Notas iniciais
Há! Aposto que quando viram o título vieram ler correndo né? Suas safadinhas haha Beijos minhas pervertidas de plantão :3 Boa leitura o/

—- Ah! – Tora gritou ao cair na água.

—- Tora! – Nathaniel correu até a piscina – Tudo bem?

—- Ah... – Tora tirava a água do rosto – Sim, estou bem.

—- Vem aqui eu te ajudo – Nathaniel estendeu a mão para Tora, ajudando-a a sair da piscina.

—- Tem certeza de que está bem, não se machucou? – Nathaniel perguntou novamente.

—- Sim, não se preocupe – Respondeu Tora – Felizmente cai para o lado da piscina.

—- Hahaha um belo mergulho – Disse Castiel zombeteiro – E que belas roupas também.

—- Que? – Tora não havia entendido.

—- Ah Tora... Sua blusa é branca e agora esta molhada... – Disse Nathaniel sem jeito.

—- Ah que droga! – Tora cruzou os braços na frente do peito – Pare de olhar Castiel!

—- Uhm? Não tem nada do que eu já não tenha visto ai – Disse Castiel fingindo desinteresse.

—- Ao em vez de ficar falando asneiras poderia ajudar seu imbecil – Nathaniel tirou a camiseta social.

—- Quer briga é? – Perguntou Castiel se preparando.

—- Aff... Aqui Tora – Nathaniel colocou sua camiseta sobre os ombros de Tora – Agora você pode ir se trocar tranquilamente.

—- Obrigada Nathaniel, é muito gentil de sua parte – Agradeceu Tora.

—- Imagina, é o mínimo que devo fazer – Disse Nathaniel sorrindo.

—- Que baboseira é essa ehm? – Castiel estava irritado.

—- Isso é apenas um amigo sendo gentil – Respondeu Tora – Ao contrario de você que só sabe ser irritante.

—- Ah é? Sendo assim, até mais – Castiel saiu do ginásio pisando fundo.

—- Ele realmente me irrita – Disse Nathaniel.

—- Bem... Ele irrita todo mundo, mas querendo ou não é o jeito dele, te garanto que ele consegue ser bem gentil às vezes – Disse Tora.

—- Duvido.

—- Que seja, obrigada Nathaniel, vou voltar ao vestiário.

—- Tudo bem, mas não poderei te esperar dessa vez.

—- Imagina, sem problemas, já me ajudou bastante, até mais.

—- Até, tchau.

—- Lá vou eu de novo – Tora ia até o vestiário, mas parou, sentindo falta de algo – Cadê a minha bolsa? Espera... CASTIEL!!!

Nathaniel foi até o grêmio arrumar algumas coisas, pegou sua pasta e tratou de sair dali o mais rápido que podia, antes que a Sra. Shermansky aparecesse ditando ordens. Ele saiu do prédio e estava quase chegando ao portão quando alguém lhe chamou.

—- Nathaniel!

Droga!” pensou Nathaniel – Sim?

—- Oi Nath já esta indo pra casa? – Perguntou Lety correndo até o rapaz.

—- Oi Lety, é você – Disse Nathaniel relaxando.

—- Esperava por outra pessoa? – Perguntou Lety inclinando a cabeça para o lado.

—- Não, não, só não queria que fosse a diretora – Respondeu Nathaniel.

—- Ah sim, ela sempre te enche de coisas.

—- Nem me fale... Mas o que você queria?

—- Ah sim! Será que você está disposto a ir comer algo comigo?

—- Bem... Estou meio sem grana – Disse Nathaniel sem graça.

—- Não estou pedindo pra você pagar.

—- Mas...

—- Sem mais nem menos, você me conhece, sabe que não ligo pra essas coisas.

—- Certo, pra onde então?

—- Pastelaria!

Nathaniel e Lety foram até uma pastelaria famosa na cidade, que servia rodizio de mini pasteis. Sentaram em uma mesa no canto, perto da janela, e logo foram atendidos por um garçom, fizeram o pedido e continuaram conversando. Eles pareciam grandes amigos, Lety contava coisas que de primeira deixavam Nathaniel de olhos arregalados, mas logo entendia e começava a rir, ele havia comido doze pastéis e já não aguentava mais.

—- Experimente esse de sensação – Disse Lety oferecendo um pastel doce.

—- Não obrigada, se tentar comer mais alguma coisa, coloco tudo pra fora – Disse Nathaniel com as mãos na barriga.

—- Hahaha não sabe o que está perdendo – Lety deu uma mordida no pastel – Uhm delicioso.

