Un Lazo Que Nos Une
43 Presente
Perfeita- sussurrou beijando-a calmamente, por diversas vezes no pescoço, arrastando a língua contornando um rastro de fogo por ali. — Única, gostosa… dona de mim. — completou ofegante, diante dos movimentos tão intensos que faziam a pouco.
Paulina sorriu completamente relaxada, inalando ar puro com aquela vista dos deuses, nua agarrada a ele, imersa a energia de entrega e cumplicidade total.- Amo a nossa troca, a paixão… como me segura … o encaixe perfeito. -confessou sentindo-o traçar caminho com os dedos de sua coluna até a bunda, era como se fosse desvanecer.
CD- Te amo, Deusa. -afastou a franja dela para o lado, fitando-a intensamente e acariciando seu rosto, reparando na cor que se tomou pelos esforços- Vou te amar sempre.
Ela suspirou agarrada a ele, acariciando suas costas de forma carinhosa e sedutora, deslizando os dedos levemente pela pele quente.
Ainda bem que continuamos. -sussurrou beijando-o no pescoço. — não suportaria que parássemos, te desejo tanto… -mordiscou a orelha levemente.
CD- Eu amo a Paulina sedenta por mim, por nós. — espalmou a mão dela com a sua vendo-a bem menor e sem hesitar beijou a palma da mão delicada, entregando-a sempre o olhar sedutor — Me pedindo as coisas com a respiração pesada, gemendo manhosa pra que a minha boca continue te dando prazer. Para que eu não pare ou que não saia de dentro. — sussurrava agora em seu ouvido fazendo-a desvanecer, ali completamente relaxada. — brava porque não conseguimos ontem. Mal sabe que se pudesse moraría em você.
Paulina- Sou intensa baby, somente obedeço aos meus instintos sexuais e o desejo que estimula em mim… — explicou-lhe fitando o corpo tão lindo, os cabelos bagunçados, as veias agitadas que seguiam os músculos de sua barriga até a sunga que agora vestia e todos os detalhes atraentes naquele pós sexo.
CD- Nem esse drone maldito conseguiu quebrar o clima. — a beijou. — somos puro fogo, você me entende até assim. -seguiu o olhar sedento detalhando o corpo tão lindo. -Maior conexão mental e sexual da vida, além disso, há amor demais.
Ela deslizou o corpo para dentro da piscina juntando-se a ele e mergulhou tão fundo e depressa o quanto podia, até submergir do outro lado, mirando em silêncio e intensamente nos olhos.
Ainda dopado demais para pensar com clareza, apenas observava aquele espetáculo que lhe oferecia.
Paulina- Vai me dizer tudo o que sabe sobre o Dante, sei que fez um levantamento sobre a vida dele, esse drone do nada? Estava deitada com você pela manhã, quando gravou áudio pedindo evidências ao Leonardo, precisa me dizer essas coisas.
Ele mirava enfeitiçado a maneira curiosa como levava certos dilemas e a maneira tão sexual como havia nadado até o outro lado. O prendia de todas as formas, se via a seus pés, a mercê de seus desejos e tudo o que estimulasse.
CD- Vou protegê-la, meu amor. Mas não te esconderei nada. — deu algumas braçadas até ela parando a sua frente. — estou ao seu lado, não terá que enfrentar nada sozinha nunca mais. Vou ser o melhor, o único. — murmurou em uma dualidade gigante, detalhando o corpo lindo os belos seios a sua frente. — e que ainda te pega do jeito que você gosta, que te satisfaz.
Paulina deu uma gargalhada fitando o céu estrelado sobre suas cabeças.
Paulina- Está tentando me seduzir e enrolar. -disse já envolvida pelo abraço de seu amor.
CD- Casa comigo? -pediu beijando-a no pescoço.
Paulina- Não levo a sério sua emoção pós sexo, querido. — o beijou. — Mandei muito bem mesmo, até pedindo em casamento. — riu agarrada a ele. — vamos intensamente, fique comigo, me ame… sem pressa, vamos cuidar do que temos, entender.
Ele seguiu distribuindo beijos por seu rosto e pescoço. — Te amo, pequena. Desejo gritar isso ao mundo.
Paulina- Tempo ao tempo baby.
Ele abriu um sorriso largo, tão lindo diante dela.
