Uma linda mulher
21 Give me a baby
Notas iniciais
– Sophia sorriu lhe dando beijo dizendo mais algumas coisas Clara sorriu se sentia mais relaxada e Por deus precisava almoçar e voltar a trabalhar…
Mais quem disse que sua cabeça pensava em algo e chegou a conclusão que o problema era aquela mesa ou o cheiro do perfume de Marina no ar, Ahh — Gemeu fechando os olhos — Que Deus me ajude, fechou sua sala entregando alguns documentos paa jack antes de sair precisava almoçar e com urgência. Em quanto passava pelo corredor vazio que dava acesso ao elvador privado do andar, mais ao passar pela sala de Marina viu a porta entreaberta e vozes, não pode se controlar ao ouvir a voz de Vanessa…
Mari: Eu não sei quanto tempo vou passar fora Vanessa não torne as coisas tão complicadas…
Vanessa: Você me deixou plantada na festa Marina em quanto sabe lá Deus onde você foi ? Aonde você foi, foi ve la não é mesmo ?
Vanessa: Você não perde a mania, Clara não é mulher para você, é fraca e tola de mais, você precisa de uma mulher de verdade Marina, você sabe que precisa se casar, Marieta espera por isso, as empresas Meirelles precisam disso…
– Marina se sentou colocando as mãos na cabeça..
Mari: Eu sei Vanessa mais… — Clara engoliu seco, “vibóra invejosa”, entrou na sala figindo que não notava a presença de Vanessa se aproximou de Marina lhe plantando um beijo nos lábios…
Clara: Pensei que fossemos almoçar querida ? Está atrasada…
– Marina arregalou os olhos sem saber o que reponder além do mais quando Clara a beijou novamente lhe apertando os braços..
Clara: Ahh Vanessa é você não é mesmo, te vi na festa mais não me recordava, como está ?
Clara: A cumprimentou com dois beijinhos no rosto — Tem um cara de cansada, quer almoçar com a gente ? Você se importaria querida?
Mari: De maneira nenhuma.. — quase engasgou prara responder se levantou pegando sua pasta suava frio e engolia seco a toda hora depois era ela que era endiabrada ! Abraçou Clara pela cintura.
Vanessa: Até sábado não me recordo de ter visto vocês juntas…
Clara: Não estavamos… — Respondeu sorrindo irônicamente abraçando Marina — Estou faminta vamos ?
Mari: Vamos, claro que vamos, você vem Vanessa ?
Vanessa:- Não tenho compromisso… — sorriu ironicamente a Clara apertando os dentes o os punhos — Foi bom reve la Clara Maria não é ?
Clara: Esso mesmo querida…Foi ótimo Vanessa…
Vanessa: Adeus Marina… — Os olhos da ruiva se encheram de água na medida que Vanessa saia da sala, Era raiva,pura e concreta raiva, Clara se virou e pensou que Vanessa lhe pularia em cima havia sentido vontade de matar Vanessa ” invejosa “…
Clara: Você havia voltado com Vanessa ? — Perguntou para Marina se aproximdando mais de seu corpo..
Mari: Não, eu havia dormido com ela…
Marina não disse mais nada, apenas a induziu a caminhar junto dela, Clara também decidiu não dizer nenhuma única palavra,aliás o que Clara tinha a ver com o fato de Marina dormir com a Vanessa ou não dormir com a Vanessa ?
Clara: Sem até mesma perceber se abraçou a Marina, se encostando em seu corpo deitando a cabeça no vão entre seu pescoço e sua cabeça, continuando a caminhar em quanto Marina sorria lhe abraçando a cintura pela frente, passando pela portaria, foi como se quase todos os olhares naquele local os observassem, sussurros, gritos de surpresa olhares arregalados, Marina sorriu a beijando na testa para o maior delirio dos curiosos, e Clara seguia ali tão alheia a tudo no quente calor daqueles braços… Foram com a limusine da empresa, pararam em um restaurante não muito longe, nada de muito sofisticado, mais sim elegante e confortavél, aquela hora da tarde com o céu azul e o sol na medida certa sentaram em uma mesa afastada, pediram os pratos e as bebidas que foram rapidamente servidas… Em quanto comiam, pela primeira vez conversavam como pessoas civilizadas, de assuntos relacionados com a empresa, com a viagem, descutiam valores, pontos de vista , lugares e o que mais era favoravél a ambas empresas, em quanto o assunto seguia, Marina parou de comer e ainda com garfo na mão olhando para Clara que continuava a falar, sem parar com sua nova arrogância de uma grande empresária…
Clara: Seria necessário que levassemos uma equipe de contabilidade, poderia ser de duas ou três pessoas que seja, mais os valores que irão para balancete teriam que bater com os valores que as nossas duas empresas juntas tem em caixa…
Clara: Olhou para Marina esperando uma resposta, mais era como se Marina a olhasse mais não a enchergasse, não pode controlar e deixou escapar um sorriso, olhou para trás que diabos ela estava olhando?
