Notas iniciais
Gente esse capitulo é dedicado a Mila Pink e a NinaDandae por acompanharem a fic!!!!! Leiam o aviso embaixo!!!

Capitulo 6 – Vamos Passear (Por Isa)

Quando chegamos à casa grande Quiron estava jogando cartas com o Sr D.

- Você queria falar com a gente, Quiron? – perguntou Clara.

- Sim, eu quero. Vocês sabem que existem muitos meios sangues espalhados aqui nos Estados Unidos? – disse ele.

- Sim, nós sabemos.

- Então, não há sátiros suficientes para tantos meio sangues então vocês, meio sangues devem ir atrás de outros de vocês.

- O que você quer dizer com isso?

- Eu quero dizer que vocês quatro devem ir atrás de três meio sangues. Vocês partem amanhã.

- O que?

- Como nós sabemos quem eles são? – perguntou Bia.

-Eles estão todos nessa lista. Aqui tem o nome, o endereço e de quem eles são filhos – ele disse entregando a lista para Bia.

Ela olhou a lista, fez uma cara de dúvida e perguntou:

- Tá, mas elas moram fora da cidade. Como iremos buscá-las?

- Nós daremos a vocês dinheiro mortal para pagarem o que precisarem, dracmas para se comunicar e Apolo virá buscar vocês amanhã as cinco e meia da manha.

- Pera aí, deixa eu ver se eu entendi. Nós vamos no carro do Sol com o deus do sol. – disse Clara.

- Sim. Então eu sugiro que arrumem suas coisas para amanhã, tomem banho, jantem e vão dormir. – disse o Sr D de forma arrogante.

Depois desse comentário “delicado” do Sr D nós fomos cada um para o seu chalé.

Quando cheguei ao meu chalé peguei uma mochila e abri meu armário. Peguei algumas trocas de roupas, um lanchinho, o dinheiro, um travesseiro (quem sabe o que pode acontecer), os meus óculos escuros, um casaco e outras coisas de higiene pessoal.

Depois eu tomei banho e já que ainda era cedo de mais para jantar eu fui para a praia. Quando eu cheguei lá sabe quem eu encontrei sentada na areia? Se você disse Bia acertou. Eu cheguei perto e sentei ao seu lado.

- Oi. – eu disse.

- Oi, Isa.

- O que você faz aqui?

- Eu acabei de arrumar as coisas, tomei banho e vim pra cá pensar.

- Pensar em que?

- Em tudo que acabou de acontecer, sabe.

- Eu nem to acreditando que a gente vai andar no carro do Sol e vai conhecer um deus.

- Bem na verdade a gente já conhece um deus, Dionísio lembra?- ela disse depois fez uma careta para mim estilo filha de Atena.

Nós duas começamos a rir. Depois ela começou a jogar água em mim, sem usar as mãos.

- Como você fez isso? – eu perguntei.

- Sei lá. Eu acho que é porque eu sou filha de Poseidon! – ela respondeu sarcasticamente.

Nós continuamos a nossa guerra de água. Quando eu dei por mim eu estava encharcada e a Bia estava seca.

- Eu tinha acabado de tomar banho e agora vou ter que tomar outro. – eu disse com raiva.

- Não vai não. – Ela disse enquanto pegava minha mão.

De repente a água estava sendo sugada do meu corpo e das minhas roupas e virou uma bola de água flutuante na mão dela. Quando eu estava pronta para falar alguma coisa corneta do jantar tocou.

Quando nós chegamos ao refeitório cada uma foi para sua mesa. No caminho para a minha mesa acenei para Clara e para Matheus e me sentei.

Depois de oferecer a comida para minha mãe fiquei olhando Bia em sua mesa sozinha naquela hora senti pena dela por não ter irmãos então estaria sempre ali, comendo sozinha.

Após o jantar, fomos para a fogueira ouvir os filhos de Apolo cantado. Eles cantaram muito bem, como sempre, e nós fomos cada um para seu respectivo chalé.