CD- Sabia que seria assim desde o início. — a puxou para si girando o corpo na água fazendo-a agarrar-se a ele — Você vai se casar comigo, sei que vai… Já fico muito contente que esteja te convencendo com o meu amor… somos uma família linda.
Paulina- Somente viva cariño. — o abraçou fitando o mar e sentindo a brisa boa. — Cancún e seus super poderes.
CD- Amo. -beijou os cabelos dela. — Desfruto de cada momento, ainda que saiba que…- deu um riso sem vontade apontando um espetáculo de luzes ao longe. — aquele espetáculo todinho é inspirado em você… juntamente ao álbum e todas as coisas que aquele cara deseja contigo. — murmurou sem poder deixar de se sentir incomodado.
Paulina suspirou orgulhosa e reparando em cada gesto e sinais de frustração. — Estou aqui. — afirmou arrastando os lábios de seu rosto a seu pescoço. — nua, grudadinha em você, só desejo queimar em seu fogo. Com toda minha alma sei que é o único o qual desejo estar.
CD- Após fazermos coisinhas bem gostosas e más, o qual estou deliciosamente satisfeito, completo, realizado. — juntou os lábios aos dela com intensidade crescente, sentindo a respiração dela se misturar à sua. — E querendo mais de nós… sempre. Os lábios se encaixavam com necessidade latente cada novo toque, um arrepio percorria sua pele. Ele segurou seu rosto, aprofundando o beijo, sugando seus lábios explorando cada sensação. Quando se afastou, ainda sentia o gosto dela, o calor de sua boca.
Paulina sorriu- É isso… só pense em mim baby.
…
Dante caminhava de um lado para o outro no salão amplo, os passos pesados marcando o chão de mármore com fúria contida. Os punhos cerrados, o maxilar travado. Quando falou, foi com um misto de asco e dor dramatizada.
— Não importa! — explodiu, virando-se bruscamente para Jones. Seus olhos estavam avermelhados, um brilho furioso os iluminava. — Não quero saber desse… esse animal nojento. Porco devorador! — cuspiu as palavras como se queimassem sua boca.
Tentou conter-se, levando a mão à testa, pressionando os dedos contra as têmporas. A voz vacilou quando murmurou:
— Minha menina tão lindinha, delicada, parecendo tão… — interrompeu-se, balançando a cabeça com nojo — Ahhhhhh, que nojo.
Jones, impassível, ajeitou os óculos com o indicador, e consultou os papéis em sua pasta antes de falar.
— Pois bem, senhor Dante — começou com firmeza, encarando-o com neutralidade profissional. — Concluímos nossa investigação. A jovem emancipada vendeu os bens que pertenciam à mãe, após o falecimento, e recomeçou a vida sozinha em outro país.
Falava pausadamente, medindo cada palavra.
— Com pouca idade, sem o apoio de um companheiro, sem família, sem mãe ou pai… e ainda grávida do herdeiro Bracho.
Fez uma breve pausa, deixando as palavras assentarem como uma martelada.
— Apesar das dificuldades, conseguiu um emprego, cresceu profissionalmente e foi promovida.
Ergueu os olhos para Dante, encarando-o.
— Diante disso, senhor, sua preocupação não deveria ser invadir a cobertura com um drone. O que o senhor realmente quer é recuperar vinte anos de convivência de pai… que essa moça não quer devido à sua ausência. Tomara que agora ao menos isso faça sentido. Mas com essa invasão, senhor… — arqueou uma sobrancelha com sarcasmo contido — estava pedindo pra pegar umas coisas assim.
Ele cerrou os olhos com raiva, a respiração pesada. Esmurrou a mesa ao lado.
— Que lixo de ideia! — rugiu, o rosto contorcido pela amargura. — Tenho que reconhecer… são jovens. É aquele vagabundo, um tarado nojento! — bateu com os dedos na própria têmpora. — Como eu esqueço isso, meu Deus?
Jones desviou o olhar por um segundo, cruzou os braços e respondeu com voz mais grave:
— Não temos nem que pensar. Temos outro ponto. John… quando investigamos ela no passado, você o contatou. Explicou tudo. Ele te apoiou, te contratou… mas… logo se apaixonou por ela.
Fez um gesto com as mãos, como se dissesse “não é difícil de entender”.
— Sim, não é difícil acontecer isso.
Dante avançou dois passos, os olhos arregalados, o dedo em riste.
— Você que tire esses olhos de cima da minha menina, okay?
