Notas iniciais
Oi, milhões de desculpa pela pequena demora, eu estava ocupada, também estava com visitas em casa, e também sai demais, não tive tempo, MAAAAS, aqui estou eu lindas do meu ♥
Bom, quero dá um abraço em Giselly Valdez Solace, eu amei a sua recomendação, super diva, amei do fundo do meu core ♥ heuhee, Super obrigada linda.
Bom, quem não quiser, sei lá, não estiver afim de ler esse capítulo, não leia, ele não é tããããão importante assim, mas como a maioria pediu, aqui está. Boa leitura :3
Giselly capítulo para você ;)

Era uma noite segunda-feira, normal, como qualquer outra.

Eu estava deitada em minha cama, ouvindo músicas aleatórias. Viajava em meus pensamentos, e no que eu mais pensava, era no Guilherme, eu o amava tanto. Como eu queria que ele também gostasse de mim como eu gosto dele. Ele já disse que me amava algumas vezes, algumas não, muitas vezes, mas ele dizia que tinha medo de me fazer mal pelo jeito que ele era, mas eu não estava nem ai. Não sei, mas seus olhos, sua boca, seu jeito é tudo tão... Perfeito.

Acho que faríamos um casal perfeito.

A campainha toca, e como eu estava sozinha em casa, eu levanto da cama e vou até o andar de baixo. Assim que abro a porta me deparo com o sorriso mais lindo, o olhar e o sorriso que faziam meu coração simplesmente acelerar e sentir as tão famosas borboletas no estomago.

- Gui? O que veio fazer aqui? – Sorrio, e ele também.

- Eu vim ver a pessoa que eu mais amo – Como eu adoro ouvir ele falar isso, é tão... Bom.

- Ai meu Deus! Flores – Ele havia tirado os braços de trás do corpo. – Obrigada – Nos beijamos, mas não na boca, o que me deixou irritada, e sim na bochecha e um no topo da cabeça.

- Sabe o que eu estava pensando? – Ele entra e fechamos a porta.

- No que?

- Na verdade, eu vou tornar realidade.

- Como assim?

- Você sabe, e eu já te disse milhares de vezes, que eu te amo – Meu corpo todo se arrepia ao ouvir aquelas palavras saírem de sua boca – Mas, o que eu quero a partir de agora, vai ser o nosso segredinho, até... Tomarmos “coragem” e contamos a todos.

- Fala – Olho bem em seus olhos – O que seria isso?

- Namora comigo?

Aquelas palavras, eram as que eu mais esperava ouvir, desde que aquele amor deu a ideia se surgir, meu corpo todo se arrepia, meu coração dispara e logo um sorriso tão grande que bombeasse alguém poderia ver de costas, toma conta de meus lábios. Um pedido tão inesperado, mas é claro que eu já tenho a resposta.

Era o Guilherme, ele, quem eu gostava estava me pedindo em namoro.

- Gui... Eu – Sorri – É claro que sim – Ele vem em minha direção me abraçando, forte, muito forte, o abraço que eu tanto gostava, e de quem eu tanto amava.

Ele era tão bom para mim que as vezes eu até achava que eu não serviria para ele.

- Te amo – Eu disse.

- Eu te amo mais – Nos beijamos, dessa vez na boca, como eu gostava de tê-lo para mim.

[...]

Estávamos na cama, enrolados, e eu estava deitada sobre seu peito. Roupas espalhadas pelo quarto e a cama totalmente bagunçada, mas isso não impedia que eu ficasse com ele. Ele mantinha a mão em meus cabelos, os acariciando. Éramos tão novos para um desejo que era tão velho, mas o importante é que foi com o Guilherme, e isso que fizemos não me importava se era certo ou errado.

- Não te machuquei, não é? – Solto uma risada abafada e levanto meu rosto encarando os olhos dele.

- Fica tranquilo, foi com você, não me machuca – Ele dá um rápido selinho em mim.

- Não quero que fique mal por minha culpa.

- Que nada Guilherme, fica tranquilo ok? Eu estou com você, nada me faz mal.

Não dizemos mais nenhuma palavra, ficamos em um silêncio total.

Ele foi tão doce comigo, tão cuidadoso que não parecia aquele garoto que infringia as leis, que não ligava para os policias nem para as consequências de seus atos. Esse era o outro lado do meu badboy.

[...]

