Uma chance de ser mais

8 Capitulo 7 - See The Truth


Notas iniciais
Eaee, gente, o capitulo não ficou muito grande porqeu ainda estou em semana de porvas, mas precisavaaa postar pra vocês né kkk muito tempo ja. Amanhã tenho minha "Ultima" prova então la pra terça ou talvez até antes eu poste um novo. Boa leitura! LEIAM AS NOTAS FINAIS. Porque esclareci uma coisa sobre o capitulo. (letra grande foi para chamar atenção kkk bjss)

I cannot stop this sickness taking over
It takes control and drags me into nowhere
I need you help I can't fight this forever
I know you're watching
I can feel you out there

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–Então, conseguiu o que queria, agora me dê o que eu quero.

A criatura sombria dentro da imagem de um adolescente sorriu presunçoso.

–Dar o que você quer? Isso seria, toda aquela história de poder e levar Scott e companhia para seu bando?

Deucalion e Jeniffer o encararam desconfiados.

–Se eu der o que você quer? Como vou conseguir o que eu quero?

–O que? Tinhamos um acordo!

Nogitsune sorriu, inclinando a cabeça levemente para o lado dando um falso olhar de piedade, para depois dar mais um leve sorriso vitorioso.

–Nunca confie em uma raposa.

Deucalion o encarou com raiva, suas feições já mudando para o monstro que ele se tornava. Jeniffer cerrou os punhos igualmente irada. Mas Nogitsune não pareceu se importar nem um pouco, caminhou lentamente pelo local enquanto falava.

–Nosso acordo será quebrado com um enorme prazer, e como recompensa eu os deixo viver, ir embora procurar outro bando ou o que quer que queiram fazer com a vida de vocês.

Deucalion rugiu transtornado e avançou sobre o garoto aparentemente frágil. Antes que chegasse em seu alvo a imagem de Stiles se virou com uma calma e uma extrema facilidade, levantando o punho e socando o rosto de Deucalion em um primeiro momento. Era como naquelas cenas de filme de ação passando em câmera lenta.

Nogitsune socou Deucalion ainda no ar, indo em sua direção, para logo depois abrir a palma da mão e o arremessar por uma força invisível contra a parede. Deucalion se chocou fortemente contra a parede, mas não demorou muito para se recompor e tentar inutilmente um novo ataque. Novamente sem sucesso.

–Faça alguma coisa! –Ordenou Deucalion para Jeniffer.

–Fazer o que? Nemeton me curou e tudo o mais, mas ainda estou me fortalecendo, eu não posso com... –Olhou com asco e indignação para Nogitsune. –Isso. –Completou.

Nogitsune sorriu divertido. Indo em direção a porta.

–Se eu fosse vocês partiria antes que as coisas por essa cidade fiquem um pouco mais... Doloridas.

Se virou e partiu.

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Andava pela rua deserta e gelada da cidade, a chuva tinha acabado de parar então o chão estava molhado e em alguns pontos haviam possas de água. O caminho estava deserto e tudo parecia mais escuro do que o normal, e não era só pelo fato de estar de noite.

Ouvi algumas risadas ao longo do caminho, no fim da rua vinham uns cinco ou seis jovens, tropeçando nos próprios pés, tomando toda a extensão de largura da rua. Um dos caras agarrado na cintura de uma das meninas. Eles carregavam cada um uma garrafa e riam alto e exageradamente. Estavam bêbados.

Aparentavam ter mais do que vinte e um anos. Me aproximava cada vez mais deles, uma onda de sentimentos estranhos começando a crescer dentro de mim. Como estavam um ao lado do outro não conseguiria passar por eles sem que um de nós desviássemos um do outro. Estávamos quase frente a frente. Um deles cutucou os demais e sussurrou algo, pararam de rir e me encararam com sorrisos perversos.

–Olha só, um garoto perdido. Esta perdido pirralho? –Disse um deles, uma das mãos no bolço da calça e a outra segurando a garrafa de qualquer coisa na mão livre.

