Um novo começo.

21 Você é minha casa.


Notas iniciais
Olá bebês, olha só quem apareceu! HAUAHUAH ♥ Bom, como eu havia falado, estou em semana de provas e o tempo tem ficado muito curto para mim, tanto é que nem deu para postar ontem. Mas enfim, o capítulo tá aqui e eu quero dedicá-los a todos vocês que leem, comentam e acompanham, me sinto reconfortada por saber que não escrevo para fantasmas AHUAHUAH Aliás, antes que venham atirar pedras em mim, saibam que tudo que aconteceu aqui no capítulo é necessário para que a história possa se desenvolver. Tudo tem estado muito clichê e isso é realmente necessário. Muitas surpresas ainda estão por vir então peço que me perdoem mesmo. Adoro vocês ♥ Boa leitura e aguardo vocês nos comentários. Responderei a todos assim que possível. Beijinhos e espero que gostem ♥ Twitter: @poxamalec (sigam e comentem "fic" para que eu possa sdv) Enfim, é só isso. PS.: O capítulo foi inspirado em trechos de A Escolha e Belo Desastre. Amo forte ♥ Narração do Caleb; Narração da Tris; Narração do Tobias; Briga Fourtris.

CHRISTINA

Uriah e eu estávamos em Chicago, na nossa antiga parte, onde é conhecida agora como A Quarta Cidade. Estávamos na sede da Audácia, próximos ao Fosso. Ele estava atrás de mim, e me envolvia num abraço. Minhas mãos sob as dele. Estávamos em silêncio, perdidos em nossos pensamentos.

– Uriah? – chamei-o, trazendo de volta a realidade.

– Sim? – senti sua voz calma atrás de mim.

– Por que me perdoou? – perguntei. Meus olhos marejados e minha vista embaçada.

– Por que eu não perdoaria? – ele me virou, me pondo frente a ele.

– Eu menti para você esse tempo todo. – me envergonhei ao admitir isso. Em voz alta, tudo parecia mais sombrio e terrível. O que eu fiz não merecia perdão. – Eu magoei você.

– Não importa, Chris. Não há problema em me magoar. Parta meu coração em mil pedaços, se preferir. Ele sempre foi seu para fazê-lo o que quiser. – ele disse num sorriso torto.

E eu estava completamente mais apaixonada por ele.

Talvez eu sempre soubesse. Desde o início. A escolha ideal.

Era ele. É ele. Seria ele.

Fui acordada aos beijos. Sorri e correspondi ao beijo, sem abrir os olhos. Quando senti falta dos lábios quentes de Uriah, me afastei bruscamente. Caleb me olhava assustado e confuso.

Droga, Christina.

– Chris? Está tudo bem? – Caleb me perguntou.

Olhei a minha volta e estávamos no quarto dele. Reconheci o lugar e logo me decepcionei. Tudo não havia passado de um sonho. Não é possível. Tudo parecia tão real.

– Chris? – ele me chamou outra vez.

Com Caleb me olhando assim, senti uma pontada no peito. Vergonha. Arrependimento. Culpa. Tudo isso estava martelando na minha cabeça. Talvez esse sonho tenha sido um sinal. Talvez tenha chegado a hora de finalmente contar a verdade.

Mas com ele me olhando desse jeito não dá. Não consigo.

– Caleb, eu tenho que te falar uma coisa. – comecei.

– Tudo bem, mas antes... – ele falou, se esticando e estendendo a mão para abrir a gaveta do móvel pequeno que havia ao lado da cama. Retirou uma caixinha preta e se voltou para mim.

– Não me diga que é o que estou pensando. – falei, meus olhos se enchendo de lágrimas. Mais culpa.

– Não, não é um anel de noivado. – ele riu. – Ainda não vou pedir você em casamento, Chris. Abra-o. – gentilmente, ele pôs a caixinha preta na minha mão.

