Uma linda mulher

6 You belong with me


Notas iniciais
"Eu não entendo por que você foge tanto do que você sente." Boa leitura a todas!

Clara: Você está atrasada…

Mari: E você está maravilhosa… – passou, os dedos nas costas, nua da qual a parte do vestido não cobria, cheirou os cabelos dela, fechou os olhos…

– Eu juro que se esse jantar não fosse tão importante você não sairia de baixo do meu corpo pelas próximas 12 horas, porque nós iríamos até eu sentir que você não pode mais…

– Clara fechou os olhos, os apertando com força quando sentiu a pontada de desejo arder em seu ventre… Seu corpo amoleceu ao sentir aquele hálito tão quente, e aqueles lábios lhe percorrerem o pescoço e lhe mordicar a orelha…

Abriu os olhos reparando no ambiente as mulheres olhavam, e cochichavam… Morriam de inveja, sorriu levando a mão até o cabelo de Marina e a outra o apoiando em seu peito…E devolveu as palavras na mesma sensualidade…

Clara: Temos tempo…E essa noite e você que vai pedir por água…

– Sorriu olhando, Marina fez o mesmo sem poder deixar de olhar aqueles lábios, tão perfeitos e delineados, afastou os pensamentos que diabos ela pensou que estava fazendo…

Afastou-se quase de imediata, apenas com a mão na cintura de Clara se dirigiam para a saída do hotel…

O caminho foi silencioso e na limusine Clara seguia o olhando em quanto Marina não fazia nada além de olhar para a janela…

Ela então como estava de frente para ela começou a subir a ponta do sapato pelas pernas de Marina, que nada fez, ela sorriu mordendo os lábios continuando a subir, até chegar as cochas se aproximando se aproximando, até que Marina a mirou…

Mari: Se atreva a continuar para ver o que te acontecesse… – Ela sorriu.

Clara: Vai me por de castigo, menina mau? — ela sorriu segurando o pé dela.

Mari: Vou te coloca de castigo…Sabe Clara, estou começando a gostar do nosso jogo… — se levantou a pegando pelo braço a fazendo sentar no seu colo como dá primeira vez que fizeram sexo…

Clara engoliu seco, ao sentir as mãos dela percorrerem suas costas desnudas…

– Porque se você arde como eu imagino que arde com um simples toque dos meus dedos…

Querida você está perdida quando eu decidir realmente te castigar… – Clara sorriu a mirando nos olhos…

Clara: Se atreva… – ela cerrou os olhos a esfregando contra seu corpo…

Mari: Não me subestime…

Clara: Não me provoque, porque no jogo que você costuma ganhar, eu já sou campeã…

– E sem avisos a porta se abriu… O motorista ficou super sem graça ao presenciar a ousadia daquela cena, as mãos de Marina estavam cravadas as coxas dela que já aparecia em grande proporção…

Clara sorriu lhe beijando o pescoço para depois pular do colo dela para fora da limusine… Marina ficou lá na mesma posição tentando encontra o controle de seu corpo, e ainda sorrindo sensualmente Clara apareceu na porta do carro e perguntou…

– Sentindo calor querida…?

– Marina a olhou cerrando os punhos e ela se pôs a gargalhar ainda mais sensualmente, por fim ela se movimentou saindo do carro.

Já entrando no restaurante o olhar curioso das pessoas…Clara estremeceu. O que fazia ali, não era o seu lugar, não era o seu mundo.

Clara: As pessoas então olhando para mim…

Mari: Não, elas estão olhando para mim… – e era verdade se Clara parasse para notar, não só as mulheres como também os homens…

– E pelo amor de Deus pare de rebolar…- Clara tentou fazer o máximo que pode, chegaram a mesa e se encontraram com um senhor chamado Pedro e sua sobrinha Luiza..

Pedro: Boa noite senhorita Meirelles…

Mari: Boa Noite senhor e Senhorita Machado ..

