Uma linda mulher
11 Happy birthday, Marieta
Notas iniciais
Entrou dentro da banheira, com Clara sentada sobre Marina ainda lhe rodeando a cintura, sentiram a água morna molharem seus corpos sedentos, Clara levou os cabelos do rosto para trás sem poder evitar cair sobre o peito de marina.
Marina mantinha sua cabeça tombada na borda acolchoada da banheira e a segurava pelas costas altura de suas costelas… agora sim com muita delicadeza e ternura separou um pouco seus corpos.....
Clara agora estava de costas para Marina apenas com suas costas apoiadas no peito dela no meio de suas pernas…Silêncio, aquele maldito silêncio…
Mari: Eu te… – Antes que ela completasse, Clara disse curta e grossa recuperando o controle e a frieza perdida.
Clara: Não… – ela fechou os olhos sentindo que havia de novo perdido a batalha fechou os olhos a cariciando nas costas ternamente, Clara fechou os olhos franzindo a testa, se Marina a tocasse novamente dessa maneira sabia que não poderia resistir…
– Os lábios dela encontraram o mesmo local, lhe beijando atrás da orelha o pescoço…
Mari: Eu só vou voltar a toca la quando você quiser Clara, Hoje o dia foi uma tortura, e sabe lá Deus o que há de errado, mais há algo sobrenatural entre nós que me deixa maluca…
Clara: Não diga nada…
Mari: Nenhuma delas, nenhuma delas tem o seu calor.. – as mãos dela desceram a acariciando nos braços.
– Eu jamais me senti assim… — e como se algo a tivesse bloqueado Marina se calou, se sentindo ofegante parando de a beijar e a acariciar, se levantou com pressa da banheira Santo Deus o que Marina estava falando ?
O que estava fazendo… Clara soube o que havia acontecido, ela havia se fechado em seu mundinho milionário e arrogante novamente, ouviu a porta bater e encolheu na banheira amanhã seria um longo um longo dia, saiu da banheira colocando o mesmo roupão Marina estava deitada na cama pode ver ao entra no quarto e estava tudo escuro muito escuro, tirou o roupão colocando sua calcinha e a camisola fina de seda… deitou se na cama…e sentiu que ria chorar quando Marina a procurou…
Dessa vez deitando sobre os seios de Clara, a abraçando pela cintura os cobrindo com a manta da mesma cor branca dos lençóis…
Mari: Do que você tem medo ? – Disse a voz era baixa e saiu quase como num sussurro.
Clara: Não posso me envolver…
Mari: Nós já estamos envolvidas… – ela fechou os olhos, será que Marina não via que esse era o problema.
– Não disseram mais nada e em poucos minutos já estavam a adormecidas mais de uma forma diferente constatou Clara segundos antes de cair em um sono profundo, ela estava em seu baços…
… Quando Clara acordou o sol batia contra suas costas e o quarto estava quietinho e a cama super confortável…
Abriu os olhos lentamente e viu uma bandeja de café da manhã em cima de uma mesinha móvel ao seu lado da cama… se sentou na cama arrumando a camisola se despreguiçando, sorriu se levantou caminhando até a mesinha tinha uma rosa ao lado da jarra de suco de laranja…
A pegou a cheirando e logo ao lado havia um bilhete… concentrou-se o lendo…
“ Não preciso da boa noiva, ou da noiva exemplar sorridente meiga e perfeitinha, quero você com seus gostos, com seus modos e com seus olhares, quero você por completa essa noite… seja você mesma, seja a minha Clara….”
Marina…
Leu e releu mais uma vez o bilhete, por fim desistiu de tentar entender realmente o significado daquelas palavras, se serviu de sucos com algumas torradas, o sol estava quente ela notou e a noite haveria de ser maravilhosa…
Quando se deu por satisfeita se levantou, precisava urgentemente de Flavia, mais logo notou que ela não estava em casa ao bater na porta mais de três vezes, olhou o relógio já eram quase 2 da tarde, como poderia ter dormido tanto assim ?