Jones— Somente uma observação: não sou cego. Mas enfim, seguimos… — tirou um envelope do bolso interno do paletó e o entregou a Jones. — Uma queixa de agressão.
Dante agarrou o envelope com brutalidade.
— O QUÊ?! — gritou, a veia do pescoço saltada. O silêncio caiu por um instante pesado, até Jones continuar:
— Por isso ela está na casa do Bracho. John a perseguiu, continuou cercando até que ela estivesse “protegida” pelo arsenal de seguranças e carros blindados que o Bracho pode proporcionar.
Dante andou lentamente até a janela, olhando para fora sem ver de fato. Falou baixo, mas com veneno:
— Que traidor… Não fiz filha pra ficar apanhando de macho nenhum. A única que consegui fazer… — virou-se, o olhar turvo de emoção, mas cheio de rancor. — O que está acontecendo com esse cara? Será que desde que me conheceu, há três anos, ele não percebeu o risco iminente… — inclinou a cabeça, sussurrando com frieza — de ser encontrado em decomposição num canto qualquer?
Jones sentiu um calafrio, mas manteve-se firme.
— Pelo menos esse Carlos Daniel agora assumiu o papel de homem, né?
Dante bufou e se virou com desprezo.
— Isso não me faz esquecer que é um biscateiro…
Jones riu com a cabeça baixa.
— Estou achando que é um bom cara. E claro… biscateiro é indiscutível. Gangbang, ménage com as mais gostosas, pega geral. O cara é diferenciado.
Dante arregalou os olhos.
— Tá louco? E aí acha que minha filha merece estar em meio a isso? A coitada nem sonha!
Jones ergueu as mãos em sinal de paz.
— É que com ela ele é “casadão”. Acho que, se não oferecer perigo, não devemos temê-lo. Mas o John… esse sim preocupa. Há cinco dias registrou uma arma com grande poder de destruição em seu nome. Está frustrado. Foi trocado.
Dante caminhou até a mesa devagar, pegou um copo d’água, mas não bebeu. Olhou fixo para Jones.
— Se cair um fio de cabelo dessa menina… arrancamos aquela merda de pau com zero anestesia e um facão cego.
A tensão era palpável.
— Organize uma equipe inteligente pra monitorá-lo. Um mapa detalhado de onde Paulina costuma estar com o meu neto. E o Bracho… tem bons recursos de segurança. Foi difícil até pra gente chegar nele.
Jones sorriu de canto.
— O sogrão está tomando gosto.
Dante o fuzilou com os olhos.
— Que sogrão, rapaz! Acredita mesmo que vou defender aquele fascínora?
Jones soltou uma risada curta enquanto digitava no computador as coordenadas.
…
14:15 da tarde, Cancún, México.
Carlos Daniel colocava os últimos itens na bolsa de praia de Paulina para que pudessem passar uma tarde agradável na ilha, ao buscar o celular dela para confirmar o horário da travessia, algo chamou sua atenção. A tela se acendeu com uma notificação, e, num impulso contido, seus olhos percorreram a mensagem recebida.
“Me encontre no deck 77, enlouquecerei se não puder provar de você”
Ele suspirou com ódio e ciúmes lhe atingindo em cheio, suspirou buscando razão e segurança em todos os momentos vividos com ela, com suas palavras. Emputecido, guardou na bolsa o aparelho também.
Por um instante, o mundo pareceu estagnar. Um sopro quente de ciúmes lhe atravessou o peito, seguido por uma chama discreta de indignação. A ousadia daquelas palavras, vindas de um homem movido por intenções impróprias, as quais ele já conhecia bem por ter invadido a privacidade deladespertou-lhe uma reação visceral.
Paulina surgiu com os cabelos ainda úmidos da ducha rápida, exalando frescor e desejo. Usava um vestido leve, quase transparente, que deixava entrever o biquíni por baixo e insinuava curvas que ele conhecia bem — e que o deixavam sem fôlego. Aproximou-se por trás com delicadeza felina, colando o corpo ao dele, e beijou-lhe as costas nuas, enquanto seus braços o envolviam num abraço que dizia mais do que palavras.
— Vamos, gostoso? — sussurrou com um sorriso malicioso, deixando a mão deslizar lentamente por sua barriga até o abdômen, e o cós da bermuda que usava num toque cálido que provocava e afagava ao mesmo tempo. — Nosso baby já está pronto também.