Vários meses passaram, e eu ainda estava com o Guilherme, e por acaso muito feliz, éramos aquele típico casal clichê, mal brigávamos, e quando brigávamos era por bestagens, coisas de pessoas idiotas, e acabávamos na cama, mas eu o amava, e muito.

Ele sempre me mandava flores, típico dele, com algumas mensagens de amor e tal.

O “grupo” a qual pertencíamos, que no caso, era o Félix, o Pedro, João, Victoria, Anna, entre outros que não eram tão importantes, não sabia do nosso namoro, algum deles eram capaz de fazer algo para destruir esse amor todo, o único era o Pedro, que desde de muito tempo nos conhecíamos, e era o melhor amigo do Guilherme, ele confiava no Pedro, então ele era o único que sabia. E ele não contara a ninguém.

- Para Guilherme – Disse dando um tapa em sua cabeça.

- Ai! – Ele ri logo em seguida.

- Sabe que eu odeio cócegas, para com isso.

- Mas eu gosto de fazer cócegas em você.

- Mas eu não gosto, eu dou risada sim, mas por dentro eu estou odiando. – Ele faz carinha de triste – Ah! Não faz isso. – Ele continua. – Seu idiota, com essa carinha eu não resisto.

- Então eu vou continuar com ela – E ele continuou mesmo, eu fiquei rindo dele e depois ele riu também.

Logo depois, como sempre, nos beijamos.

Seu beijo era quente, possuidor, seus lábios macios, quentes e sua mão percorrendo meu corpo me deixava louca por ele, como ele sabia me provocar apenas com um beijo.

Rendia-me tão fácil para ele, e isso me irritava as vezes, mas ainda assim continuava, eu não sei o que ele tinha, mas quando ele botava todo seu charme em ação, em segundos caia em seus encantos.

Ele se deita por cima de mim, e logo seus beijos descem para o meu pescoço, desse mais um pouco e ele começa a levantar a minha blusa.

- Emily? – Minha mãe grita do lado de fora e eu empurro Guilherme , ele ri e eu dou língua para ele.

Vou até a porta do quarto e abro.

- Oi? – Ele franze o cenho e olha bem para o meu pescoço.

- O que é isso aqui? – Maldito, deve ter deixado alguma marca.

- Nada, o que é? – Nessa época eu já estava “de mal” com a minha mãe.

- Passou no jornal local que a casa onde o seu amigo Félix mora, pegou fogo, e parece que a mãe dele está ainda lá dentro.

- O QUÊ? – Eu grito, Guilherme escutou e andou até nós.

- Como é?

- Isso mesmo que ouviram, a mãe do Félix parece que morreu.

- Ai... Guilherme, por favor, vamos logo lá.

- Claro, é... me deixa... Vestir a camisa... – Ele fala meio envergonhado pela minha mãe, eu não ligava mais, ela sabia o que eu já havia feito muitas vezes com ele mesmo.

Entro no quarto, me deixo menos desarrumada e saímos de casa. Estávamos no carro do Guilherme.

- O que você acha que aconteceu? — Pergunto.

- Félix, o Félix foi o que aconteceu.

- Como assim? Você acha que foi ele?

- Emily acorda, ele estava com raiva da mãe.

- Mas a ponto de matá-la?

- Acho que não conhece tanto assim o Félix.

- Mas é a mãe dele Guilherme.

- E ele é o Félix, o que você esperava? Que ele sentasse com ela conversasse e se desculpasse?

- Pelo menos isso não a faria perder a vida.

- Ele passou dos limites.

Não dizemos mais nada, fomos apenas a caminho da casa dele.

Assim que chegamos várias pessoas estavam em volta da casa, olhando o trabalho dos bombeiros, algumas pessoas que estavam chorando, deviam ser parte da família, olhei para todos os lados a procura de que a mãe dele estivesse por ali, mas não. Ela não estava.

A casa era grande, muito grande, então o fogo não era pouco, meus olhos involuntariamente procuravam pelo o Félix, e assim que o encontrei ele estava parado, olhando o fogo aumentar e os bombeiros tentando abaixar para entrar, a mãe dele estava lá, queimando e ele estava tranquilo, apenas observando, era de se esperar.

Mas como o Guilherme disse, ele passou dos limites.

Quando conseguiram diminuir o fogo, um tempo depois os bombeiros entraram a procura dela, e uns longos minutos depois, eles saíram com uma maca e o que eu pensava ser o corpo da mãe do Félix, enrolado em um saco preto.

