Notas iniciais
Dando continuidade a história de "Um garoto no Mundo Mágico" com o ano 2.

Espero que gostem!
Boa leitura.

Meus olhos abriam-se lentamente, recebendo suavemente os raios de sol que atravessavam os vidros da janela do quarto. Por quanto tempo eu havia dormido? Não sei. Havia tomado banho ontem? Talvez. Ah... E você veio.

Quanto tempo meu amigo. Dois meses e seis dias, para ser exato. Esses últimos dias não foram fáceis, mas não queria te preocupar com tudo isso. Posso dizer que agora eu estou bem melhor se comparado há alguns meses atrás. Enquanto a esses papeis e jornais espalhados aqui na cama, não ligue para eles. Irei tomar um banho e logo voltamos a conversar. Temos algumas coisas para colocar em dia, meu amigo.

Aposto que nuca me verá de bermuda e blusa como agora. O verão aqui é quente, porém venta muito nesta região. Você não conhecia minha casa não é? Bom, pela janela é visível uma grande floresta de pinheiros, e outras árvores, compondo grande parte da paisagem. Bem, essa mesma paisagem se estende ao redor da casa. Lá em baixo há um pequeno jardim, e ao fundo um minicampo de Quadribol. Esse é um dos nossos passatempos preferidos desde pequenos. Se não fosse a insistência do papai dificilmente teríamos o campo.

Enquanto desço para tomar o café da manhã eu lhe conto mais detalhes da casa. Ela é composta por seis quartos, todos devidamente separados no andar de cima onde há um grande e único corredor, esse que estamos passando agora e que também leva para escada a baixo, ou para o sótão caso você siga para o outro lado. Há apenas dois andares sem contar o sótão, e no andar de baixo fica a cozinha e a sala, além de uma pequena despensa e uma “lavanderia”, por assim dizendo. Ah, enquanto aos banheiros, há um em cinco quartos e outro que fica em baixo da escada, dentro da sala.

Após descer as escadas, encostei meu corpo no batente da cozinha enquanto cruzava os braços, observando Morôni colocar um prato de sanduiche em cima da mesa para Lilah comer. Ah Lilah, nossa pequena caçula. Se tudo der certo, até Echo chegar ao último ano Lilah estará entrando em Hogwarts. Aposto que não sabe de quem estou falando, não é?

— Finalmente acordou Lucas – comentou o loiro. – Aproveita que estou fazendo sanduiches e diga se quiser um.

— Pode ser – respondi acenando positivamente com a cabeça.

Após a morte da minha mãe, Morôni pediu demissão do cargo de Diretor do St. Mungus para que pudesse cuidar de Lilah e colocar as coisas em ordem, além de (de acordo com ele) passar mais tempo conosco. Não se preocupe com dinheiro, Sookie deixou uma quantia considerável para que pudéssemos sobreviver por um bom tempo, além de que, se houver problemas, Morôni volta para o St. Mungus.

— Alexis e Luke acordaram mais cedo. Eles estão arrumando as coisas para jogar Quadribol – falava o loiro enquanto colocava os ingredientes dentro do sanduiche. — É este ano que vocês podem entrar no time, não?

— Sim.

— E vai fazer o teste para goleiro? – Morôni olhou-me pelo canto do olho.

— Vou tentar primeiro para batedor, mas se não passar eu fico nos aros mesmo – respondi arrastando uma cadeira para que eu pudesse me sentar.

— Lucas! – exclamou Lilah. – E se um balaço te acertar nos dentes?! Não quero ter um irmão banguela que não faz mais competição de feijõezinhos mágicos!

— Eu vou tentar desviar deles.

— Mas e se for da Alexis!

— Não seja tola Lilah, você acha que a Alexis acertara seu irmão nos dentes com um balaço? – indagou Morôni.

— Acho! – eu e Lilah respondemos em um coro.

Então o sanduiche foi colocados na minha frente, junto a um copo de leite.

