Uma linda mulher
12 The party started
Notas iniciais
Mari: Não vamos estragar mais uma noite Clara…Não essa por favor…
– Clara não disse nada foi até a porta para que Marina novamente a abrisse e saíram juntas com os melhores dos sorrisos, não se demorou muito e lá vinha Vanessa…
Vanessa: Marina querida, estávamos todos procurando por você, essa é Luiza Machado acho que já se conhecem… – ironizou olhando Clara os pés a cabeça…
Mari: Boa noite Vanessa..Luiza..- Essa é Clara minha noiva.. Vanessa parou de sorri completamente, seu cotovelo latejou…
Clara: Oh meu amor então é essa a Vanessa…
Falamos muito de você querida, estou encantada.. – Clara a cumprimentou com dois beijinhos irônicos no rosto
– Luiza prazer em revê la… A cumprimentou para logo depois abraçar Marina que lhe retribuiu de forma possessiva enlaçando sua cintura com força contra seu corpo… Luiza a estava comendo viva….
Vanessa: Espero que tenha sido coisa boa Marina…
Mari: Com toda certeza Vanessa… – Querida que beber alguma coisa ? – perguntou a sua “noiva”- Clara sorriu se aproximando do ouvido de Marina murmurando qualquer coisa, ela sorriu mordendo os lábios e Vanessa quase teve um ataque ao presenciar a cena…
Marina a desejava e teve a certeza disso no olhar que lê acabava de lançar a tal de Clara…
Mari: Bom se nos dão licença… Clara – Foi um enorme prazer conhece la Vanessa…
Tenho certeza que Marina e eu a convidaremos para ser madrinha do nosso casamento, já que você é tão especial para ela… não é querida ?
Mari: Claro que é…Vanessa – Fico eternamente grata pelo convite… Pode contar comigo…-
O sorriso de Vanessa foi mais uma careta, o que fez Clara rir dando um leve beijo no pescoço de Marina com os olhos cravados em Vanessa…
Luiza sorriu e mordeu os próprios lábios, aquilo sim era um mulherão…Afastaram-se então se despedindo…
Indo rumo ao jardim Clara pegou o champanhe oferecido da mão de uns tios simpáticos de Marina…
Marina fez o mesmo mais pegando da bandeja do garçom sorriram como se estivessem contado algo muito engraçado, e logo ao chegar no jardim onde quase não havia ninguém Marina jogou fora o champanhe e Clara de imediato se separou dela..
Marina antes de poder a puxar pelo braço novamente foi chamada pela sua tia Marieta que sorria empolgada, pediu licença a Clara que sorriu a Marieta dizendo que sim com a cabeça…Marina se afastou para perto de sua tia…
Marieta: O que está achando da festa querida, já chegaram todos… acha que devemos servir agora o jantar ?
Mari: Ainda não tia, espere mais 15 minutos, todos apreciam uma boa música…
– Marieta seguiu a mirada de Marina, estava em Clara sentada em um dos bancos do jardim olhando um ponto fixo…
Marieta: Está apaixonada por ela… ainda não sabe mais está….
– Marina engoliu seco se virando para a tia…
– Ela é linda e aparente ser uma mulher maravilhosa Marina, não a deixe escapar, Vanessa está provocando e você tá aceitando…
Mari: Vanessa não importa mais para mim tia…
Marieta: É claro que importa, ou pensa que não sei que foi a única mulher que amou ? Sua arrogante, pensa que me engana, você é filha da minha falecida irmã, e é tão parecida com ela que ás vezes chego a me assustar…
– Marina sorriu .. porque quando ela sorri, não assim delicadamente, está assustada demais com medo de que ninguém goste dela…
Mais quando ela solta aquela deliciosa gargalhada, parece que nada importa ,entende ?
Marieta: Entendo, com seu tio era assim também…Já notou como ela sorri quando você sorri ?
Ela está apaixonada, e de mulheres apaixonadas eu conheço muito bem…
– Marina ouviu quase por um ouvido deixando sair pelo outro, Clara apaixonada era impossível, ela sabia separar as coisas, aquilo era um trabalho para ela, no qual os 3 mil reais seriam pagos no domingo… – Marieta sorriu.
