Uma linda mulher
8 O primeiro beijo.
Notas iniciais
Clara: Você por aqui — sorriu se levantando.
Luiza: Eu que pergunto Clara, o que faz por aqui, não sabia que gostava de cavalos?
Clara: Ohh eu os adoro, alem do mais estou com a Marina…
Luiza: Mais é claro que você está.. vem eu te mostro o meu cavalo…
Clara: Você é um dos jogadores.. ? – Disse sorriu
Luiza: Sim, eu sou desde dos seis anos de idade, vem..
Clara: Mais não sei se devo…. – Disse olhou ao seu redor procurando por Marina…
Luiza: Ahh Clara deixe disso, vem assim podemos tomar alguma coisa e conversar sobre você…
– Clara, sorriu a ela era realmente muito simpática e delicada, não viu problemas, além do mais àquela farsa de noivado seria muito mais muito bem paga por Marina assim que saíssem daquele lugar…
De longe observando a cena Ana chamou Marina que conversava com um casal de velhos conhecidos..
Ana: Você só pode estar maluca, então é por aquela mulher que se encontra tão perdida, tão fora do negócio mais importante da empresa, quem é ela, da onde vem Marina, porque eu mesmo nunca a vi na vida…
– Marina fez uma careta de reprovação – Além do mais já viu com quem ela está bem à vontade..
– Marina se virou e a viu sentada em uma mesa ao lado do cavalo, sorriam e tomavam algo… seus estomago se dobrou, por um acaso ela era maluca de se sentar à mesa ainda mais com Luiza Machado ?
– Cerrou os dentes, apertando os punhos… — E se ela for uma agente secreta, uma espia Marina, que extraia informações da nossa empresa para passar a eles, talvez ela esteja colocando lentidão no processo e…
Mari: Hey Ana larga de ser paranóica, Clara não é nada disso… é claro que não..
Ana: Ahh é sei, você não sabe nada, deve conhecer Pedro e Luiza, é isso ela trabalha para eles… – Marina gargalhou da paranóica do amiga..
Mari: Ana, Clara não é uma espia é uma prostituta…
Ana: O que ? desculpe….
Mari: Ela não é espia coisa nenhuma, é uma prostituta , nos encontramos a quase 3 dias trás no seu carro… –Disse Ana fazendo uma cara de safada rindo.
Ana: Sua espertinha, Ahh como pude me enganar, você apaixonada Marina…- gargalhou alto – Eu deveria ter desconfiada..
– Mari viu se afastar e tirou o sorriso do rosto ao ver o modo como Luiza olhava Clara, estava louca por ela e qualquer um já teria percebido…
Mordeu os lábios, se ela permanecesse mais 5 mintuos ali, a puxaria pelos cabelos até o seu lado…
Mais tarde quando todos já se despediam.. Clara assustou com a presença de Ana ao seu lado…
Ana: Essa foi boa… – Falou sorriu – Muito boa, quase me enganaram…
Clara: Desculpa mais sobre o que fala.. ?
Ana: Eu já sei de tudo, a Marina me contou que você é uma prostituta de primeira…
– Clara parou de sorrir olhando para frente… – Sabe eu estava pensando – alisou o braço dela, de modo que Clara quase saltou para o lado....
– Quando seus dias acabarem com o Marina, talvez possamos nos divertir juntas… garanto que sou tanto quanto ela…
Clara havia se sentido humilhada, pior do que isso, mais era seu trabalho era a “prostituta de luxo “ como Marina havia dito, e como uma boa prostituta não recusa serviço disse..
Clara: É claro..
Ana: Ótima… ótima…Iremos nos divertir.. e sem mais nada a dizer se afastou deixando Clara ali , colocou o chapéu arrumando os cabelos…
Umedeceu os lábios engolindo a saliva havia sentido vontade de chorar…que Diabos havia acontecendo com ela? Luiza se aproximou dela para se despedir..