Ele fechou os olhos por um instante, inspirando o perfume fresco da pele dela e tentando dissipar, com aquele contato, os restos amargos da mensagem que lera minutos antes. Virou-se devagar, envolvendo-a com firmeza, puxando-a para junto do peito como se, com esse gesto, pudesse apagar qualquer sombra de dúvida que ainda rondasse sua mente. Beijou-lhe os cabelos com carinho, abafando dentro de si o ciúme que ainda latejava.
— Obrigada por planejar sempre os melhores passeios pra nós — disse ela, olhando-o nos olhos com ternura genuína. Seus lábios tocaram os dele num beijo cheio de intenção, e ela percebeu, no fundo daquele olhar, uma tensão sutil, um traço de seriedade que antes não estava ali. — Quero que nosso baby cresça com memórias lindas da gente. Quero te curtir no meio disso tudo. Te dar os melhores amassos possíveis… muitos beijos.
Ele não conseguiu evitar a gargalhada, um riso verdadeiro que quebrou a rigidez de seus ombros e varreu a raiva silenciosa que o consumira momentos antes. Ela sabia exatamente o que dizer, o que tocar, o que provocar.
CD— Quer dizer então… que você quer me dar uns amassos naquela ilha? — murmurou, prendendo o rosto dela entre as mãos e beijando-a com gosto, agora tomado por um calor mais leve, mais entregue.
Paulina sorriu, mordendo levemente o lábio inferior, como se fosse um convite. — Um passeio em família… com amassos reservados para quando o baby dormir.
Ele sorriu de volta, dessa vez com os olhos.
Naquele instante, não importava mais o que havia na mensagem.
Ela estava ali. Com ele. Escolhendo-o. Tocando-o. Desejando-o.
E ele faria daquela tarde não só uma memória — mas um ritual de presença, de reconquista, de entrega.
CD- Vai amar a casa a ilha, Hugo deu de presente para a minha mãe e é a paixão da vida dela. “LA CECILHA” é um paraíso, e eu quero viver isso com vocês. Na realidade só fui com minha mãe até lá, mas vai amar a casa… tudo, tudo.
Paulina- Com você eu amo tudo, amorzinho. -seguiu beijando o rosto dele o pescoço.
CD — Está me provocando, linda… — o tom saiu mais rouco, mais baixo, enquanto os dedos dele deslizavam pela cintura de Paulina, sentindo a pele arrepiar sob a leve pressão do toque. — Vai ter que me dar aqui agora.
Paulina riu concordando e beijando-a com urgência, e ousadia fazendo ruir a pressa que tinha anteriormente.
Ele a afastou por um instante, ofegante, os olhos cerrados, também em chamas.
. — O baby está acordado, Paulina. — deu um tapa na bunda dela. — Vem, vamos pra ilha… Rui está quase chegando com a lancha. Você não faz ideia do que está fazendo comigo… — disse com a voz rouca, o maxilar travado. Os olhos varreram o rosto dela como se quisessem gravar cada linha, cada brilho nos olhos. — Estou a um fio de… -suspirou, contendo a “grosseria” que diria.
Paulina lambeu os lábios devagar, sentindo o peso da tensão no ar, o calor pulsando entre eles como uma corrente elétrica.
Paulina — Então segura esse fio… mas não solta de vez — sussurrou, com um sorriso que desafiava qualquer vestígio de racionalidade.
Ela se aproximou de novo, roçando o corpo no dele com intenção calculada, com o cuidado de quem dança na beira de um abismo. As mãos dela subiram pelo peito dele, até se entrelaçarem na nuca, puxando-o com suavidade, mas com firmeza, como quem sabe exatamente onde quer chegar — só está escolhendo o caminho mais lento, mais torturante.
CD- Quero te comer com tempo, dedicação, gatinha… fazer barulho, te ouvir gritar… -“concertou”seu membro dentro da bermuda que dava sinais de sua excitação, fazendo-a seguir o olhar para onde mexia.
Paulina- Sinto o mesmo, baby… — respondeu, mordendo de leve o queixo dele, provocando um arrepio que percorreu sua espinha.
Eles se encostaram de novo, testas unidas, respirações entrecortadas. O silêncio entre eles era denso, carregado de tudo o que ainda não estava sendo feito — mas que já se fazia sentir em cada centímetro de pele em brasa.
