Uma História JakeNess- Como Acho Que Deveria Ser 2

35 Capítulo 35 - Não te amo pelas coisas materiais.


Notas iniciais
Oi minhas lindas! Não me matem, porque eu já me matei antes mesmo de vocês pensarem na possibilidade. É horrivel ficar sem escrever. Mas bom... Primeiramente, desculpem pela demora. Estava muito ocupada esse dias. Em segundo, hoje mesmo eu entrei no ensino médio, e tenho tipo, 500 matérias, com 1000 apostilas, e blá, blá, blá... A questão é que, infelizmente e provavelmente, as postagens vão diminuir. Não vai mais ser todos os dias. Só quando der, ok? Vou escrever o maixmo que der, todos os dias.. Mas provavelmente, vou demorar dois dias pra terminar cada capitulo, porque agora vou ter lição de casa até o pescoço... Me sinto pessima por dar está noticia, porque do mesmo jeito que vocês gostam de ler, eu gosto de escrever. Mas infelizmente, eu estou crescendo, e vocês também... E cada vez mais, a escola fica mais chata kkkkkkkk Enfim, queria agradecer as leitoras Julia Oliveira, e Looh Twilighter pelas lindas e perfeitas recomendações. Fico até surpresa, porque no outro livro, as pessoas demoravam para recomendar e tals... Agora está mais rápido kkkkk enfim, obrigada pelos elogios, tanto a mim, quanto a história. Não sabem quanto feliz estou!!! Enfim, Beijinhos e Boa Leitura!! :)

Pov. Nessie

Corei intensamente, ao perceber os olhos intensos de Jake sobre mim. Estávamos na nossa mais nova cozinha, tomando o café da manhã, depois de nossa noite maravilhosa. Eu estava amando tudo aquilo. Além de nossa casa ser perfeita, não tinha ninguém para nos atrapalhar. Digo, poderíamos fazer amor, onde quer que quiséssemos, e não ia ter ninguém rosnando e reclamando. Aquilo era um paraíso.

Terminei de fazer o suco de Jake, e deixei a colher na pia. Andei até meu amor, e coloquei o suco na sua frente. Ele sorriu, e eu o acompanhei. Fiz um cafuné em seus cabelos negros, e me virei para ir a geladeira. Gritei, dando risada, enquanto sentia as mãos de Jake em minha cintura, me puxando para seu colo.

– Jake! – Exclamei, dando risada. Ele sorriu, e me deu um selinho. Retribui, passando meus braços por seu pescoço.

– Você está muito sexy. – Jake declarou, e cheirou meu pescoço. Inclinei a cabeça, sentindo cocegas.

– Ah claro! – Exclamei divertida. – Quem é que não fica sexy, quando faz o café da manhã? – Revirei os olhos, dando risada. Jake sorriu, e balançou a cabeça em negativa.

– Todo mundo que não seja você. – Ele respondeu, beijando lentamente meus lábios. Sorri. – Você é sexy em tudo o que faz. – Jake foi dando vários beijos, por todo meu rosto, a cada frase. — Quando você fala... Quando você anda... Quando você respira...

– Não exagere. – Retruquei, balançando a cabeça em negativa.

– Quando você nos encara... Quando você canta... Quando você toca qualquer instrumento... Quando você me beija... – Ele voltou a me encarar. – Quando me diz Eu Te Amo.

– Uau, nossa! – Debochei, divertida. – Eu devia ganhar um prêmio por ser sexy, enquanto respiro. – Revirei os olhos, sorrindo. Jake bufou. – Ok, desculpa... Você também é muito gostoso.

– Gostei do adjetivo. – Meu lobinho brincou, tirando minha franja de meus olhos, carinhosamente.

– Não minto pra você, né meu lindo? – Indaguei retoricamente, e lentamente beijei seus lábios, que tanto me atraíam. O primeiro toque, como sempre, fez um choque se espalhar por todo meu corpo. Um arrepio na espinha. Juro que pensei que meus cabelos tinham levantado. Os efeitos que Jake têm sobre mim, são constantes e incríveis. Me sinto viva ao seu lado.