Sem conseguir conter a curiosidade, eu abri a caixinha. Lá estava, envolto a uma corrente de prata simples, um pingente com uma pedra preta. Não consegui identifica-la. Era pequeno, mas não muito. Delicado. Lindo.

– O que achou? – ele perguntou com um sorriso nos lábios.

– Caleb, é tão... – pausei. Lindo não conseguiria defini-lo. – Estou sem palavras. – admiti.

– Estava nos pertences da minha mãe, na nossa casa da Abnegação. Era um objeto inútil, portanto, ela não poderia usa-lo e deve ter guardado em suas coisas por alguma razão. Encontrei da última vez que fomos lá. Tris não quis ficar com ele. Pediu para que eu o guardasse e desse a alguém especial. – ele falou sério.

– Não posso aceitar, Caleb. – falei, empurrando a caixinha para sua mão.

– Por que não? – ele sorriu novamente. – Não vejo outra pessoa que possa merecer. Minha mãe gostaria de saber que eu o dei para a garota que amo.

Suas palavras me atingiram como navalhas. Como eu iria contar para ele? Como eu iria contar para ele depois disso?! Fiquei em silêncio e baixei a cabeça. Ele afastou meu cabelo e pôs o cordão em mim. A joia era leve. Segurei o pingente e afastei as lágrimas.

Caleb me olhou e disse:

– Combina com você. – assenti. Ficamos em silêncio e ele o quebrou. – Então, sobre o que você queria conversar?

TRIS

Está tudo tão calmo que não parece que estamos prestes a enfrentar uma guerra. A manhã está clara e os raios de sol já atravessam a janela. Tobias se esqueceu de fechar a cortina. Olhei para o lado e ele não estava. Ouvi o barulho do chuveiro e me levantei. Caminhei na ponta dos pés, o contato com o chão frio me fazendo arrepiar.

Abri a porta devagar e entrei. Ele estava de costas para mim, enxaguando o cabelo. Tirei minha roupa e me sentei no balcão, ao lado da pia. Fiquei observando ele tomar banho. A forma como a água parecia lavar sua alma. O quanto ele estava leve assim, sem preocupação nenhuma. Sua tatuagem se destacando nas costas. As chamas da Audácia envolvendo todos os símbolos das facções. Tudo tão familiar.

Ele terminou o banho e se secou. Quando virou, me viu. De início ele logo ficou surpreso, mas depois um sorriso se formou em seus lábios. Ele me olhou da cabeça aos pés e balançou a cabeça, sorrindo torto.

– Bom dia. – ele se aproximou de mim e beijou minha testa.

– Por que acordou tão cedo? – perguntei.

– Treinamento de manhã. – ele me recordou. – Imaginei que você teria esquecido.

– Eu não esqueci. – menti sorrindo.

Cruzei minhas mãos ao redor do seu pescoço e o beijei.

– E você também não escovou os dentes. – ele rebateu, sorriu e se afastou um pouco. – Não demore.

E então saiu do banheiro.

Tomei meu banho, vesti uma roupa e fui até a cozinha, onde Tobias e Evelyn tomavam o café da manhã e conversavam. Quando me aproximei, eles se calaram.

– Interrompi algo? – perguntei desconfiada.

– Não era importante. Sente-se conosco. – Tobias falou apontando para um lugar.

Me senti incomodada com o fato de Tobias manter segredos longe de mim, mas de qualquer forma, Evelyn era sua mãe e eu não deveria interferir na relação deles.

Comemos em silêncio. Às vezes, eu arriscava olhar para Tobias, e ele sempre tinha um sorriso torto nos lábios e um brilho intenso no olhar. Senti o olhar de Evelyn sobre mim, mas ainda assim, permaneci em silêncio.

Prossegui com Tobias até o Departamento de Polícia, onde treinaríamos essa manhã. Se Johanna não estivesse nos pressionando tanto, eu acreditaria que não teríamos uma guerra. Estava tudo tão calmo e parecia que treinávamos em vão.

