Uma Segunda Chance para Viver II

2 Capítulo 2- 1 º O inicio de uma nova Vida


Notas iniciais
Oi gente q saudades de voces, descupem a demora para postar é que não sabia como começar. Bem voces vão achar meio diferente a narrativa mais la em baixo eu explico , blz? Espero que realmente gostem do que eu escrevi e não deixe de comentar. Bjs e adorei o comentarios de voces!!

1º O Inicio de uma nova Vida

A felicidade para alguns dura uma vida toda, para outros duras anos, meses ou dias. A felicidade pode estar em um gesto, um olhar, um carinho ou em um singelo sorriso, mais a felicidade existe e todos não importa quando, têm o direito de ser feliz.

Assim foi o caso de Hermione e Tom, até mesmo o homem mais frio, assassino e que não podia sentir nada além da raiva tinha o direito, assim que descobriu o que era o amor, assim que soube o que era a amizade e união, tinha o direito de ser feliz. Por semanas meses ou anos, mais como qualquer ser humano ele também tinha este direito, e assim foi, pena que a felicidade dele e de Hermione foi curta, mais intensa. A felicidade verdadeira durou apenas três anos, três maravilhosos três anos.

Hermione agora estava sentada no jardim lembrando-se dos três anos que viveu a mais completa e pura alegria, a época na qual foi completa e feliz. Olhava sentada em um banco, no bem cuidado jardim, a foto de lindos três bebes, todos sorriam enquanto brincavam com o pai.

Tom havia encantado um boneco de dragão que agora soltava fogo pela boca e voava entre as crianças, Tom se divertia mais que as próprias, vendo o que os filhos faziam para tentar pegar o pequeno boneco. Mel, que era o apelido de Artemis Merope, conseguiu flutuar para alcançar o dragãozinho, Hermione se lembrava de que nunca até aquele momento viu tom com um sorriso tão sincero e orgulhoso como demostrava naquele instante. Logo que Andrew viu que a irmã fez, também se esforçou muito, não flutuou igual Mel, mais conseguiu mudar a cor do bichinho de marrom para vermelho, Tom sorriu para o filho e mexeu em seus cabelos, “ficou muito melhor deste jeito” falou para o filho, com um sorriso encorajador.

Damon viu que só ele que não conseguiu fazer nada para chamar a atenção do pai, e Hermione sabia o quanto ele odiava ser o ultimo em demostra algo para Tom, viu que o menino fechou as mãos com força e olhou para o bichinho que voava em cima de Mel, que ainda tentava levitar de novo para alcança-lo, o olhos de Damon estava faiscando de raiva, e de azul vivo que era estava quase negros e de repente o pequeno dragãozinho pegou fogo, quase queimando Mel e Andrew. Hermione não gostava de brigar com os filhos, Tom muito menos, mais naquele momento ficou muito irritada, levantou-se indo em direção ao grupo mais parou quando viu o que Tom falava.

-Damon – dizia olhando para o filho que estava em seu colo – não faça isto, você quase queimou seus irmãos, da próxima vez tente colocar fogo quando não estiver seus irmãos em volta – e colocou o filho no chão mexendo de novo em seus cabelos.

Na hora Hermione ficou brava, porem hoje tantos anos depois ria do pensamento. Tom não conseguia por mais que quisesse brigar com os filhos, ele era tão carinhoso com ela e as crianças, que muitas vezes Hermione esquecia-se que um dia ele foi o bruxo mais temido de todos os tempos. Claro que tinha suas exceções, como quando estava na frente de seus ex- servos, e de Harry. Tom na frente destas pessoas ainda era sério e frio, muitas vezes durantes estes anos de convivência, Harry perguntou a ela o que ela via nele, e ela sempre respondia “o verdadeiro Tom”. Sabia que o amigo não fazia ideia do que ela estava falando mais Hermione não ligava, o importante era que ela sabia como Tom era gentil, amável e carinhoso com os filhos, os outros era os outros.

Hermione ainda sentada no banco deu um sorriso triste, e suspirou pesadamente. Fazia tanto tempo que sua vida mudou mais uma vez. Ela teve a impressão que nada poderia fazer, que nada mudaria depois de seus dezessete anos, o que poderia acontecer depois de ter se casado e tido seus filhos?

Mais se enganou, no começo foi difícil. Dumbledore conseguiu convencer a todos que Voldemort tinha morrido em uma luta com Klaus, que agora o munda temia. Tom e Hermione mudaram-se para E.U.A, e Tom logo começou a trabalhar no Instituto de Pesquisa Magicas, e ela cuidava da casa e das crianças. Suas amizades agora era os Malfoys, Goyle, Perkisson, e Crabbe. Ela ria de como as coisas mudaram, de seus inimigos agora eram seus amigos. Harry e Gina vinham raramente em sua casa, Tom tolerava a presença de Harry e Harry tolerava a de Tom, pelo bem das crianças, já que Harry e Gina eram os padrinhos de Andrew, e Hermione e Rony eram os padrinhos de Thiago, filhos de Harry e Gina.