- Sentimos muito, mas ela se foi – Logo pessoas mais próximas começaram a chorar, eu abracei o Guilherme.

- Como ele pode ter feito isso? – Perguntei.

- Ele ainda vai ter o que merece.

Ele estava lá, ele não chorava, e como ninguém desconfiava dele?

Até parece que nenhum sabia do que ele era capaz de fazer.

[...]

Um bom tempo depois do incidente, eu fui onde todos nós costumávamos nos encontrar. Até onde eu sabia não tinha ninguém lá, mas assim que eu entrei ouvi gritos, mas não de desespero, e sim de duas pessoas brigando. Andei devagar, mesmo conhecendo as vozes, e me deparei com o Guilherme e o Félix gritando um com o outro.

- Olha aqui Félix, você passou dos limites cara, você matou a sua mãe.

- E de quem é a mãe? Minha mãe, eu não te devo nada Guilherme, quem matou foi eu, e eu não estou nem ai.

- Você não pensa em seus atos Félix? Você não tem consciência do que fez? É isso?

- E daí? O que você vai fazer comigo? Me entregar? – Félix ri – Guilherme, eu fiz algo ruim com a idiota que eu costumava chamar de mãe, eu faria coisa pior com você que eu costumo chamar de colega.

- E se eu te entregar? – Félix ri.

- Não sei, ou será que eu sei? Tenho muitas coisas para fazer contra você, não é de hoje que eu quero te dar um fim, então entregue e verá o que é bom.

- Veremos quem ganha Félix.

- Adeus... Guilherme.

Os dois lançam um olhar mortal para o outro, Guilherme sai e eu me escondo para nenhum dos dois me verem.

O Guilherme não poderia fazer nada, o Félix o mataria, e eu não queria perdê-lo, eu tenho que conversar com o Guilherme, logo.

[...]

Eu estava com Guilherme mais uma vez.

Eu não conseguia parar de abraça-lo, eu não sei por que, mas eu queria ficar abraçada com ele, não conseguia me separar.

- Tem conversado com o Félix? – Eu perguntei, ele não tinha me dito nada do que rolou outro dia, e eu não disse que escutei.

- É... Eu conversei sim.

- E você tocou no assunto do incêndio?

- Por quê?

- Nada, só estou perguntando.

- Sim, eu toquei.

- Foi mesmo ele, não foi?

- Sim, mas já era de se esperar.

- E o que vai fazer?

Houve um bom tempo de silêncio. Ouvia apenas o som que entrava pela janela.

- Eu vou... Nós vamos sair desse pessoal, a gente não pode mais ficar lá Emily, o Félix é mais... Perigoso do que a gente pensa.

- Não tenho medo dele.

- Nem eu, mas vai ser melhor para nós dois, não quero que você... Não sei, se machuque lá.

- Eu não quero que brinque com ele Guilherme, eu não posso te perder – O abraço novamente, ele ri abafado.

- Do que você está falando? Calma tá! Eu não vou te deixar tão cedo. – Sorrio, mesmo com uma angustia no peito.

[...]

- Eu vou entregar o Félix.

- O QUÊ?

Eu e o Guilherme estávamos no quarto, ele chegou, conversamos, e logo depois ele disse isso, ele não pode fazer isso, eu não vou deixar ele fazer isso.

- Eu vou entregar o Félix.

- Não! Não! Você não vai fazer isso Guilherme, você está louco?

- Emily, escuta só, ele acabou de assaltar um banco, ele matou a própria mãe entre outras pessoas, Emily, ele passou demais dos limites.

- Você não tem nada haver com isso, deixe-o lá, não entrega, ele sabe o que faz.

- O quê? Ele sabe o que faz? Emily, você ouviu bem o que eu disse?

- Sim, mas Guilherme, por favor.

- Não vai acontecer nada demais Emily.

- Não sei, eu não quero que aconteça, eu não quero que você corra riscos.

- Não vou, fica tranquila, eu vou ter que entrega-lo.

- Não, você não tem que entregar ninguém, ninguém.

- Emily... Eu vou sim.

- Não! Guilherme, ele pode te dar um fim.

- Ele não vai.

- Por favor, Gui! Por favor? – Vou a sua direção o abraçando, ele não podia fazer isso. Não mesmo. Eu lembro muito bem o que o Félix disse, e eu sei que ele faria o que disse.

