Unchained Melody
38 Angra II
Notas iniciais
Beijaram-se e pegaram-se com paixão.
_Hoje eu quero te amar a noite inteira.
Falou a fotografa em dado momento enquanto Clara chupava-lhe um dos seios, esta nada disse apenas sentiu a onda de excitação que as palavras lhe causavam.
Logo depois Marina se sentou na cama e ordenou que Clara chupasse o pênis. Ela o segurava com uma das mãos, oferecendo-o. Aquilo à Clara ressaltava ainda mais a fantasia provocando mais descargas elétricas que a assistem julgava ser capaz de suportar. Assim, ela ajoelhou-se no chão entre as pernas da namorada e prontamente fez o que a mesma lhe ordenara.
Aos olhos de Marina a imagem era esplêndida. Ela sentia que a qualquer momento explodiria assistindo o que Clara fazia tão depravadamente, esta por sua vez, enquanto o fazia raciocinava que “naquela noite se esforçaria ao máximo para se apresentar à Marina como a puta que ela desejava ter”. Por isso, engolia o pênis a sua frente da forma mais sexy e ao mesmo tempo vulgar que conseguia. A fotografa por sua vez entrou completamente no clima do fetiche e passou a segurar, com as duas mãos, a cabeça da outra, guiando-lhe os movimentos de entrada e saída do objeto em sua boca. Enquanto o fazia, a fotografa pensava estar fodendo aquela parte do corpo da amada, a ideia podia soar meio “louca” mas lhe causava excitação extrema, só fazia aumentar o tesão proporcionado pela fantasia.
Marina com certeza não era um homem e Clara também não queria que ela o fosse, mas, ainda assim, a fantasia deixava-a perturbada de uma forma profundamente excitante. Aquilo não fazia nenhum sentindo, pensava ela. “Eu devo estar maluca” . Não sabia explicar nem a si mesma o porquê de tamanho tesão. A fotografa, por sua vez, também enlouquecia com a ideia. Aquilo não era nada racional, mas e dai? Era gostoso. Olhando a namorada chupando o objeto em meio a suas pernas daquela forma tinha certeza de que gozaria a qualquer momento sem precisar de qualquer outro estímulo. Por isso, a fez se levantar. Não queria que a “festa começasse antes da hora”.
_Vou te mostrar a mulher que você tem na cama – Clara falou enquanto se levantava e avançava sobre ela fazendo-a deitar-se.
E falou sério. Definira para si mesma que naquela noite daria a ela como nenhuma outra poderia ter dado. A assistente falava demonstrando fome no olhar. Uma fome que seria saciada apenas dando ostensivamente àquela que havia se intitulado minutos antes como “seu homem”. A mesma não se demorou em cima da outra, rapidamente facilitou que ela se virasse ficando por cima. Assim, Marina tratou logo de si aproveitar do corpo que tanto amava. Ela, enquanto mordia e lambia de forma molhada o queixo e pescoço da namorada, também a apertava toda ainda sobre a lingerie pois tinha dó de tirá-la uma vez que Clara estava divinamente gostosa vestida nela, tanto que para poder lhe chupar os seios apernas afastou o corpete para não ter que tirá-lo. Dos seios ela foi descendo pela barriga bem definida e de pele macia, causando arrepios na outra que ofegava deliciada. “Não havia nada melhor nesse mundo que a língua de Marina” pensava ela já perdendo a conexão com a realidade.
Avançando a fotografa enfim chegou na parte tão especial da anatomia da namorada, O meio aberto de suas pernas. Mordeu o sexo por cima da calcinha que tinha tecido fino, já ensopado. Por causa da textura singela do tecido a mordida em questão causou demasiado tesão na outra. E Mais do que morder, a fotografa também passou a língua ali de maneira torturante, o que por óbvio, enlouqueceu a assistente um pouco mais.
Após esse ritual, da onde estava Marina levantou a cabeça, fitando-a e esboçando a única palavra que se repetia exaustivamente em sua mente:
_Gostosa!
Clara gemeu baixo em decorrência do olhar fatal e da palavra proferida pela fotografa.
Marina seguiu com a tortura, sua boca se aproveitando das coxas roliças da amada, especialmente da parte interna e sensível delas. Clara mexia-se, remexia-se, contorcia-se. Não saberia dizer se naquela altura queria que Marina a comece ou chupasse, mas de uma coisa ela sabia, o que quer que a fotografa fosse fazer, precisava fazer rápido.
_Isso é tortura, Marina.
Acusou-a ofegante.
A fotografa não deu ouvidos. O que para Clara era tortura para Marina era deleite. Nada poderia ser melhor para ela do que abusar do corpo inteiro da mulher espetacular que havia deitada em sua cama. No entanto, instantes depois se deu por satisfeita, afinal de contas, seu desejo também ambicionava outras coisas. Uma delas, era tirar a minúscula calcinha branca que a outra vestia e ela o fez, e foi só isso que ela tirou, deixou a namorada vestida com todas as outras partes da lingerie especial. Precisava comer Clara vestida nelas. Por isso, a assistente de pele bronzeada, seguiu com o corpete branco que era, em parte, de renda, com as meias e com as ligas, porém, agora, com o sexo livre. A visão era sem dúvida nenhuma espetacular e deixava a fotografa ensandecida. Ela repetia dentro da própria cabeça: “Gostosa, gostosa, gostosa” estava quase se sentia um disco arranhado.
