Uma linda mulher

13 Don’t stop the party


Notas iniciais
"Viva o hoje, na certeza de que o amanhã quem escreve é Deus." Boa noite gatitas! Aproveitem a leitura.

Marieta: Ai estão vocês, venha Flavinha venha Vanessa…

– Todos já estava reunidos no segundo salão e um mesa no centro do mesmo segurava o bolo de quase 5 andares, todos sorriam e erguiam suas taças para um brinde, Clara, Marina, Flavinha e Vanessa estavam ao lado da anfitriã…

– Agradeço muito a presença de você nesta casa, essa festa foi maravilhosa, e tenho certeza de que minha irmã está presente aqui, de alguma forma…

– Marina sentiu seu coração apertado, era o que acontecia cada vez que mencionavam sua mãe, Baixou a mirada…

Engolindo seco, Céus como Kátia fazia falta…

E quando estava apronta a se render , a se magoar e se deixar envolver por lembranças de sua mãe sentiu as mãos de Vanessa tocarem seu braço como se aproximando para um abraço, mais não era Vanessa que Marina queria, viu Clara a olhando, ela entendeu e estendeu a mão para que Marina a tocasse, e naquele simples roçar de dedos parecia que tudo havia sido confortado, em quanto marieta com a taça erguida continuava a dizer mais algumas coisas Marina se aproximou de Clara ela lhe acariciou o rosto e sorriu da forma mais bela e terna que Marina jamais havia visto…

Ficou paralisada Santo Deus seu coração parecia até parar de bater…

Vanessa arregalou os olhos, como Marina poderia ter feito isso, logo quando era os abraços dela que Marina sempre procurava quando o nome de sua mãe era citado…

Mordeu os lábios ao ver a forma como se olhavam e como Clara gentilmente a aquecia com suas caricias, Flavinha gargalhou discretamente da cara de Vanessa ela mataria um país inteiro se lhe desse uma metralhadora…

Vanessa parou de olhar baixou a mirada respirando fundo, Marina não poderia estar apaixonada por aquela mulher, não poderia…

Marieta: Bom em fim é isso, muito obrigada a todos pela presença e espero que ainda se divirtam mais…

Rodos então cantaram parabéns, com entusiasmo e felicidade, Clara estava ali no lugar aonde pertencia a pequena família de Marina, e pior foi que se sentiu tão acolhida que quase chorou ao se lembrar que aquilo teria um fim e se aproximava com rapidez…

Em quanto o bolo era servido a música voltava a tocar e os convidados formava de novo suas rodinhas Marieta se aproximou de Flavia e Marina…Marieta.

– Minha irmã teria orgulho, de vocês certo ?…De vocês duas ela teria muito orgulho…

– E emocionada ela se retirou – Flavinha sorriu a Marina com cumplicidade…

Flavinha: Ela teria muito orgulho de nós Marina, e muito orgulho de você…é uma mulher minha irmã…

E sem o papai e sem a mamãe você cresceu, sozinha… e eu também me orgulho de você…

– Flavinha sorriu indo para os braços de Robert para então lhe beijar os lábios como consolo…

– Era a primeira vez que ela via aquela arrogância e feminilidade se emocionar e se mostrar tão vulnerável…

Sentiu uma fisgada no peito, levou suas mãos até a Marina, levemente apertou Marina respirou fundo erguendo o queixo, então Clara sorriu novamente a abraçando e Marina a apertou contra seus braços para logo depois beijar seu lábios… E em meio dos beijos ouviu quando Clara disse…

Clara: Eu estou aqui Marina… – Ela sorriu percebendo o modo como Marina a apertava em seus braços, com se impedisse que Clara fugisse…

– E eu não vou a lugar nenhum…

Mari: Não repetiu. Você não vai a lugar nenhum, eu não deixaria Clara, agora é tarde demais…

Clara não entendeu, franziu a testa voltado a beijar os lábios de Marina, e não perceberam que se encontravam no meio do salão e os convidados sorriam comentado sobre o casal apaixonado…

Era quase 2 da manhã quando Marina abriu a porta da suíte se sentando no sofá, tirou as roupas entrando no chuveiro, Clara tirou o vestido e os diamantes colocando tudo na caixa pequena de veludo,olhou seu anel tão cobiçado, sorriu ao ouvir o barulho do chuveiro se despiu entrando no mesmo, Marina deu passagem para que Clara entrasse com ela no boxe, a beijou novamente

Começando a tomar banho… 15 minutos Marina já havia se vestido e estava pronta sentou se na cama estudando alguns papéis…

Em quanto Clara deslizou a camisola preta longo sobre seu corpo soltou os cabelos levemente armados e cacheados passou um perfume escovou os dentes estava linda, sorriu voltando para o quarto…

E encontrou Marina sentada com as pernas estendidas com a cabeça encostada no travesseiro as suas costas, com os documentos na mão e dormindo, Clara torceu o nariz se sentando na beirada da cama.