Pedro: Esse aqui é a minha sobrinha Luiza Machado.

Mari: Prazer, Marina Meirelles..

Luiza: Eu sei bem quem é você, E essa maravilhosa mulher quem é… ?

Mari: Minha, essa maravilhosa mulher é minha, a propósito senhor e senhorita Clara…

Clara: Clara Maria Fernandes , encantada, senhor…

– Marina lhe sorriu e Luiza se sentou bastante sem graça não deixando de percorrer cada sentimetro do corpo de Clara com sua mirada…

Luiza: Não sabia que estava noiva Marina…

Mari: Esse não é o assunto em discussão…Ou é? – Clara ficou vermelha…

Faltou-lhe por um instante o ar “Minha, essa maravilhosa mulher é minha…” Ela estava maluca, ou começava a fazer pagar pelo castigo…

Clara: Com licença… – se levantou – Vou usar o toalete…

– Marina lhe sorriu sensualmente e ela se pôs ainda mais vermelha, aquela demônia pensou Clara já no banheiro, estava a colocando a loucura…

Já era servido, o segundo prato e Clara ainda muito constrangida pelo fato de não saber com qual talher comer as dezenas de coisas estranhas que eram colocadas em seu prato, se pôs junto com a senhorita Machado a comer com a mão o que gerou grande satisfação, comeu correndo um ultimo colher de sorvete lotando a boca em quanto iniciava se uma calorosa discussão…

Pedro: O que pretende fazer com a nossa empresa senhorita Meirelles, peço que pense a respeito disso afinal não gostaria de ver meu patrimônio dividido em milhares de partes por aí..

Luiza: Meu tio demorou mais de 40 anos para construir tudo que pode, para um patricinha que despeja arrogância terminar com tudo…

Mari: Temo que seus termos não são adequados para uma conversa tão profissional, eu só faço meu trabalho, vocês estão falidos, a beira da miséria, não irão conseguir um empréstimo, cabe a eu fazer meu serviço, ou seja, comprar essa empresa, e outra, senhorita Luiza vocês não receberam proposta melhor do que a nossa, eu garanto…

Luiza: Contatamos algumas pessoas…

Mari: Da marinha…– sorriu irônica – Nos já sabemos sobre eles, e sabemos também que o secretário não liberará uma quantia absurda como a que oferecemo ao senhor seu tio por sua empresa falida…

– Luiza range os dentes apertados os punhos a ponto de dizer, um palavrão se levantou deixando o guardanapo de pano na mesa.

Luiza: Não sabia, que vocês jogavam tão baixo…Se me dão licença me recuso a dividir a mesa com esta senhorita, Foi um prazer enorme conhecer a senhorita, Clara…

Espero que nos reencontremos mais vezes…

Mari: Isso não vai acontecer…Agora o que é meu é meu Luiza e nós sabemos bem disso…

– Clara estava vermelha e não sabia o que falar, se levantou estendendo educadamente as mãos a Luiza que a beijou olhando nos olhos de Clara para depois sair…

Pedro: Receio que terá uma longa batalha pela frente senhorita Meirelles… levantou também Pedro com dificuldade se aproximando de Marina.

– Seu pai não ficaria orgulhosa por você…Iremos nos confrontar tenha certeza…

Mari: Eu mal posso esperar…

Pedro: Passar bem senhorita Meirelles, adorável Clara, foi um prazer conhece la…

– Clara sorriu ao senhor em quanto Marina se colocava ameaçadoramente de pé… E assim Pedro caminhou rumo a saída…

– Clara observou por alguns instantes Marina se senta novamente à mesa, e observou a forma de como ela fechava os olhos, se sentou novamente percorrendo as mãos na mesa até alcançar as de Marina para então entrelaçar seus dedos e nada dizer, ela levantou a mirada a olhando nos olhos…

Aquela mulher, ai aquela mulher, se ela soubesse que nessas 24 horas que se conheceram ela queimava por ela, almejava te la em sua cama o dia inteiro ela se desesperaria, e correria, correria de uma mulher como eu…

Clara: Veja que entre você e Luiza há uma certa rivalidade – sorriu.