—- Não sei como você consegue comer tanto, pra onde vai isso tudo?

—- Hohoho segredo.

—- Hahaha então tá.

—- Esta se divertindo?

—- Que pergunta Lety, mais é claro que sim, adoro sair com você. Estava com muito saudade sabia, você me fez muita falta.

—- A-ah mesmo? – Lety ficou da cor do morango em seu pastel.

—- Ah bem... – Nathaniel também corou ao reparar no que tinha dito.

—- Nath...

—- Sim?

—- Lembra quando eu disse que gostava de alguém?

—- Ah sim, você não me disse quem era.

—- Bem... E-eu gosto de você.

—- Ahm? Eu também gosto de você Lety, gosto muito.

—- Não Nath, não nesse sentido... Eu... Eu sou apaixonada por você!

—- C-como?

—- Você ouviu...

—- Lety eu... Arg! – De repente Nathaniel sentiu um forte enjoo e correu para o banheiro, deixando Lety preocupada. Depois de dez minutos ele volta, extremamente pálido.

—- Tudo bem com você? – perguntou Lety o ajudando a se sentar.

—- Sim, eu só fiquei enjoado quando senti o cheiro do chocolate.

—- Entendo, me desculpe, não devia ter pegado aquele.

—- Imagina Lety a culpa não é sua se tenho estomago fraco, mas... Acho que é melhor irmos para casa agora.

—- Eu vou com você.

—- Não precisa...

—- Insisto, vai que você passa mal de novo.

—- Tudo bem, obrigada.

Lety pagou a conta e acompanhou Nathaniel até em casa, com um braço em torno de sua cintura, caso perdesse o equilíbrio. Chegando em casa Nathaniel tirou a chave do bolso e abriu a porta.

—- Seus pais não estão em casa? – Perguntou Lety ao ver Nathaniel destrancando a porta.

—- Não, meu pai está em uma viajem de negócios, minha mãe e Ambre foram ao shopping – Respondeu Nathaniel – Entre, por favor.

—- Ah não, não devo – Disse Lety balançando as duas mãos.

—- Deixe de frescura, ande logo – Nathaniel deu um empurrãozinho em Lety.

—-Certo...

—- Vou pegar algo para beber, fique a vontade.

—- Uhm... – Lety se sentou no sofá e ficou observando a sala. Ainda estava do mesmo jeito que a ultima vez que estivera ali. Três paredes brancas e uma turquesa, onde ficava a estante com a TV e os DVDs de documentários, o sofá marrom ainda parecia novinho em folha, o tapete felpudo continuava branquíssimo e brilhante e a foto de Lety com Nathaniel permanecia na estante, mas a moldura estava trincada no canto superior.

—- Aqui está, espero que goste de suco de abacaxi – Disse Nathaniel lhe entregando um copo.

—- Sim, obrigada – Lety pegou o copo – O que aconteceu com o quadro?

—- Nossa empregada derrubou sem querer – Respondeu Nathaniel – E ficou pedindo mil desculpas enquanto ouvia minha mãe reclamar.

—- A senhora Diana não muda não é?

—- Nunca, minha mãe é implacável.

—- Tome esse remédio, é para o estomago.

—- Ah obrigada.

—- Bom Nath já vou indo, obrigado por esse dia maravilhoso – Disse Lety indo até a porta.

—- Eu que agradeço por sua companhia, mas tem certeza que já vai?

—- Sim, já esta ficando tarde...

—- Mas...

—- Até – Lety abriu a porta e saiu.

—- Leticia espera! – Nathaniel segurou-a pelo braço.

—- Ahm? – Era raro Nathaniel chama-la pelo nome.

—- Eu... Eu também não consegui esquecê-la... – Nathaniel começara a corar.

—- Nath...

—- Ah haha desculpe, estou te segurando aqui falando besteiras.

Lety não sabia explicar, mas ficara extremamente feliz com aquilo, ser correspondida era algo maravilhoso, ela olhou fundo nos olhos de Nathaniel que agora tinham um brilho fantástico, suas bochechas rosadas davam um ar de inocência, Lety sorrio colocando as mãos em torno do pescoço de Nathaniel e fez o que mais queria, aproximou seus lábios e o beijou.

Notas finais
Castiel é um boboca mesmo, está se deixando vencer pelo loirinho hahaha Eu sei, sou uma troll sacana que enganou vocês direitinho ;p esperando beijo dos casais ai né hoho... Mas tudo tem um propósito minhas caras, vocês sabem como é a personalidade da Lety no jogo, pois então... Eu não mudei nadinha dela aqui muahahaha