No dia seguinte acordei quatro e meia da manhã para tomar banho e me arrumar para a viagem. Eu tinha de estar casual, mas nem tanto, pois estaria na presença de um deus.

Sai do meu chalé em silencio para não acordar ninguém. Faltavam 10 minutos para dar cinco e meia, então fui andando calmamente até o topo da colina. No caminho encontrei Clara e Bia. Clara estava com cara de morta de sono e Bia estava como sempre sorrindo.

- Bom dia! – disse Bia.

- Bom dia. – dissemos eu e Clara em uníssono.

Depois desse comprimento desanimado continuamos em silencio. Quando estávamos mais perto do topo da colina avistei Matheus e um homem bonito do seu lado.

O homem parecia ter uns 25 anos, corpo atlético e musculoso, pele morena, cabelos dourados, olhos amarelos meio alaranjados e um sorriso tão branco que se fosse mais segaria.

- Bom dia! – disse Bia quando chegamos ao topo da colina, fazendo Matheus e o homem virar para nós.

- E aí? – disse o filho de Hermes.

- Oi. Desculpe ser rude, mas o senhor é... – disse Clara

- Desculpe, eu sou Apolo. – disse o deus beijando as nossas mãos e me deixando corada.

- Isa, filha de Demeter.

- Clara, filha de Hermes.

- Então você é irmã desse pestinha aqui, né? – disse Apolo dando um cascudo em Matheus.

- É infelizmente. – ela respondeu.

- E você, quem é? – ele disse apontando para Bia.

- Sou Bia, filha de Poseidon.

- Prazer priminha. Bem, quem vai querer ir na frente? – ele perguntou apontando para um Porsche.

- Eu quero! – disseram Bia e Matheus juntos.

- Bia você vai na frente.

- Isso! – disse a filha de Poseidon.

- Mas... – disse Matheus.

- Olha o cavalheirismo, garoto. Bem é melhor nós irmos. – disse o deus olhando para o relógio.

Nós entramos no carro, colocamos os cintos, Apolo deu a partida no carro e nós começamos a voar.

- Para onde nós vamos? – perguntou Apolo.

- Nós vamos buscar primeiro a Letícia, filha de Dionísio, em Chicago. – respondeu Bia.

- Nossa, eu adoro a Califórnia. A propósito como vão os meus filhos?

- Vão bem, senhor.

- Não precisa dessa formalidade. Chame-me de Apolo.

- Ok, se... Apolo.

No meio do caminho os filhos de Hermes dormiram, eu e Bia estávamos olhando a paisagem. Era realmente lindo. Foi a primeira vez que eu sai do chão, então estava sendo fantástico.

Quando eu olhei para a filha de Poseidon, ela estava olhando para a janela com fones nos ouvidos e um ipod nas mãos batendo levemente os pés. Depois olhei para Apolo que estava balançando a cabeça, com se estivesse ouvindo música.

- Apolo, o que esta fazendo? – eu perguntei.

- Você sabe que os deuses conseguem ler a mente dos mortais, não é? – ele perguntou.

- Sim, sei.

- Bem, a sua amiga Bia está ouvindo música então à música toca em sua cabeça. Já que eu sou um deus estou ouvindo a música em sua cabeça. – ele explicou.

Agora eu sei que não devo pensar nada com a presença de um deus. Sabe, seria muito sinistro pensar em algo constrangedor e alguém ouvir o que você esta pensando.

Apolo disse que estávamos perto, então por causa da minha maldita hiperatividade, eu não conseguia parar quieta. Até que o carro começou a entrar em processo de aterrissagem.

Quando nós finalmente aterrissamos, agradecemos e nos despedimos do deus do sol e fomos a procura da filha de Dionísio.

- Onde ela mora? – perguntou Clara.

- Ela mora a algumas quadras daqui. –respondeu Bia.