Enquanto eu como, posso lhe atualizar com as coisas que andam acontecendo por aqui. Começando por minha família.

Bom, Luke começou a sair com a sonserina que estava conosco no Ministério da Magia, Liesel Vengeance. Desde então ele passa pouco tempo em casa. Enquanto a Adele, bem, não se preocupe com ela, ela ainda não acordou ou já estaria aqui tomando café da manhã. É até compreensível que tenha dormido mais ultimamente. Ah, e ela continua com o Liam. Acho que não há algo novo sobre a Alexis além de ela continua saindo com nossos primos, porém não tanto quanto antes. E falando nas duas gêmeas, por um bom tempo a casa ficou com infiltração de água e o jardim as vezes amanhecia com buracos. E sim, elas possuem ligação com isso devido a um “dom” relacionado aos dois elementos (água e terra). Quanto a mim, bem, eu passei um bom tempo lendo jornais e livros, buscando mais informações sobre o ocorrido no Ministério, o que não me surpreende ter tido olheiras nos últimos dias. O motivo disso é simples: vingança. E não tente me contradizer meu amigo. Isso é um assunto pessoal.

Enquanto aos nomes que disse lá trás, aposto que você está se perguntando quem é Echo. Além de qual seria o outro filho de Sookie que comentei no ano passado, já que somos sete. Bem... Ah Sookie. Echo nasceu alguns anos depois dos quadrigêmeos. Uma garota de olhos azuis diagnosticada com autismo leve, mas isso foi tratado com o passar do tempo e pode-se dizer que Echo superou bem isso. Pouco antes de completar 11 anos ela conseguiu um intercâmbio para Ilvermorny, e nós apoiamos sua ida para os Estados Unidos onde até hoje ela estuda na escola de magia e bruxaria de lá. Após conversas e conversas, Morôni e Sookie decidiram mantê-la em Ilvermorny, já que a garota havia gostado e se adaptado muito bem. Contudo não recebemos muitas cartas dela, mas as que recebemos são em sua maioria cartas felizes, com fotos ou presentes de lá.

Echo conseguiu nos visitar no enterro de Sookie, cogitando até voltar para o Reino Unido. Mas papai a convenceu de que não seria necessário, além de ser visível que nos E.U.A. ela ficaria mais feliz. Contudo foi animador revê-la depois de tanto tempo.

— Eu vou ajudar Luke e Alexis com o campo – falei levantando-me da cadeira após comer.

— E eu vou acordar a Adele! – saiu correndo Lilah em direção ao quarto da irmã.

— Lilah! Termina de comer antes! – gritou Morôni.

Acho que Luke e Alexis já estão jogando, caso contrário ainda estariam pegando as coisas do sótão.

Bom, sobre o outro irmão... Como posso dizer... Roy era o irmão gêmeo de Lilah. Ambos nasceram no mesmo dia com alguns minutos de diferença. Contudo, após alguns dias Roy teve problemas respiratórios e veio a falecer... Nunca dissemos a Lilah que ela havia tido um irmão gêmeo. Não sei se é correto ocultar isso dela, mesmo que raramente tocamos no assunto. Sookie ficou muito triste quando veio à notícia de que Roy não havia sobrevivido.

Bom, meus irmãos já estão jogando “um contra um” nos aros. E... Deixa-me dar mais alguns passos para trás. Essa daqui é a vista de fora da casa. Os tijolos negros junto aos brasões dos Collins e von Lichteinsten talhados em bronze foi inteiramente idealizados por Sookie, além de sua maior parte ter sido montada com seu dinheiro.