Se vestir com rapidez colocando uma calça Jean com um par de tênis e uma camiseta bem apertadinha branca, prendeu os cabelos e se maquiou levemente se perfumou após escovar os dentes estava pronta para sair…
Se encaminhou ao cabeleireiro que havia marcado ontem foi tratada como uma princesa por todos…
Se parasse para perceber fazia tempo que não era tratada com uma mulher da vida, exceto por Marina aquela vez que saiu pela noite para os braços de Vanessa, ao ouvir aquele nome lhe subiu a vontade de ainda estar mais bela, se concentrou aguentando as dezenas de coisas e produtos que eram colocados em seu rosto para a sua pele estar maravilhosa a noite, gostou do resultado, saindo do salão almoçou em restaurante ali mesmo do lado, pediu uma comida leve e nada gordurosa, a noite estava bastante agradável, se levantou pagando a conta deixando uma gorjeta bem gorda para o garçom gargalhou de si mesma quando alguma vez se dera o luxo de dar uma gorjeta a alguém, pegou o táxi de volta para o hotel, sorria agradecendo ao jovem que comandava o elevador e subiu para a suíte novamente..
Em quanto se vestia ao olhar no espelho novamente, não pode deixar de reparar em como estava diferente,se percebesse seu comportamento ao longo do dia veria que na verdade havia se transformado em uma dama, em uma linda e maravilhosa dama…
Sorriu as gírias haviam sido postas de lado, e no lugar palavras cultas e sorrisos delicados e sinceros, a voz baixa e controlada e o andar firme sem em nenhuma forma rebolar, pegou seu vestido na mão era vermelho, um vermelho vivo de um tecido e corte maravilhoso…
Oh Deus como era maravilhoso, longo e esvoassante, delineava completamente o corpo de Clara, pelas suas formas justas e marcantes no corpo as sandálias eram da mesma forma maravilhosas e em um salto agulha altíssimo…os cabelos estavam um tanto preso , um tanto soltos penteados impecavelmente sem nenhum único fio fora do lugar, e cacheados, com cachos grossos e bem definidos caindo ao longo das costas onde o vestido era aberto com pontos de luz espalhados pelo mesmo e sobre os olhos caia levemente a franja lisa presa com cuidado atrás da orelha…
A maquiagem era forte e marcante, propicia para uma festa à noite e de gala…
Fora esse detalhe Clara havia algo mais a adicionar, seus olhos brilhavam e como brilhavam…
Alguém bateu a porta e pelo tom de voz que falava lá fora era Flavia, sorriu a mandando entrar em quanto fazia os últimos ajustes, no vestido Flavia sorriu alto se aproximando…
Flavinha: Você está linda, Clara do céu , imaginei que estaria deslumbrante mais não dessa maneira, que belo vestido, e que maquiagem mais perfeita para a ocasião..Aiiiii – deu outro gritinho de excitação – Só por hoje teremos histórias para contar pelo resto da vida…
– Mais Clara só conseguiu falar agora após ver Flavia, ela estava tão elegante que chegava até ser arrogante, sorriu o vestido era na cor dourada e também longo um tomara que caia acompanhado com uma bela encharpe, os cabelos estavam presos no alto com um coque magnífico e somente a franja bem cortada cai por sua testa…
Clara: Você não fica atrás está linda Flavinha..E está tão elegante que eu me sinto…até pequena nesse vestido…
Flavinha: Então somos duas, porque duvido que haverá outra mulher vestida como você naquela festa…
Clara já se olhou no espelho, querida.. – Clara sorriu se aproximando no espelho e Flavia logo as suas costas, alisou sua bochecha olhando também no espelho… – Você é linda Clara, admire se…
Você vai deixar minha irmã a beira da loucura…
Clara: Ah não fala asneiras Flavia, além do mais sei que Vanessa irá…
Flavinha: E você deixará Vanessa no chinelo, se bem a conheço irá de preto, claro o vestido será também magnífico , mais não sei, algo em você está chamando por demais a atenção…
Clara: Se preocupou – Acha que é muito decotado, Ah Deus pareço o que realmente o que sou ? A maquiagem está muito forte, eu posso tentar fazer uma clara e…
– Flavia a interrompeu.
