Uma Guitarrista Nada Normal

4 The Party: É só o começo.


Notas iniciais
Hey pessoas! Quero pedir desculpas a vocês por eu ter atrasado a postagem. Peguei uma gripe forte que me deixou de cama o dia todo =( Enfim, vim aqui deixar o capítulo novo. Não é muita coisa, mas já é algo.

-EU NÃO TÔ ACREDITANDO NISSO! – gritou Bianca, uma patricinha mimada (diga-me apenas uma patricinha que não é mimada!), magricela (n/a: quem sou eu para falar das magricelas? Afinal sou uma ¬¬’), loira oxigenada, olhos cinza, pele falsamente bronzeada e baixinha. Bianca usava uma saia rosa choque — EW – curto “combinando” com uma blusa rosa bebê de mangas que iam até seu cotovelo, um salto branco extremamente alto.

Ela e Erick discutiam num canto do jardim, o que era pra ser discreto virou uma discussão de gritos.

Vocês devem estar confusos sobre isso, afinal por que eles estão brigando?

Deixe-me explicar, Bianca é namorada de Erick – que mau gosto – e ela está com ciúmes por ele está falando comigo, Fernanda e Line. Ela diz que somos más companhias e que por não sermos muito populares, Erick não deveria falar conosco. Essa bobagem toda aí é o motivo da discussão, sem falar que quando ela chegou, eu estava bagunçando o cabelo de Erick. Tenho quase certeza que ela pensou besteira.

-EU NÃO ESTAVA DANDO MOLE PRA ELA! – ouvimos Erick gritar. Zack, Fê e Line se contorciam de tanto rir, enquanto eu tentava a todo custo parar de chorar. Quero dizer, eu choro muito quando rio.

Devo dizer que do jeito que estávamos quem passasse por perto iria pensar que nós éramos loucos. Eu estava encostada na parede, com uma mão na barriga e outra limpando as lágrimas que escorriam por meu rosto. Line e Zack estavam sentados no chão, quase deitados e Fê estava do meu lado escondendo o rosto na parede e balançando o corpo todo por causa de sua gargalhada maléfica.

-ROSE! – ouvi meu nome ser gritado por uma voz estridente e outra melodiosa. Parei de rir quase que imediatamente.

- O que foi que fiz, pra precisar ser chamada lá? — perguntei pra ninguém exatamente.

-Vai lá pra gente descobrir ora. – disse Line.

-Ta — respondi.

Encaminhei-me até eles. Bianca tinha o rosto vermelho e molhado e Erick tinha o rosto quase roxo.

-Diga a ela que eu não estava te dando mole. –pediu Erick, exasperado.

Virei-me para Bianca com uma calma que eu não sentia. Na verdade eu estava fazendo um tremendo esforço para não rir. O rosto dela estava todo manchado pela maquiagem que escorria pelo seu rosto.

-Ele não estava me dando mole. – falei.

-Não? – disse irônica. – Então posso saber por que ele deixou você bagunçar o cabelo dele quando EU não posso? – perguntou para mim.

-Como é que eu vou saber, só o conheço há alguns minutos.

-COMO É QUE É? – gritou.

Opa. Acho que eu não deveria ter dito isso. Erick me olhou com os olhos arregalados.

-Me ajuda. – sibilou para mim.

-Ok. É o seguinte Bianca. – ela me olhou com desprezo e eu me controlei para não revirar os olhos. – Erick ama você, como ele consegue, eu realmente não sei, só sei que estávamos brincando todos juntos e eu baguncei o cabelo dele como faço com todos os meus amigos – disse.

-Mas ele não é seu amigo. – aquilo me irritou.

-E você sabe o que é um amigo? Se você fosse feia e diferente duvido que suas “amigas” – fiz aspas no ar – falariam com você, acho até que se esse fosse o caso ninguém iria nem sequer te dar atenção, já que a única coisa boa que você tem é a beleza, você não tem conteúdo. Ainda estou me perguntando como Erick namora você. – disse.

