Notas iniciais
Oi, pois é gente I'M BACK. Não vou ficar me explicando aqui, mas digo que muita coisa aconteceu nesse tempo. Agora estou de volta para vocês e espero que vocês gostem desse capitulo, foi feito com muito amor e carinho. Eu estava morrendo de saudade daqui, serio. Boa Leitura ♥

— Eu estava na casa de um colega. — Isso mesmo, um colega que eu nunca tinha visto, não sabia o nome ou qualquer outra coisa. Boa desculpa essa a sua Malu.

— Colega? Para Malu, você não tem colega nenhum além de nós aqui. Ou você não se lembra de nada? — Julia falou com um sorrisinho safado olhando para o meu lado onde estava o Pedro.

— Idiota. Vocês já estão de barriga cheia então acho que já podem ir embora certo? — Falei terminando de comer minha macarrona maravilhosa.

— Sua chata, a gente vai só porque já esta na hora mesmo. Mas não pense que não voltaremos. — Julia disse se levantando.

— Isso mesmo. E quero saber onde tu conheceu esse cara ai e o que tu fez. Cuidado pequena. — Miguel disse bagunçando o meu cabelo e me dando um beijo na testa antes de ir ate as meninas que já estavam na porta encarando o Pedro

— SEGURA ESSE GATO COZINHEIRO ATE EU VOLTAR MALU. — Ouvi a Sofia gritando e logo depois a porta batendo. Que menina louca, ela acha mesmo que se esse gato for maravilhoso eu vou deixa-lo para ela?

— Seus amigos são loucos. — Ouvi Pedro dizer ao meu lado.

— Só eles? — Disse o encarando com uma sobrancelha arqueada. Como ele ousa falar dos meus amigos sendo que ele parece ser pior?

— Você deve ser pior. — Falou com um sorriso de lado, lindo aproposito.

— Você é um maníaco ou o que? — Perguntei me levantando e colocando a louça na pia.

— Claro que não. Sou um cara normal baixinha — Respondeu. Baixinha. Ele me chamou de baixinha, é muita audácia para um único ser humano.

— Escuta aqui querido, baixinha é... — Não terminei de falar, pois quando me virei dei de cara com ele que estava muito próximo, mas muito próximo mesmo.

— É... — Ele disse me encarando com o bendito sorrisinho de lado dele. Ok, respira Malu, você não pode fazer nada, você nem sabe quem ele é.

— Sai daqui. — Disse empurrando ele e tentando não ficar corada, o que não estava funcionando.

— Me desculpe. — Ele pediu se aproximando novamente — Deixe que eu lavo para você. — Pediu já pegando o prato que eu iria lavar.

— Não, deixa comigo você já fez a comida. — Comida essa maravilhosa alias. — Mas me diz, por que você não voltou para a sua casa ainda?

— Bom, na verdade. — Ele começou a falar se enrolando todo e ficando até fofo. Comecei a rir e ele me encarou com as sobrancelhas arqueadas sem entender o motivo dos meus risos. — Que foi? To com cara de palhaço? — Ai que grosso.

— Não seu idiota, mas bem que parece. — Disse com um sorriso convencido no rosto que o fez bufar. — Desembucha logo o porque de você não poder voltar para o seu apartamento, casa, ou seja la o que for. — Falei já terminando de lavar os pratos.

— Bom, é que na verdade eu fui expulso do meu apartamento. — Ele disse tudo meio rápido e eu acho até que não entendi direito.

— Como é? — Perguntei na duvida, porque né, quem é expulso de casa no ano novo?

— Isso mesmo, eu fui expulso. Tive uma briga com o meu colega de apartamento. — Ele disse encarando a toalha da mesa como se fosse a coisa mais interessante do planeta.

— Mas você é louco? Brigou porque? Você não tem uma casa em pleno ano novo. Você é maluco por acaso? — Disse totalmente descrente. Eu faço loucuras obvio, mas nunca fui expulsa de casa e muito menos por brigar com o meu colega de apartamento e no ano novo ainda. Loucura total.

— Meu colega de apartamento é um merda e depois de dar uns belos socos nele eu sai e não posso voltar. Tenho minha dignidade. — Ele disse me olhando como se fosse obvio todo o rolo em que ele se meteu.

— E agora você esta sem um teto seu maluco. Vai viver só com sua dignidade seu imbecil? — Falei olhando pra ele sem acreditar. Pelo amor, dignidade. Isso é desculpa de quem faz as coisas sem pensar. Agora eu tenho um cara que provavelmente é um maniaco, porque eu ainda não confio nele, que briga com outras pessoas sem um motivo aparente, que é bonito e cozinha bem, porem não tem um teto para morar.

— Eu trabalho sabia? Só preciso de um lugar pra ficar por um tempo até conseguir um novo lugar. — Ele disse me encarando com esperança.

Opa, epa, ele que ficar aqui no meu apartamento? É isso? Mas eu não posso, é muita tentação, fora que eu disse que queria um amor e paz não uma tentação ambulante como o Pedro e a falte de paz que ele já me provoca. Iemanjá, cupido, Deus e todos os santos, vocês pisaram na bola, eu disse amor e paz eu pedi muito?

— Não, não, não mesmo. — Falei negando qualquer possibilidade de ter ele no meu apartamento por um tempo indeterminado.

— Por favor Malu, me deixa ficar aqui. Eu juro que arrumo um lugar logo, você nem vai se lembar que eu estive aqui. Juro que eu não sou bagunceiro, você nem vai me ver. — Ele começou a implorar com uma carinha muito fofa na minha frente. — Por favor. — Ele pediu novamente segurando minha mãos.

Ai meu Deus assim não dá, eles esta me olhando com a carinha mais fofa do mundo e me tocando. É demais para o meu coraçãozinho. Bom, ele trabalha certo? Então não é tão ruim assim, ele vai me ajudar muito pagando metade do aluguel, que é o olho da cara e mais o rim.

— Talvez você possa ficar aqui. — Falei olhando para os lados.

— Isso, sabia que você me deixaria ficar. — Ele disse me abraçando.

— Eu disse talvez, querido. — Falei com um sorrisinho sapeca e ele me largou na hora.

— O que você quer? — Ele perguntou com as sobrancelhas arqueadas.

— Pra começar se você atrasar pra pagar a metade do aluguel eu te mato. — Falei o olhando ameaçadoramente e ele concordou. — E quero comida boa na mesa todo dia. — Terminei sorrindo de orelha a orelha já imaginando pratos de comidas deliciosos na minha frente.

— Com toda certeza você terá tudo isso e muito mais Maluzinha. — Ele falou sorrindo e bagunçando meu cabelo.

Posso retirar tudo o que eu disse?

Notas finais
E ae gostaram? Qualquer erro me avisem. Comentem. Bjs ♥