Tanto Gina como Hermione não forçava a barra para os esposos, mais ambas se viam com mais frequência. Sempre que dava Hermione ia para a casa da Gina sozinha com as crianças e Gina fazia o mesmo. Outra amizade que se mantinha a mesma era de Rony, agora casado com Luna. Por mais que Harry não gosta-se da ideia, Rony convidou Hermione e Tom para padrinhos de casamento deles, junto com Harry e Gina. Tom não queria ir, mais ao se lembrar que a Sra. Weasley cuidou dela e dele quando os trigêmeos nasceram ele aceitou o convite, claro que Tom nunca admitiria, mais Hermione o conhecia bem demais para saber que ele admirava a velha senhora.

Rony e Luna era padrinhos de Merope, e eles agradavam a afilhada muito. Tom aceitava Rony muito bem, e Rony também. Não eram amigos e Hermione não tinha esperança de que um dia seria, mais a convivência não era forçada e isto ajudava muito. Outros que frequentava muito a casa de Hermione era os Malfoys, Lucio era o único que podia ser considerado amigo de Tom, Hermione achou isto quando o próprio escolheu Lucio e Narcisa para ser padrinho de Damon. Lucio ficou muito feliz com o pedido e Narcisa também. E não se sabe se foi por gratidão ou amizade, mais quando a pequena Ariana Malfoy nasceu eles, chamaram Tom e Hermione também para se padrinhos dela. Draco e a esposa também frequentava muito a casa dos Riddler, Astoria esposa de Draco era uma excelente garota e gostava muito de conversa com Hermione, o que fazia Draco sempre acompanhar a esposa se tornando também, colega de Tom.

Agora uma pessoa que Hermione nunca imaginou que receberia feliz em sua casa, era que ela mais se agradava de quando vinha. Seu odiado professor de poções Severus Snape, ele que ela sempre odiou, que a maltratava, agora era uma presença constante e bem recebida em seu lar. Claro que em quase nada o homem que agora conhecia, lembrava aquele homem frio e áspero que um dia ele foi. Assim que acabou a guerra Severus surpreendeu a todos se casando com uma nascida-trouxa, Janice. Ela era uma mulher de seus quase quarenta anos mais muito bonita, e altiva que logo ganhou a simpatia de todos inclusive de Hermione.

Sua casa era sempre o ponto de encontro dos agora sim, amigos. Tom continuava com seu gosto impecável, e sua altivez. Mesmo ali não sendo nada a mais que eles, ele ainda os dominavam e era superior a eles. Hermione sempre admirara, tudo em Tom e esta sua superioridade era algo que o deixava ainda mais charmoso. Hermione só tinha uma certeza naqueles três anos, ela era feliz. Muito feliz e imaginava que nada podia mudar aquilo, como tantas outras vezes estava enganada, e o pior aconteceu. Uma mudança. Uma terrível mudança.

Em um momento estava feliz, sentada no banco vendo seus filhos brincarem. No outro estava chorando, um homem ou mulher ao menos isto ela sabia, tinha levado uns de seus tesouros, seu Andrew. As lembranças que seguiam após o rapto de seu pequeno, eram como lembranças de outra pessoa, não as delas. Era tudo meio embaçado como se ela pudesse ver aquilo traves de um vidro e que não fosse com ela que aquilo estava acontecendo.

Lembrava-se do grito agudo e sofrido que Tom deu, lembra que conjurou um patrono e em menos de um minuto seus atuais e antigos amigos aparataram ao redor deles. Lembra muito vagamente de Gina a ajudando com os outros pequenos, e lembrou-se com nitidez do porque de estar agindo como um fantasma, como um zumbi, fazendo tudo mecanicamente. Lembrou-se no momento que foi arrumar a terceira cama e não viu o pequeno que deveria estar ali, naquele momento chorou todas as suas lagrimas. Naquele momento pensou que não poderia haver dor maior. Como estava enganada, a pior dor ainda não tinha chegado.

Os meses seguintes foram os piores para Hermione, Tom havia saído em busca de Andrew, prometeu que rodaria o mundo trouxa e bruxo, mais traria seu filho de volta. E assim Tom fez, buscou por Andrew aonde surgia pista, sendo de antigos comensais ou de Klaus, não importava Tom ia atrás para ver. Tom não foi sozinho, Lucio, Harry e Rony foram juntos. Hermione não sabia se seus amigos estavam indo junto como aurores, para vigiar Tom ou como amigos dela por compaixão. Mais isto sinceramente não a importava, o importante para ela era que estava ajudando.