Flavinha: Cala se mulher, está tão nervosa que nem sabe o que fala, sim você está parecendo o que é… – sorriu – A dama linda, e noiva da milionária Marina Meirelles…
Garota você vai arrasar essa noite…
– Clara sorriu um pouco insegura… iriam de avião até o local pois ficava meio afastando de onde se encontrava o local, Flavia iria um pouco atrás pois esperaria seu misterioso par…
Clara desceu insegura, sentia o leve temor e a boca estava seca pelo nervosismo, sorria para as pessoas junto com ela no elevador , os olhares a informavam que ela estava linda… saiu do elevador caminhando sem nenhum rebolado, parecia flutuar…
Levantou a mirada para encarar quem quer que fosse e mais uma vez parou, sem poder continua andando, Marina estava ali com as pernas cruzadas, encostado de lado de frente para ela em uma pilastra que sustentava o hotel, um sorriso mais sensual que ela já poderia ter visto em sua vida…
De preto em seu maravilhoso vestido, os cabelos soltos e penteados e o perfume…
Sentiu a leve impressão de poder senti la dali, Céus estava apaixonada, e muito apaixonada…
Seus lábios tremeram quando Marina estendeu uma das mãos chamando por ela…
Ela sorriu mordendo os lábios pintados agora elegantemente de vermelhos… estendeu sua mão caminhando até Marina…
Rumo a Marina, percebeu então que era onde queria estar por toda sua vida, naqueles braços junto dela, tão próximo a Marina!
Suas mãos se encostaram a de Marina a puxou com rapidez até ela a abraçando , a abraçando fechando os olhos…
Ela esta magnífica pensou em quando seus dedos trêmulos e frios pelo nervoso deslizavam pelas costas aonde o vestido não cobria…
Aquele perfume tão doce e suave percorreu suas narinas como droga a apertou um pouco mais contra si lhe beijando sutilmente o pescoço, duas e três vezes mais, Flavia passou caminhando para a saída sorrindo dando uma piscada para Clara que sorriu e logo depois fechou novamente os olhos mordendo os lábios quando aquela voz rouca num sussurro lhe disse…
Mari: Eu cheguei a pensar agora… – sorriu – Que pediria para me casar com você…
– Ela sorriu contendo as lágrimas não, não podia chorar…- Você está magnífica Clara, e eu preciso que você saiba disso…
– Ela sorriu deixando de a abraçar para então se olharem nos olhos, profundamente quando faziam…
Clara: Você está linda….
Mari: Eu sei… – Disse debochanda para logo depois sorrir, e assim tão fácil Marina parou de sorriu levando uma caixa de veludo à frente dela que até então Clara não havia percebido…
– De qualquer maneira com ou se isto você está linda, mais desejo que use, é sua por essa noite…
– Ela abriu a caixa de veludo e um colar do mesmo diamante do anel de noivado compunha a maravilhosa peça acompanhada dos brincos…
Clara arregalou os olhos, jamais havia usada tal coisa, ou com tal valor quando aproximou os dedos para tocar a peça Marina fechou a caixa quase pegando os dedos dela, gargalharam com graça e vontade da cena especialmente pelo gritinho de Clara havia dado… Então abriu a caixa de veludo de novo..
Mari: Vire se… – ela o fez sobre os olhares da pessoas que circulavam pelo hotel… e com sensualidade Marina lhe colocou o colar que chegava até ser pesado… e deu um novo beijo no pescoço dela quando fechou o colar, lhe colocou os brincos para então depois a olhar novamente…
Não disse nada, só sorriu passando a língua pelos lábios causando outros temores em seu corpo e no corpo de Clara…
De mãos dadas saíram então caminhando até a saída onde todos sorriam a elas, e elas sorriam a todos…
Entraram no avião e logo foram avisados que em uma hora e sem nenhum problemas com o tempo desembarcariam em seu destino…
O caminho foi silencioso e na poltrona ao lado de Clara Marina sentiu as mãos dela trêmulas, a pegou estavam também frias…
A olhou e não precisou dizer mais nada porque Clara sabia o que Marina queria lhe dizer “confia em mim, confie em mim Clara…
“Ela confiou, quando desceram do carro que os conduziram até a verdadeira mansão iluminada Clara se estremeceu…
Marina ofereceu a mão para que ela saltasse do carro rapidamente a pegando pela cintura caminhavam junto com outras pessoas pelo longo tapete até a entrada da casa, ao chegarem parecia que o salão havia parado para as observarem e a música estranhamente terminava também naquele momento.