Parei de andar, em pé em frente deles, eu não estava com medo, era uma sensação estranha, de perder. Não quero sair daqui, não quero desviar, estou em sentindo como uma pessoa louca procurando por confusão, querendo brigar, tendo essa sede de massacre.

–Sai do meu caminho. –Me surpreendi com as palavras que saltaram da minha boca, eu não queria que eles saíssem do meu caminho, queria que ficassem, que brigassem comigo, queria socar a cara de um deles, sentir o sangue escorrer pelas minhas mãos.

Eles riram exageradamente, dando mais evidencia a grande quantidade de álcool no organismo deles.

–Que valente. –Disse outro com ironia. –Vamos fazer um combinado, você passa o celular, carteira e que mais tiver de valor e não sai tão machucado daqui, pode ser?

–Quero ver você tentar encostar em mim. –Disse novamente. Eu só podia estar ficando maluco, mas minha língua se movia e pronunciava as palavras, o tom da minha voz era firme e desafiadora.

Dois deles partiram para cima de mim, na intenção de desferir um golpe contra meu rosto, mas senti como se eu tivesse todo o tempo do mundo para desviar deles, e eu o fiz.

Sorri sarcástico.

–Que pena, não terá outra chance. –Movimentei minha mão rapidamente, uma mão em cada o um, os punhos fechados foram em direção ao estômago de ambos e ao mesmo tempo senti uma forma sobrenatural ser posta ali e os dois foram arremessados para trás, caindo contra o asfalto molhado.

Outro dele puxou um canivete do bolso, soltando a cintura da mulher com quem estava agarrado, enquanto os dois caídos no chão se levantavam com dificuldade, arfando de dor e surpresa. Olhei para o canivete com prazer.

–Que bom que trouxe uma arma, estava preocupado por não ter nada afiado para fazê-los sangrar.

Com rapidez golpeei o cara e peguei seu canivete, os outros dois tinham se levantado. A mulher se afastou um pouco da cena, mas permaneceu ali. Todos eles vieram de uma vez para cima de mim, mas não sofri um aranhão. Golpeei um atrás do outro, fazendo-os se baterem, enfiei o canivete em todos eles, no estomago, no ombro, cortes no rosto, nas pernas, onde conseguisse atingi-los. Quatro deles já tinham caído quase que desacordados, um deles permanecia com de pé em extrema dificuldade.

Vê-los com dor me dava uma sensação mais forte, como se a cada gemido e expressão de dor me tornasse mais forte. Por ultimo enfiei o canivete no pescoço do ultimo de pé, que gritou antes de cair desacordado no chão com o sangue inundando o chão a sua volta. A mulher que surpreendentemente ainda estava ali gritou e fez menção de correr, estendi uma das minhas mãos e ela caiu no chão quando a luz azul a atingiu com rapidez. Ela começou a chorar, um pouco do cabelo grudando nas lagrimas de suas bochechas.

–Desculpe, mas sem testemunhas. –Segurei seu rosto com as mãos e em um gesto rápido quebrei seu pescoço, e fiz o mesmo com os outros que ainda estavam vivos.

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Acordei em um sobressalto puxando o ar com força, sentindo o suor escorrer frio pela minha testa. Olhei em volta percebendo que estava no meu quarto. Okay, tudo estava bem. Apesar de ter acordado agitado estranhamente não me lembrava do que tinha sonhado, apenas lapsos sem sentindo nenhum.

Balancei a cabeça tentando parar de pensar nisso, pesadelos não eram novidade, olhei o relógio e já estava na hora de acordar para a escola.

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POV Lydia

Corria desesperadamente pela floresta fria, os pés descalços e vestindo meu pijama. Algo estava atrás de mim e eu nem sei o que era, mas durante esses anos aprendi que se você esta na floresta e sente alguém te observando ou algo do tipo, você deve correr como se sua vida dependesse disso, e com certeza ela depende.

