Uma Nova História! - A Usurpadora
7 Capítulo 7 - "Gra... Gravida! "
Notas iniciais
Capítulo 7
Casa Bracho
Todos estavam na mesa, jantando, até o Carlos Daniel estava, o Rodrigo havia ficado com o Carlinhos para ele ir para casa toma um banho e jantar.
–Boa noite, queridinhos! (disse Paola entrando poderosa na sala de jantar)
–Paola! (disse Carlos Daniel)
–Que caras são essas? Não gostaram de me ver? (perguntou Paola sorrindo)
Todos os presentes na mesa se olharam
–Dessa vez não demorei tanto para volta! (disse Paola sentando ao lado de Carlos Daniel)
–Com licença! (disse Carlos Daniel se levantando)
Carlos Daniel saiu
–O que deu no meu maridinho? (perguntou Paola)
–Vai sabe! (disse Estephanie). Amor, vamos subir? (perguntou Estephanie)
–Claro! (respondeu Willy)
–Nossa Estephanie como você está mudada! (disse Paola)
–Esqueceu Paola? (perguntou Estephanie). Foi você que me fez muda! (disse Estephanie)
–Claro que não esqueci! (disse Paola)
Estephanie e Willy saíram
–Vovó Piedade não me esqueci de trazer o seu conhaque! (disse Paola)
–Paola, você hoje parece está muito esquecida! (disse Vovó Piedade). Por acaso esqueceu que eu não bebo mais? Que você mesmo me tirou do vicio? (perguntou Vovó Piedade). Vicio no qual você mesmo me colocou. (disse Vovó Piedade)
Vovó Piedade se levantou e saiu
–O que aquela Usurpadora fez neste ano que esteve aqui? (perguntou Paola para si mesma)
Paola subiu para o seu quarto, tomou um banho e vestiu uma camisola muito provocativa.
Casa de Lurdes
–Osvaldo! (disse Paulina surpresa)
–Paulina, é você mesmo? (perguntou Osvaldo)
–Sim! (respondeu Paulina)
–Como você está linda! (disse Osvaldo se aproximando)
–Não chega perto de mim! (disse Paulina se afastando)
–Você ainda não me perdoo? (perguntou Osvaldo)
–Eu não tenho nada que te perdoa, até te agradeço por ter me abandonado. (disse Paulina fria)
–Você não me ama mais? Não senti mais nada por mim? (perguntou Osvaldo)
–Não! (respondeu Paulina). A única coisa que eu sinto por você é asco, nojo, pena. (disse Paulina)
–Pena? (perguntou Osvaldo). Olha só a vida que eu tenho agora! Tenho tudo que eu sempre quis! (disse Osvaldo)
–E é feliz? (perguntou Paulina)
–Posso dizer que sou! (respondeu Osvaldo). Deus ouviu os meus pedidos, eu pedi tanto para te reencontra, Paulina, agora eu tenho dinheiro, sou rico, posso te dar o que você quiser. (disse Osvaldo)
–Eu não quero nada que venha de você! (disse Paulina). E você não tem nada, tudo é da pobre da sua esposa. (disse Paulina com ironia). Ah, e, por favor, não me dirija à palavra, não chegue perto de mim, porque eu não quero ter que sair desse emprego, eu preciso dele. (disse Paulina)
–Mas eu posso te dar o que você quiser, não precisa você trabalhar! (disse Osvaldo se aproximando)
–Eu já disse que não quero nada que venha de você. (disse Paulina)
–Você voltou a se apaixona, voltou a amar outro homem como você me amor? (perguntou Osvaldo)
–Muito mais! (respondeu Paulina)
–Não acredito! (disse Osvaldo)
–O problema é seu! (disse Paulina). E ao contrario de você ele é digno do meu amor, ele merece o meu amor! (disse Paulina)
–Se ele é tão digno assim, como você diz, por que não está com ele agora? (perguntou Osvaldo)
–Saia daqui agora seu vagabundo, ou caso contrario, eu te mato! (disse Dona Zenaide com um vaso na mão)
Osvaldo saiu
–Tudo bem, minha filha? Esse vagabundo de fez alguma coisa? (perguntou Dona Zenaide)
–Sim, Dona Zenaide, está tudo bem! (respondeu Paulina)
Casa dos Bracho
Paola estava deitada pensando
–Preciso sabe tudo o que a Usurpadora fez nesse tempo que esteve aqui! A Lalinha vai me ajuda! (disse Paola para si mesma); não posso nega que estava com saudades do Carlos Daniel, nossa ele está muito mais lindo do que era. (disse Paola para si mesmo). Será que ela transou com o meu maridinho? (perguntou Paola para si mesma). Duvido muito! (respondeu Paola a sua própria pergunta para si mesma). Acho que vou fazer uma visitinha para ele. (disse Paola para si mesma)
Paola vestiu o robe e saiu, ela abriu a porta do quarto do Carlos Daniel com cuidado, quando ela entrou percebeu que ele estava deitado na cama, muito pensativo, ele estava com a camisa aberta e o cabelo um pouco bagunçado.