Mari: Não há uma certa rivalidade Clara, há Vanessa, mais agora há você…

Mais não preciso me preocupar não é, você sabe a quem pertence…

– Clara se calou, quem era Vanessa, na certa seria uma mulher que se colocava entre Marina e Luiza, notou que durante o jantar as efusivas de Luiza eram diretas e deixavam todos na mesa, mais ela não sabia que ela era uma…

Não se permitiu a terminar de pensar Marina havia levantado a chamado e agora caminhavam rumo a limusine em silêncio, sem provocações, atrevimentos ou castigo…

Não demoraram muito, a chegar de volta ao hotel, já na suíte Clara tirou os sapatos relaxando, Marina retirou o Blazer se sentando na varanda…

Clara: Conte me sobre sua família… – se sentou dando a ela um copo de suco e então bebendo um cálice de vinho…

Mari: Minha família… – sorriu – Somos apenas eu e minha irmã, minha mãe morreu quando eu ainda era um adolescente…

Clara: Entendo, e seu pai?

Mari: Também morreu…

Clara: Oh Marina eu sinto muito…

Mari: Não sinta, ele nunca teria orgulho de mim…

Nós não nos falávamos a mais de 15 anos, ele morreu o mês passado, sozinho… – Clara se calou… – Apenas temos uma tia Marieta, e o resto da família…

Clara: Resto da família, você me disse que tinha uma irmã…

Mari: Isso fica para a próxima noite Clara, eu vou tomar um ar…

Clara: Um ar? – Disse se levantou – Mais eu pensei que…

Mari: Mais tarde, estarei no bar, não me espere acordada…

– Clara assentiu e Marina pegou sua bolsa saindo da suíte…

Clara olhou no relógio eram quase quatro da manhã, colocou seu roupão e mesmo descalça com os cabelos um, tanto armados, porém sensuais, desceu, o jovem que controlava elevador a levou até o salão principal, onde Marina tocava piano, e os funcionários em quanto fumavam seus cigarros e bebiam para relaxar ouviam maravilhados o som, ela realmente tocava bem, tocava com alma, com desespero..

Clara ficou por uns cinco minutos ali parada somente o observando…

Em fim ela terminou a canção e todos o aplaudiram então ela a viu, Clara se aproximou sorrindo sensualmente, ela retribuiu.

Clara: ok, isso eu nem imaginava… – Falou se referia ao piano.

Mari: Há muitas coisas que você nem imagina sobre mim…

Clara: Me mostre…– Marinaa sorriu e se dirigindo as pessoas presentes pediu..

Mari: Senhores poderiam nos dar licença, por favor?

– E assim de imediato todos se levantaram deixando apenas uma luz de fundo acesa, Clara sorriu perguntando debruçando os cotovelos e o corpo no piano…

Clara: As pessoas estão acostumadas a seguir suas ordens…

Mari: Elas são pagas para isso…

Clara: Sim… Elas são pagas para isso…

– Ela então a arrastou até a frente dela, onde apoiou a cabeça segurando a cintura de Clara…

Clara sem nenhuma reação levou as mãos ao cabelo dela os acariciando, Marina então levantou a mirada, e abriu o roupão a olhando nos olhos, Clara olhou em sua volta, a sala estava vazia, estava com uma camisola vermelha de alcinha…

Ela se levantou a pegando de jeito aproximando seu corpo de forma bruta e sensual, ela levou as mãos ao peito dela, e Marina sem poder conter a levantou a sentando de pernas abertas no piano, fazendo com que as teclas emitissem sons…

Segurou Clara com as duas mãos a puxando totalmente para si, a boca desceu para o ombro que havia ficado desprotegido, beijou delicadamente e sem querer mais.