Clara: E você dorme ! – sussurrou baixinho, olhou aquele rosto perfeito e tão relaxada…

Aproximou-se devagarzinho, lhe dando um selinho, para depois outro até que aquela boca rapidamente despertasse lhe beijando de língua, se olharam Clara sorriu e as mãos Marina procuraram pela nuca dela, para então se beijarem novamente até que deitadas sobre a cama Marina ficasse em cima Clara, entre beijos e caricias lhe arrancou a camisola novamente a jogando longe, observou a formosura daquele corpo para então lhe beijar o colo os seios, Clara arqueou a cabeça, Marina a faria dela novamente, sem reservas e com muito, muito desejo…

Vagarosamente e subiu beijos pelas suas pernas, passando também as unhas. Clara passava as mãos em seu cabelo sorrindo e se sentindo cada vez mais excitada. Os lábios de Marina finalmente chegaram até sua virilha e ela fechou os olhos em antecipação, tombando a cabeça para trás, mas nada aconteceu.

Abriu os olhos e Marina estava lá com um sorriso encantador, a encarando.

– Doçura! — Sorriu. — Fica brincando comigo!

Riu e beijou seus lábios. Se abaixou novamente e finalmente fez o que Clara tão queria. Beijou seus lábios maiores e usou a língua para separá-los.

– Hmmm, Marina.. tão bom. — Clara já deitada e abriu mais as pernas para receber sua língua.

Marina movia de baixo para cima lentamente e então penetrou-a com sua língua, sentindo Clara agarrar em seu cabelo com mais força, puxando-a mais para si.

– Marinaa.. — rebolava agora.

Substituiu sua língua por dedos e dedicou a atenção de sua boca ao clitóris de Clara, mantendo um ritmo torturante.

– Maiss, mais....

Colocou mais pressão na língua e sentiu Clara tremer toda. Acelerou seus movimentos e não parou até que sentiu Clara gozando em sua boca, enquanto gemia descontroladamente. Sugou todo o líquido que pôde e se levantou.

– Gostosa. — Falou usando seus dedos para limpar seus lábios, e subiu em cima de Clara que sem cerimonia alguma a penetrou, deixando que ela ficasse por cima.

Marina abriu a boca num "o" com o prazer repentino.

– Já te disse o quanto você é ainda mais linda assim? Com essa carinha de desejo.

Marina rebolava em seus dedos enquanto apertava seus seios. Clara se sentou, ainda segurando Marina e se beijaram várias vezes, separando os lábios apenas para respirar.

Clara começou a estocá-la com mais força e ela não aguentou, colou seus corpos se agarrando nos braços de Clara.

– Ai, Clarinhaaaaa. — Marina mordeu seu pescoço chegando ao seu clímax.

Suadas, e entrelaçadas, e ainda com seus corpos colados Clara sentiu a pesada respiração de Marina em sua nuca, ela estava por trás Clara…acariciou os braços Marina e disse assim de simples e delicada…

Clara: Eu te amo… — se aconchegando novamente aqueles braços, sem desfazer e ainda com seus corpos colados.

Clara fechou os olhos, e naquele mesmo segundo Marina abriu os seus ela não estava dormindo…

A madrugada inteira Marina não conseguiu pregar o olhos, simples palavras que reviraram seu corpo e sua mente dos pés a cabeça, sentia as batidas pesadas do seu coração, sentia um nó na garganta e um sentimento tão confuso como uma tormenta, se levantou e com muita calma se separou de Clara que se remexeu notando a falta do corpo dela, mais logo se virou abraçando o travesseiro de Marina, era madrugada e ela sabia disso faltavam quase 2 hora para amanhcer, olhou de volta para a cama , Clara estava estupidamente linda com os cabelos espalhados pela cama o corpo tão abraçado ao seu travesseiro, se vestiu, colocou uma calça de moleton preta e uma camisa de manga cumprida azul clara, colocou seu tênis e escovou os dentes, separou uma roupa para Clara, a mesma que a sua uma calça preta larga com uma camiseta de manga só que na cor branca…

Se aproximou da cama com cuidado acaricindo as costas nua de Clara…

Mari: Clara ? — ela pareceu nem se mexer -Clara querida acorda…

Clara ? Ela abriu os olhos procurando por aquela voz que de tão longee habitava seus sonhos, abriu os olhos com lentidão Marina estava linda..

Marina não disse nada por alguns segundos apenas sorriu lhe acariciando os cabelos… — Levanta vem.. temos algo a fazer….

Clara: Que horas são Marina, acho que nem amanheceu ainda… — Disse coçou os olhos se sentando na cama..

Mari: Eu sei querida, vem vamo se vista com rapidez, temos algo a fazer.