– Vi vocês conversando com a Vanessa e com a moça que está com ela, sinto de informar mais desde que você voltaram do quarto ela não parou de olha Clara um só segundo…- Marina fechou os punhos…
Mari: E pensa que eu não sei, fomos a um jantar de negócio com ela e o tio dela, foi a mesma coisa ! Quase a devorou pelos olhos… – bufou – Marieta gargalhou mais ainda…
Marieta: Se eu não soubesse como você é diria que não está nem aí, Marina deve estar se corroendo de ciúmes…
Mari: Imagina Tia, Que ciúmes que nada…é só que…
– Se calou, não tinha argumentos… Marieta sorriu o deixando sozinha para falar com alguns convidados..
– O jantar estava sendo servido, e a naturalidade em que Clara comia, com todos os garfos na hora certa, com calma e delicadeza fazia Marina se sentir cada vez mais intrigada, todos conversavam e brincavam com ela, e ela retribuía a todos, falando sobre diversos assuntos, Discutindo sobre qualquer coisa e gargalhando com as piadas contadas pelos parentes.
Sabia que todos haviam a amado a primeira vista e começava a desconfiar que algo em seu interior dizia o mesmo de si mesma…
Flavia: Marina minha irmã, acorde está quase babando em Clara…
– A mesa riu a gargalhadas e Clara se ruborizou corando rapidamente as bochechas… – Sua comida está fria, segue dessa mesma maneira desde que sentamos…
– Vanessa mordeu os lábios para não gritar de raiva aquela Clara era realmente bonita, e se não confiasse tanto em si diria que Marina estava apaixonada por ela…
Logo depois que o jantar terminou alguns homem se reunirão lá fora no jardim, Marina observou Luiza continuava a olhar Clara com desejo evidente nos olhos,se aproximou dela então ficando do seu lado…
Luiza: Sinto me obrigada a te dizer parabéns Marina, é uma mulher e tanto…
Mari: Sim, é a minha mulher Luiza ,e se você tocar um dedo nela, as nossas desavenças vão ir além de porcaria da empresa do seu tio…
Luiza: Pelo amor de Deus Marina, porque você é tão possessiva com essa mulher ? Com a Vanessa você não era assim…
Mari: A Vanessa nunca foi minha como a Clara é….
Luiza: Você fala como se não… – Marina não a deixou completar
Mari: Não, Não se engane eu já fui sim, muitas vezes para cama com a Vanessa… – Luiza torceu o nariz a olhando..
– Quando ela estava com você, ou sem você… nunca foi problema para a Vanessa deixar você esperando em quanto vinha atrás de mim…
Luiza: Eu posso tomar a Clara de você Marina…
Mari: Ah mais é claro que pode.. – gargalhou irônica – Sabes Luiza, a diferença entre eu e você é a seguinte, Que o que é meu é meu, e o que é seu sempre foi e sempre vai ser de todo mundo… è o que a Vanessa é querida, de todo mundo…
Luiza: E a Clara…
Mari: A Clara é minha, e ela e você agora sabem disso…
Luiza: Vanessa é fria… – Disse observou um ponto qualquer – E nós sempre fomos apaixonadas por ela…
Não minta Marina, há bem mais que negócios nas nossas intrigas…
Mari: Mais a claro que há, quer dizer, havia Vanessa, Mas agora há Clara pelo qual eu sei que você deseja…Só que como você disse Vanessa é fria…
Mais Clara, me queima como brasa viva, e eu desconfio que não serei capaz de abrir mão dela como abri mão da Vanessa.. Luiza você está me entendendo?
Luiza: Perfeitamente Marina, além disso ela a ama, qualquer cego é capaz de ver isso…Se me dá licença…
– Luiza bebeu o último gole do seu champanhe, caminhando para o interior da casa…
Marina suspirou, buscou com rapidez por Clara, que estava conversando e sorrindo com meia dúzia de pessoas, seus olhares se encontraram, e como se tudo perdesse a graça ela parou de sorri, pedindo licença as pessoas que notaram olhando para o lugar que ela olhava, Marina estava lá, murmuraram algo, Marina suspirou novamente indo atrás dela…
Não a encontrou em lugar nenhum, em parte nenhuma, Clara parecia ter desaparecido do mapa, as pessoas perguntavam por ela, sorrindo dizendo a Marina que era uma pessoa maravilhosa e encantadora além de insuportavelmente bela…
Percorreu o jardim… Encontrou com Flavia que estava dando alguns beijos em Robert os interrompeu…
Mari: Flavinha, você viu a Clara, ela desapareceu não a encontro em lugar nenhum…
Flavinha: Marina… – pestanejou limpando os cantos dos lábios saindo dos braços apertados de Robert…
Robert: Boa Noite Marina.. – sorriu
Mari: Boa Noite, Flavinha vamos você viu a Clara ?
