Uma Nova História! - A Usurpadora

6 Capítulo 6 - "Dá De Dez a Zero"


Notas iniciais
gostaria de agradece a Neide por ter recomendado minha fic, adorei a sua recomendação, ah, e não é preciso a senhorita me ameaça, tá? boa leitura! obs.: ignorem os erros ortográficos, não tive tempo de revisa o capítulo

Capítulo 6

–E entre você e o marido da Paola Bracho nunca aconteceu nada a mais? (perguntou Célia)

–Como assim? (perguntou Paulina nervosa)

–Você e ele foram para cama? Fizeram amor? (perguntou Célia)

–Mas que pergunta Célia! (disse Paulina ficando vermelha ver um tomate)

–Ai amiga, me conta, por favor, não me deixa nessa curiosidade. (disse Célia)

–Ah, Célia, é... É... (Célia a interrompeu)

–É o que Paulina? (perguntou Célia impaciente). Fala logo. (disse Célia)

–Sim! (disse Paulina baixando o olhar)

–Sim, o que? (perguntou Célia). Ah, não, é isso que eu estou pensando, você foi para cama com esse homem. (disse Célia de boca aberta)

–Sim, eu fui para cama com ele, e eu não me arrependo, porque eu o amo como nunca pensei que poderia ama. (disse Paulina já voltando a chora)

–Ai, amiga, não chora! (pediu Célia). Se você o ama tanto, porque fugiu? (perguntou Célia)

–Porque ele pertence à Paola, ele ama a Paola! (respondeu Paulina)

–Amiga, se ele amasse essa maldita, ele não teria feito amor com você! (disse Célia)

–Ele só fez amor comigo porque eu sou idêntica a Paola. (disse Paulina)

–E agora o que você vai fazer? (perguntou Célia)

–Bem, primeiro preciso procura um lugar para fica, e depois arruma um emprego. (respondeu Paulina)

–Você pode fica no meu apartamento! (sugeriu Célia)

–Serio mesmo? (perguntou Paulina)

–Muito! (respondeu Célia)

–Obrigada Célia! (disse Paulina a abraçando)

–Que é isso amiga não tenho nada que agradece. (disse Célia)

–Posso te fazer uma pergunta um pouquinho pessoal? (perguntou Célia)

–Pode! (respondeu Paulina)

–Foi a sua primeira vez? (perguntou Célia)

–Foi! (respondeu Paulina)

–Quer dizer que entre você e o Osvaldo nunca aconteceu anda a mais? (perguntou Célia)

–Não, nunca! (respondeu Paulina). Eu nunca permiti! (disse Paulina)

–Ok! (disse Célia). E me fala ai, como foi a sua primeira vez? Você gostou? O marido dessa Paola é bom de cama? Ele te vez gozar? (perguntou Célia)

–Ai, Célia, mas que perguntas. (disse Paulina sentindo seu rosto corar)

–Ai, amiga, por favor, me conta! (perfil Célia)

–Está bem! (disse Paulina)

Paulina respirou fundo

–Foi incrível, ele foi perfeito, no começo eu fiquei com receio em me entrega para ele, mas quando ele estava me beijando, me acariciando... Todas as minhas duvidas sumiram, ali nos braços dele, eu tive a certeza que ele era, é e sempre será o amor da minha vida, e que eu não iria ter outra charme de ser amada por ele. (disse Paulina)

–Ele é gostoso? (perguntou Célia)

–Muito! (respondeu Paulina sentindo o seu rosto corar novamente)

–E ele te vez gozar ou não? (perguntou Célia). Anda Paulina, fala logo! (pediu Célia). Você chegou ao seu primeiro clímax com ele? (perguntou Célia)

–Sim, ele me fez gozar pela primeira vez! (respondeu Paulina)

–Ahhh, amiga, que tudo! (disse Célia)

–Nós terminamos justos! (disse Paulina deixando uma lágrima cair)

Célia abraçou Paulina

–Com o passa do tempo você vai esquecê-lo! (disse Célia)

–Não, eu nunca vou esquecê-lo, eu vou o ama para sempre! (disse Paulina)

Célia ajudou a Paulina a arruma as poucas coisas que ela tinha, ela acertou a conta no hotel e foi para o apartamento de Célia juntamente com ela.

