Uma linda mulher

20 Tudo ou nada


Notas iniciais
Aproveitem a leitura.

Clara: Pois então mande Luiza… — Disse quase gritou, mais baixou o tom de voz ao ver que Marina quase gargalhava pelo nervosismo dela

Luis: Eu pensei nisso caso você recusasse… Mais Marina me lembrou que de maneira nenhuma isso aqui poderia ficar sem ninguém, Luiza e Flavia administrariam a empresa em nossos lugares…

– Mais uma vez Clara olhou Marina que travava uma guerra de olhares com Luiza, e na maior cara de pau sorria…

– Você não faria essa desfeita não é mesmo querida, só Deus sabe o que Lúcia passou nesses Últimos tempos, os meninos sentem minha falta preciso dar atenção a minha familia…

Clara: Não é claro.. — Foi solidária e carinhosa dando um sorriso forçado a Luis

Clara: É claro que eu irei se não tem outra maneira, cuidarei de tudo com extrema compêtencia senhor Luis… Só preciso que me passe uma lista de tudo que haverá de ser comprado, feito e negociado..

Mari: Não se preocupe com isso senhorita tenho tudo nas minhas mãos…

– Clara estremeceu, aquela mulher fazia amor com os olhos só podia ser, sentiu seu ventre arder ” água, pelo amor de Deus água ! ” Ela pensou — Será uma viagem agradável....

Mari: Clara, nos conheceremos melhor… — completou — Profissionalmente….

– Porque aquela palavra soava tão familiar perguntou Clara em quando observava a alegria de Luis ao se depedir dela e de todos presentes avisando que só retornaria em algum meses, passou algumas intruções a Luiza para depois sair como um vento com sua secretária da sala, Clara se sentou respirando fundo, um mês em Madrid ela e Marina, Santo Deus !

Luiza: Você poderia ter ficado aqui Marina e mandado Flavia em seu lugar…

– Mrina se levantou caminhando pela sala metendo as mãos no bolso…

Flavia: Minha irmã está prestes a se casar Luiza, não seria conveniente que a separasse de seu noivo logo quando estão em uma lua de mel adiantada….

Mari: Aliás como vai a empresa de seu tio Pedro ?

Luiza: Maravilhosamente bem, obrigada…

Mari: Disponha… Ah Clara ? — Disse ela a olhou atordoada pela primeira vez, cravando os olhos naqueles olhos.....

Mari: Já reservei o hotel.. ficaremos na mesma suíte se incomoda?

Luiza: Sim ela se incomoda e eu também me incomodaria, você sabe que Clara e eu …

Clara: Luiza...

Mari: Querida o que está havendo ? Ainda não disse a ela ?

Mari: Se aproximou de Clara a olhando nos olhos, mordeu os lábios passando as mãos no rosto já suado dela…

Luiza: Me contou sobre o que Clara ? — Franziu a testa a olhando — Sobre o que Marina fala ?

– Clara estremeceu, engoliu seco, sua garganta estava tão seca que sentia dificuldades para respirar…

Clara: Luiza poderiamos conversar um pouco mais tarde há coisas que tenho a tratar com a Marina…

– Marina voltou a sentar se no sofá, sem nenhuma preocupação cantarolando e assubiando…

Luiza mirou Clara e sem dizer nada saiu da sala, Clara se aproximou de Marina lhe apontando o dedo na cara…

Clara: SUA…

Mari: Opa Clara, estamos em ambiente de trabalho por favor seja profissional, isso é uma viajem de negócios…

Clara: A é …- Sorriu irônica — De negócios, e o que houve entre a gente ontém também foi negócios…

Mari: Não não… — Movimentou a cabeça se levantando para a pegar pela cintura a empurrando até sua própria mesa…

– O que houve ontem foi o mais puro desejo Clara, eu pensei que você já havia se lembrando como era… Mais droga!