Falando em Sookie e von Lichteinsten, a mulher foi enterrada no cemitério dos von Lich., em Roma, junto com seus outros parentes. Não sei o que realmente comentar sobre o enterro. Grande parte dos nossos familiares haviam ido para o velório. Um monumento na mansão deles foi criado como forma de homenagear Sookie por ter sido uma representante e “chefe da família” dos von Lichteinsten. Se estiver curioso, a mansão é restrita apenas aos membros e convidados da família, além de não haver residentes atualmente. Eu e meus irmãos fomos lá algumas vezes, mas não ficamos por muito tempo, apenas para Sookie realmente cuidar da mansão. Atualmente o herdeiro do sangue puro da família e ultimo vivo é o Diogo. Ele tem uma vida diferente da nossa, além de eu saber pouco sobre ele. Diogo irá cuidar da mansão em conjunto ao cofre da família, além de também morar na residência.

Mesmo tendo conversado pouco com Diogo, ele parece ser um bruxo legal, e apesar de ser ligeiramente mais novo que Sookie, transparece que irá ser um bom representante da família.

Aproximei-me do brasão dos von Lich. vendo o reflexo de Sookie nele.

— Eu sinto falta dela...

É uma magia interessante, dada de presente por Diogo. Ela uma réplica da homenagem feita na mansão da família. É como se houvesse um quadro de Sookie gravado no brasão, sendo uma imagem visível caso você se aproximasse. Esfreguei meus olhos com a manga da blusa.

Eu acho que você merece saber mais algumas coisas relacionadas à morte dela. Não há comensais atualmente de acordo com o Profeta Diário e o Ministério. Os tais “comensais” capturados durante o ataque, através do Veritaserum, confessaram não serem realmente partidários da morte e sim mercenários pagos para salvar Klaus Pocahontas, sendo liderados por Dionísio Howard. Sim! Foram mercenários que mataram Sookie e as outras pessoas no dia do julgamento. E indícios apontam que seja uma tal de Valquíria Schatten a mulher que estava com nosso grupo no espelho dos mortos. Lembra-se dela? Bom, ambos Dionísio e Valquíria foram comensais na era de Saphira, sendo basicamente “lideres” nos territórios conquistados pela Lady. E não se engane como eu, Saphira conquistou muito mais do que apenas o Reino Unido, algo bem diferente do que eu havia imaginado. O paradeiro atual de Valquíria é desconhecido. Enquanto ao de Dionísio, suspeitam que ele seja chefe de um grupo de mercenários, já que os capturados se referiam ao homem como um líder. Contudo, onde o Howard se encontra é desconhecido. Cerrei meus punhos.

Eu queria muito que a magia funcionasse em mim, meu amigo. Eu queria que uma magia forte funcionasse comigo. Por fim dei um longo suspiro.

— Não vai jogar Lucas?!

— Ah?! – observei Adele atravessar a porta da casa. – Sim, eu só estava... Pensando.

— É lindo não? – comentou a garota se referindo ao brasão. – Uma pena que Diogo não nos disse como se faz isso. Mas pensando por um lado, Luke e Alexis teriam algumas pegadinhas a mais para fazer.

Afirmei com a cabeça. Logo começamos a caminhar até o minicampo de Quadribol, que ainda sim não era tão pequeno.

— Lilah te acordou?

— Não. Eu já estava descendo quando ela falou que iria me acordar.

— Hum... – emiti como resposta. – Por que não joga também? Da pra fazer um time de dois contra dois.

— Nunca fui boa no Quadribol Luc.

— Você vai ficando boa com o tempo.

— Vamos Lucas! Tá ficando chato ganhar da Alexis toda hora! – gritava o gêmeo há alguns metros acima das nossas cabeças.

— Ganhando?! Você só conseguiu fazer dez pontos! – gritava a corvina em resposta. – Sem contar às faltas que você fez!

— Dez belos pontos e todos ganhos honestamente – falava Luke consigo mesmo.

— Honestamente?! Você quase me derrubou da vassoura!

— Isso se chama jogo de corpo Alexis.

Então Alexis retirou sua varinha em cima da vassoura e apontou para o chão. Logo a caixa de madeira e o bastão que estavam no solo voaram para cima em direção à corvina, onde posteriormente ela retirou uma bola de metal pesada.