Fabrica Bracho

–Bom dia, Carlos Daniel! (disse Rodrigo quando Carlos Daniel entrou na sala)

–Só se for para você! (disse Carlos Daniel)

–O que aconteceu? (perguntou Rodrigo)

–A Paulina foi embora! (respondeu Carlos Daniel)

–Como assim? Ela fugiu? E a Paola? Ela voltou? (perguntou Rodrigo)

–A Paola ainda não!(respondeu Carlos Daniel)

–Uma já foi agora só falta à maldita da Paola sair das nossas vidas para sempre. (disse Rodrigo)

–Ela volta em menos de três dias! (disse Carlos Daniel)

–E o que você vai fazer? (perguntou Rodrigo)

–Pedi o divorcio para ela! (respondeu Carlos Daniel)

–Ok! Temos que denuncia a Paulina por ter usurpado o lugar da Paola! (disse Rodrigo)

–Não Rodrigo, isso não! (disse Carlos Daniel)

–Porque não Carlos Daniel? (perguntou Rodrigo). Ela é uma criminosa! (disse Rodrigo)

–Porque não, eu não quero denuncia-la e também não vou permite que ninguém a denuncie. (disse Carlos Daniel firme)

–E porque isso? (perguntou Carlos Daniel)

–É, Rodrigo, tem uma coisa que você não sabe! (disse Carlos Daniel)

–O que? (perguntou Rodrigo)

–Bem, é que... É que eu levei a Paulina para cama na noite passada. (respondeu Carlos Daniel)

–Como? Você fez o que? (perguntou Rodrigo surpreso)

–Isso que você ouviu! (disse Carlos Daniel)

–É uma vadia mesmo! (disse Rodrigo)

–Não a chame assim, ela não é nenhuma vadia! (disse Carlos Daniel com a voz alterada)

–Porque você a defende tanto? (perguntou Rodrigo)

–Porque eu estou completamente... Loucamente... Perdidamente apaixonado por aquela mulher. (respondeu Carlos Daniel)

–Como? (perguntou Rodrigo)

–Eu a ama, como nunca imaginei que poderia ama alguém. (respondeu Carlos Daniel). E o pior de tudo é que eu não faço a mínima ideia de onde ela pode está. Eu preciso encontra-la, preciso encontra-la de qualquer jeito, nem que para isso eu tenha que vira o México de cabeça para baixa, mas eu vou encontra-la. (disse Carlos Daniel)

–Carlos Daniel você deve está confuso, por isso acha que a ama! (disse Rodrigo)

–Não, eu não estou, tenho certeza do meu amor pela Paulina. (disse Carlos Daniel)

–Ok! (disse Rodrigo)

–Rodrigo, posso te pedi um favor? (perguntou Carlos Daniel)

–Claro! (respondeu Rodrigo)

–Quando a Paola volta, o Carlinhos e a Lizete podem fica na sua casa, pelo menos até eu resolve tudo. (pediu Carlos Daniel)

–Mas, é claro que sim! (disse Rodrigo)

–Obrigada!(disse Carlos Daniel)

–E o que você vai fazer para encontra a Usurpadora? (perguntou Rodrigo)

Carlos Daniel olhou para Rodrigo com um olhar de reprovação.

–Não precisa me olhar assim, desculpa não a chamo mais de Usurpadora. (disse Rodrigo)

–Acho bom! (disse Carlos Daniel). Ainda não sei! (respondeu Carlos Daniel)

–Me fala uma coisa, como foi ir para cama com uma mulher idêntica a sua esposa? (perguntou o Rodrigo)

–Foi incrível! (respondeu Carlos Daniel). A Paulina dá de dez a zero para Paola. (disse Carlos Daniel)

–Sério? (perguntou Rodrigo)

–Sim! (respondeu Carlos Daniel). Aquela mulher é um avião na cama, me levou a loucura sem nem ao menos fazer nada para me leva a loucura. (disse Carlos Daniel)

–Hum, vejo que a noite foi boa! (disse Rodrigo)

–Foi maravilhosa, e o melhor de tudo foi sabe que ela nunca tinha sido tocada, que eu fui o primeiro a ama-la. (disse Carlos Daniel)