Mari: Terei que lembra la de novo, e de novo e de novo, até que não se esqueça do que é me ter tão unida a você…

– Clara estremeceu olhando aqueles lábios recém úmidecidos… Marina iria beija la pelo jeito que pressionava seu corpo contra o dela…

Clara: Se sentiu desfalecer novamente, e pediu ajuda, uma maneira se esquivar e vencer a luta contra cair nos braços dela…

Clara: Você jogou sujo com a Luiza…

Mari: Ela não respeitou a minha mulher…

Clara: Eu não sou sua mulher Marina… — Disse Clara a olhou nos olhos lançando mais um sorriso dos cantos lábios, para então deixar suas mãos percorem seu corpo, Clara fechou os olhos e entendeu o que devia fazer…

Mari: Sente como é minha ? — começou a lhe beijar o pescoço, empurrando seu corpo contra o de Clara… — Nós duas em Madrid Clara, sem ninguém mais..

Clara: Você pensa que vai ser tão fácil.....

Mari: Não já está sendo dificíl, muito dificíl… — Se aproximou para lhe beijar os lábios, então Clara conseguiu por uma brecha sair de seus braços…

Clara: Respirou fundo, se você não pode com o inimigo, junte se a ela…

Foi até a porta a trancando, e caminhando para Marina que estava encostado em sua mesa a empurrou até que Marina se viu deitada com os olhos quase arregalados, Clara a montou, sentanda se em sua cintura colando suas intimidades, tirou o blazer branco, deu uma leva sacudida nos cabelos tirou a pequena blusa ficando então so de sutian … Abriu o feixo de sua calça e se inclinou, lhe beijando o pescoço e o nódulo da orelha…

Clara: Nós vamos acabar agora mesmo com isso, é aquele domingo que te devo ? É aquele domingo que vou te pagar…

Mari: Clara… -Levou suas mãos a cintura dela…

Clara: Está recuando logo agora Marina ? — Pergunta irônica em quanto lhe abria os botões de sua blusa escorrendo as mãos pelo seus seios bem definidos..

Clara: Eu vou te lembrar realmente como se é perder o controle…

Clara: Você tem razão querida, há coisas que se jamais desaprende nessa vida, e uma dela é como te deixar tão descontrolada pedindo por misericórdia…

– Marina mordeu os lábios soltando uma sensual gargalhada em quanto que em uma pegada firme esfregou seus corpo e levante suas mãos ao fecho do sutiã de Clara…

Clara jogou os cabelos para trás, começando então a beijar todo o seio exposto pela mulher deitada em sua mesa, em cima de suas coisas, a lambeu o mordiscou até que Marina lhe começasse a apertar a cintura com força, como ela sempre fazia quando estava a ponto de perder o controle, se levantou se esfregando novamente ao corpo dela, Marina fechou os olhos engolindo seco mordendo os lábios…

Clara: Você gosta de jogar não é querida… Então nós vamos nos divertir Marina… — A arranhou de cima abaixo até a altura das calças… — Esse é o seu problema, não suporta que uma mulher te toque e te põe louca…

Mari: Não Clara… — a pegou pela cintura a fazendo deitar para si para então passar as mãos pelo corpo de Clara… — Eu não suporto que você me toque, entende querida qual é a diferença ?

Clara: Umedeceu os lábios, se levantou abotoando seu sutiã novamente…

Mari: O que tá fazendo ? — Se alarmou a segurando pelos pulsos pensando que Clara levantaria

Mari: Está fugindo logo agora, está com medo de não aguentar Clara… — Ela sorriu maliciosa mordendo os lábios…

Clara: Eu posso com você Marina, não dúvide disso, agora eu não tenho plena certeza que você possa comigo..

– Marina garagalhou sensualmente a pegando pelos braços, para então pegar sua nuca puxando levemente seus cabelos para que seus lábios se tocasse, ainda de olhos abertos se olharam para então quando Clara deu a abertura completa de sua boca para que a língua de Marina percorrese todo o local em procura da sua…

Mari: Fechou os olhos sentindo o prazer daquele beijo e o prazer que o contato de suas intimidades podia dar…

Marina tentou se levantar,para ficar por cima dela, mais Clara sorriu a empurrando de volta a mesa, o que houve foi um barulho de coisas canetas e objetos caindo no chão.

Clara sorriu a olhando, estava ofegante pelos beijos, ambas estavam ofegantes pelos beijos, Marina levou as mãos até aqueles seios agora cobertos pelo pano branco do sutiã, queria que Clara os tirasse, queria o tocar e lamber de forma inconfundivél…

Clara: Não… — O beijou no pescoço, e descendo descendo até chegar em sua barriga, Marina segurou o gemido, aquilo a arrepiava dos pés a cabeça…

Clara: Do jeito que eu quero Marina, do jeito que eu quero…

– Clara observou aqueles olhos, já tão escuros e brilhantes de desejo, Céus quando Marina se unisse a ela realmente aguentaria aquela fúria que podia ver?