Flavinha: Eu não posso contar…
Mari: O que ? – perguntou incrédula
Flavinha: È sério não posso contar, disse que só quando você estivesse completamente doida atrás dela eu contaria, você não está gritando, por tanto não está tão nervosa..
Mari: FLAVIA MEIRELLES, CADÊ A CLARA ? – Flavinha estremeceu agora sim ela estava realmente nervosa…
Flavia: Ai sua Grossa, esta no jardim das piscinas…
E não está sozinha… Marina na mesma hora se dirigiu para o jardim que ficava um pouco escondido na parte nos cantos da casa…
Luiza aquela porca, não havia entendido recado, antes que gritasse viu que ela e Marieta, sua tia que a acompanhava…Suspirou caminhando até elas…
Marieta: Por falar nela, sabia que daria sua falta….
Mari: Estou te procurando a quase 1 hora Clara, custa me avisar aonde você foi, iria botar os seguranças atrás de você se em meia hora você…
– Clara não a deixou completar – Clara – Me Desculpe, eu estou aqui, salva e segura… – teve que sorrir olhando para Marieta.
– Marieta sorriu se levantando com cuidado..
Marieta: Bom filha, eu vou voltar meus convidado já devem estar sentindo a minha falta, daqui a pouco cantaremos os parabéns não se demorem certo ?
Clara: Pode deixar Dona Marieta… – Marieta sorriu e com ternura disse Marieta.
– Tia, somente tia, afinal não vai se demorar muito para que você e minha sobrinha se casem…
– Clara sorriu mirando outro lugar e Marieta partiu depois de lançar uma mirada para Marina…
Ela por sua vez se sentou no banco de frente para Clara…
Mari: Eles adoram você, de simples e fácil assim… – A olhou nos olhos.
Clara: São pessoas bastante especiais Marina, sua família pequena tem grande valor e Marieta é maravilhosa….
Mari: Sim minha tia é maravilhosa, e não vê a hora de me ver casada, na verdade todos eles, por mais que meu trabalho seja um sucesso, digamos que me acham uma pegadora, que isso pode atrapalhar os negócios…
Clara: Sim eu sei, uma par de pessoas já me disseram que você é pegadora…
Mari: O que ? Como ? Quem… Não acredito, falsos e pervertidos… sorriu
Clara: Mais disseram também que o momento em que sossegou foi quando esteve quase noiva de Vanessa, a única e grande amor da sua vida…
E engraçado.. – sorriu com ironia – Disseram que agora não importava mais,pois nós estávamos perdidamente apaixonadas, e que o nosso casamento seria o acontecimento do século…
Essas pessoas estão realmente acreditando que você está apaixonada por mim…Marieta até me disse que se põe louca quando Luiza me toca…
Mari: Eu me ponho louca quando a Luiza te toca…
Clara: Você é possessiva Marina, você é ciumenta por demais, que Deus tenha piedade da sua mulher…
Mari: Sim Clara, que Deus tenha piedade de você…
– Clara mordeu os lábios, porque ela seguia com aquelas brincadeiras… e como se lesse os pensamentos dela Marina disse.
– Eu não estou de brincadeira, quando chegar segunda você se sentira livre como um pássaro mais hoje ainda é sexta querida… e em 48 horas muita coisa pode acontecer…
Clara: A partir de agora eu vou jogar o seu jogo Marina, e você vai perder tão feio que engolirá essa sua arrogância…
– Marina sorriu sensualmente , puxou a cadeira de Clara para bem frente a sua inclinou o corpo de modo que seus lábios acariciassem o pescoço dela, distribuindo lambidas e beijos, molhados.