Subiu a boca no mesmo ritmo pelo pescoço cheiroso e nu, beijava Clara com ardor e dava leves mordidas que faziam a morena quase desfalecer em seus braços, mordeu um pouco mais forte e então Clara gemeu.

Envolveu a nuca dela, em quanto outra mão pousava em sua perna, e envolvido por uma vontade imensa de beija la se aproximou como quase colocando seus lábios, Clara desviou o rosto ela a olhou e mais uma vez tentou, porém ela novamente afastou o rosto o beijando no pescoço, mordiscando sua orelha, Marina então a fez deitar no sobre o piano, em quanto suas mãos percorriam todo o corpo dela, subindo a camisola, passando pelo vale entre os seus seios para depois começar a beijar de língua cada parte descoberta…Arrancou-lhe a calcinha… e Clara mordeu os lábios contendo um gemido ao sentir as mãos dela a cariciarem de forma tão intima, fazendo pressão, entrando e saindo com movimentos bastante calmos e delicados, arqueou as costas e sem poder se conter o puxou para cima de seu corpo…

Para então começarem as provocações, que as faziam delirar mais e mais bem devagar…a olhando nos olhos, Clara terminou de desabotoar a camisa de Marina e sem nenhuma delicadeza.

Aquele corpo a fez ver estrelas, se virando agora ficando por cima dela, arranhou toda barriga de Marina que agora suas mãos apertavam as coxas dela contra seu corpo se movimentando como se já estivessem unidas…

Clara jogou a cabeça para trás e gemeu quando sentiu as mãos dela se apossarem dos seus seios, em caricias sensuais e levadas, ela sorriu com o descontrole dela…

Clara desceu seus lábios pelo pescoço, pelo peito barriga abdômen tudo até chegar ao cós da calça, a abaixou sem tirá-la completamente, Marina apertou mais uma vez o corpo dela para a fazer sentir molhada na excitação, e foi a vez dela soltar um gemido quando aquelas delicadas mãos começaram a acariciar, devagar, depois um pouco mais rápido em quanto, aqueles lábios lhe beijava de língua todo o pescoço…

Marina engoliu seco, se ela continuasse iria explodir ali naquela hora sem nenhum contato mais intimo… Tentou tirar as mãos de Clara mas então ouviu bem baixinho em seu ouvido…

Clara: Eu disse que você pediria por água…

– O piano fez mais barulho quando em um movimento rápido e brusco Marina desceu a calcinha se virando ficando por cima dela e de forma selvagem pegando suas pernas com força…

Clara gemeu e arqueou pensou que ela a penetraria agora, depois sussurrar no intervalo que distribuía beijos pelos seios de Clara…

Mari: Dessa vez, eu estarei no controle…Você tem ideia do que vai ser para você querida?

Sem aguentar mais tanta tortura Clara encaixou as mãos nos cabelos escuros da Marina e puxou sua cabeça de forma comandante para trás.

Marina sorriu e sentiu seu sexo molhar ainda mais, amava sentir se dominada pela Clara.

Os lábios estavam presos em uma mordida no pescoço, não aguentava mais, queria a morena naquele instante de todas as formas possíveis.

Chegando na altura dos quadris, e de forma contínuou descendo até onde os braços alcançaram. Marina terminou de tirar a calcinha, voltando rapidamente ao encontro do corpo da amada.

– Eu estou tão molhada – Declarou Clara

– Deixa eu sentir – Respondeu a Marina puxando a morena fazendo com que sentasse no piano com as pernas para frente.

Marina então se posicionou de frente para a Clara encaixando suas pernas nas dela como que em uma tesoura.

Os sexos se moldaram e ambas gemeram alto e sensualmente. Sentiam da maneira mais íntima o líquido da companheira.