Luiza: Xau Clara, foi uma prazer imenso vê la novamente, está linda.. tão linda...
– Clara sorriu e antes que pudesse dizer alguma coisa a uns cinco passos dela Marina quase gritou…com sua arrogância e com o olhar frio e distante disse em bom tom.
Mari: Vem Clara… Já está a hora de irmos..
Clara: Eu apenas … – ela não deixou que ela terminasse
Mari: Isso não é um pedido… – ela então mordeu os lábios segurando a raiva.. – Luiza eu já lhe avisei… não me obrigue a faze la novamente..
– Clara sem dizer nenhuma palavra se aproximou de Marina que logo a pegou pela cintura e ambas entraram na limusine…e novamente aquele silêncio mortal…
Mari: Clara sobre o noivado…- tentou dizer com arrogância e grosseria.
Clara: Será que teria como você ficar com essa sua boca arrogante fechada até chegarmos na suíte?
Mari: Não…
Clara: Me desculpe – Disse franziu a testa sem poder acreditar?
Mari: Oh Clara, não se faça de tão magoada ok, isso é apenas uma mentirinha boba..
Clara: Para todos saberem que a Vanessa não faz mais parte de sua vida, é isso queria se exibir para todos para mostrar que Vanessa, já era passado e que a prostituta da Clara era sua atual e curto futuro…
Mais se acalme doçura – disse com ironia – Você pode dizer o que bem entender, eu sou paga para isso…
– Marina cerrou os punhos,e como um leoa se aproximou de Clara de maneira rápida e brusca a deitou no banco espaçoso da limusine se deitando em cima dela…
Clara: É claro, Sexo havia me esquecido que esse é o principal motivo pelo qual estou aqui…
Mari: Inferno, cala a boca Clara… – Disse e antes que ela procurasse dizer algo ela levou as mãos na nuca dela…aproximando seus lábios em quanto à outra envolvia sua cintura colando seus corpos…
– Você me tira o controle sabia ? Qual é o seu problema ? Sato Deus, está tão maluca de desejo por mim quanto eu estou por você…
– Clara se calou ergueu o queixo de forma desafiadora… olhou os lábios dela e mordeu os seus não deixando escapar um gemido de sua garganta…
Ela roçou seus lábios e Clara arqueou o corpo.. seu chapéu foi tirado e Marina subiu ainda mais o rosto dela de encontro ao seu…
Clara mordeu os lábios, o que ela estava fazendo, então sentiu a ponta daquela língua quente encostar-se aos seus lábios, com uma sensualidade infernal, deixou escapar outro gemido de sua boca, agarrando com força o terninho dela, abrindo suas pernas para que ela caísse no meio delas.. Marina a olhou nos olhos e balançou a cabeça dizendo…
Mari: Isso é bem mais que sexo Clara…tenha certeza disso…- ela fechou os olhos quando aquela boca apossou da sua tentou empurra la mais não tinha forças, ainda mais quando sentiu um leve puxar no seu cabelo, significando o descontrole de Marina, a língua dela envolvia a de Clara a puxando e os lábios nada delicados a beijavam de forma eletrizante e viril, ela começou a corresponder enroscando sua língua quente com a Marina, agora foi a vez dela de gemer bem baixinho, desceu uma mão as coxas dela agora descobertas pela saia aproximou suas intimidades com um leve roçar em quanto seus lábios tão envolvidos calavam qualquer gemido ou sussurro de ambas, Clara perdeu a respiração e sem mais demoras arrancou o terninho de Marina lhe puxando os cabelo com força em quanto ela chupava seu lábio inferior para depois dar uma leve mordida então recomeçando o entrelaçamento ativo de suas línguas…
Quando deixou de beijar sua boca, Clara desceu para o pescoço de Marina sorrindo do modo ofegante em que ela respirava e a puxava contra seu corpo Clara arqueou a cabeça quando ela beijou seu pescoço de forma demorada e ousada dando lhe pequenas mordidas para logo depois voltar para a boca de Clara faminta por aquele gosto maravilhoso, por aquele calor embriagante…