Paola se aproximou da cama e passou uma de suas mãos pelo abdômen de Carlos Daniel, foi nesse momento que ele percebeu a presença dela no quarto. Ele retirou a mão da Paola e se levantou da cama.
–Aconteceu alguma coisa? (perguntou Paola abraçando Carlos Daniel por traz)
Carlos Daniel se afastou de Paola
–Não! (respondeu Carlos Daniel)
–Então, porque você está me evitando? (perguntou Paola)
–Porque eu não estou me sentindo bem! (respondeu Carlos Daniel)
–Poxa, Carlos Daniel, eu cheguei hoje de viagem, estou morrendo de saudades de você. (disse Paola).
–Já disse que não estou me sentindo bem! (disse Carlos Daniel frio)
–Eu cheguei hoje de viagem, e é assim que você me trata? (perguntou Paola se aproximando de Carlos Daniel novamente)
Carlos Daniel se afastou
–Entenda Paola, eu não estou me sentindo bem! (disse Carlos Daniel). Quando você falava que não estava se sentindo bem, que estava doente, eu entendia, agora, por favor, me entenda. (disse Carlos Daniel). E, por favor, saia do meu quarto, eu quero descansa. (disse Carlos Daniel)
–Ok! (disse Paola). Só me responde uma coisa antes! (pediu Paola)
–O que? (perguntou Carlos Daniel)
–Cadê o Carlinhos e a Lizete? (perguntou Paola). Eu não os encontrei! (disse Paola)
–Quando você foi viaja eu resolvi coloca-los em um colégio fora da cidade. (respondeu Carlos Daniel)
–Ok! (disse Paola)
Paola saiu;
–Droga! (disse Carlos Daniel para si mesmo).
Carlos Daniel ligou para Rodrigo e pediu para ele fica com o Carlinhos essa noite.
Após sair do quarto de Carlos Daniel, Paola foi para o seu, ela trancou a porta e se jogou na cama.
–O Carlos Daniel nunca havia me tratado dessa maneira, tão... Tão fria; (disse Paola para si mesma).
Passaram se um mês e duas semanas, o Carlinhos já havia saído do hospital, como combinado, ele foi para casa do Rodrigo. Tanto ele tanto a Lizete estavam adorando fica na casa do Rodrigo e da Patrícia, pois a Patrícia mimava demais eles dois. A Paola sempre que ia fala com o Carlos Daniel, ele a tratava com desprezo, ela começou a frequenta a casa do Douglas Maldonado, depois de um convite que ela recebeu dele. Ele estava achando que tinha razão, que tudo que lhe falaram sobre a Paola Bracho era verdade, mas ele tinha certeza que a mulher para quem tinha emprestado os dois milhões de dólares não era a mesma de agora. Carlos Daniel continuava a procura Paulina, mas ainda sem nenhum resultado, ele não conseguia para de pensa nela um só momento. Paulina continuava a trabalhar cuidando de Dona Zenaide, por mais que ela tentasse não pensa em Carlos Daniel, ele não saia da sua mente. Lurdes estava planejando um jantar para comemora o aniversario de Dona Zenaide. Osvaldo tentava de todas as formas se aproxima de Paulina, mas sempre sem resultado. Ah, o Carlos Daniel já havia entrado com o pedido de divorcio.
–Paulina! (chamou Osvaldo)
–O que o senhor que agora? (perguntou Paulina fria)
–Não me trata assim! (pediu Osvaldo). Você está me machucando, eu te amo Paulina. (disse Osvaldo)
–Você não ama ninguém! (disse Paulina)
–Eu te amo! (disse Osvaldo se aproximando)
Osvaldo puxou Paulina pelo braço, e envolveu um de seu braços na cintura dela, ele colocou os braços dela para traz.