Num momento que olhei para trás tentando ver o que me perseguia acabei tropeçando e meu corpo foi lançado ao chão, senti a dor se espalhar pelo meu corpo e a coisa que me perseguia chegar até mim, fechei os olhos temendo o pior. Ouvi os galhos e folhas estralarem, como quando alguém caminha sobre eles.

–Hey. –Ouvi a voz conhecida me chamar, senti todo o meu corpo se arrepiar e meu coração disparar desesperadamente.

Ergui os olhos olhando a mão estendida a minha frente, ergui mais um pouco e senti mais um arrepio ao ter certeza de quem era.

–Allison? –Disse com a voz tremula. Ela esboçou um sorriso, expondo suas covinhas em suas bochechas.

Levantei minha mão tremula e temi tocar a dela, mas o fiz, a sentindo em uma temperatura normal, não muito quente ou muito gelada. Meu coração batia tão forte em meu peito e as lagrimas já começavam a inundar o meu rosto.

Allison me ajudou a levantar e fiquei frente a frente com ela. As roupas pretas e a aljava com os arcos em suas costas. Sorri tremulamente e me aproximei a abraçando, deixando as lágrimas escorrerem.

–É você, eu não acredito, é você. –Disse em meio aos soluços que começavam a vir em minha garganta. –Você não morreu, você esta aqui.

Nos afastamos um pouco e sua expressão se tornou triste.

–Não. –Disse firme. –Eu vim alerta-la.

–Franzi o cenho.

–Me alertar?

–Você precisa ver Lydia, precisa ver a verdade antes que seja tarde de mais.

–Allison, que verdade? Do que você esta falando?

–Eu tenho que ir.

–Não Allison! Me explica, não vai, espera! Eu sinto sua falta, por favor!

–Também sinto sua falta. –Ela sussurrou, dando mais um sorriso, mas mais triste dessa vez. –Eu te amo Lydia. Se cuida e não se esqueça, veja a verdade. –Disse começando a se afastar, ficando mais clara como se... Como se fosse desaparecer.

–Eu também te amo. –Disse em meio as muitas lagrimas que desciam como uma cascata por meu rosto. –Vou tentar.

Nossas mãos ainda estavam segurando uma a outra, então ela soltou minha mão lentamente, dando alguns passos para trás enquanto desaparecia, até sumir completamente. Cai de joelhos, colocando as mãos na cabeça e soltado um grito alto de frustração.

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Me sentei em minha cama, sentindo meu rosto completamente molhado, a respiração ofegante. Levei minha mão ao meu rosto e ele realmente estava molhado, até mesmo pingava, mas não era suor. Funguei, constatando que eram lagrimas, muitas lagrimas. Me lembrava de cada detalhe do sonho, podia ainda sentir nosso abraço, o toque de nossas mãos unidas novamente. Lembrava com perfeição de seu sorriso com covinhas que sentia tanta falta.

Mas o mais importante. O que ela queria que eu visse? Que verdade eu deveria perceber?

Notas finais
Eaeeee gostaram? Não teve interação entre eles nesse sorry, mas no proximo tem... coisitas kkk precisava dar um rumo pra essa descoberta do titio nogi né e to na correria de entregar trabanho, fazer prova e tudo o mais, então não foi muito grande. Vou tentar postar o proximo la pra terça, bjss comentem!! P.S.: Esclarecendo uma coisa. Tipo, não sei se ficou assim muito claro, mas aquilo não foi um sonho (Não estou dando Spoiler, só esclarecedno kkk) da parte do Stiles, ele fez mesmo aquilo, como Nogitune, mas ele não se lembra, e como Nogitsune fez tudo aquilo e voltou para a casa, então ele acordou na cama e pensa que foi só um sonho que alias ele não se lembra de de como foi kkk enfim, qualquer outra duvida pergunt anos coments okay, bjss, comentem! Até o proximo.