Marina sentiu aquele calor característico percorrer seu corpo fazendo rapidamente seu sangue ferver, aqueles lábios eram tão prazerosos quando o corpo inteiro dela…
Clara a virou de modo agora em que ela estava em cima Marina sentada em sua cintura deitada sobre seu peito o beijando de forma elouquecedora, pegou nas pernas dela um pouco abaixo da cintura, ela jogou a cabeça para trás deixando que os cabelos caíssem também para depois de baixar novamente para recomeçar a beija la pelo pescoço, então Marina gemeu a virando novamente, ficado por cima de Clara… respiraram fundo…
Mari: Percebe Clara… — estava completamente ofegante assim como ela, que estava até cega de desejo
– O que há entre eu e você é muito mais querida, do que sexo…
– E assim com o controle de volta em seu devido lugar Marina se levantou, tirando o batom dos lábios…
Arrumou sua camisa , Clara levantou incrédula, ela a deixaria assim queimando por desejo, mordeu os lábios para não gritar ou soltar um gemido suplicando para que continuasse, Marina novamente gargalhou olhando para ela, e Clara teve e incrível sensação que ela podia ler seus pensamentos… e de mansinha se aproximou dela, lhe abotoando a blusa…
– Clara a mirou não tinha nem ideia como aquela blusa havia sido aberta e como sua saia estava quase em sua cintura, ainda controlando a respiração arrumou sua roupa… o cabelo colocando o chapéu, Marina apenas a mirou com um olhar que podia derrubar qualquer muralha e bloqueio de uma mulher…
Ela mordeu os lábios e quando terminou de fechar o último botão da saia a porta se abriu… o motorista ofereceu a mão para que ela descesse…
Clara olhou para Marina que levantou a sobrancelha apontando para o motorista, ela então caiu em si…
Como saindo de um transe desboroou seu batom aceitando a cortesia do motorista…
Quando pisou no chão teve a nítida sensação que suas pernas não a suportaria, e antes se cambalear para trás Marina a segurou pela cintura aproximando seus corpos…
Mari: Entende porque não continuei dentro do carro, teríamos que ser bem rápidas, e prefiro ter você em uma cama macia e sem nenhuma motorista para nos pegar se surpresa…
– Sorriu a pegando comum pouco de mais força.. – Consegue andar… Baybe – completou dizendo como ela dizia e se pôs a rir discretamente…
– Clara você é uma demônia Marina…
Mari: E você está adorando viver no inferno não é mesmo… – ela apenas se soltou dela caminhando com pressa para o hotel pegando o elevador sem espera la…
Marina sorriu limpando novamente os cantos dos lábios com o polegar… olhou para trás e viu que Leoni sorria…
– A partir de agora, pode deixar que eu mesmo, abro a porta do carro…
Leoni: Sem dúvidas, senhorita Meirelles… – Marina sorriu entrando no hotel para logo depois pegar o elevador…
– Quando chegou Clara estava na varanda…ela se aproximou e a ouviu falar…
Clara: Para que mentir que sou sua noiva se você já contou a todos que sou uma prostituta ? – Clara observava o anel em seu dedo
– Mari do que você está falando ?
Clara: Não se faça Marina, Apenas de ser o que sou não estou aqui para ouvir as babaquices e humilhações da sua advogada, que me ofereceu uma posição bem cômoda quando você partir.. – Clara pôs se andar até o quarto…
Mari: Há Clara, Ana estava meio perturbada, insinuado coisas que você era uma espia…
Clara: Isso não lhe dá o direito, para que quer que eu me vista então, que ande e fala como uma dama quando tudo o que você faz é espalhar para os seus amigos que eu sou uma prostituta…
Mari: E não é o que você é ?