Jake sorriu em meus lábios, e se inclinou mais em minha direção, espalmando sua mão quente, por minhas costas. Dizem que, sorriso em meio aos beijos, é sinal de amor. Concordo plenamente. Fiquei fazendo cafuné nos cabelos de meu amado, enquanto nossos lábios se moldavam com facilidade, e total eletricidade.

As conhecidas borboletas no meu estomago, começaram a se alvoroçar. Um friozinho na barriga delicioso, que só atacava quando Jake estava por perto. Ou seja, sempre. Amo tudo isso. Realmente, acho que só vale a pena viver, quando se é amado. Jake sorriu com meu pensamento.

– Pra mim, só vale a pena viver, quando você está do meu lado. – Ele declarou, com a testa colada na minha. Sorri.

– A reciproca é verdadeira. – Concordei, passando as costas de minha mão, por sua bochecha morena. Minha pele queimava em contato com a sua.

– Minha ruivinha. – Jake disse, me dando um selinho demorado.

– Meu moreno. – Retruquei divertida, o rir.

Jacob e Nessie. Jacob e Nessie. Jacob e Nessie. – Antes que nos beijássemos, ouvimos as batidas consecutivas de Sheldon, na porta da frente. Jake bufou, e eu soltei uma risadinha. Me levantei de seu colo, e andei pela sala, até a entrada de casa. Era tão bom ter uma casa enorme só sua, e do seu marido.

– Talvez alguém tenha jogado macumba nessa casa... – Jake comentou enfático. O olhei divertida, e balancei a cabeça em negativa. – Sério... Tipo, um maluco sempre vai bater na sua porta, justo quando você quer beijar sua mulher. – Ele fez careta, e eu sorri com a menção das palavras Sua Mulher.

– Relaxa, Jake. – Falei calma, abrindo a porta de casa. – Oi Sheldon. – Cumprimentei simpática. Mas logo meu sorriso sumiu, vendo algumas malas, ao lado do físico magrelo a minha frente. Como isso é possível? Pensei. Consigo me livrar de um exército de vampiros maléficos, mas não consigo me livrar de um magricelo, que grita ao ver um pássaro?

– Relaxa, Nessie. – Jake sussurrou sarcástico, atrás de mim. Me virei, e lhe mostrei a língua. Ele riu, e voltou a encarar Sheldon. – Então... Sheldon. O que você quer? – Ele perguntou, mas percebi certa impaciência em sua voz.

– Ficou cego nesse coito, Jacob? Não vê minhas malas? – Comecei a rir, ouvindo a pergunta de Sheldon. Jake me encarou bravo, e eu tentei parar, mas não consegui. Mordi o lábios, e os encarei com carinha de anjo. Sheldon revirou os olhos, e um sorriso se formou nos cantos dos lábios de Jacob.

– Sim, Sheldon. Eu vi as malas. – Jake disse, se controlando, dando uma leve tremida. – Mas porque as trouxe aqui? Você mora na casa dos Cullen... Aqui agora é.... Casa dos Black. – Sorri para meu amado, e ele retribuiu.

– Hippies apaixonados. – Sheldon disse, revirando os olhos. Jogou duas de suas malas, nas mãos de Jacob, e pegou a outra, entrando em nossa casa. – Bom, pode acrescentar um hífen, e a chama-la de Black-Cooper. – Eu e Jake nos encaramos, sem reação, enquanto o magricela ia andando até o meio da sala. O mesmo se virou para nós, curvou os lábios finos num sorriso torto. – Ou melhor, chame de Cooper-Black. Afinal, eu sou um físico capaz de ganhar o Prêmio Nobel, e você é só um mero mecânico... – Arregalei os olhos, com a ousadia de Sheldon. Eu sabia como Jake ficava, quando falavam mal de seu trabalho. Eu sempre senti orgulho de um lobinho, mas existem pessoas, que não sentem o mesmo. Ouvi o barulho dos dentes de Jake se trincando.

– Ok, amor, se acalme. – Sussurrei, tirando as malas de suas mãos, logo que vi ele dando um passo tenebroso, em direção a Sheldon. – Eu vou tentar resolver isso, ok? – Jake me encarou, e percebi algo em seu olhar. Aquilo era... Tristeza? – Eu já volto. – Avisei, ainda o encarando, curiosa. Fui até Sheldon, que estava na cozinha, observando tudo com perspicácia. – O que achou?