Tom passou seis meses fora com os outros, Hermione enquanto isto sofria sozinha e em silencio , tinha que fingir que estava bem para seus outros filhos, tinha que inventar desculpas para cada pergunta de cade meu pai? Cade o Andrew? Quando papai volta? Quando Andrew volta? Esta era a única que Hermione queria realmente saber. Seis meses depois, Tom voltou, Hermione viu a imagem do desespero quando olhou para o homem que amava, estava com os cabelos maiores, uma barba bem crescida, e os olhos. Os olhos eram os piores, não havia nada além do desanimo e tristeza, não havia esperança , havia uma coisa que Hermione nunca viu em Tom, e que nunca imaginou ver, quando olhou em seus olhos viu derrota, uma derrota que invadia a alma de Tom.

Hermione o abraçou, e tentou com aquele abraço transmitir todo o conforto e amor que ela sentia por ele. Tom suspirou pesadamente em seus cabelos, na curvatura de seu pescoço e logo Hermione sentiu lagrimas quentes escorrer dos olhos de Tom. O deixou chorar, a única coisa que fez foi abraça-lo ainda mais.

-Me perdoe – falou Tom depois de um tempo abraçado a Hermione.

-Pelo que? – perguntou gentilmente.

-Por não proteger nosso filho e nossa família – falou ainda com a voz embargada pelo choro – é minha culpa de nós não estarmos com ele agora, e eu prometi que trairia ele de volta, e mais uma vez falhei.

-Não diga isto, meu Tom – falou o beijando – não foi culpa de ninguém, nós vamos passar por isto junto Tom, e temos que pensar em nossos outros filhos. Eles não podem ser esquecidos e precisam de um pai presente na vida deles. – continuou Hermione calmamente.

Tom a olhou, amava Hermione muito. E sabia que se ela estivesse ao seu lado conseguiria tudo, e passaria por esta etapa. Nunca desistiu de seus objetivos e não começaria agora. Respirou fundo prometeu a si mesmo que acharia seu filho, mais que também ajudaria a Hermione superar isto, que para ela estava tão difícil do que para ele.

Os dias se passaram, Hermione fazia de tudo para parecer normal. Tom também, ia para o trabalho e chegava no horário de sempre, chegava brincava com os filhos e a noite amava a Hermione com a mesma paixão de sempre. Sempre que Harry o avisava de uma pista nova ele ia atrás, mais em nada resultava. Os dias foram se passando e os meses também, e quando viu já fazia um ano. Um ano sem Andrew.

Hermione e Tom cada um carregava sua dor, mais tentava não demostrar, pois sabia que machucava ainda mais o outro. Seus filhos cresciam felizes, sentiam a falta do irmão mais depois como eram inteligentes, viam que perguntar do irmão perturbava o pai e a mãe parou de fazer perguntas. E um dia a esperança de Hermione acabou-se, era uma manhã de primavera, um sábado. As crianças brincavam no balanço e Tom lia um livro no banco do jardim. Viu que Edwiges cruzou a proteção e entregou uma carta a Tom, ele mudou sua fisionomia na hora e se aproximou de Hermione.

-É de Harry – falou com a voz fria que sempre era sinal de que algo o perturbava – encontraram um corpo, e Potter quer que eu vá identifica-lo.

-Ele – Hermione se engasgou não conseguindo continuar – eles acham que pode ser de Andrew?

-Sim – respondeu sério – encontraram a correntinha que eu descrevi ao Potter junto ao corpo.

Tom assim que seus filhos nasceram, deu a cada um uma corrente de proteção e que mostrava onde cada um estava, claro que a pessoa que sequestrou Andrew não era qualquer bruxo e impediu a corrente de ser usada, por isso que ele não foi localizado.

-Eu vou lá, Mi. E se Merlin existe não será Andrew – falou beijando o topo da cabeça de Hermione com carinho e a abraçando em seguida.

Passaram-se horas e nada de Tom dar noticias, as crianças já dormiam cansadas demais para esperar o pai. Hermione ainda sentada na sala em sua poltrona favorita, fitava o retrato onde tinha os três filhos juntos. Quando olhou Tom a olhava com uma expressão triste e em seus olhos onde até aquele momento Hermione via determinação e esperança, já não tinha mais nada. Não precisa ser ditas palavras, pois ela já sabia a resposta de ver o rosto e olhar abatido de Tom.

Seu Andrew estava morto.

Notas finais
E ai o que acharam? Sejam sinceros, sei que não têm muita coisa e não me matem pelo que fiz com Andrew , foi nescessario e voces saberam o por que, minha duvida de começar esta historia era o por onde começar, com os filhos adolescentes ou eles pequenos? Então decedi que os primeiros cap, sera lembranças de Hermione com seus filhos pequenos, até os dias atuais onde começarei a cntar a historias deles, espero que gostem. Bjs.