Mari: Cacete como você é linda… — Falou Clara corou na hora baixando a cabeça levou as mãos ao guardanapo limpando a boca, aproveitando para beber um gole de suco em cima de sua mesa, Marina voltou a si fazendo o mesmo, droga logo agora havia sido traida pelos seus pensamentos..
O silêncio reinou, e assim como o silêncio o desejo subiu de forma rápida e calorosa, Clara se remexeu na cadeira ao voltar observar que Marina seguia ali a olhando, daquela forma… Oh Céus daquela forma que ela sabia no que levaria…
Claa: Marina ? — Se atreveu a chama la, mais mal pode imaginar no que Marina pensava quando sua fisionomia mudava com grande rapidez de maravilhada a quase totalmente desconfortavél, começou a suar e suar frio…
Clara se assustou levou suas mãos até as dela em cima da mesa… Hey Marina o que te passa ?
– Marina respirou fundo levando as mãos no rosto…Mari — Merda Clara… Como eu pude ser tão estúpida…
Mari: Bateu na mesa com força, atraindo olhares das pessoas no restaurante, Clara também se pôs séria, do que ela estava falando ?
Clara: Do que você está falando Marina ? — Marina tirou as mãos do rosto a olhando, mais não era fúria nem muito menos arrogância, Clara não soube destinguir o que era, começou a se preocupar e quando já iria perguntar mais uma vez a Marina a bomba caiu e o pior bem em cima da sua cabeça…
Flash Back
Mari: Você quer mais o que ? … — franziu a testa procurando um ponto fixo no olhar dela… ?
Clara: Eu quero um conto de fadas, casamento, vestido branco… véu e grinalda ! — Disse se emocionando perdendo a fala por alguns instantes — Filhos,meus filhos…
Mari: Você sabe que isso eu não posso te dar…
Fim do Flash Back
Mari: Me de um filho, casa comigo?Vamos começar fazer o tratamento em Madrid? Eu quero doar, os óvulos...
Marina, pensa com carinho Clara....
Mari: Eu marquei hora pra gente, em uma clínica de fertilização. Só pra gente consultar, conhecer os métodos, essas coisas. Você vai? – Marina tinha receio, não sabia se estava indo rápido demais.
Clara: Não sei,se é o certo a fazer, se levantando e foi em direção ao banheiro....
Mari: Você é louca ? Qual é o seu problema ? Levantar pálida. Havia passado 15 minutos Clara levantou a cabeça incrédula…Ela não estava nem um pouco preocupada..?
– Marina se abaixou sorridente até ela, lhe passando conforto, ficando de joelhos na frente de Clara pegou nas suas mãos a olhando nos olhos…
Mari: Eu sou saudavél, e você também é…- Sorriu novamente
Mari: E pelo fato de aparecer um novo e pequeno Meirelles, eu me caso com você e seremos um familia entende ?
– Clara se perguntou se Marina tirava uma com a sua cara, franziu a testa ainda mais incrédula… Depois sairia da sua vida deixando um filho meu para você criar?
Clara assentiu com a cabeça como um menina que acaba de ser descoberta em uma de suas travessuras… Marina sorriu com a delicadeza e ingênuidade daquele ato a puxou para si a abraçando…
Mari: Na realidade só naquela hora que a imaginava ao seu lado na cama todas as manhãs com seus pequenos filhos pulando em cima delas gritando e se divertindo, havia se dado conta que aquele pequeno tratamento poderia gerar realmente isso, seu filho seu pequeno , pulando, gritando e se divertindo em cima delas mesmos em sua cama… É claro com Clara ao seu lado…Ela não chorou, rapidamente se levantou dali se recompondo,respirou fundo saindo do banheiro como poderia ter sido tão tola ? Arrumou os cabelos.
Clara: Marina eu não posso ter um filho seu, isso é um responsabilidade grande, eu cresci sem familia Marina…
Clara: Começou a se desesperar Não, não podemos Marina…
Clara: Se soltou dos braços dela caminhando de um lado para o outro — Não é certo, não vai ser saudavél para essa criança, filho significa fámilia, significa amor…
Mari: Nós nos casaremos…
Clara: Não, nós não nos amamos Marina, um casamento, filhos e familia exige amor, confiança… Santo Deus eu não quero mais falar sobre isso…
Mari: Isso, foge sua covarde medrosa, vai Clara, eu não posso acreditar em como você pode se tornar tão criança quando se depara com problemas.Senta essa bunda dess pia.