- Calma tá? – Ele me abraça, eu o abraço mais forte ainda. Ele beija o topo de minha cabeça.

- Eu preciso que fique, não quero que vá.

- Eu não vou, eu disse que eu vou ficar com você, por um bom tempo ainda.

- Então não entrega o Félix, por favor?

- Não Emily, você sabe que eu tenho que fazer isso.

- Não tem não.

- Vem cá! – Ele me puxa de volta, nos abraçamos, logo em seguida ele me beija.

Um beijo calmo, carinhoso, eu sabia que ele estava querendo me passar tranquilidade, mas ele não ia conseguir se ele iria mesmo entregar o Félix.

Aproveitamos muito bem o quanto podíamos aproveitar, realmente ele era bom no que fazia, ele conseguia me passar segurança mesmo quando eu não queria aceitar o que ele iria fazer. Ele era calmo, carinhoso, não tinha como não ama-lo.

Ainda estava deitado em seu peito, e como de costume, ele fazia cafuné em mim, e eu sempre ria das nossas conversas.

- Eu vou ter que ir – Sento na cama.

- O quê? Não! – Eu digo.

- Calma, eu vou...

- Não, você não vai, você não pode – Ele se senta também.

- Já conversamos sobre isso. E eu vou.

- Eu não vou deixar – Ele levanta da cama e começa a se vestir – Guilherme, você não vai.

- Vou sim – Ele já estava quase todo vestido.

- Não – Levanto da cama – Você está louco.

- Emily, para com tanta paranoia!

- Paranoia? Eu me preocupar com você agora é paranoia é isso?

- Não precisa de tanta preocupação, eu só vou dizer o que eu sei.

- Não precisa dizer.

- Eu sinto muito – Ele se aproxima de mim – Mas eu vou ter que fazer isso – Ele me dá um beijo.

- Por favor...

- Desculpa... — Ele faz movimentos com o polegar em meu rosto.

- Eu te amo Guilherme.

- Eu te amo mais – Ele sorri e sai do quarto.

Ainda estava preocupada.

[...]

Não conseguia falar com o Guilherme, eu ligava para ele, mas toda hora dava fora de área ou desligado.

Jogo o celular na cama e sento, começo a pensar mil e uma bestagens, coisas inúteis. É incrível que quanto mais estamos preocupadas, mas ainda começamos a pensar em coisas piores.

Meu celular começa a tocar, e eu atendo sem olhar o nome, mas com a esperança de ouvir a voz do Guilherme.

- Alô?

- Emily... Aqui é o Félix – Meu corpo todo se paralisa.

- O que foi?

- Queria conversar com você, será que pode vim aonde estou?

- O que você quer?

- Conversar com você, o que acha que quero?

- Félix, o que você fez? – Ele ri.

- Calma Emily, está preocupada com algo?

- Não interessa, quero saber o que é que você quer.

- Venha até a rua perto daquela famosa praça abandonada.

- O que eu vou fazer ai?

- Venha e verá.

- O que é Félix?

- Venha logo, se não vai ser pior.

Ele desliga.

Medo, era isso que eu sentia. Mas eu me arrumo, colocando um casaco e saio de casa sem avisar a ninguém.

Não demorou muito para que eu chagasse aonde o Félix pediu que eu fosse.

A rua era totalmente deserta, as lojas eram paradas, algumas pessoas andavam por lá e crianças corriam de um lado para o outro.

- Psiu! – Olho para o lado e em um beco, Félix estava lá, ele sorri ao me ver. Olho para os lados para ver se alguém estava me observando e vou para dentro do beco.

- O que é que você quer?

- Calma docinho – Ele diz irônico – Tenho um trabalhinho para você!

- Trabalho? Eu não vou fazer nada para você.

- Como ela é rebelde – Ele zomba de mim – Vai fazer o que eu mandar.

- Não!

- Nem sabe o que eu vou mandar você fazer.

- E não precisa falar, eu não vou fazer nada para você – Ele bota a mão em meu ombro e me puxa para perto, bota a mão no bolso, e eu olho para onde sua mão ia, de lá ele mostra uma arma.

- Não vai fazer? – Ele sorri debochado, logo um medo cresce em mim.

- Félix, por favor...

- Venha comigo – Ele me puxa pelo braço, eu tento me soltar, mas não dava.

- Me solta.