As mulheres de boca aberta, os homens alguns senhores e outros jovens as observavam com um grande sorriso no rosto…
Clara abriu a boca lhe falta o ar, então como em um consolo e para a explosão da magnífica entrada Marina lhe puxou o queixo lhe dando um selinho demorado… quando a soltou sorriu voltaram então a caminhar até uma elegante senhora que parecia ser então Marieta a aniversariante da grande festa…
Mari: Tia ? – Disse a mulher se virou dando um gostoso sorriso abraçando Marina com afobação…
Marieta: Ohh minha menina, pensei que não viria, já não estou aguentando esses bandos de chatos falando sobre negócios…
– Marina gargalhou junto com a tia, se reparasse bem nela parecia com Marina, a boca era a mesma e os olhos eram bem parecidos, Clara sorria com o comentário quando Marieta a olhou de cima a baixo com as sobrancelha levantadas, Marina se pôs gelada…
Marieta: Até quem em fim acertou, Santo. Deus que Mulher mais linda….
– Clara sorriu ainda mais relaxada então Marieta a abraçou na mesma euforia distribuindo beijos pelo rosto de Clara.
– Seja muito bem vinda viu minha filha, fique a vontade e não ligue para os olhares dessa mulheres, então se corroendo de inveja pelo coração da minha sobrinha pertencer a você…Qual é o seu nome ?
Clara: Clara Maria Fernandes.
Marieta: Clara, Lindo seu nome minha filha.
Clara: Obrigada Senhora, me sinto bastante a vontade… – sorriu.
Mari: Olá, parece que esqueceram da minha presença aqui.. brincou Marina apertando Clara contra a lateral de seu corpo…
Marieta: Ahh Vá menina, ande vá servir alguma coisa para a Clara, e arranque mais suspiros dessas invejosas que não pude deixar de convidar…
– Clara gargalhou que senhora mais agradável…
Flavia chegou com um homem lindo e charmoso distribuíam sorrisos… e caricias, Flavinha piscou se remexendo com alegria e Clara não pode de deixar de gargalhar, estavam em um grupo de pessoas conversando e rindo agradavelmente… sem claro de ser observados a cada instante…
Flavia foi até sua tia alegre, conversaram Flavinha apresentou o acompanhante e Clara sorriu de novo, então Marina se virou prestando atenção do que ela tanto sorria…
Mari: Eu sabia, bandida nem me contou que seria ele…
Clara: Desculpe não entendi…
Mari: Eu tinha certeza que ela traria um dos dois, deixe me explicar, Flavinha tem um certo rolo com dois dos nossos empresários, Esse é Robert Lacero o qual com toda certeza ela decidiu ficar e trazer para a festa de família, isso já dura dois bons anos.. – Clara entendeu e sorriu…
Clara: Dois anos, vocês demoram dois anos para apresentares suas noivos para a família…?
Mari: Sim querida… – a mirou – Só fazemos isso quando sabemos que vai durar pelo resto da vida…
– Clara parou de sorrir, porque Marina havia dito isso quando sabia que o resto da vida delas era no Domingo… Separou-se de Marina, precisava pensar, necessitava de respirar…
Marina percebeu a puxou pelo braço discretamente com força dizendo..