Erick fitava-me com os olhos do tamanho de uma bola de beisebol e Bianca me encarava com espuma escorrendo pela boca e fumaça saindo pelos ouvidos. Ta, não exatamente, mas ele estava surpreso e ela com raiva. Isso era fato.

-Ora sua... – rosnou Bianca. – Erick, me defenda. – mandou.

-Eu?

-É, você vai deixá-la falar assim comigo? – perguntou.

Erick não respondeu.

-Se você não me defender vai estar tudo acabado entre nós. – disse Bianca.

-Que drama. – me intrometi. – Deixa de palhaçada, ele não me deu mole e ponto. Eu dei minha opinião e ponto. Ele não é obrigado a te responder e ponto. Se dê por satisfeita. Agora, chega de besteira, que coisa mais besta.

-Erick! Você não vai dizer nada? – perguntou Bianca.

-Sim. E eu concordo com ela.

-Como? – perguntei em uníssono com Bianca.

-Eu concordo com a Rose, em tudo que ela disse.

-Mas...mas eu sou sua namorada. –disse – você não devia concordar com isso! – exclamou.

-Vamos Rose. – chamou-me dando as costas para sua namorada. Ou devo dizer ex?Uh, eu não sei.

Andamos lado à lado até chegarmos perto do pessoal que não ria tanto, mas ainda tinham um sorriso estampado no rosto.

-VOCÊ ROUBOU MEU NAMORADO! – gritou Bianca. Ela estava a poucos metros da gente.

-VOCÊ É SURDA? – gritei. – Eu NÃO roubei seu namorado. Não tenho culpa nenhuma se você não soube como segura-lo.

Dei as costas pra ela no mesmo tempo em que o sinal tocou. Cara, esses trinta minutos de intervalo passaram muito devagar.

-Vamos embora povo.

-VOCÊ ME PAGA! – gritou Bianca.

“Para de gritar” – ouvi alguém dizer.

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A semana passou rápido. Os acontecimentos foram quase monótonos. Digo quase, porque as amigas da Bianca me seguiram todos os dias, ficando sempre me encarando como se eu fosse culpada pelo término do namoro da amiga delas. Santa paciência.

Eu estava agora na casa do meu irmão mais velho, James. Mais exatamente em seu quarto em cima de sua cama.

-Mas James por que você não pode levar eu, algumas amigas e Zack na festa da Gabi?- perguntei. James estava se arrumando em frente do espelho, ele vestia uma calça jeans folgada, uma T-Shirt branca com um paletó preto e um tênis, seus cabelos loiros estavam grandes e caiam escorridos até um pouco abaixo de suas orelhas.

Pessoas, vocês notaram que dos três, eu sou a única que tem cabelo escuro? Bom, ignorem essa parte, nem sei por que escrevi isso.

Enfim, James me encarou com seus orbes verdes e disse:

-Quantas vezes eu vou ter que repetir? Não posso levar vocês e ponto, Rose.

-Ahh, por favor, eu sou sua irmãzinha! – Golpe baixo? Nem acho, se você é a filha mais nova tem que aproveitar mesmo. (n/a: concordo contigo rose ;p [nem é porque eu sou a mais nova de três] tem mais é que aproveitar õ/)

-Rose, não faz assim! Eu vou sair com a Camille depois a gente conversa. – Hora do plano B.

-Você vai trocar a sua irmã mais nova pela sua namorada de dois anos?

-Você é minha irmã desde que foi fecundada, a muito mais tempo do que Camille é minha namorada. – falou calmo.

-Mas eu sou irmã! Vamos James, é pouquinho tempo e você nem precisa ir nos buscar.

-Não.

-Deixa de ser chato! Que tal você pegar a Camille, eu e o pessoal, deixar agente lá na casa da Gabi e depois você vai pro motel com a Cam. – falei enquanto rolava e me sentava na cama. James corou.