E como se adivinhasse os pensamentos del Clara, Marina levou as mãos ao vale entre seus seios para então dizer, com os lábios trêmulos e inchados pelos beijos e mordidas calientes que ela lhe dava…

Mari: Pensando em desistir… ?

Clara: Jamais…Eu vou acabar com você Marina.. — Disse mordeu os lábios abrindo a calça dela — Em todos os sentindo…

– Completou com os olhos faiscando e com as mãos trêmulas, Marina assistia a tudo calada e não ousaria em tentar ter o controle, Clara estava calma demais para quem estava desesperada como ela…

Clara apenas desceu a sua calça e sua calcinha, na altura em que seus corpos podessem se unir sem dificuldades…

Com saia que estava já um tanto levantada pela fúria que Marina lhe acariciava as coxas subindo cada vez mais os dedos, não teve muita dificuldade, apenas a olhando nos olhos a subiu até a altura da cintura e sem precisar pedir Marina deslizou sua mão por sua calcinha apenas a afastando para o lado…

Roçavam os quadris uma na outra enquanto Marina degustava um dos seios de Clara com sofreguidão e Clara apertava-lhe as costas tencionando, com o gesto, descarregar um pouco do que sentia. Você me enlouquece, sabia? Falou Clara.

Sabia. E gosto de te ver enlouquecida – respondeu francamente a outra – É gostoso ver você mudar. Se tornar outra pessoa.

Clara resolveu fazer-se de desentendida.

Como assim outra pessoa?

Mari: Você se torna mais segura, mais firme como se nesses momentos você se enxergasse como realmente é, a força que tem. Uhm, digamos que você se garanta, sabe que é gostosa e que faz tudo gostoso.

Respondeu Marina usando a última parte como provocação.

Clara: Ai para. Você já teve tantas...

Mari: E é por isso mesmo que tô dizendo isso. Já tive muitas, mas nenhuma me pegou ou me comeu como você.

Revelou Marina de forma mais provocativa. Me chupa, Clara!

Clara: Você quer? Quer sentir minha boca aqui?

Clara: Levou uma das mãos ao meio das pernas dela e apertou o clitóris intumescido enquanto perguntava, provocando-lhe um gemido espontâneo.

Mari: Quero, quero muito. Respondeu ela vulnerável à própria necessidade.

Mari: Precisava daquela boca, a imagem dela chupando-lhe os dedos. Aquele momento lhe despertara uma vontade irresistível de sentir aquela mesma boca devorando seu sexo, e a vontade só passaria quando Clara tivesse feito isso, com gosto.

Clara que segurou suas mãos no alto da cabeça sem muita força, continuando a prazerosa tortura de se unir a ela…

Marina respirava com força ardia e tremia lhe todo o corpo principalmente no centro de sua intimidade, olhou Clara que mordia os lábios com froça, aqueles olhos brilhavam e ela não aguentaria por muito mais tempo aquela incessante tortura..

Marina esfregava o sexo no rosto de Clara, queria-a lambuzada, até porque, sabia que ela gostaria e também queria agradá-la.

Estava certa nisso, Clara deliciava-se de modo extremo com a atitude. Ajudava-a, mexendo a própria face a fim de lambuzar-se o quanto fosse possível enquanto a mulher em cima de si gemia, alucinada. Até que pararam e permitiram que a Clara se concentrasse em chupá-la e lambê-la, alternando entre uma coisa e outra. Ai, que boca deliciosa.

Falou Marina entre um gemido e uma tentativa de levar ar aos próprios pulmões.

Claa empreendia movimentos circulares com a língua filme e rígida sobre o clitóris ainda mais rígido de Maina. Podia jurar que sentia o coração de Marina batendo ali, frenético. Ela continuou, como a outra pediu.

Marina por sua vez, sentia-se invadida pelo desespero que estava se tornando comum a ela. Naquele caso, a culpada era a língua de Clara. Perfeita, deliciosa.