Clara fechou os olhos mais não a tocou continuou imóvel em quanto cada vez mais ela a trazia para perto de si, coma as mãos fortemente na cintura dela até que Clara estava em seu colo, e como o corte do vestido de uma perna subia até um pouco abaixo de sua coxa, Marina levou as mãos a pela desnuda em quanto ela seguia encaixada em seu colo de frente para ela, sentada em suas pernas de pernas abertas…
Marina suspirou lhe beijando colo aonde só o colar de diamante de seu pescoço o cobria, Clara fechou os olhos, não havia como resistir, era mais forte que ela…
Era desejo puro e ardente, era vontade descontrolada… afundou mais seu corpo contra Marina agora lhe beijando o rosto, o pescoço e mordiscando sua orelha,Marinar fechava os olhos,ela era…
Não encontrou palavras para dizer apenas apertou mais a coxa esquerda de Clara em quanto ela se movimentava esfregando seus corpos como se já estivessem unidas…
Mari: Eu não vou perder….Clara – Ah mais você vai sim querida, veja só murmurou quando Marina a apertou com força contra seu corpo já excitada – Você já está perdendo o controle…
Mari: Você é perigosa Clara, é meu ponto fraco é… – tentou dizer mais um gemido vindo de sua garganta o impediu ela lhe mordia os lábios passando a língua sobre eles, mais não a beijavam..
precisava sentira a língua quente dela se enrolar com a sua, era tão necessário como se alimentar para viver…
Clara: — Seu ponto fraco é ? Repita querida eu não consigo ouvir…! – sorriu sensualmente em quando suas mãos deslizavam pelo seio por baixo do Vestido…
Mari: Quando você me beija, encontrou forças para dizer surpreendendo Clara com um beijo ardente rápido e selvagem, Droga ela pensou não iria beija li.. mais era tarde por nais intensidade que faziam seria impossível que parassem agora, suas línguas se enrolavam e se procuravam e um caricia molhada deliciosa e constante em quanto seus corpos se movimentavam procurando o que sabia que necessitavam, contato firme e profundo e com urgência…
Não sabiam há quanto, tempo se beijavam mais, Marina ofegava de tal maneira que parecia há anos, e Clara mordia os lábios controlando a respiração em quanto via como ela ainda a beijando subia seu vestido…
Marina pretendia a possuir assim, em cima de seu colo no jardim das piscinas em uma poltrona com sua família e milhares de pessoas a poucos metros de distância, levou a cabeça para trás deixando que aqueles lábios firmes e molhados lhe devorassem, sorte que seu cabelo estava muito bem penteado, senão na certa já estaria descabelada… soltou um gemido alto, sim Marina pretendia..
Clara: Marina aqui não…. – ela pareceu não ouvir… continuou lhe beijando, então descendo a alça seu vestido e apertou seus seios por cima do sutiã…
Percorrendo uma mão nas costas descoberta de Clara… – Alguém poderia ver e seria o fim… pelo amor de Deus Marina…
Mordeu os lábios soltando um gemido logo abafado por Marina com seus lábios, quando sentiu que as mãos dela procuravam por dentro de seu vestido sua calcinha…
Mari: Santo Deus Clara, eu não posso me controlar, eu preciso, nós precisamos e agora…
– Clara mordeu novamente os lábios quase arrancado sangue, Marina olhou em sua volta e viu a entrada que tanto procurava, pegou Clara a arrastando até ali, ela sentiu alguma folhas ralarem as suas costas para depois desaparecerem do lugar onde havia a piscina entrando então em umminúsculo quadradinho…
Mari: Meu esconderijo com a Flavinha quando Marieta nos perseguia por algo quebrado na casa…
– Clara sorriu, era estreito o suficiente para que só as duas e muito colados coubessem , parecia um passagem secreta escondida entre as folhas…
Clara puxou Marina pelos cabelos, e grudou seus lábios e seus corpos, que queimavam com o contado direto, suas mãos iam de um lado para o outro sem controle.
Marina baixa sua calcinha de forma que só pudesse unir sua intimidade a dela.. Clara levantou um perna , a que a abertura do vestido subia até sua coxa, Marina lhe pegou pela mesma afastando sua calcinha sem calma…
Quando elas separaram um pouco seus corpos, as mãos foram avidas em direção aos sexos. Os gemidos foram abafados, no pescoço uma da outra.
Clara: voce está encharcada Meirelles. A voz rouca e sussurrada.