- Venha logo! – Ele apertava meu braço – Aqui – Eu paro e olho para ele – Você vai ter que fazer um serviço pouco pesadinho.

- Eu não quero fazer nada! – Ele me entrega a arma.

- Está vendo aquele lindo garoto ali? – Olho para onde ele apontou e logo arregalo os olhos, era o Guilherme, eu não iria fazer isso – Sim, é o seu amorzinho, e sim, eu sei...

- Eu não vou fazer nada – Ele me encosta na parede com a mão em meu pescoço.

- Olha aqui Emily, quem manda sou eu, você apenas faz, e eu quero que você atire nele.

- Não vou fazer nada com o Guilherme, você está louco?

- E se eu disser que sim?

- Félix, é o Guilherme, eu não vou fazer nada para você.

- O quê? – Logo ele encosta a arma no meu pescoço – Escuta aqui, eu trouxe duas para o caso disso mesmo, eu estou mandando você atirar, eu não quero mais ver aqueles olhos abertos, e se não fizer isso, eu dou um fim não só nele, mas como em você também – ele aperta mais a arma em meu pescoço – Faz logo o que eu estou mandando, se não fizer a única prejudicada não será você.

Ele se afasta, já podia ver lágrimas escorrendo.

- Não!

- O que disse?

- Félix, por favor.

- Menos drama Emily, eu estou ali – ele aponta para outro lugar, não muito perto, mas também não muito longe. – E eu quero sangue escorrendo pelo Guilherme.

Ele se afasta mais e sai.

- Adianta – Ele me empurra e eu sento no chão.

Ele sai e fica onde disse, lá dava para ver o que eu ia ou não fazer.

Encarei o Guilherme que estava distraído mexendo no celular, sentado e rindo de algo.

Eu não podia, ele era meu namorado. Eu nunca iria matar o meu namorado, ele era quem eu amava, a única pessoa que eu nunca queria perder.

Fecho os olhos, mas não faço nada, eu não posso, eu não vou.

Logo uma pequena pedra me atinge e eu olho de onde ela veio, Félix sorria com outra arma apontada para mim, disfarçadamente. Ele fez um sinal para que eu atirasse logo.

Apontei a arma para Guilherme.

- Não posso – disse baixo, olhei de volta para ele, ele levantou e já estava andando.

Ele podia se afastar, e logo que se afastasse mais um pouco, o tiro não o atingiria.

Eu sorri disfarçadamente, e mais uma pedra me atingiu.

- Adianta! – Ele disse de longe, respirei fundo.

E não fiz nada, ele estava se afastando, ele não morreria.

Eu seguro a arma para baixo agora, mas antes que ele se afastasse mesmo, eu sou empurrada para longe e olho para o lado. Félix segurava a arma em direção a Guilherme, eu olhei rápido para onde ele estava, eu corri para onde Félix estava.

- Não Félix, Não!

Ele sorri e prepara para atirar.

- Por favor – começo a chorar, levanto correndo e vou em sua direção – Não atira... Félix! – Gritei.

Eu pulo em cima dele, mas antes de que eu o afastasse ele já havia atirado.

Rapidamente eu olho para a frente e Guilherme estava caído do chão, várias pessoas se aproximam.

- Não! – Eu levanto rápido, mas antes de que eu saísse Félix me segura.

- Nem pensar!

- Guilherme – Eu gritei.

- Cala a boca – Félix coloca a mão por cima dos meus lábios.

Várias pessoas já estavam lá.

Uma dor enorme tomou conta do meu coração.

Eu o perdi para sempre. Ele não viveria mais comigo... E como eu me sinto culpada.

Perdi quem eu mais amava.

Notas finais
Hey, eu sei, faltou mais drama sei lá, não sou boa com isso, mas então, aprovaram o capítulo? Espero que sim.
Eu sei, poderia ter mais EMOÇÃO, mas eu não sou tão boa assim ok.
O capítulo do julgamento está quase pronto ok? Falta algumas coisinhas e eu vou fazer de tudo para não chegar até 5000 palavras, porque está pertinho, então... ashuahus.
Quem aqui leu? Pois, deixe um salve ai nos comentários, com pelo menos quinze, isso, ai, quinze eu posto, vamos lá ok leitoras? 15.
Beijos no core ♥ Giselly Valdez Solace obrigadinha de novo.
Vou lá responder os reviews, 2bj :*