— Só quero deixar claro que eu ainda te amo maninho – falou largando a caixa do alto e jogando a bola de metal para cima, acertando-lhe com o bastão.

A esfera de ferro enfeitiçada cortou o ar em direção ao Luke, o qual desviou com um giro na vassoura.

— Você está maluca?! Isso é um balaço!

— Isso se chama jogo de corpo, Luke.

— Jogo de corpo! Desde quando tacar um balaço na cabeça de alguém é jogo de corpo! – e o balaço voltava em direção ao bastão nas mãos de Alexis.

— Desde que eu disse que era! – e rebateu novamente contra o sonserino, o qual novamente desviou por alguns centímetros.

— Vocês não conseguem jogar Quadribol sem tentar matar um ao outro? – questionou Adele.

— Assim o jogo fica mais emocionante – respondeu Luke enquanto observava Alexis segurar o balaço recém-chegado em seus braços.

No fim das contas Adele acabou cedendo e se juntou comigo ao jogo.

— Tudo bem. Lucas nos aros, Alexis no balaço e eu e Adele com a goles. Nenhuma objeção? Então vamos! – o sonserino falou rapidamente e logo iniciou um voo veloz em direção ao aro do meio, jogando a goles no centro. – Cinco pontos para Luke!

— Não é melhor a Adele ficar nos aros? – comentei apanhando a goles.

— Tanto faz Luc – comentou sorrindo. – De qualquer forma o Luke não vai passar por mim.

— É o que veremos Adele. Anda Lucas!

Jogando a goles para cima, girei a vassoura e acertei com sua ponta inferior na bola. Mandando o objeto para longe. Não demorou muito e o balaço zuniu novamente no ouvido de Luke, atrapalhando-o e deixando que Adele pegasse a goles em um rasante.

Você já tinha jogado Quadribol alguma vez? Você ao menos conhece o esporte? Ah é, você não me responde. Bem, o Quadribol é algo bem interessante, mesmo que seja relativamente violento a ponto de você quebrar alguns ossos, poder ficar aleijado ou até mesmo morrer... Contudo não deixa de ser divertido, principalmente em campos com times completos.

Após algumas trombadas entre os dois sonserinos, Luke retirou a goles das mãos de Adele, mas deixou-a cair após o balaço zunir novamente perto de seu rosto. Aproveitando o momento, Adele agarrou a goles no ar e com uma pirueta em direção ao aro direito a garota lançou com força a bola no aro esquerdo, fazendo-a atravessar o buraco. Confesso que eu estava mal posicionado e não previ esse movimento.

— Poderia jogar o balaço na Adele às vezes – falou o sonserino.

— Não vou acertar minha irmã – riu a corvina.

Então lancei a goles novamente para longe dos aros.

Os sonserinos cortaram o ar em direção a goles, porém Adele acabou sendo levemente mais rápida e apanhou a bola de madeira, dando uma cambalhota e voltando em minha direção. Dessa vez acho que estou bem posicionado no meio. Da para ir de um lado para o outro sem problemas caso necessário... Eu acho.

A gêmea levantou a goles no ar e se preparou para rebatê-la com sua vassoura, mas Luke conseguiu pegar a bola e, com um giro, ergueu o braço para atirar a goles em um dos aros, porém foi impedido pelo balaço que acertou a bola de madeira, lançando-a em direção a floresta de pinheiros.

— Desculpa por ter a mira tão boa Luke.

— Ainda não estou pronto para interpretar o Capitão Gancho, Alexis, mas deixa que eu pego a goles.

E o balaço voltou em direção à cabeça do sonserino, o qual quase caiu da vassoura ao desviar.

— Eu sou um ninja! – comentou o sonserino virando-se para trás e vendo Adele rodopiar ao ser atingida na barriga pela esfera de ferro. O balaço rapidamente voltou em direção ao bastão de Alexis, onde a corvina aproveitou e segurou o objeto com seus dois braços.