– Clara não entendeu bem mais se levantou vestindo sua roupa intima e a roupa separada por Marina, escovou os dentes e penteou os cabelos e em 5 minutos passou um pouco de blush , lápis e um bocadinho de rímel…calçou o tênis, ela estava a esperando na sala…

Clara: Para onde vamos ? — perguntou pegando sua bolsa…

Mari: Não precisa levar bolsa vem, se apressa antes que seja tarde… ela não disse uma palavra, sairam da suíte ainda era noite…

Clara sentiu o frio típico do sono, Marina se aproximou a abraçando…

Ela sorriu continuando caminhar, entraram no carro e percorreram cerca de uma hora e meia para então chegarem em um lugar escuro ainda, parecia ser uma prainha completamente isolada, não muito longe Clara notou….

Clara franziu a sobrancelha, quase não haviam trocado uma palavra durante o percurso…

Desceram então do carro, Marina deu a volta para abrir a porta ela quase não enchergavam nada se não fosse pelo carro estacionado com os faróis ligados na areia…

Clara: Marina, você está me assustando, ainda é tão cedo, e está muito escuro aqui…

– Marina não disse nada, no momento não conseguia dizer nada…

Apenas a conduziu até alguns metros da água onde não se molhassem, se sentou no chão e chamou por Clara… — Se você continuar nesse silêncio eu juro que..

Mari: Anda Clara, vem cá senta…- ela estranhou e se sentou no meio das pernas de Marina de costas para ela, com a cabeça encostada em seu peito, Marina a abraçou e tão rápida como escurecia o céu começava a clarear…

Ela olhou fascina a tudo aquilo, o sol fortemente alaranjado dava sinais lá no fundo por onde o mar se estendia, sorriu era uma das coisas mais lindas que havia visto…

Clara: É lindo.. — Disse arregalou os olhos, não poderia perder nem um momento, ele jah estava quase lá no alto, tão devagar ele subia…

Era tão brilhoso ,e o céu jah estava tão azulado, fechou os olhos supirando quando a brisa do mar bateu em cheio em seu rosto…

Mais algo percorreu seu peito a fazendo franzir a testa , havia se esquecido completamente de datas, e hoje se lembrou com tanta rapidez…

Era Domingo,abriu os olhos jah vermelhos pelas lágrimas mordeus os lábios segurando o queixo trêmulo, era por isso, era por isso que estavam ali..

Mari: Eu quero que você fique comigo… — Clara sorriu se levantando para encará-la de frente sentada na areia em quando o sol jah estava firmemente estalado no seu lugar ao céu.

– Eu compro um apartamento aqui no México, você pode fiar por lá e…

Clara: Você irá me ver nas poucas vezes que sua empresa decidir que você viajará para cá, E eu estarei lá esperando por você, dia após dia, sentada com as roupas maravilhosas, pronta caso você chegue e me queira a noite inteira para depois voltar…

Mari: Eu nunca te tratei como uma prostituta Clara…

Clara: Você acaba de fazer Marina…Eu quero mais.. eu quero bem mais do que te esperar até você poder me dar o que tem a oferecer…

Mari: Você quer mais o quanto ? … — Franziu a testa procurando um ponto fixo no olhar dela… ?

Clara: Eu quero um conto de fadas, casamento, vestido branco… véu e grinalda ! — se emocionou perdendo a fala por alguns instantes — Filhos,meus filhos…

Mari: Você sabe que isso eu não posso te dar…

Clara: Eu também não tenho mais nada a oferecer Marina,Hoje é domingo e tudo acaba por aqui…

Mari: Eu não quero que acabe…

Clara: Eu também não quero muitas coisas… — Passou as mãos no rosto dela — Uma mulher como eu, não pode ser uma mulher para você entende ?

– Marina negou com a cabeça, levantou o queixo observando o mar, o vento soprou e Marina fechou os olhos segurando o maxilar, sentia um nó na garganta…

Um Desespero interior… — Eu não sou a cinderela Marina, mais você é sim uma princesa querida… e Eu já mais conviveria em paz com isso…

Porque eu sei de onde eu vim…e não demoraria para que a sua familia percebesse o lugar…

Mari: E você prefere ficar sozinha, Clara você não tem ninguém, ninguém que cuide de você…

– Levou as mãos até o rosto dela… — Eu não posso suportar a ideia que outra mulher te toque, Clara eu não quero que nenhuma mulher te toque…

– Clara se emocionou mais ainda ao perceber a meneira firme e emocionada com que Marina pronunciava tais palavras, baixou a cabeça…

Clara: Acorda Marina… esse foi o meu sonho não o seu…

Logo haverão outras, e mais outras… e isto apenas ficará guardado, eu tenho certeza e algum lugar da sua mente…

Notas finais
Quero agradecer pelos comentários.Beijos.