Nós andamos cerca de uns quinze minutos até que paramos de frente a uma casa lilás. Bem isso faz todo sentido: Dionísio + vinho = casa lilás.

Na frente da casa havia uma menina de cabelos longos pretos e cacheados, branca, baixa e meio gordinha, regando umas plantas.

- Da licença, você é a Letícia? – perguntou Bia.

- Sim sou eu. Quem são vocês? – perguntou ela um pouco assustada.

- Nós somos Bia, Clara, Isa e Matheus. A sua mãe está em casa?

- Sim, está.

- Nós podemos falar com ela?

- Eu vou chamá-la. – falou a menina entrando na casa.

Depois de um tempo Letícia apareceu com uma mulher alta, magra, branca, olhos castanhos e cabelos longos lisos e negros.

- Quem são vocês? – perguntou a mulher.

- Nós somos semideuses mandados por Dionísio para levar a sua filha para o acampamento, pelo menos para passar o verão. – disse Matheus.

- Entrem vamos conversar lá dentro. – respondeu a mulher.

Nós entramos, sentamos no sofá e começamos a falar.

- A senhora sabe que a sua é uma semideusa, não sabe? – perguntou Clara.

- Sim, eu sei. – respondeu a senhora.

- Então a senhora sabe que Letícia precisa ir para o acampamento treinar e conhecer o pai? – eu disse.

- Eu sei, mas e se ela não quiser mais voltar e me deixar aqui sozinha? – ela disse quase chorando.

- Eu nunca te deixaria mãe! – disse Letícia – E que história é essa de semideuses?

- Você conhece essas histórias de deuses gregos e monstros? – perguntou Bia.

- Sim, conheço.

- Então, elas são reais.

- Como assim?

- Quer dizer que não eram mitos e os deuses continuam andando por aí e tendo casos com mortais, só que em vez de na Grécia ou em Roma, eles estão aqui nos Estados Unidos. – disse o filho de Hermes.

- E você é filha de um deles. – disse a mãe de Letícia.

- Qual deles? – perguntou a menina curiosa.

- Dionísio, o deus do vinho. – eu respondi.

- Existe um acampamento em Nova York onde você passa o verão treinando contra os monstros, pode ir ao Olimpo e conhecer seu pai ou mãe olimpiano. No seu caso seu pai é o diretor do acampamento. – disse Bia.

- Mas querida, eu tenho medo de você ir e não querer mais voltar. – disse a mãe preocupada.

- Mãe, eu nunca deixaria você! Então eu posso ir? – disse a menina entusiasmada.

- Só se você me prometer que vai voltar. – disse a mãe quase chorando.

- Mãe, eu te prometo que eu vou voltar. – disse Letícia limpando as lagrimas da mãe, abraçando-a.

- Então, vamos arrumar suas coisas! – disse a mulher agora sorrindo.

Depois de uns 5 minutos as duas desceram com uma mala GG e uma mochila de costas.

- Vamos! – disse a filha de Dionísio. – Tchau mãe!

- Tchau filha! Tchau crianças!

- Tchau! – dissemos nós quatro em coro.

Quando nós saímos da casa eu perguntei:

- Para onde nós vamos agora?

- Nós vamos para Knoxville, Tennesse. – respondeu Bia.

- Pera aí! Quer dizer que nós não vamos direto para o acampamento? – perguntou Letícia indignada.

- Não. Primeiro nós vamos buscar duas outras meio-sangues. Uma em Knoxville, Tennesse, e a outra em Atlantic City, em Nova Jersey. – disse Bia.

- Tá, mas como nós vamos para lá? – eu perguntei.

- Nós vamos pegar um trem daqui para Nashiville e de lá vamos pegar outro trem para a cidade da garota. – respondeu Clara.

Notas finais
Genteee eu quero mais reviews!!! A fic ta recebendo muito pouco! Entao eu peço a tdos que lerem deixem um review e avisem para todo mundo! Sem pelo menos 3 reviews eu não posto!