-Eu não vou levar Camille pro motel. – defendeu-se.

- Vai trazê-la pra cá? – perguntei.

-Rosemerie Helena, deixa de ser enxerida. – Ele disse o meu nome e sobrenome. Agora fiquei com medo.

Sorri culpada. – Desculpa. Mas eu só paro de te perturbar quando você disser que vai me levar, junto com os meus amigos, para a festa da Gabi.

-Ta, tudo bem. Eu levo vocês.

Levantei-me da cama e pulei nas costas de James e beijei sua bochecha.

-Sábia escolha. – disse descendo de suas costas. – Aparece lá em casa ás nove horas, até lá eu e as meninas já estaremos prontas.

-Ta. Vou te levar pra casa, você ainda tem três horas para se arrumar.

-Ok.

Saímos do apartamento dele e fomos para a caminhonete. Lá dentro o silêncio era agradável, não era necessário o uso de palavras para nos sentirmos bem uns com os outros.

Acho que eu sou muito “dada”, sou amiga dos meus irmãos e as mães deles são minhas madrinhas(estranho,né?!), quando me dou bem com alguém logo de cara tento ser amiga, quero sempre está entre amigos e fico meio deprê longe deles. Não sei o porquê, mas acho que nesse caso, sou meio ingênua. Quero dizer, se alguém que tivesse conteúdo, se fosse uma pessoa aparentemente simpática dissesse que queria ser meu amigo ou coisa do tipo eu ia topar na hora. O ruim seria se a pessoa só quisesse se aproveitar de mim.

Bom, de qualquer jeito isso não é importante.

-Vaza do meu carro. Às oito e meia vou estar aqui. – disse-me James.

-Eu disse para você vir ás nove, não oito.

-Não interessa – respondeu autoritário.

-Odeio quando você usa esse seu lado autoritário pra cima de mim. – disse descendo do carro e batendo a porta com força.

-Isso, quebra mesmo, porque quem vai pagar um novo vai ser a sua mãe.

-Hehe, foi sem querer. – falei fingindo inocência. Vocês acham que eu deveria ganhar o Oscar?

-Até daqui a pouco, pentelha. – disse James.

-Até! – afastei-me do carro e acenei enquanto James saia com o carro. Fui para dentro de casa gritando:

-MÃEEEEEE! – minha mãe apareceu na sala com uma toalha enrolada embaixo dos braços e outra no cabelo.

-Onde é o incêndio? – perguntou meio que em desespero e ofegante.

-Em lugar nenhum. – respondi. – Te gritei só pra dizer uma coisa.

Mamãe me fitou e esperou que eu continuasse.

-Cheguei! – disse abrindo um sorriso. Hellen bufou e saiu da sala deixando uma poça de água no chão.

Eu ri tanto que acabei por me jogar no chão, tentando segurar minhas entranhas no lugar. Tenho que dizer que estava dificil.

-ROSEMERIE! – ouvi minha mãe gritar de algum lugar da casa. Eu rolei no chão e me levantei. Correndo para o corredor, só que eu — uma pessoa nada desastrada — escorreguei na pequena poça de água, que minha mãe tinha deixado ali. Escorreguei por todo o corredor e só parei porque bati na porta do banheiro,que é no final do corredor e depois caí no chão, ou melhor, em cima do meu pé.

- Maldita poça. – resmunguei.

-ROSE! – minha mãe gritou novamente e aí eu consegui distinguir de onde o som vinha. Era do seu quarto.

Levantei-me do chão e massageei minha bunda, que estava dolorida pela queda, meio que mancando fui para o quarto da minha mãe.

-O que foi? – perguntei.

Mamãe estava apenas de lingerie rosa e com uma toalha ainda no cabelo. Ela me olhou e sorrindo disse:

-Eu molhei o corredor quando saí do banheiro, então tome cuidado.