Carlos Daniel entrelaçou seus dedos aos dela, puxando-a pela mão. — Vamos pegar as coisas do bebê, estou ansioso para que veja o que preparei pra vocês. Agora ainda mais.
…
Miami, Flórida. Cobertura de Carlos Daniel.
Acompanhada de Carolina, desfrutava da serenidade de uma noite estrelada no terraço da luxuosa cobertura de Carlos Daniel. À beira da piscina de borda infinita, a atmosfera era preenchida por uma melodia suave de Ruan Gabriel, que tocava em volume baixo, criando um cenário acolhedor e sofisticado. Entre goles de seus drinks cuidadosamente preparados, ambas compartilhavam momentos de descontração, brindados por gargalhadas espontâneas, que refletiam a alegria e leveza daquela ocasião.
Cecilia- Tenho certeza que nossa parceria já é de sucesso. Sou ótima com desenhos e atrelado ao conhecimento que tem no tratamento de joias e principalmente a prata… nossa marca será um sucesso.
Carolina- E merece ser comemorado. -brindou junto a ela. — Donas do próprio negocio, é intenso, mas iremos conseguir. Obrigada pela oportunidade
Cecilia- Parece bobo, mas nunca tirei um momento assim só pra mim à noite, tranquila, bebendo e pensando. — deu um gole em seu drink. — E olha que meu filho já me ensinou inúmeras “receitas” de drinks.
Carolina ajustava seu biquíni após o mergulho que acabara de realizar. — Sempre que podemos Paulina e eu nos rendemos a esses momentos, quando o bebê dorme ou agora quando está com o Carlos Daniel. — alcançou sua bolsa. — Trouxe essas skincare’s para fazermos, fique a vontade para escolher a sua.
Cecília sorriu e alcançou outra taça. — Fiz outro drink enquanto mergulhava, mais um que aprendi esse com o Dan. — entregou a taça para Carol que experimentou ficando vermelha imediatamente. — Puro álcool.
Cecilia- No ponto certo. — gargalhou bebendo um pouco mais de seu drink e avistando ao longe uma figura inesperada , fazendo seus batimentos cardíacos acelerarem. — Noite de garotas, faz bem pra alma.
Rosa se aproximava devagar com uma bandeja com mais máscaras que havia encontrado.
Rosa- Dona Cecília, acaba de chegar uma caixa de presente de tamanho gigante para o seu Carlos, solicitei que o colocassem no escritório, mas pede-se que se abra imediatamente após o recebimento. Então achei melhor comunicar, não sei, esse menino é sempre cheio de surpresas.
Cecilia- Nossa… já começaram a chegar os presentes? Mas faltam uns dois dias. — deu um gole em seu drink, já calçando o chinelo e pegando o roupão. — Vamos comigo Carolina. Será que esse moleque inventou sei lá…de se dar outra moto e mandarem entregar assim?
Carol- Ele está com a Paulina, esquece da vida, mas podemos não sei… perguntá-lo. — foi com ela.
…
Cecília abriu a porta enorme e sofisticada de madeira, fazendo-a deslizar devagar pelo trilho discreto adentrou-a em silêncio deparando-se com uma enorme caixa
analisava abismada aquele objeto enchendo os olhos pela beleza e delicadeza do laço, dos detalhes e com encantamento pensava no que poderia esconder, sorria encantada… quando “algo” fez com que a mesma “explodisse” se abrindo , fazendo com que a tampa “voasse” longe quase atingindo-as.
Via, mas não conseguir crer na imagem que se fez diante de seus olhos.
Aliado ao som estridente de uma canção cantada por uma voz que esbanjava vulgaridade e desafinação que somava “happy birthday” de maneira “sexy” vestindo somente um fio dental. De seios enormes expostos e pulando de encontro ao outro pelo movimento realizado, a pele muito branca lotada de brilho e uma loção que inebriava aquele ambiente como um todo, naquele momento fazendo-os parecer patético de mais quando se deu conta .
Assustando-a e fazendo-a grudar-se em Carolina, que tentou afastá-lá do objeto puxando-a consigo.
As duas gritando em uníssono pela cena que presenciavam, tentando esconder-se uma na outra para quebrar o contato visual com tal cena.
Cecilia- O que significa isso? -questionou em um tom mais elevado, mirando sem jeito a mulher que tapava os seios. -Você… murmurou tentando não olhar diretamente.
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