

_Sou louca por você, pela sua pele, seu cheiro, seu gosto – Marina continuou falando e por fim beijou a boca entre aberta da namorada, abafando seus gemidos e fazendo com que seus corpos tivessem que buscar outro jeito de exteriorizar o prazer que sentiam. Assim, logo Clara sentiu a onda de prazer intenso chegando, tomando conta dela e deixou-a atingi-la em cheio, com o corpo reagindo a ela por meio de espasmos contínuos. Involuntariamente ela se desvencilhou na boca da amada, pois a sua precisava emitir sons, como se parte do prazer provocado pelo forte orgasmo precisava escapar por ali.

A fotografa, embora também próxima de ser atingida pelo próprio gozo, parou mais uma vez. Dessa vez para assistir a namorada jogada exausta na cama. Suada e com expressão de alívio misturada com satisfação. Clara parecia uma rainha nesses momentos, pensava a fotografa e não podia desperdiçá-los não a admirando mesmo que isso custasse o retardo de um orgasmo magnífico. Dessa forma, aproveitou para fazer-lhe um afago no rosto molhado de suor. A outra recebia o carinho com o coração aos pulos, pois nele ela conseguia sentir o tamanho do amor da fotografa por ela, era quase que palpável. Então, dessa vez foi a assistente quem buscou os lábios da namorada. Elas beijaram-se com carinho, na intenção de compartilhar o amor que as unia, porém, o amor além de as unia, também as consumia em paixão e o beijo carinhoso logo se transformou em outra coisa. Uma coisa mais quente, mais urgente.

Marina que ainda não tinha saído de dentro da assistente, apenas teve o trabalho de voltar a movimentar o quadril ao o movimento prontamente foi seguido pelo quadril da outra, também se movimentando em sentido contrário. E elas voltaram a ofegar uma na boca da outra.

A certa altura Clara a tirou de dentro de si e virou-se posicionando-se de quatro.

_Me come de quatro, vai.

Marina olhava-a surpresa e deliciada com a atitude. No entanto, ela, de costas, não podia ver. Assim, a fotografa atendeu a ordem mais que prontamente. Encachou o pênis em sua entrada e o fez logo escorregar sem escalas todo para dentro dela.

_Isso – Disse Clara sorrindo em satisfação – Agora fode a sua mulher – pausou – toda.

A namorada também sorriu, perversa ouvindo tais palavras. Amava mais que tudo as demonstrações de insaciedade dela. Por isso, atendeu-a com prazer reiniciando o frenesi de minutos atrás. Agora, porém, também dava, eventualmente, tapas estalados na bunda dela.

_Gostosa! — Falava a fotografa depois de cada tapa.

E Clara gemia ostensivamente em provocação.

_Vagabunda absurdamente gostosa.

E Clara empinava mais a bunda. Se exibindo. Fazendo propaganda de si mesma. Nunca tinha dado daquela forma, com tamanha entrega e vontade nem mesmo para Cadu. Tudo bem que isso não era algo a se lembrar no momento, mas a ela era inevitável. Então, desviando os pensamentos ela fez outro pedido:

_Come a minha bundinha também, amor.

Não se explicou e naquele momento Marina podia tê-lo feito com o pênis. A namorada não ligaria, na verdade desconfiava que, inclusive, gostaria, mas a fotografa não o fez. Estava guardando isso para dia que o pedido fosse mais enfático, urgente, quem sabe até implorado, pensava. Podia ter ideia do prazer que tomaria conta dela no dia que Clara o fizesse e ela com certeza o faria, bastava apenas ter paciência.

Atendendo a mais um pedido da amada, Marina meteu o dedo médio dentro dela, sendo este recebido pela assistente com muita satisfação esboçada no som do gemido diferente saído de sua garganta.

_Gostou, né putinha? — perguntou dando-lhe outro tapa na bunda bronzeada que já estava vermelha.

_Muito – respondeu com tom de prazer na voz.

Marina, então começou a mover o dedo e o pênis ao mesmo tempo.

_E disso? Você gosta?

_Muito, muito – respondeu já meio fora de órbita. Sabendo que em pouco tempo já não seria capaz de raciocinar, apenas de sentir.

A fotografa notara a perturbação da namorada ao responder. Clara estava delirando e isso a fazia delirar também. Seu ego inflava astronomicamente por saber ser responsável por deixar a outra naquela estado e isso refletia no próprio sexo que pulsava louco em meio as suas pernas. Notou então que o próprio orgasmo estava em vias de atingi-la e dessa vez não o anunciou, não queria correr o risco de per podada como da primeira vez, dessa forma, logo ele tomou, deliciosamente, conta de todo o seu corpo.

Clara, ainda de costas, sentiu os espasmos e ouviu o urro que saiu involuntário da boca da namorada. O som para ela foi o mesmo que o afrodisíaco mais potente e ela primeiro sentiu-se vitimada por descargas elétricas, depois percebeu o gozo vindo junto a essas, sem avisos ele a dominou por completo fazendo-a estremecer e emitir quase o mesmo som que a namorada emitira segundos antes. Marina caiu sobre ela, e ela também caiu sobre a cama. Os corpos pregados pelo suor e um riso bobo na cara.