Fuzilei-a com os olhos. – A Senhora não ouviu quando eu caí?

-Ouvi. – disse e tirou a toalha do cabelo, para penteá-lo.

-E você... Ahh esquece. – falei saindo do seu quarto e indo para o meu.

\"\" (n/a: quarto da rose!)

Já dentro do meu quarto eu fui para o closet. Estava pensando em usar algo mais quentinho e confortável, mas a noite vai está muuito quente e não é muito confortável usar salto.

Enfim, escolhi um vestido preto tomara que caia, que tinha um laço bege meio verde (não sei o nome) na cintura. Coloquei o vestido cuidadosamente em cima da cama e me movi para o banheiro. Eu pretendo ficar uns cinquenta minutos na banheira, relaxando e deixando minha pele enrugar.

Depois do meu banho relaxante, eu sequei o cabelo rápido com o secador, por meu cabelo ser liso de natureza eu apenas o deixei ao natural. Sem fixador, chapinha ou coisa do gênero. Eu coloquei o vestido correndo, pois James chegaria dentro de alguns minutos e coloquei o salto alto preto, com um lacinho na frente. Tão fofo.

Não forcei na maquiagem, meu olhos tinham pouco rímel e delineador, mas exagerei um pouco no lápis. O blush quase imperceptível deu um pouco de cor as minhas bochechas e o gloss de menta deu um brilho aos meus lábios.

Quando acabei de me arrumar, James buzinou e eu desci para atender a porta, já que minha mãe havia saído.

-Oi. Entra que eu vou ligar para as meninas. – falei dando passagem a ele.

-Ta.

Peguei meu celular que estava em cima do sofá e disquei o número de Line.

-Fala Rose.

-Já estou pronta e você? – perguntei.

-Também, estou só esperando você vir me buscar.

-Ok, eu vou sair agora e vou aí, enquanto você me espera liga pra Fê. Ela demora muito cuidando dos cachos.

-Ta bom. Até daqui a pouco.

-Até. – desliguei. – Vamos, James. – falei guardando o celular no bolso de dentro do vestido.

-Vamos.

Ambos saímos e eu tranquei a porta deixando a chave debaixo do tapete de “Bem-Vindos”. Dentro do carro James ligou o rádio e tocava “Shut Up” do Simple Plan.

Eu ri e comecei a cantar a música. — There you go

you\'re always so rightIt\'s all a big show It\'s all about you.

-Não cante. – começou James.

Aumentei o som e continuei a cantar alto. — You think you know

What everyone needs You always take time To criticize me

-Rose, diminui isso. – pediu James.

-Não, estou ouvindo.

-Você não é surda. — respondeu abaixando o som quase no ultimo volume. O encarei.

-Por que fez isso? – perguntei.

-Porque quando eu pedi você não fez e o carro é meu.

Bufei e aumentei o som beem alto.

-ROSE! – gritou James.

Novamente comecei a cantar, só que agora do refrão. — So shut up, shut up, shut up

Don\'t wanna hear it Get out, get out, get out Get out of my way

Step up, step up, step up

You\'ll never stop me

Nothing you say today

Is gonna bring me down

Chegamos a casa de Line logo após eu terminar de cantar o refrão. Eu ri quando olhei para James e notei que ele me fuzilava com os olhos.

-Vou lá chamar a Line. – falei saindo do carro. Toquei a campanhia duas vezes e esperei Line me atender.

-Oi. –Aline atendeu a porta com um vestido tomara que caia creme com uma fita fina preta amarrada ao busto, um salto alto preto. Sua maquiagem era parecida com a minha, a diferença é que ela usava pouco lápis de olho e seu batom era rosa clarinho. Seu cabelo vermelho estava meio solto e meio preso.

-Oi gatinha, me dá seu telefone? – brinquei.

Line riu e entrou na brincadeira. – Só se você me der o seu, doçura.