Começaram rebolar em uma cadência perfeita, as bocas estavam abertas e soltavam gemidos sinceros, os olhos se comiam, não perdiam o olhar uma da outra nem por um segundo.

Marina então desacelerou o movimento e sem se pronunciar se desvencilhou da tesoura. Sentou em seguida no colo de Clara de forma ereta abraçando-a com as pernas.

Clara estava com a respiração pesada, o tesão a consumia.

Marina então segurou um dos seios de maneira firme e ofertou para a morena que prontamente seguiu para abocanhá-lo, teve o movimento interrompido pela Marina que com a outra mão segurou em seus cabelos limitando até onde poderia ir.

Continuava a segurar o seio e com um ar de líder guiava a cabeça de Clara, que sentiu o mamilo entrar suavemente em sua boca. Começou a saboreá-lo com paixão e quando constatou que Clara a dominava e o oferecia de forma devassa em sua boca sentiu o corpo desfalecer de tesão.

Marina se colocou na frente da morena e abaixando a boca até alcançar o sexo exposto naquela posição.

Abocanhou Clara pela frente em um beijo apaixonado, sentia sua saliva se misturar com o líquido que escorria do interior de Clara separou um pouco as pernas que continuavam na posição maravilhosa.

O beijo se estendeu por todas as extremidades, beijava o sexo inchado de prazer e subia para entre a bunda dourada da amada. Beijava tudo com uma paixão avassaladora.

Clara começou a se movimentar e gemer alto de prazer, e quando não aguentou mais exigiu desesperadamente

– Me come, Marina. – Suspirou – Fode com força, do jeito que só você sabe fazer.

Deslizou de uma vez três dos seus dedos esguios para dentro do sexo ensopado.

Clara sentiu arder, mas aquilo fez com que ficasse ainda mais excitada, se era possível!

Sentiu a Marina deslizar com agilidade os dedos para dentro de si, ia fundo e Clara queria mais. Exercia um vai e vem constante com o corpo, tentando afundar ainda mais os dedos em seu interior.

Marina a agarrou e enquanto a fodia, pegava em seus pequenos seios, apertando com desejo os mamilos delicados, desceu a mão pela barriga até encontrar pela frente o sexo molhado que possuía.

Clara gemia e seus braços começaram a não aguentar mais tanto prazer, cederam e agora se apoiava pelos cotovelos no piano empinando ainda mais a bunda. Marina estava deitada sobre ela e continuava estocando em um ritmo maravilhosamente delicioso.

– Que nessa semana… – abafou um novo gemido, os movimentos não cessavam estavam próximos…Muito próximos… – Você pertence a mim… – empurrou com mais força… – A quem você pertence Clara? Ela respirou fundo franziu a testa ao sentir os primeiros espasmos…

Clara: A você…– saiu como quase um sussurro e sem poder segurar mais Marina disse…

Mari: E quem sou eu Clara?

Clara: Marina – ela gritou alto sentindo seu corpo entrar em erupção… Precisava que ela continuasse…

Mari: Sinto muito, eu não ouvi – franziu a testa apenas, um pouco mais…

Clara: Marina… – ela gritou mais alto explodindo, de prazer ela a seguiu mais mordeu os lábios com força segurando um grito alto…

Permaneceram assim por longos minutos conectadas suadas, e viajando no mundo do prazer…

jamais havia se sentido assim com nenhum outra mulher…

Clara eu colocarei um ritmo… – Disse ela com um sorriso nos lábios

– Eu vou começar por aqui – Ordenou agachando no meio das pernas de marina e levou sua boca ao sexo de Marina.

Clara: sentiu o sabor que fazia seu mundo girar, sem pensar duas vezes afundou a língua no interior de Marina que se contorceu em um gemido alto, Marina sentia tanto tesão que apertava os próprios seios com uma imensa vontade.

Clara: sentia o gosto interno de Marina e a língua quente entrar e saia por aquela passagem tão íntima, tão dela. Logo começou a beija-la enfeitiçada pelo sexo macio e nu de Marina.

