Notas iniciais
Fãs de FT, como eu havia prometido, cá vai a fic! Eu já tinha escrito ela uma vez, mas aí não salvou... ;-; Lamentável.

BIÇERVASSÃO: A história é atemporal. Beijos, me liguem ♥

Uma euforia era ouvida naquela manhã, vinda do Orfanato da pequena cidade de Magnolia. O Orfanato era secular e bem tradicional na cidade. Na era de ouro da cidade, por volta do século XVIII, quando esta era muito movimentada e sempre recebia muitos viajantes, o Orfanato fora fundado pois às vezes, crianças eram deixadas por suas famílias que, muitas vezes eram pegas pela Coroa por não pagarem impostos ou então eram sentenciados à morte. Uma jovem mocinha, conhecida na cidade por "Jovem Fada", abrigava as crianças em sua casa para que não fossem pegas pelo Exército Real e mortas. O nome dessa jovem era Mavis Vermillion, e esta tinha um carinho especial por crianças.

Alguns anos mais tarde, o Orfanato era chefiado por Makarov Dreyar, o Terceiro Diretor. Makarov já fora um órfão que fora recolhido e foi escolhido pelo antigo diretor para assumir seu cargo. Além do Orfanato, ele também administrava a padaria da cidade. Certo dia, quando preparava a primeira fornada de mão da manhã, um rapazinho de aparentes 7 anos de idade, adentrou e sacou um saquinho do bolso, que continha uma moedinha. Com uma voz alegre, ele pedia um pãozinho velho para comer. O homem olhou bem para o garoto e disse que não aceitaria aquele dinheiro. O garoto recuou as mãozinhas e entristeceu-se, pedindo desculpas por ter incomodado o velho e pôs-se de saída. O homem o interrompeu e pediu para que ele esperasse. Logo depois, ele voltou com um pão quentinho e um copo de leite, para alegrar o menino. Os olhos do pequeno brilharam e este começou a chorar. Ele comia com alegria e prazer, pois parecia não comer frequentemente. Após comer, o garoto pôs a moedinha sobre a bancada e agradeceu ao velho senhor, em meio as lágrimas. Makarov recusou e disse que ele não precisava pagar, e ainda disse que o garoto devia voltar todos os dias para comer.

No dia seguinte e no posterior, o garoto não aparecera. O velho homem ficou um pouco incomodado com isso, e decidiu pegar sua bicicleta para procurar pelo garoto. Perguntou em cada casa se conheciam o garoto, ao descrevê-lo. Ninguém respondia positivamente. O homem ficava cada vez mais preocupado, como se algo em seu coração dissesse que o garoto não estava bem. Até que um pescador disse ter visto o garoto em um velho barraco nas redondezas da cidade. Makarov o agradeceu e foi em busca do garoto. De repente, ele viu uma coluna de fumaça se erguendo em direção ao céu. Logo acelerou a pedalada e chegou a um barracão em chamas. Largou a bicicleta pela estrada e saiu correndo, arrombando a porta com um chute e chamando o jovem garoto. O menino gritava por socorro, preso no armário de seu quarto. O homem seguiu os gritos, soltou o garoto e o garoto e o tirou da casa. O garoto gritava e chorava, dizendo que não podia deixar a casa. Makarov o pôs na cesta da bicicleta e voltou para a cidade, indo em busca da curandeira. A mulher o checou, e ele estava bem. Logo depois, ao saírem de lá, ele virou-se para o garoto:

[Makarov]-Mas o que houve naquela casa?

[Natsu]-Um homem mau procurava pelo meu pai, e dizia que eu deveria pagá-lo, senão eu iria sofrer as consequências.

[Makarov]-E por que você continuou naquela casa?

[Natsu]-O papai pode voltar... Eu queria esperar por ele.

Makarov engoliu em seco e ficou com pena do garoto:

[Makarov]-Venha comigo, vou te arrumar abrigo.

[Natsu]-Mas e o meu pai?

[Makarov]-Não se preocupe. Vocês vão se encontrar um dia, eu prometo!

O garoto segurou as lágrimas e sorriu:

[Natsu]-E para onde o senhor vai me levar?

Makarov olhou para o horizonte, e lá, a bandeira sobre o telhado dançava com o vento. Ele apontou para o casebre:

[Makarov]-Ao meu orfanato. Lá, você será bem recebido e terá muitos amigos.

[Natsu]-Mas eu tenho meu pai... Não sou nenhum órfão.

[Makarov]-Não leve "orfanato" ao pé da letra...-ele brincou-Leve mais como uma casa cheia de irmãos.

[Natsu]-Tá. Obrigado, senhor.

[Makarov]-Me chame de Makarov, ou vovô se preferir.

[Natsu]-Legal!

[Makarov]-Qual seu nome, rapaz?

[Natsu]-Natsu. Natsu Dragneel.

[Makarov]- Bem-vindo à nossa família, Natsu. Bem-vindo à Fairy Tail.

Notas finais
E aê, ficou massa?