– Bem moderna... Gostei, gostei. – Ele respondeu dando de ombros.

– Então, querido.... Você acha que vai morar aqui? – Perguntei, sem jeito. Aquela situação era estranha. Nunca havia expulsado ninguém da minha própria casa.

– Não acho, eu vou... Certo? – Ele indagou, me encarando com o cenho junto. Mordi os lábios, e me aproximei cautelosamente.

– Sheldon, eu e Jake acabamos de chegar aqui na nossa casa, sabe? Aconteceram coisas que...

– Não se preocupe, Nessie. Prometo não tocar no assunto sobre a chantagem de seu pai, e seu ataque de nervos, e tudo o mais. – Sheldon disse num tom que, para ele, era totalmente compreensível.

– Valeu por lembrar. – Sussurrei, fazendo careta. Mas logo ignorei a afloração de certos sentimentos. – A questão é que, só agora, Jake conseguiu me mostrar a casa, e tudo mais... Nós queríamos aproveitar... Sozinhos. – Comentei, insinuativa.

– Se está se referindo ao coito, eu sei disso... Mas já tiveram uma noite sozinhos. Não basta? – Ele perguntou inocentemente, só se preocupando consigo mesmo.

– Sheldon, somos marido e mulher, ok? E queremos ficar a sós. Daqui a uma semana e meia, irá começar a faculdade... Não sei como vão ficar nossos horários, entende? Temos que aproveitar agora. – Expliquei, sentindo um friozinho na barriga, por ter meu primeiro dia de aula, daqui a poucos dias.

– Não se preocupe, Nessie. Prometo não interferir nas suas atividades sexuais. – Sheldon disse, dando de ombros. – Comprei fones de ouvidos especiais. – Ele sorriu. – Talvez funcione... Mas claro que ainda temos que acertar o acordo de colegas de quarto.

– Sheldon, você pretende ficar aqui... Pra sempre? – Perguntei receosa, meio que já sabendo a resposta. Ele me olhou assustado, como se não esperasse por aquela frase.

– Mas Nessie.... Lembro que tivemos uma conversa, e você... Você disse que nada mudaria entre nós. Vocês jamais me abandonariam. – Sheldon fez um olhar tristonho, que admito, derreteu uma mínima parte de meu coração.

– Mas nada vai mudar entre a gente...

– Vai sim! – Ele insistiu, parecendo uma criança birrenta. Me encolhi, sem saber o que dizer. – Antes, todos nós morávamos juntos. Agora, você e Jacob se casaram, e vão me deixar... Quem vai me levar na loja de quadrinhos? Na faculdade de manhã? Na lavanderia? Quem vai completar meu time no vídeo game? Afinal, por mais que me doa admitir, seu marido é muito bom nos jogos. – Ele refletiu, mais sério.

– Querido, tenho uma família inteira, que pode te levar nesses lugares... E aliás, Jake sempre vai ter tempo para jogar com você... – Tentei argumentar, mas estava sentindo pena do Sheldon. Não devia, mas de vez em quando, ele sempre arranja um jeito de conseguir as coisas de mim, ou de alguém.

– Por favor, por favor, por favor... – Sheldon implorou, como uma criança. Bufei.

– Ok, mas você vai pedir desculpas para o Jake, sobre o que falou do trabalho dele. – Mandei, como uma mãe. Sheldon juntou o cenho, confuso. – Não é legal insultar as pessoas, Sheldon.

– Mas eu não insultei ninguém. – Ele se defendeu, superior. – Só relatei os fatos. Seu marido é um mero mecânico.

– Saia da minha casa! – Mandei, apontando para a porta dos fundos da cozinha. Sheldon recuou.

– Tudo bem. Vou pedir desculpas... Mesmo sabendo que estou certo. – Ele sussurrou pra si mesmo, e eu o encarei brava. – Ok, desculpe.

– Tenho mais uma coisa a pedir. – Respirei fundo, e Sheldon me encarou, esperando. – Você poderia, por favor, deixar de lado essas regras e leis do acordo de colegas de quarto? Elas são ridículas. – Falei o obvio.