– Não fique chateada comigo. – Tobias falou, cortando o silêncio.

– Não estou chateada com você. – rebati com uma mentira.

Eu estava chateada sim. Chateada com o fato de ele ter segredos escondidos de mim.

– É uma surpresa. Em breve você saberá.

Dei de ombros e continuamos seguindo. Chegamos lá, fomos direto para a sala de treinamento. O treino que Tobias, Zeke, Amah e George aplicavam em nós era totalmente cansativo e exaustivo.

Tobias é tão profissional que não parecemos um casal aqui dentro. Ele me treina como treina qualquer outra pessoa aqui dentro. Todos nós treinamos, exceto Caleb. Ele raramente aprece nos treinos. Graças ao seu emprego no laboratório, Caleb está estudando soros e possíveis substâncias não letais que possamos usar na guerra.

Ao fim da manhã, terminamos de treinar. Quando saímos, vejo Chris e Uriah juntos. Ela parece feliz e ele também. Me sinto mal por ela, porque, por mais que ela tente esconder, eu consigo imaginar a situação em que ela está. Não sei porquê ela faz isso, mas eu também não saberia como contar a verdade.

Sinto que por saber a verdade, eu estou traindo Caleb. Não é um segredo meu, então espero que ele entenda.

Tobias e eu nos encostamos ao carro de George e ele me envolve num beijo. Um beijo lento, onde nossas línguas completam uma a outra. Ele finalizou o beijo e sorriu, com os lábios ainda nos meus.

– Tenho que ir ao Palácio. – ele falou. – Quando escurecer vá até lá, quero lhe mostrar algo. – ele falou com um sorriso amarelo.

– É meu aniversario? – perguntei.

– Não. – ele riu.

– É seu aniversário? – arrisquei.

– Também não. – ele falou. – Paciência, Tris. – ele suspirou.

Assenti e saímos. Ele foi em direção ao Palácio e eu voltei ao apartamento. Evelyn não estava. Depois daquela nossa conversa, quase nada havia mudado. Evelyn era reservada e eu também. Acho que a melhor maneira de nos darmos bem era como estávamos.

Descansei um pouco e quando estava escurecendo, me apressei em aprontar.

Logo, caminhei até o Palácio.

Eu estava com um pressentimento ruim, mas tentei ignorar isso.

Cheguei à sala dele e não precisei bater na porta. Tobias tinha me autorizado a entrar sem bater ou passar por Nita. Imaginei que ela estaria dentro da sala dele, pois ao passar por sua área de secretária, eu não a vi. E detestava isso. Ela sempre estava na sala de Tobias. Mas ele me garantiu que depois que toda essa confusão passasse, ele conversaria com Johanna e faria uma proposta para tirar Nita desse cargo.

As crises de ciúmes não eram mais frequentes, pois Tobias não só dizia que me amava, como também fazia esforço para provar isso. E eu acredito nele.

Abri a porta e não acreditei no que vi.

Ela estava com os lábios nos dele.

Senti meus olhos marejados.

Ele se afastou rapidamente dela e seus olhos encontraram os meus.

– Tris, espera... – ouvi a voz dele atrás de mim.

Não quis escutá-lo. Caminhei mais depressa quando senti que ele estava me alcançando. Minha visão estava desfocada, e eu lutava para afastar as lágrimas. Uma dor no peito me invadiu e me senti traída. Enganada. Boba. Um nó se formava em minha garganta e eu continuava caminhando.

Saí do Palácio e fui direto ao apartamento de Tobias. Eu sabia que ele logo iria me alcançar, mas não me importava. Nada do que ele fizesse agora teria efeito sobre mim.

Todo esse tempo? Você foi estúpida, Tris.

Só pensava no quanto eu tinha sido burra ao acreditar em todas as promessas. Enquanto eu caminhava, as lágrimas escorriam dos meus olhos sem parar. Não me apressei em limpá-las, eu não me importava mais. Como se não pudesse ficar pior, senti a chuva sobre minha pele. Os pingos perfurando minha pele.