O que Marina tinha em mente ao tirar a calcinha era fodê–la afinal de contas grande parte da fantasia residia nisso, isto é, ir direto ao ponto. Porém, ela não resistiu antes que subisse se posicionando de maneira que pudesse fazê-lo ela parou no meio das pernas da outra e lambeu o liquido que minava dali fazendo com que a namorada estremecesse inteira. Quase não resistiu também a vontade e ficar ali, pois o local específico era tao quente, macio, liso, etc. No entanto, resistiu. Aquele não era o momento. O momento agora era, sem dúvida, o de comer sua mulher virilmente. Então ela, com muito pesar, subiu pareado o corpo com o da outra. Assim, Prendeu o maxilar dela com a mão e chupou seus lábios e. língua com toda a pericia que somente ela tinha. Mais que isso ela apertava a bunda da namorada e se esfregava nela, mas tinha receio em penetrá-la. Queria que a provocação durasse mais tempo. Que elas se levassem às alturas daquele jeito, que se torturassem mutuamente enquanto eram tomadas por um tesão descomunal.
Qual das duas cederia primeiro? Marina a fim de comer Clara, ou Clara a fim de dar pra Marina?
Clara cedeu. Pediu. Implorou.
_Não aguento mais. Me come, Marina.
Ao ouvi-la a fotografa parou por instantes, todavia, depois voltou a apenas esfregar o pênis e não a penetrá-la
_ Não faz assim comigo. De que adianta você ser meu homem se não for pra me foder?!
Assim, a assistente pegou a fotografa pelas nádegas com firmeza a fim de impor sua vontade. Não colocaria a força o objeto para dentro de si, porque a era fundamental que a outra o fizesse e ela o fez, mas o fez de forma suave, lenta. Empurrou o pênis para dentro de uma vez, contudo, sem qualquer dificuldade. Clara estava muito molhada.
_ Ai, finalmente. Não via a hora de sentir você dentro de mim. Me fodendo – pausou- inteira.
Falou em meio a gemidos de satisfação.
_ Você gosta né cachorra?
_Muito. Você me deixa doida de tesão e me come como ninguém.
Enquanto falavam a fotografa tinha afastado um pouco o tronco e esse afastamento foi a deixa para que Clara pudesse puxá-la sensualmente mais uma vez pela gravata que ela ainda usava.
_Chega de falar. É hora de você começar a fazer. Come a sua mulher, come!
Falou a voz rouca, imperativa. E Marina obedeceu, porém, muito lentamente a princípio. A suavidade da fotografa deixava a assistente ainda mais doida. Clara queria mesmo era ser fodida com força. A maneira com que a outra estava metendo nela não resolvia seu tesão só fazia com que sua ânsia aumentasse exponencialmente. A consequência da lentidão e suavidade da fotografa foi uma Clara desejosa, obstinada, necessitada. Ela arranhava Marina, puxava os cabelos dela pela nuca apesar que esse gesto em particular era executado por ambas, isto é, ambas puxavam-se os cabelos. Mas além disso, a assistente também mexia o quadril em busca de mais velocidade, mais intensidade. Marina, porém, teimava em não satisfazer seu desejo tão urgente. Enquanto ela, por sua vez, continuava querendo mais, queria tudo! Queria que o pênis fosse maior, mais grosso que fosse mais fundo. Estava insana, só conseguia pensar em “mais, mais e mais” mas, na verdade era o orgasmo que ela esperava impaciente, apenas ele suprimiria demasiada necessidade.
A fotografa amava vê-la desse jeito, insana, desesperada. Hoje mais que nunca, tendo em vista o vestuário que usava. Quer dizer, só o fato da outra existir já as deixava em brasas, vestidas daquele jeito então, e mais, falando aquelas coisas e agindo daquela maneira Marina julgava que a qualquer momento entraria em combustão espontânea.
_Mais forte!
_Assim?
Entrou com toda a força dentro dela, mas apenas uma vez.
_Isso.
Respondeu verbalmente e com uma expressão de satisfação extrema.
Mas, Marina voltou a se movimentar devagar como antes,
_Não. Faz daquele jeito, por favor. Eu não tô aguentando!
Marina sorria satisfeita.
_Tudo bem, mas você vai ter que dar pra mim gostos, como a verdadeira puta que eu sei que você é.
_Sim. Posso te mostrar mais do que você imagina.
Respondeu safada.
_Maravilha!
Então, a fotografa fez o que lhe foi pedido tão ostensivamente. E nesse momento ela transcendeu. Não era mais Marina Meireles, na verdade, não se via mais como uma mulher. Entrou no personagem. Agora ela era um homem, excitado, com o membro rigo, comendo a mulher responsável por sua ereção.
Clara foi ao delírio por ter sido atendida, por causa disso ela gemia lascivamente e até exageradamente no ouvido da outra a fim de provocar-lhe o mesmo prazer que estava sentindo. E a atitude dava resultados, o gemido louco e rouco da namorada endoidecia ainda mais a fotografa. Inclusive, a fazia ter vontade de chamá-la de mais coisas além de “puta”. Faltavam no dicionário de obscenidades palavras que bastassem.
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