Ridículas? – Ele me imitou, incrédulo. – Nessie, Nessie, Nessie... – Disse, balançando a cabeça em negativa. – Regras são a melhor forma de implantar a paz mundial. Nesse caso, a paz para mim... Jamais desistirei das regras...

– Mas Sheldon, isso é....

– Tudo bem. – Ouvi a voz rouca de Jake, me cortando. Me virei, e ele veio até mim, com um sorriso fraco no rosto. – Deixe ele ficar, Nessie. Vamos nos acostumar como antes. – Ele deu de ombros, e eu o olhei confusa. Não pelo fato de ele aceitar as regras de Sheldon, mas sim, pelo fato de ele estar com um olhar triste. – O que seria nossa vida sem o Dr. Cooper? – Meu amor brincou, aumentando ainda mais o ego de Sheldon. Suspirei, assentindo.

– Obrigada, Jacob. Você é um ótimo melhor amigo. – Jake sorriu com a declaração de Sheldon, que pareci sincera. – Se não se importam, está na hora do meu seriado... Nessie, depois você me apresenta o quarto onde irei permanecer?

– Claro. – Falei, dando de ombros. Sorri fraco, enquanto Jake fazia o mesmo. Esperei Sheldon sair da cozinha, e encarei meu amor seriamente preocupada. – Ok, senta aí. – Mandei, puxando uma cadeira para meu amor. Ele me encarou, sabendo que não devia contrariar, e se sentou. – O que aconteceu, meu amor? – Perguntei carinhosa, sentando ao seu lado.

– Eu estava pensando... Sheldon, está certo. – Jake refletiu, parecendo incomodado com si mesmo.

Eu sempre estou. – Ouvi um murmúrio do magricela, vindo da sala. Jake bufou, e eu revirei os olhos, tentando ignorar.

– Continue. – Pedi.

– Você gosta do meu emprego? Apoia o fato de eu só ter uma simples oficina? – Jake perguntou, preocupado e receoso. Me aproximei mais, apoiando uma mão em sua nuca, fazendo carinho em seus cabelos negros.

– Claro que eu apoio, Jake. – Declarei sorrindo. – Sempre apoiei. Sinto orgulho de você. Antes, por exemplo, a oficina não era tão conhecida... Você trabalho duro, e hoje é a oficina que mais recebe cliente, daqui da região. – Comentei sorrindo, encorajadora. Jake sorriu fraco, mas não parecia satisfeito.

– Você não se preocupa com dinheiro, e esse tipo de coisa?

– Lógico que não! – Exclamei, com obviedade. – Jacob, eu não ligo para esse lance material.... Digo... As coisas que você faz pra mim são lindas. Adoro seus presentes. Principalmente, os que são a mão, pois tem o seu toque pessoal... Mas não é por isso que eu te amo. – Falei, deslizando as costas de minha mão, por sua bochecha quente. – Te amo por quem você é, e por cada mínimo gesto seu.... Te amo pelo jeito que você sorri quando me olha... Pelo jeito que pega minha mão... Pelo jeito que me faz sentir única... Mas não é por dinheiro. Nunca foi, e nunca será. – Declarei, e Jake sorriu. – Podemos morar nessa mansão moderna, ou embaixo da ponte. Meu amor por você sempre será infinito e único.

– Eu te amo. – Jake sorriu, segurando minha mão entre a sua.

– Também te amo, meu bebê. – Ele riu com minha declaração manhosa, e trocamos um selinho demorado. – Aliás, nem ligue para o que o Sheldon fala...

– Eu sei, Ness... Mas as vezes, o jeito que ele fala, sinto que meu emprego é tão... Mínimo. – Jake fez uma careta. O olhei cética.

– Jacob, eu sou garçonete. – Relatei, o fazendo rir. – Sabe quantas vezes eu ouvi o Sheldon falando mal do meu emprego? Acredite, foram muitas... Sem falar que eu ainda tenho que servi-lo, toda vez que ele vai comer lá... E verificar se o prato está de acordo com sua “dieta”. Estamos no mesmo barco.