***

Clara estava sobre Marina agora, quer dizer, estava a seus pés e começou a torturá-la por eles, beijando-os suavemente ao mesmo tempo em que olhava para ela em veneração. Depois foi subindo pelas pernas entre beijos e lambidas que deixavam a fotografa inteira arrepiada. Quando estava a altura do pênis, que Marina ainda usava, Clara prendeu-o com os seios, o mesmo ainda estava lambuzado com seu liquido e este acabou transferido para eles, então ela os levou ao rosto da amada esfregando-os nele. A boca de Marina buscava-os, em vão pois sempre que ela estava em vias de conseguir abocanhar um deles, a outra tirava-os do alcance, como em um jogo sádico.

_Me dá! Coloca aqui na minha boca, Clara. Para de fazer isso!

_Colocar na sua boca? O que? — Perguntou capciosa a fim de fazer a outra entender a maldade da pergunta e Marina entendeu muito bem.

_Isso! — Respondeu ao mesmo tempo em que levou a mão ao sexo da namorada e apertou-o.

Clara sorriu um sorriso safado. Mas ficou apenas nisso. Não daria o seio na boca da fotografa, muito menos o que ela havia indicado com aquele aperto. Pelo menos não agora. Agora ela desejava mesmo comer a namorada, fodê-la com o mesmo empenho que a mesma o fizera, mas, ao mesmo tempo, desejava se mostrar ainda mais safada, vadia e insaciável a ela, surpreendendo-a. Por isso, ela sentou-se no pênis e passou a cavalgar lascivamente nele. Deixando uma Marina abismada e extasiada em baixo de si. Definitivamente naquela noite era o “homem” de Clara e ela estava ali para lhe satisfazer as vontades. Pensar assim, deixava-a ainda mais louca e ela passou a ajudar a namorada com o movimento.

Era a fantasia que mais uma vez tomava conta de suas mentes, refletindo em seus corpos. Marina, mais que chupá-la, sentir-lhe o gosto maravilhoso ou sentir com os dedos a textura perfeita que ela tinha por dentro, queria mesmo era comê-la com o objeto rígido preso ao meio de suas pernas e Clara, por sua vez, desejava que ela o fizesse, sem parar. Pois daria tudo a ela, daria até o ponto em que no dia seguinte, dessa vez, quem teria dificuldades de locomoção seria ela. Pensava.

E Clara deu. Cavalgou sem parar no pênis preso à virilha da namorada, deixando-a insana a cada vez que o fazia. Até que em certo momento, Marina a pegou com os braços, envolvendo-a e fazendo com que ela se deitasse sobre ela. Então, ela as girou. Ficando por cima. No entanto, Clara não aceitou o domínio e elas giraram mais uma vez indo, inevitavelmente, ao chão. A queda, porém, não as deteve. Elas continuaram o que agora não se poderia identificar como duas pessoas se amando ou brigando. Elas se pegavam, rolavam, pois uma insistia em permanecer sobre a outra, se beijavam com ardor, mordiam-se, arranhavam-se, ofegavam, gemiam...

_Eu não vou passar esse dia sem te comer, sinto muito, amor.

Falou Clara quando finalmente conseguiu se mantar em cima da namorada, segurando-a firme pelos braços e as pernas com o peso do próprio corpo que estava sentado nelas.

Ela apenas afastou o elástico da cinta e comeu Marina com os dedos. A princípio dois, depois três. A fotografa no começo esboçou contrariedade, no entanto, acabou vencida pelo prazer que os dedos da amada lhe proporcionavam. Se entregou aos braços dela.

Não demorou muito até que Marina gozasse. Seu primeiro orgasmo da noite sob o estímulo do ponto “G” fora arrebatador, tanto que elas ficaram um tempo deitadas no chão uma ao lado da outra fitando o teto em silêncio. A fotografa recuperando-se e Clara que sentira seus fortes espasmos em seus braços, esperando que ela o fizesse.

_Você acaba com o meu juízo. — Disse a fotografa.

_Juízo? O que é isso? — gargalhou.

Era engraçado como as falas pareciam estar trocadas. A personalidade de uma estava interferindo na da outra, sem dúvida nenhuma.

Minutos depois Marina se levantou a fim de ir ao banheiro e Clara a impediu, pegando-a de pé fez ela tirar a cinta. Vestiu-a e comeu a namorada com o objeto no chão do quarto, sobre o capete. Depois do gozo, a assistente também a chupou provocando um outro orgasmo, mais fraco dessa vez já que a mesma já tinha gozado vezes o suficiente para perder a conta.

_Bom, agora que você me deu o meu presente, eu posso te dar o seu?

Perguntou Clara a uma Marina extremamente letárgica, porém, imensamente feliz e surpresa. Não tinha pensado em receber qualquer presente quando arquitetara todo aquele dia e noite.

Antes que a namorada pudesse responder, a assistente levantou-se do chão e saiu a procura da própria bolsa, achando-a e revirando-a, deixando a fotografa em expectativa sobre o que ela tiraria de lá.

Notas finais
E ai gente, como anda o calor de vocês, hein? Será que vocês andam desfrutando dos capítulos tanto quanto essas duas desfrutam uma da outra? Kkkkkkk Mas então, que será que a Clarinha vai tirar da bolsa?