– Clara a olhou com um ódio e desprezo mortal de cima a baixo, então com bastante pressa começou a juntar as suas roupas, pegando suas bolsas
Clara: Você às vezes é desprezível….
Mari: Hora Clara, pelo amor De deus, foi só um comentário inútil do Ana…
Clara: Quer saber que quero que se exploda…Essa porcaria de noivado essa porcaria do seu mundinho, aquelas pessoas realmente são seus amigos ?
Mari: São, são meus amigos – ela estava irada, e seu rosto já se colocava vermelhao
Clara: Agora entendo porque você foi me procurar…
Mari: O que ta fazendo ? – ela se dirigiu a ela com os olhos arregalados esperando por uma resposta em quanto como doida Clara pegava suas roupas na mão…
Clara: To caindo fora, eu quero meu dinheiro.. – Parou do lado da cama, com tudo em suas mãos, com os pés descalços.. lutando contra as lágrimas.. Ah se ela soubesse… !
Marina Apertando o maxilar pra não dizer nada pegou sua carteira, jogando uma par de notas em cima da cama…
Assim deixando o ambiente sem dizer uma única palavra…
Clara franziu a testa com o queixo trêmulo, olhou para Marina que estava de costas com as mãos apoiadas sobre a mesa… olhou o dinheiro, e sem relar nas notas caminhou com pressa rumo a saída batendo a porta…
Marina engoliu seco jogando qualquer coisa em cima da mesa na parede, olhou na cama o dinheiro seguia lá…
Levou as mãos ao cabelo, e murmurando uma maldição foi até a porta encontrando com ela no corredor, o elevador havia acabado de chegar…
Ela olhava firmemente para frente com os olhos quase a borbulhar de lágrimas…
Mari: Me desculpe ok ? –Eu não deveria ter contado, não foi a minha intenção..
Claa: Você me magoou…
Mari: Eu sei, sou um grossa arrogante, me perdoe Clara eu não quero terminar a semana assim sem você…
Clara: Eu tenho dado o melhor de mim… – Disse olhou mordendo o lábio para não chorar – Eu não vou aceitar suas humilhações só porque me deseja tanto que até eu mesma não posso suportar…
Mari: Hoje vi você conversando com Luiza.. – se pôs ainda mais seria… – Eu não sei a razão mais não gostei…
Clara: Nós estávamos apenas conversando…
Mari: De qualquer jeito, eu não gostei…- Clara a olhou mais vez nos olhos… olhou para o jovem que assistia a tudo discretamente…
Jovem: Vai descer senhora ?- Marina a olhou aproximando se dela, a ponto de colar seu lábios…
Clara franziu a testa, Marina era a sua perdição e teve plena consciência disso naquele momento em que aqueles lábios encontraram novamente os seus.. de forma lenta e delicada…
Mari: Eu preciso…Preciso de você, não sei porque ou por quanto tempo mais não vai embora Clara, não depois de hoje…
– Ela se amoleceu deixando se envolvida por aqueles braços..
O elevador se fechou e ainda cm os lábios colocados Marina pegou a bolsa dela, e aproximando mais seus corpos entrelaçados a guiou até novamente para dentro da suíte…
Marina acordou primeiro, saiu da cama deixando Clara dormindo por mais tempo, a cobriu com o lençol lhe tirando os cabelos do rosto, deveria estar exausta sorriu se lembrando, havia dormido, juntas a noite inteira ainda era cedo e precisava trabalhar…
Sem fazer muito barulho entrou no banheiro tomando uma ducha…ouviu a porta tocar.. colocou seu roupão já havia mesmo terminado… ainda com os cabelos molhado atendeu era Flavia..
Mari: O que faz acordada tão cedo Flavinha… – Disse Flavia entrou sorrindo na suíte..
Flavia: A estava sem sono e decidi vim botar o papo em dia… E você com está.. – Marina observou a porta do quarto de Clara aberta ah seria um tremendo constrangimento de Flavia a pegasse…
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