Marina segurava os próprios seios, apertava-os buscando se proporcionar ainda mais prazer. Assim, que Clara intensificou o movimento da língua o que fez com que Marina gozasse mais rápido em sua boca.

Clara: Da onde estava, além de ouvir os sons produzidos em reflexo ao ápice do prazer de Marina, pôde também sentir os espasmos violentos que tomaram o corpo dela enquanto o ponto duro em sua boca parecia que explodiria a qualquer instante.

Os braços de Clara entrelaçaram o corpo da outra, enquanto os de Marina foram mais abaixo lhe agarrando as nádegas firmemente. Estavam tão próximas que podiam se sentir uma só.

Os movimentos dos quadris eram mútuos e intensos. Marina delirava ao sentir e observar Clara rebolando com perícia e afinco sobre seus dedos.

Os gemidos das duas em seus respectivos ouvidos eram intermitentes e o eram porque além de gemerem elas também se diziam coisas, a indecência e a obscenidade nesses momentos já lhes era comum.

Mari: Clara.. — Gemeu quando seus lábios se uniram ao dela em um sussuro, e Clara começou a se movimentar lentamente, quase sem movimento nenhum… — Pelo Amor de Deus me deixe… — Não pode terminar se permancesse mais um segundo assim…

Clara: Isso é um jogo Marina… — Quase choramingou por manter seu próprio controle — E quem aguentar mais tempo ganha…

– Mordeu os lábios fechando os olhos… — Marina respirou fundo faltava lhe a visão e sentia a leve impressão que não podia ouvir nada além dos gemidos baixo,e dos sussuros que Clara dava chamando por seu nome…

Mari: Se…Se e- eu-u perder o que acontece…? – Disse sua boca estava seca, e seus olhos fortemente fechados…

Clara se movimentou bem lentamente e superficialmente novamente dizendo…

Clara: Você desaparece da minha vida… — Fechou os olhos feito ela, mordendo os ombros de Marina para evitar um gemido alto…

Mari: E se você perder…? Santo Deus Clara um pouco mais rápido… — Apertou os punhos jah amarelados por tanta força…

Clara: Caso e-e-eu… — parou de falar por um momento recuperando a fala seu coração batia rápido muito rápido

Clara: Caso eu perder…Eu sou sua…

Mari: Vai ser mais que isso, começaremos de onde paramos Clara..

– Trocaram um olhar cúmplice e cego de desejo… Clara tentou controlar seu corpo e seu coração mais as ondas dos espasmos a tremiam da cabeças aos pés e seu ventre queimava feito brasa viva, precisava que Marina fizesse alguma coisa, precisava fazer alguma coisa…

– E a gota d’ agua foi quando Marina lhe beijou os lábios na mesma lentidão da penetração seus dedos, contornando com a língua os lábios de Clara para então lhe mordiscar o lábio de baixo inferior.

Oh Santo Deus era tarde demais… Marina sorriu quando por fim sentiu o estremecimento do corpo de Clara…

A olhou lhe provando a derrota para então se virar por ficando por cima dela, Clara redeou as pernas em sua cintura jogou a cabeça para trás quando sentiu a firme e forte investida dos dedos de Marina que lhe tocou tão fundo que pensou que iria gritar, cravou suas unhas nas costas de Marina, para então a receber uma e duas e três vezes mais , se olharam nos olhos, no fundo dos olhos quando o desejo os impulsinou ao alto do prazer para depois em uma queda livre liberarem seus corpos para a incrivél sensação de satisfação…

Alguém bateu na porta, uma e duas vezes mais, Clara não estava nesse mundo, e com a respiração ainda lhe faltando Maina respondeu a secretária…

Karla — Senhorita Clara ?… Senhorita Clara está tudo bem ?

Mari: Sim, Karla, está tudo ótimo, Clara está no banheiro…

Karla: Ah, ok, então a avise por gentileza senhorita Meirelles, que a senhorita Luiza, pediu para ela avisar se o jantar ainda for esta noite…

Mari: Não, Karla… — Disse olhando nos olhos de Clara respondendo sem nem ao menos perguntar

– O jantar não está de pé… Avise Luiza que eu e Clara temos muitas coisas para resolver e que não será possível que ela volte a vê-la.

– Disse movimentando seu dedo uma vez mais dentro de Clara que arqueou as costas — Por alguns meses, avise também que viajaremos amanhã pela manhã…

Karla: Ok, Senhorita Meirelles, mais alguma coisa?