Marina: olha quem fala, voce está escorrendo Fernandes. Sem aviso prévio Marina penetrou dois dedos em Clara, que arfou longamente. Clara para devolver o que sentiu penetrou igualmente Marina, que para evitar o grito mordeu o ombro de Clara. Elas se estocavam loucamente, pareciam estar competindo para ver quem levava a outra ao orgasmos primeiro. As bocas se engoliam, entre um gemido e outro.
Mari: – Não grita… — e se movimentou uma e duas e três vezes.
Clara: Eu não vou conseguir…Não pare agora… não antes de…
– Marina a beijou novamente abafando mais um gemido alto, de ambas…
Mari: Clara, alguém pode ouvir…
Clara: Como você pode estar tão calma, quando vai tão….
– Marina sorriu, Clara estava desnorteada, e ela estava a ponto de ficar…
E com uma contração do corpo dela contra o seu o descontrole o atingiu em cheio, e Marina sem poder conter gemeu entre o dentes e Clara acompanhou.
Marina: ai Clarinhaaaaaa... eu vou....
Clara: eu tambeeeeeeeee.... As duas explodiram em um gozo forte, suas pernas fraquejaram, suas respirações era quase incontroláveis de tão rápidas. Ainda ficaram dentro da outra, sentindo os dedos serem esmagados olhou para baixo onde seus corpos seguiam unidas e suadas…
Fechou os olhos confusa e perdida…. Quando retiraram, ambas sentiram arrepios longos e deliciosos.
Marina: Eu preciso sentar...minhas pernas estão muito fracas.
Maldição, que diabos acontecia ali, não havia explicação era algo sobrenatural e totalmente incontrolável…
Clara soltou os dente dos lábios que foram mordidos quando o clímax em cheia a atingiu, baixou as mãos, tentando controlar a respiração…
Marina então a olhou, e se sentiu apavorada, porque se sentiu incapaz de sentir o que sentia por Clara por outra mulher.. os lábios dela estava vermelhos e inchados, os de Marina não estaria diferente.
Clara já havia recuperado sua respiração, passou as mãos nos rosto no cabelo, era impressionante como os cabeleireiros e maquiadores faziam milagres faziam milagres, estava tudo em seu devido lugar, sentiu o vento frio em seu corpo agora que não fazia mais tão quente…
Arrepiou-se Marina percebeu a abraçando esfregado suas mãos nos braços dela…
Colocou a calcinha de Clara em seu lugar.
Limpou os cantos da boca aonde o batom havia levemente manchado, sorte delas repetiu que aqueles tipos de batom sabe, era aqueles que não borravam…
Ela estava linda e recomposta no novamente, Clara não disse nada, e o que a matava era esse silêncio toda vez logo depois de gritarem e gemerem tanto quando estavam juntas…
Clara se separou de Marina arrumando seu vestido no devido lugar… passou as mãos na testa sorte que agora ventava com força se não estaria suando…
Mari: Porque você se cala, e não me olha nos olhos depois que nós fazemos amor..
Clara: Nós não fazemos amor Marina, fazemos sexo… é bem diferente…
– Marinaa a pegou pelos pulsos com força e Clara se assustou…
Mari: Responde a minha pergunta…
Vanessa: Mari ? Marina? – ouviram a voz fina de Vanessa chamando por Marina onde se encontravam antes de entrarem na “passagem secreta” se calaram…
Vanessa chamou duas ou vezes mais, em quanto os olhos estavam firmes cravados uma na outra e as mãos de Clara estavam já amareladas de tanta força que Marina apertava seus pulsos, Vanessa havia partido…
Clara: Está me machucando… — e rapidamente Marina a olhou para suas mãos, Céus nem havia percebido que ainda a segurava com tanta força, soltou as mãos dos pulsos de Clara e os beijou com preocupação…
Mari: Me perdoa, mais é que você me tira a paciência às vezes, e me esqueço da força que tenho…
Perdoa-me Clara, ainda dói ? , onde dói ? quer gelo?, nos podemos passar….
Marina: Então se calou, em quanto ela com a testa franzida, quase pronta para chorar a olhava…
Ela não chorava pelos fato de seus pulsos estarem doendo e Marina sabia…
Afastou-se de Clara de imediata… A guiou até a saída e assim voltaram para o jardim Clara pegou sua bolsa… e correu até o banheiro mais próximo, sai de lá com rapidez antes que o parabéns começasse…
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