–Ela era virgem? (perguntou Rodrigo surpreso)

–Sim! (respondeu Carlos Daniel). E mesmo assim foi perfeita, ela tem um corpo perfeito e aquele bumbum, meu Deus, que bumbum que ela tem. (disse Carlos Daniel sorrindo ao lembra-se da Paulina)

–Definitivamente, ela não é igual à Paola. (disse Rodrigo)

–Claro que não é, ao contrario da Paola, ela é boa, meiga, digna, integra... Ela é tudo que a Paola nunca foi e nunca será. (disse Carlos Daniel)

–Isso eu tenho que admiti, ela é boa, sempre se preocupou com a família, tirou a Vovó Piedade do vicio, te ajudou com o Carlinhos, nós ajudou na fabrica... (disse Rodrigo)

–Verdade! (disse Carlos Daniel). E eu a amo tanto, como nunca imaginei ama uma mulher, nem pela Elizabeth eu sentia esse amor que estou sentindo pela Paulina. (disse Carlos Daniel)

–Me responde uma coisa! (disse Rodrigo). Ela gozou? (perguntou Rodrigo)

–Sim! (respondeu Carlos Daniel). Nós terminamos justos! (disse Carlos Daniel)

–Ai, maninho, proporcionou a sua amada o primeiro clímax dela. (disse Rodrigo)

–Ela é incrível! (disse Carlos Daniel sorrindo)

–Essa mulher te lançou de vez! (disse Rodrigo)

–Sinto que se eu não encontra-la vou enlouquecer! (disse Carlos Daniel)

Passaram-se três dias, o Carlinhos havia se internado para ser operado, o Carlos Daniel estava o tempo todo ao lado dele, como combinado a Lizete foi para casa do Rodrigo e da Patrícia, assim que o Carlinhos saísse do hospital iria também. O Carlos Daniel havia dando ordem para todos na casa não comentarem nada com a Paola que todos já haviam descoberto da usurpação, ele queria arma uma armadilha para ela, e para isso ele precisava suporta-la em sua casa. Ele não tirava a Paulina do pensamento, tudo naquela casa lembrava a ela, ele sempre que podia dava varias voltas em diversas ruas, a procura dela, mas nada, ele nunca a encontrava. Ele sempre entrava no quarto, que ela ocupou enquanto usurpava o lugar da Paola, sempre que ele entrava no banheiro vinha a sua mente todos os momentos que passou ao lado dela, todas as caricias. Paulina depois que se mudou para o apartamento da Célia, começou a procura trabalho, e para sua sorte, ela conseguiu um trabalho para cuida de uma senhora, o nome dela era Zenaide, sua filha se chamava Lurdes, todas as duas adoravam a Paulina, ela passou a dormi no trabalho, a Lurdes sempre falava muito do marido, entretanto a Paulina nunca havia se encontrado com ele, ele vivia na fara, passada a noite fora e só voltava no dia seguinte, e o resto do dia passava dormindo.

–Minha filha, vá busca um copo de suco de morango para mim! (pediu Dona Zenaide)

–Claro! (disse Paulina)

Paulina saiu

–Oi, sogrinha! (disse Osvaldo entrando no quarto da senhora)

–O que você faz aqui, seu vagabundo! (perguntou Dona Zenaide)

–Ora, eu vi visita a minha sogrinha! (respondeu Osvaldo)

Dona Zenaide se levantou e se trancou no banheiro.

–Dona Zenaide, aqui está o seu suco! (disse Paulina entrando)

Osvaldo logo reconheceu a voz doce de Paulina, ele se virou rapidamente e a olhou da cabeça aos pés.

–Paulina! (disse Osvaldo sorrindo)

Casa Bracho

Todos estavam na mesa, jantando, até o Carlos Daniel estava, o Rodrigo havia ficado com o Carlinhos para ele ir para casa toma um banho e jantar.

–Boa noite, queridinhos! (disse Paola entrando poderosa na sala de jantar)

Notas finais
e ai gostaram? espero que sim! comentem bastante, por favor, e façam uma escritora feliz beijinhos e até o próximo capítulo :D