– Desculpe, amor.... Nem pensei nisso. – Jake disse, enquanto ria.

– Tudo bem. – Sorri, lhe dando um beijo na bochecha. – Não ligo muito... Um dia, eu ainda abro uma livraria, e esfrego na cara dele. – Refleti, pois meu sonho, desde criança, era criar uma livraria. Jake sorriu, e assentiu.

– Tem meu apoio, nesse seu negócio próprio. – Meu amor disse, roçando seu nariz no meu, carinhosamente. Ri toda boba, logo depois, sendo atingida por uma ideia.

– Hey, Jake, você ganha bem até, né? Digo... Com todos seus clientes.

– Sim, claro. Dá pra te sustentar. – Ele brincou, dando de ombros. Aquilo era verdade. Mesmo Jake estando preocupado em relação a isso, desde que a oficina cresceu, ele anda ganhando bastante com todos os clientes novos.

– Você nunca pensou em abrir uma filial? – Indaguei, arqueando a sobrancelha. Jake assentiu.

– Já, mas foi uma ideia vaga... Nunca realmente pensei sobre isso. – Ele deu de ombros.

– Jake! – O repreendi, lhe dando um tapa no braço.

– O que? – Ele perguntou confusamente alarmado. O encarei com obviedade. Jake me encarou, raciocinando por uns segundos. – Nessie, essa é uma ideia ótima, mas não.

– Por que não? – Perguntei indignada. Eu detestava quando as pessoas não seguiam seus sonhos. – Desde que eu me conheço por gente, você diz que ama consertar carros. É seu sonho, Jake! Imagina... Sai até na manchete do jornal: Jacob Black, o maior e melhor mecânico de todos os tempos! – Brinquei, gesticulando uma manchete no ar. Jake riu.

– Sou maior e melhor em outras coisas. – Ele sorriu malicioso, me dando um olhar insinuativo. Corei violentamente, lhe dando um tapa no braço. Ele riu mais ainda. – Ok, ok... Muito atrativo, e seria legal, mas... Não posso.

– Por que não? – Perguntei incrédula. – Jake você sempre me falou sobre esse seu sonho... Consertar carros... Todo esse lance aí... Vamos!

– Mas Nessie, abrir uma filial requer muito planejamento... E se eu for abrir uma oficina em outra cidade, vou ter que viajar, e.... Não posso ficar longe de você, pequena. Não consigo.

– E daí? Monta uma filial, e manda um dos meninos lá...

– Nessie, eles tem família. – Jake argumentou o obvio, seriamente. Revirei os olhos.

– Jake, eu sei disso. Não estou falando de se mudar para outro país, amor. Relaxa. – Orientei, fazendo careta. Ele riu. – Por exemplo... Seattle! É aqui do lado! Manda o.... Embry! Embry sempre te ajudou com as coisas na oficina, e pode cuidar da outra lá... Tipo, um gerente! Como é aqui perto, ele vai e volta no mesmo dia.

– Sei não...

– Olha, Jake. Não vou te obrigar a nada. A oficina é sua.... Só quero te apoiar, sabe? – Expliquei, e Jake assentiu sorrindo. Beijou a palma da minha mão carinhosamente. Senti um arrepio na espinha. – Sei lá... Sempre foi seu sonho, e você sabe como eu fico, quando as pessoas não seguem seus sonhos. – Meu amor riu, assentindo divertido. – E depois que você falou isso... Não pode se privar de seu sonho, por minha causa.

– Mas, Nessie... Não estou desistindo de meu sonhos por sua causa. Aliás, você foi uma das poucas pessoas que sempre me apoiaram em tudo o que eu fiz, ou faço.... É só que... Eu simplesmente não QUERO ficar longe de você. Sou viciado em ti, garota. – Jake beijou meu pescoço, de forma suave, porém possessiva.

– Eu também não quero ficar longe de você, Jake. Mas Seattle é aqui do lado, e dá pra você ir e voltar no mesmo dia, e.... – Suspirei, encarando. – Promete que vai pensar no assunto?

– Prometo, minha pequena, prometo. – Jake deslizou seus dedos por meu rosto, num carinho magnetizante. Sorri, e o beijei.