Cheguei ao apartamento e me apressei em ir ao quarto, sem me importar se estava ou não molhando o chão. Abri o armário e comecei a retirar todas minhas roupas. Peguei uma mala pequena e coloquei tudo dentro. Tobias segurou minha mão e eu olhei para ele. Seus olhos assustados sobre os meus.

– Espera, Tris, me deixa explicar. – ele estava nervoso, desesperado e furioso.

– Explicar? Explicar o quê?! – explodi. – Não pode explicar uma coisa que eu vi, Tobias. EU VI. – falei em meio ao choro.

– Tris, você está nervosa... – ele começou.

– CHEGA! – gritei. Soltei de sua mão e fechei a mala. – Para mim já chega. – engoli o choro. Olhei para cima e suspirei, tentando acalmar as lágrimas. – Todo esse tempo, Tobias? – choraminguei.

– Tris, eu sei. Eu sei que o que você viu e estou desesperado para saber como posso te provar que não foi isso que aconteceu. – ele tentou se aproximar, mas eu recuei.

– Não dá para mudar algo que eu pude ver. – admiti, relembrando da cena.

Afastei-a da minha mente e enxuguei as lágrimas. Peguei a pequena mala e passei por Tobias, sem conseguir encará-lo. Não suportaria olhar para ele agora. Não suportaria olhar para ele nunca mais. A dor que estou sentindo é horrível. Só há uma coisa pior que perder a pessoa amada: ser traída por ela.

Quando eu estava prestes a sair, ele segurou meu braço.

– Não faz isso, Tris. – ele implorou, com dor nos olhos.

Desviei o olhar, sabendo que se eu continuasse a encará-lo eu não teria forças para deixa-lo.

– Diga a Evelyn que eu tentei cumprir a promessa. – admiti e saí.

Eu esperava que ele fosse vir atrás de mim.

Mas não. Ele não veio.

Talvez tenha sido melhor assim.

TOBIAS

Vê-la saindo por aquela porta foi a coisa mais dolorosa que eu já senti na vida. Nenhuma pancada dada por meu pai, nenhuma abandono de minha mãe, NADA. Nada era comparado ao que eu sentia agora.

Eu sabia que ir atrás dela agora seria em vão. Tris estava nervosa, assim como eu, e provavelmente isso não nos levaria a nada. Suponho que eu devo esperar até amanhã para conversarmos com calma.

Eu estava furioso. Se Nita estivesse aqui, eu a mataria sem dúvida alguma.

Peguei o objeto mais próximo e o arremessei na parede da sala. Não adiantou. Só me deixou com mais raiva ainda. Peguei outro objeto e o arremessei contra a televisão. Mais objetos foram arremessados e nada diminuía minha raiva.

Evelyn chegou à sala assustada. Eu estava com outro objeto prestes a arremessa-lo, quando ela se pôs na minha frente.

– Filho, acalme-se. – ela implorou nervosa, pondo as mãos em meu peito tentando me conter. Olhei em seus olhos e ela estava com medo. – Por favor...

Me sentei no sofá, pus o objeto no chão, apoiei meus cotovelos na minha coxa e escondi o rosto com as mãos. O nó estava na minha garganta e senti as lágrimas dificultarem minha visão, mas eu não me permitiria chorar na frente dela.

Ela se sentou ao meu lado e me envolveu nos seus braços.

– Ela foi embora. – admitir essas palavras tornou tudo mais doloroso.

Evelyn assentiu e continuou ali, me abraçando e permitindo que algumas lágrimas minhas caíssem em sua roupa.

Caminhei até o quarto e me deitei na cama. É loucura, mas eu já estava sentindo falta dela, e o seu cheiro no travesseiro só complicava mais ainda. Me senti um completo estúpido.