Mari: Não, senhorita Karla, mais nada… — Finalizou olhando Clara que seguia com os olhos cravados no seu… — Você é minha…

– Clara virou a cabeça, como poderia ter sido tão estúpida? Alguns segundos a mais Marina teria se entregado, ela teria ganho…

– Se você tivesse esperado apenas 2 segundos eu tiraria meus dedos de dentro de você, me vestiria e sairia de sua vida…

– Sorriu com os olhos brilhantes para passar as mãos pelo rosto suado dela — Mais eu vou permanecer assim, Clara…

– Disse triste olhando como os olhos dela se enchiam de água — Até que eu me canse de olhar para essa sua maravilhosa beleza, o que desconfio que demorará a eternidade…

Mari: Você é minha… — fechou os olhos, sentindo seu corpo relaxado…

Clara: Sim… — Disse dando-se por vencida fechando os olhos… — Eu sou sua, Marina… — Ela lhe lançou um olhar para depois lhe beijar os lábios recomeçando então a lhe fazer amor…

– Eram quase 2:00 da tarde quando Marina por fim se lavantou, ajudando-a a se levantar também,elas se vestiram e em um passe de mágica, quando Clara voltou do banheiro estava completamente vestida e maquiada, os cabelos presos em um falso coque magnifico…

Ouviu as mensagens em sua secretária havia quase mais que vinte, Marina olhou seu celular não era diferente haviam passado a manhã e duas horas da tarde se amando, feito malucas desesperadas e selvagens em cima da mesa do escritório de Clara…

Marina arrumou a mesa recolhendo tudo o mais puro e contante silêncio, ela respirou fundo se sentando em sua cadeira, abriu bem as janelas para o ar circular no local, olhou Marina que colocava seu blazer.

Os cabelos estavam tão suados e o pescoço por demais vermelho, e com marcas de baton no lábios…Ela se virou a olhando..

Mari: O seu silêncio não vai mais me constrager…Você fazia o mesmo antes…

–Disse se aproximando e apoiando a mão na cadeira de Clara de modo que ficasse inclinada de frente a ela.....

Mari: Viajaremos amanhã pela manhã arrume suas malas e se despeça da sua namorada… — Clara sorriu a menos isso ela havia se equivocado..

Clara: Luiza e eu nunca fomos namoradas…- Marina parou de sorrir com os olhos arregalados a mirou — Pensou que fossemos não é querida.. — sorriu irônica..

– Na realidade, eu o fiz pensar que fosse… Na festa de confraternização vi seus olhos cravados nas minhas costas, e te juro que foi agradável ouvir os comentários de como ” sou sozinha e de como Luiza combina comigo”…

Aliás Marina eu sou sua querida, mais nem ouse imaginar que você também não é mi… — Marina sentiu vontade de esmurrar algo, ela havia descaradamente…

Clara: Aprontei com você… — a recordou para depois sorrir voltando a trabalhar — Ah é não sairemos amanhã de manhã, mais sim amanhã á noite, tenho coisas para resolver por isso se faz tanta questão de ir cedo vá sozinha…E por favor já é tarde preciso trabalhar… — Marina a levantou a encostando na borda da mesa…

Mari: Você brinca comigo Clara, não tem noção do perigo ?

Clara: — Eu nunca tive medo de você Marina…Eu sempre tive medo do que eu sentia por você, portanto eu temo por mim mesma não por você…

Mari: Eu daria qualquer coisa para que você me olhasse daquela maneira, como naquele dia…Como naquela festa… — Clara umedeceu os lábios…

Clara: Agora não dá mais tempo Marina, nos voltamos aonde tudo iria terminar…- Mari fechou os olhos...

Mari: Não diga sexo…

Clara: Não.. eu não vou dizer… — abriu os olhos a mirando, Clara se aproximou sussurrando em seu ouvido — Você já o sabe…

– Seus olhos se encheram de água em um passe de mágica , Deus era só isso que Clara achava que havia entre elas ?