–Me solta! (pediu Paulina tentando sair dos braços de Osvaldo)
–Não! (disse Osvaldo)
–Se o senhor não me solta, eu vou grita! (disse Paulina nervosa)
–Eu não vou te solta! (disse Osvaldo passando uma de suas mãos por uma das coxas de Paulina). Você continua a mesma, sempre tão linda, esses seus lábios me deixam doido, e esse seu corpo me põe tão duro. (disse Osvaldo)
–Osvaldo, por favor, me solta! (perguntou Paulina deixando uma lágrima cair)
Osvaldo a beijou, Paulina tentava se afasta dele, mas ele era mais forte, ela começou a chora descontroladamente, em uma maneira de tenta que ele a soltasse, ela mordeu o lábio interior dele com muita força.
–Aiii! (gritou Osvaldo soltando Paulina). Você ficou louca? (perguntou Osvaldo)
–Nunca mais me toque, seu... (Paulina teve que se apoia na mesa para não cair, ela sentiu uma tontura muito forte)
–Paulina, você está bem? (perguntou Osvaldo se aproximando)
–Não se aproxima de mim! (disse Paulina)
–Você não está bem! (disse Osvaldo)
–Só foi uma tontura já passou! (disse Paulina)
Paulina respirou fundo, e saiu
Casa dos Bracho
–Carlos Daniel, meu neto, eu recebi um convite e gostaria que você fosse comigo! (disse Vovó Piedade)
–Ah, não Vovó Piedade, não estou com animo para festa! (disse Carlos Daniel desanimado)
–Não vai ser bem uma festa. (disse Vovó Piedade). Vamos, por favor, gostaria muito de chega acompanhada por um homem tão bonito como você. (disse Vovó Piedade sorrindo)
Carlos Daniel sorriu
–Nunca mais tinha o visto sorrir! (disse Vovó Piedade).
–É que eu não tenho motivo para sorrir. (disse Carlos Daniel). Porque a senhora não chama o Rodrigo para lhe acompanha? (perguntou Carlos Daniel)
–Porque eu estou chamando você! (respondeu Vovó Piedade)
–Está bem, Vovó Piedade, eu acompanho a senhora! (disse Carlos Daniel)
–Ótimo! (disse Vovó Piedade)
–Quando vai ser? (perguntou Carlos Daniel)
–Amanha! (respondeu Vovó Piedade). Às sete horas da noite! (disse Vovó Piedade)
–Ok! (disse Vovó Piedade)
Apartamento da Célia
–Oi Célia! (disse Paulina quando entrou no apartamento)
–Oi Paulina! (disse Célia). Pensei que você tinha sido abduzida por ETS! (brincou Célia)
Paulina sorriu
–Eu não fui abduzida! (disse Paulina)
–Hoje não era o seu dia de folga? (perguntou Célia)
–Era! (respondeu Paulina). Mas, eu preferi fica lá cuidando da Dona Zenaide, assim eu não penso tanto no Carlos Daniel. (disse Paulina triste)
–Ai, amiga, que cabeça a minha! (disse Célia). Quer brigadeiro? (perguntou Célia mostrando o brigadeiro para Paulina)
–Não, Célia! (disse Paulina enojada)
Paulina olhou novamente para o brigadeiro e saiu correndo.
–Paulina, o que aconteceu? (perguntou Célia indo atrás de Paulina)
Quando Célia entrou no banheiro, Paulina estava sentada no chão, pálida.
–Amiga, o que aconteceu? (perguntou Célia)
–Quando olhei para aquele brigadeiro, me deu vontade de vomita. (respondeu Paulina)
Célia ajudou Paulina a se levanta
–Você está pálida! (disse Célia). É a primeira vez que você senti vontade de vomita quando vê algum tipo de comida? (perguntou Célia)
–Não! (respondeu Paulina). Nós últimos dias por qualquer coisa eu fico enjoada, e também tenho tonturas constantemente. (disse Paulina sentando na cama)
–Paulina, posso te fazer uma pergunta? (perguntou Célia)
–Pode! (respondeu Paulina)
–Você e o marido da Paola Bracho usaram preservativo quando foram para cama? (perguntou Célia direta)
–Nossa você é bem direta; (disse Paulina)
–Sou! (disse Célia). Mas, me responde, usaram ou não usaram? (perguntou Célia)
–Não! (respondeu Paulina)
–Paulina, amiga, você já parou para pensa que pode está gravida? (perguntou Célia)
–Gra... Gravida! (repetiu Paulina incrédula)
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