Tentei dormir, porém todas as tentativas foram inúteis. Eu não conseguia parar de pensar nela. No que ela estaria fazendo agora, se estaria lidando com a saudade ou com o desprezo.

Eu não queria ela fora da minha vida.

Consegui dormir por duas horas.

Acordei, esperando ver a imagem de Tris ao meu lado. Ela não estava lá, o que só significava que tudo fora real. Me levantei e caminhei até a sala, e lá estava o estrago que eu causei. Inúmeros de cacos de vidro e porcelana estavam espalhados pelo chão. Eu não conseguia acreditar.

Tomei um banho demorado, esperando que a água lavasse minha alma e lembranças ruins. Lembrei de Tris e da primeira vez que tomamos banho juntos. Lembrei dela na manhã passada, quando ela estava sentada no balcão da pia. Me virei, na esperança de que ela estivesse lá. Ela não estava.

Troquei de roupa e saí do apartamento, caminhando até o prédio de Caleb. Eu sabia que lá era o lugar mais provável que Tris estaria. Toquei a campainha e esperei. Caleb veio atender.

– Ela não está tendo um bom dia. – ele falou.

– Me deixe falar com ela um segundo. – falei mantendo a calma.

Tris apareceu atrás de Caleb e falou:

– Tudo bem. – ele a olhou e depois assentiu. – O que você quer?

Sua aparência era cansada. Seu cabelo estava preso em um coque mal feito e seus olhos continham olheiras profundas, o que significava que ela havia sentido a ausência tanto quanto eu. Talvez eu não a tivesse perdido ainda.

Uma esperança tomou meu peito.

– Quero conversar, Tris. Me deixa explicar o que aconteceu...

– Não temos nada para conversar. – ela me interrompeu. Seus olhos começaram a encher de lágrimas e sua voz saiu cortada. – Eu já tomei minha decisão, Tobias. – ela suspirou. – Acabou. Volta para casa.

Suas palavras me atingiram em cheio. A pitada de esperança que eu tinha foi embora junto com um pedaço de mim. Olhei para o chão e depois para ela. Os olhos claros me encarando sem nenhuma expressão. Juntei as sobrancelhas e lutei contra o impulso de chorar.

– Você é minha casa. – falei.

Minhas palavras pareceram não ter efeito algum sobre ela. Ela permaneceu parada ali. Intacta. Fiquei parado também e um silêncio se estendeu sobre nós. Tris não me dava a chance de explicar o que realmente tinha acontecido. Um desespero tomou conta de mim e senti minhas pernas fraquejarem, mas não me permiti cair. Tris olhou uma última vez para mim e fechou a porta.

Ela tinha tomado uma decisão e eu não podia fazer mais nada.

Me encostei na parede e deslizei para o chão. Sentei com uma das pernas esticadas e apoiei a cabeça na outra que o joelho estava dobrado. Suspirei e as lágrimas caíram. Senti meu coração partido em milhares de pedaços. Senti o vazio que tinha se formado dentro de mim.

Eu a havia perdido.

Notas finais
MEU CORAÇÃO SE DESPEDAÇOU AO ESCREVER ESSE CAPÍTULO Não me matem, por favor! Bom, acredito que nos próximos capítulos nós não veremos Nita... Ainda. Muitas surpresas ainda estão por vir, e o que aconteceu nesse capítulo foi necessário, tá? Me perdoem ♥ Bom, o que vocês acham que vai acontecer? Será que Tobias perdeu mesmo Tris? O que realmente aconteceu dentro do escritório de Tobias? E quanto a Caleb e Christina? Já sabemos sua escolha, mas será que ela teve coragem de contar? Comentem e me digam o que estão achando... Ah e sintam-se a vontade para opinar, viu? Adoro vocês ♥ Espero vocês no próximo capítulo... E muita coisa ainda vai acontecer! Aguardem e prometo postar o mais rápido possível! Beijos (Twitter: @poxamalec)