Mari: Eu na vou deixar que você fuja… Não mais…
Clara: Me solta Marina… – Disse se virou a mirando mais só então percebeu que seus rostos estavam tão próximos que de imediato sus bocas se tocaram… e Marina aproveitou para lhe mordiscar os lábios passando a língua sobre eles para então a soltar.. – Você é uma covarde…
Mari: E você é ainda mais… e sabemos exatamente sobre o que eu falo… Em qualquer canto que você se esconder eu vou te achar Clara, nem que eu tenha que mover o mundo inteiro para isso, e querida eu tenho poder o suficiente para isso !
– Sua voz era baixa e em logo seguida soltou Clara para que ela então partisse em busca de ar…
Flavia viu a cena e se não conhecesse tão bem o casal diria que elas apenas conversavam…
Aproximou-se de Marina sorrindo aos familiares para depois se afastar com ela para um outro canto do salão…
Flavinha: Aqui não Marina pelo amor de Deus, não faça isso com ela, ela está tão linda passou a tarde inteira se perguntando se aparentava ser o que é…
– Marina se amaldiçoou novamente por ser tão arrogante e quando saia avistou…
Era Vanessa e ao seu lado estava Luiza Machado, seus olhos imediatamente procuravam para que Marina olhava e avistou Clara caminhando recomposta de volta para o salão, sorriram uma a outra e Vanessa ergueu as sobrancelhas triunfantes ao ver a cara de Marina…
Não desejava olhar Vanessa e nem a própria Vanessa só desejava Clara ali próxima a Marina a olhando nos olhos quando faziam quando faziam amor…
Clara parecia distraída em seus próprios pensamentos agora voltando até Marina que a pegou pela cintura caminhando até uma sala próxima dali, ela não poderia olhar para nenhuma mulher, para nenhuma outra mais…
Clara o que acontece ? Foi então surpreendida pelo beijo que Marina deu em seus lábios, a segurando pela nuca e pela cintura introduzindo sua língua dentro da boca quente que também correspondia sem nenhum bloqueio, sorte que aquele batom não borrava se não sua cara inteira estaria vermelha…
Clara: O que você ta fazendo ?
Mari: Droga eu não sei, eu só precisava disso…
Clara: Disso o que ? — quase gritou em quando ela a apertava contra seu corpo…
Mari: De você, eu precisava de você… – Se beijaram novamente… e Clara correspondeu na mesma intensidade, Marina estava se entregando e temia isso…
Em instantes tiveram que se separar para poderem respirar, Clara estava ofegante se afastou dela se aproximando de um espelho, arrumou o batom, pelo menos não havia amassado e nem bagunçado o vestido e o penteado. Marina seguia a olhando..
Clara: Eu demorei o dia inteiro para me arrumar Marina, não seria uma boa ideia fazermos o que tem em mente, espere…
Mari: E não quero sexo –quase gritou se aproximando – Entende? Não agora… Droga Clara…Droga.. – ela franziu a testa.....
Mari: Porque você está tão irritada, Por Deus o que foi que eu fiz…?
– Então a ficha caiu em Clara como um dia claro de sol.
– A Vanessa chegou… – Disse sorriu irônica – E sei que não é da minha conta mais quando você me beija é nela que pensa não é…
– A incredulidade de Marina foi tanta que não disse nada…
– Eu já entendi, o que é que você quer? Fazer ciúmes a ela ? Ok nós podemos fazer, quer que eu me insinue na frente de todos, tudo bem eu faço, dê a sua ordem Marina…
Mari: Eu não…
Clara: Dê a porcaria da sua ordem.. – ela gritou mordendo os lábios não deixando as lágrimas caírem..
– Maldita hora que eu aceitei esse programa… Maldita hora…
– Marina então a pegou pelos pulsos fazendo com que ela a mirasse
Mari: Sua tola… — E a beijou novamente mais dessa vez com o desejo evidente no corpo e na alma suas linguas se acariciavam se procuravam… em fim Clara teve força para dizer…
Clara: A Vanessa está esperando…. – E Marina a soltou, com tantos sentimentos engasgados na garganta, ela arrumou o vestido, e Marina arrumou os cabelos ….
Com uma tremenda vontade de enforcar Clara… pensando bem beija la seria a melhor ideia…
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