Marina se afastou destrancando a porta olhou para trás…

Mari: Amanhã de manhã Clara… e não me faça mais esperar…

– Clara olhou nos olhos de Marina, e pareceu que suas palavras haviam outro sentido, e Clara não pode deixar de sorrir tristemente, como dizer a ela eu te amo ? Que você é tudo o que eu peço a cada dia que durmo…

Marina se aproximou franzindo a testa lhe deu um beijo para então sair da habitação com o celular na mão…

Sophia: Não me diga que aquela é a Marina Meirelles ? — Menina do céu eu pensei que ela fosse um pouco mais feia, -Disse sorriu

Sophia: Essa mulher é uma Deusa grega… — Clara sorriu respirando aliviada ao ver a amiga ardenta na habitação…

Sophia estava com um terninho básico na cor preta os cabelos escovado loiro era realmente magnifica, abraçou Clara com força percebendo que a amiga necessitava dela…

Sophia estava a par da situação se sentou fechando a porta de frente para Clara no sofá da habitação sorriu a olhando nos olhos…

Clara: Fizemos amor, uma , duas, três, quatros vezes hoje…

– Levou as mãos no rosto — Eu estou fora de mim Sô„ completamente fora do meu juízo…

– Sophia sorriu abraçando Clara jogou os cabelos para trás cruzando elegantemente as pernas, Clara a olhou dos pés a cabeça, estava tão linda essa manhã, tão perfeita e mulher, sem dúvida se orgulhava de Sophia mais do que qualquer outra pessoa…

Sophia: O problema é que você corre para depois se entregar em seu próprio jogo Clara… — bufou a pegando firmemente pelas mãos…

– Conversei com Luiza agora pouco… -Falou sorriu — Estava tão nervosa, me falando ordens para trasferir todos os aquivos para cá hoje mesmo… Deduzi que algo havia acontecido, ande gata se abra para mim…

– Sophia e Clara gargalharam do jeito despojado que Sô havia dito as ultimas palavras, se abraçaram novamente…

Clara: Estou viajando para Madrid…

Sophia: Mais você? Vi na Venturini hoje cedo que o projeto havia sido aprovado pela Mari… — não completou e se pôs a gargalhar

Sô: Ela é mesmo endiabrada, e ainda arranjou uma maneira de deixar que a Luiza fique aqui..

– Clara sorriu — Clara, eu sinto mesmo em lhe dizer, mais você está ferrada…

– Clara franziu a testa como assim ? Ela era segura de si e iria resistir…

Sophi: Já até imagino o que se passa por essa sua cabeçinha, minha Clara a Moça.. — Disse se corrigiu.....

– A Marina é doidona por você?E qual é? Já chegou até na Venturini onde eu trabalho que te tira a roupa com os olhos, pois tire a dela também horas…

Clara: Sô… Aii desculpa desculpa, mais falo sério, nunca ouviu a frase de juntar o útil ao agradável pois então, sabemos mais que tudo como deixar uma mulher louca Clara , acabe com ela…

– Clara sorriu para não chorar

Clara: Como se eu não tivesse tentado fazer isso, e sabe como tudo acabou, comigo sobre a minha mesa com ela em cima de mim, veja que grande avanço eu fiz.. — Sophia gargalhou novamente.

Sophia: Me desculpe mais é muito cômico, você já olhou realmente para aquela mulher ? Clara é uma perdição acho que qualquer mulher daria qualquer coisa para passar 5 minutos com ela no escritório…

– Clara a sorriu era mais pura verdade –

Sophia: Hey gata…. — Clara sorriu novamente — Tá na hora de você reagir, nada de entregar os pontos não, pelo que sei ficará 1mês em Madrid ?

Clara: É isso mesmo!

Sô: Pois então leza… — sorriu levando as mãos no rosto de Clara..

Sô: Não tem mais para onde correr Clara, se correr a Mari pega se ficar a Mari come, ops o bicho…

– Clara gargalhou com vontade só assim mesmo para se esquecer da revira volta que sua vida havia dado… — abraçou Sô que se levantou um tanto apressada — Tenho milhares de coisas para fazer antes que a toda poderosa volte, a propósito vocês vão jantar juntas hoje ?

– Sophia perguntou olhando Clara nos olhos na esperança que ela dissesse que…

Clara: Não, aquela demônia recusou o convite em quanto ainda estava em cima de mim… Ahhh — soltou um gritinho — Me ponho como louca e sinto vontade de mata la Sô…

Notas finais
Comente meninas,Desculpem os erros.Beijos