Marina: então separou os grandes lábios para que Clara pudesse ter mais acesso ao seu ponto de prazer, Clara sugava e lambia o clitóris de Marina com uma precisão rigorosa.

O corpo esguio rebolava em descompasso na boca que proporcionava tanto prazer.

A morena segurou com as duas mãos a bunda bem desenhada de Marina, despejando alguns tapas que a deixavam sensualmente marcada.

Marina: então começou a perder forças, e foi sendo dominada por espasmos irregulares, os gemidos tornaram-se constantes e ofegantes, Marina entrava em um transe absoluto e pedia depravada

– Bate Clarinha, pode bater na sua putinha.

Clara estava enlouquecendo, parecia que gozaria assim, sem ao menos ser tocada, continuou despejando tapas aleatórios na bunda de Marina safada enquanto a chupava invejavelmente.

Marina: arqueou a cabeça para trás e gemeu como quem anunciasse, estava tendo um orgasmos enlouquecedor.

As duas respiravam profundamente tomando fôlego.

Clara: levou as mãos a cabeça, havia perdido o controle, havia perdido tudo, havia se entregado de corpo e alma, e aquilo não era certo, aquilo era sua profissão, Não se envolver, só dar prazer, mais ela estava se envolvendo e sabia disso o olhou nos olhos e Marina pareceu dizer lhe algo que ela não pode entender…

Sem poder ficar mais um minuto ali, ela desconectou seus corpos gerando outro gemido da parte de ambas, sua camisola seguia posa em seu corpo, procurou com certo desespero sua calcinha em quanto Marina pegava de volta sua calcinha a olhando profundamente…

Ela engoliu, seco colocou calcinha o roupão e o olhou mais uma vez tirando os cabelos suados do corpo…

Clara: Marina isso não pode voltar a acontecer… – ela entendeu sobre o que ela falava.

Mari: Eu não posso controlar, e nem você Clara, não minta para mim…

E nem finja que em menos de 48 horas eu conheço seu corpo como nenhum outra mulher jamais conheceu…

– Clara engoliu seco novamente amarrou o roupão apenas dizendo.

Clara: Eu estarei a sua disposição no quarto, eu já vou subir…

Mari: Você sabe que essa não é mais a questão…

Clara: Não Marina, essa é a questão, eu sou paga para te dar prazer, e não para me envolver…

Mari: Você é paga para me enlouquecer…E se isso significa se envolver você o fará…

Clara: Não Marina eu não o farei…– sorriu irônica -…Um sexo maravilhoso é tudo o que eu vou te oferecer… – parou de sorrir caminhando…

Mari: Nos já estamos envolvidos Clara…Eu sei que você está…

Clara: Não Marina, você não sabe nada sobre mim… – sem dizer mais nada ela saiu da sala de jogos arrumando o cabelo, Marina recolheu sua camisa e seu blazer também saindo do ambiente… Pegou o elevador depois de Clara…

E quando entrou na suíte ouviu que ela tomava um banho…Antes que pudesse tirar a roupa e a fazer esquecer da conversa anterior o telefone tocou…Quem poderia ser ás quase 5:30 da manhã? Atendeu seu celular preocupado…

Mari: Quem fala? – seu tom era grossa

XXX Mari…Meu amor? – ela logo reconheceu era Vanessa

Mari: O que você quer Vanessa?

Vanessa: Na fale assim comigo querida, eu sei que, deve estar magoada, mais eu precisava pensar, esclarecer minhas ideias, além do mais você iria viajar e me deixar sozinha, mais me lembrei que é impossível ficar sem você, sem seu corpo…

Eu poderia ir para ai… – Marina estremeceu, a única mulher por quem fora apaixonada era Vanessa, a queria de volta em sua cama…?

Notas finais
Comentem, compartilhem, favoritem! beijos.