-Vamos logo. – falei rindo. Line fechou a porta e jogou a chave no arbusto. – Ligou para a Fê? – perguntei.

-Ela está esperando a gente. – respondeu. – Seu irmão vai ir conosco, Rose? – após falar ela corou.

-Vai sim, vocês bem que podiam ficar juntos logo, né?!

-Ele não gosta de mim assim, Rose.

-Eu já cansei de dizer que ele te ama. – falei a olhando de esguelha.

-É, mas você é minha amiga, falaria qualquer coisa para me animar. – disse fazendo um biquinho.

-É, sou sua amiga e sou irmã dele. Acha mesmo que eu não sei das coisas? – perguntei e entramos no carro.

-Não sei, Rose. – deu o assunto por encerrado. – Oi James. – Line cumprimentou.

-Oi. – respondeu dando partida e nos levando para a casa da Fê que era uns cinco quarteirões depois.

Quando chegamos em frente a casa da Fê, nem precisamos buzinar ou tocar a campanhia, ela já nos esperava sentada no banquinho em seu quintal.

Fernanda estava definitivamente linda. Seu vestido TAMBÉM era tomara que caia, só que na cor vermelho sangue e TAMBÉM tinha um fita da mesma cor do vestido amarrada ao busto, seu salto vermelho brilhava. Seus cachos estavam mais abertos e volumosos, dando-a um ar sensual.

-Não acredito. – falou Fê. Eu e Line a olhamos com cara de ponto de interrogação. – As três de tomara que caia com laço?

Nós rimos. – Temos gostos iguais. Fazer o quê, né?! – falou Line.

-Certo vamos buscar o Zack e aí eu me livro de vocês. – disse James.

-Sabemos que você nos ama. – falamos as três juntas.

Todos nós rimos.

Demoramos um pouco até chegar à casa do Zack. Quando chegamos a casa de Zack, eu não ousei sair do carro, porque um cachorro enorme estava deitado bem na passagem. Era um São Bernardo, sei que esses cães são dóceis, mas nem todos são assim.

-Eu vou ligar pra ele. – falei.

-Por que não vai lá? – perguntou James sorrindo debochado.Ele sabia que eu tinha medo de cães.

-Porque não. – fui curta e grossa. Peguei o celular que estava no bolso e disquei o número de Zack. Ele atendeu no terceiro toque.

-Alô?

-Desce logo, Zack. Estamos com pressa.

-Já tô descendo. – avisou e desligou o telefone.

Esperamos alguns segundos e Zack apareceu vestindo uma calça jeans escura, uma camisa social branca e um tênis da Nike.

Ele entrou no carro sorrindo e disse:

-Todos lindos e arrumados, agora vamos que a festa começou às seis e o pessoal falou que está bombando.

Assim fomos para a festa. Acho que não demoramos mais que meia hora, mas eu não vi o tempo passar já que estava conversando e cantando com minhas amigas e irmãos.

- Estão entregues. Quando quiserem ir embora liguem para um táxi. – E eu crente que ele ia dizer “ Liguem pra mim, que eu venho buscar vocês”, mas esse meu irmão é um traste mesmo.

-Certo. – falei descendo do carro junto com o pessoal.

-Tchau James. – falamos juntos. Isso ta parecendo coral.

Ele buzinou e saiu deixando-nos ali. Logo entramos. A casa, digo, mansão era linda. Toda branca com paredes de vidro. Dava para ver as pessoas dançando e se agarrando.

-Vamos. – falei puxando a mão de Zack.

Notas finais
Roupas das garotas no capítulo anterior. SHUAHSUASH' eu esqueci de avisar lá em cima. I'm sorry. Spoilers: -Uma Briga. -Um Beijo. -Um mico? segunda parte só depois de doze reviews. ;-) Ou se eu estiver de bom humor eu poste antes. Mas eu ainda quero reviews!!