– Clara fez o que Marina mandou sem exitar se não fizesse por livre e espontânea vontade Marina faria por ela…
Mari: Qual é cara, somos adultas Clara, responsavéis e temos perfeitas condições para criar uma criança…
Clara baixou a cabeça se acalmando… — Preste a atenção, agora é a minha vez de impor algo, é a minha vez de impor um jogo, se você engravidar nós nos casamos, formamos uma fámilia e criaremos o menino…Caso o contrário…
– Clara ergueu os olhos a olhando…Marina se aproximou se colocando no meio das pernas de Clara, a puxando para a beirada da pia…
Clara arregalou os olhos se dando conta estava em um banheiro e feminino…
Clara: Caso o contrário o que Marina ? — fechou os olhos, inalando o perfume feminino próprio do corpo de Marina, suas bocas estavam tão próximas suas excências se mesclavam…
– Clara respirou fundo mordendo os lábios com o queixo trêmulo, para então receber os lábios de Marina tranquilos e molhados, na espera que os dela estivessem da mesma forma…
Foram surpreendidos por uma par de senhoras que horrorizadas quase chamaram a segurança…Marina se pôs a gargalhar alto em quanto as senhoras dizam uma par de insultos dizendo que era pura baixaria o que estavam fazendo, se era possivél o rosto contrangido de Clara que pedia desculpas a todo segundo estava feito um pimentão, se abraçou a Marina escondendo seu rosto em quanto Marina, cada vez mais alto gargalhava a abraçando a trazendo para perto de seu corpo o mais junto o possivél…
Clara ergueu a cabeça a olhando nos olhos , eles brilhavam e o som era como melodia em seu ouvido, piscou longamente a observando novamente com um sorriso estampado no rosto a abraçando daquela maneira…
Clara: Estava tão espontanêa e a vontade, desconfiava que só havia o visto assim uma única vez a tanto tempo atrás…Fechou os olho sentindo as batidas do seu coração e ouviu a voz rouca em seu ouvido…
Mari: Filha de uma… ! — Clara gargalhou com vontade podia sentir o quanto Marina estava…Bem ela realmente estava! Sentaram se na mesa, voltando a comer a sobremesa silênciosamente naquela troca de olhares, tão profunda, nenhuma palavra era necessária Clara concluiu, nenhuma se quer palavra ou gesto era necessário…
Pagaram a conta dando de cara com as duas senhoras novamente, Clara levantou a cabeça segurando a risada, entraram na limusine com o sorriso nos lábios, Marina pegou seu celular quando o carro já jazia em movimento, mordeu os lábios com os olhos cravados em Clara..
Clara parou de sorrir entrando naquela luta, cruzou as pernas jogando os cabelos para trás, com algumas palavras rápidas e arrogantes o carro parou os vidros foram fechados, e logo depois Clara ouviu o barulho das portas sendo travadas e de outra batendo, na certa era o motorista, sentiu seu ventre arder e uma sensação desconfortavél logo em seguida…
Marina levantou os braços oferecendo uma das mãos a Clara, que estendeu as suas, se aproximou dela, caindo em seu colo com um joelho de cada lado de pernas abertas.
Marina pegou pela cintura, subindo suas mãos para as costas até chegar em sua nuca , aproximou seus lábios…Não a beijou, mais sim roçou os lábios nos dela, em seu pescoço, orelha, em quanto Clara se arrepiava jogando a cabeça para trás, para sentir o apertão forte em sua coxa…
Clara: Porque aqui… ? — Sussurrou já vendo sua vista embaçada…
Mari: Nós vamos terminar tudo o que começamos Clara…
Mari: A olhou nos olhos em quanto mordia seus lábios colando e esfregando seus corpos… — Exatamente tudo compreende ?
Marina se aproximou de Clara, lhe deu um beijo e começou a acariciar os seios de Clara por cima do sutiã e a beijar o seu pescoço e ouviu os gemidos baixinhos de sua Clara.
Clara ainda gemia baixinho o que deixava Marina mais excitada. queria provocar a sua mulher então começou a beijar próximo ao sexo de Clara, mas sempre que chegava perto se afastava.
Clara: — Doçura, não faz isso comigo não. Não me tortura preciso de você.
Marina: olhou nos olhos dela e disse:
Marina: Precisa de mim onde?
Clara pegou a mão de Marina e levou até o seu sexo, e marina abriu um sorriso e voltou a beijar aquela região e sem a morena esperar a penetrou com dois dedos, quando ouviu o gemido alto de Clara sabia que estava no caminho certo, então continuou com os movimentos até que ouviu Clara dizer:
Clara: Mariiiiiii........eu vou gozar...
Marina: Então goza amor, goza pra mim...
Não demorou muito e os espasmos começaram e a morena teve um orgasmo arrebatador. Enquanto Clara se recuperava e a sua respiração voltava ao normal....- E foi o que Marina fez, terminou exatamente de forma rápida e profunda o que havia começado naquela tarde.
Era quase noite quando por fim Clara abriu a porta de casa deixou se cair exausta havia corrido tanto na empresa para que tudo estivesse certo e sob controle a sua ausência, havia ligado para Nelita pedindo para que preparasse suas malas com trajes para todas as ocasiões e assim pedindo que 2 vezes por semana ela fosse até a casa apenas para checar limpar e arejar o ambiente, e que nos demais dias estava em folga…
Tirou os sapatos relaxando… seu corpo ainda estava quente podia sentir o sangue fervendo pela despedida calorosa que haviam trocado, mas dessa vez em cima da mesa de Marina, fechou os olhos essa viagem prometia, e como prometia…
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