Adele, sem sua vassoura, caia rapidamente rumo ao chão.

— Lucas! A varinha! – exclamou a corvina segurando o balaço com dificuldade.

— Aresto Momentum! – brandeei em direção à Adele após retirar a varinha de minhas vestes, saindo um “ar turvo” da ponta do graveto sem que houvesse algum efeito na minha irmã. – Aresto Momentum! Aresto Momentum!

— LUCAS! EU NÃO VOU CONSEGUIR! – berrava Luke em desespero enquanto realizava um rasante em direção a sonserina.

— Aresto Momentum! Aresto Momentum! Merda de varinha! FUNCIONA! ARESTO MOMENTUM! – e a garota parou há milímetros do solo. Soltei um grande suspiro ao vê-la no chão sem que houvesse um grande impacto em seu corpo.

— Chega de Quadribol por hoje! – falava Morôni utilizando o feitiço Sonorus.

Após ajudar Alexis com o balaço, descemos até o gramado ao lado de Morôni, Luke e Adele.

— Se eu não estivesse aqui algo pior poderia ter acontecido. Não é a primeira vez nem a última que vou repetir isso, mas cuidado nunca é pouco no Quadribol. Da próxima vez lembrem-se disso.

— Sim papai – disseram os três gêmeos em um coro, pois Adele ainda encontrava-se desacordada.

— Por Merlin, eu não queria irmã... Desculpa... – falava Alexis prestes a iniciar um choro.

— Foi um acidente, nada de mais – e o loiro pegou a gêmea sonserina no colo. – Arrumem às coisas, eu cuidarei da sua irmã.

— Eu pego a goles – comentei levantando voo em direção aos pinheiros.

Acidentes assim eram comuns nas primeiras vezes que eu e meus irmãos jogamos Quadribol, mas com o passar do tempo ficou relativamente raro, porém ainda acontecem.

Vejamos, onde estaria uma goles no meio de uma floresta? Com o impacto do balaço, mesmo que não tenha sido tão forte, não duvido que tenha lascado ou até mesmo quebrado a goles. Ela está conosco desde que papai saiu de Hogwarts e me surpreendo toda vez que é rebatida com a vassoura e não se parte ao meio.

— Accio goles – e nada, como sempre.

Entrei na floresta recitando o feitiço algumas vezes, porém nem som a varinha emitia. Conforme me aprofundava entre os pinheiros, os feixes de luz começavam a diminuir, restando apenas alguns feixes finos que “tocavam” o solo. Brandeei o feitiço pela ultima vez e a bola de madeira veio ao meu encontro.

Surpreso por vê-la inteira? Eu também. Vamos voltar porque eu não me sinto bem aqui dentro, mesmo que digam não haver criaturas por aqui... Mas essa sensação de que há algo aqui é realmente estranha. Enfim, é só pegar a vassoura e... O que isso? Eu pisei em um... Livro?

“Querida cobrinha,

Desculpe por não aparecer no seu aniversário. Sabe... Coisas do trabalho.

Encontrei este livro no meio das garrafas de vinho do seu pai enquanto resolvíamos alguns assuntos. Acho que gostara muito dele.

Mande abraços ao cão sarnento por mim. Sinto saudades de você, espero nos vermos logo.

Com carinho,

Tia Val”

Estranho... É um livro em branco e sem título aparente, apesar de haver esse bilhete dentro. Daria um belo diário. Ele tem um bom acabamento em couro negro e folhas relativamente resistentes. Bom, depois eu vejo isso com mais calma. Agora... Isso são ossos de coruja? Obviamente foi ela que trouxe, mas faz tanto tempo assim? Sorte que não foi a goles que a matou. Enfim.

Notas finais
Obrigado por lerem!
Classifiquem, comentem e até o próximo capitulo!
Obs: Não se esqueçam de marcar a história em "acompanhar história", deste modo você será alertado toda vez que eu postar um capítulo novo e acompanhará ela em primeira mão!