Um amor maior

65 Capitulo 64 - Christmas


Notas iniciais
Quem é que não gosta de natal? Ainda mais quando ha crianças em casa, eu adoro. Espero que gostem... Boa noite ♥

A gravidez não fora nada pacífica, mas o pós-parto foi o mais tranquilo possível. Maura não pode dar de mamar, isso foi unânime, todos os médicos a proibiram de o fazer. Maura tomou comprimidos e nem chegou a ter leite.

Apesar de Maura sentir pena de não ter amamentado a filha, não poder desfrutar dessa experiência, isso teve um lado fantástico: não sofreu com a subida do leite e com os primeiros dias de amamentação.

Fazia algumas semanas que a bebé havia vindo para casa com a Maura, a família estava feliz, os tormentos do passado haviam ficado para trás e elas podiam desfrutar da bebé em pleno, davam-lhe banho à noite, com o Fred a dormir, a casa sossegada depois da correria entre mimos e brincadeiras. Era um tempo para elas, um momento só onde poderiam desfrutar daquele presente que haviam recebido. falavam-lhe, punham-lhe creme, faziam-lhe massagens, tudo com calma, depois davam-lhe o biberão, metiam-na no berço e deitavam-se serenas e felizes.

Era Dezembro, as festas de Natal estavam a porta, as ruas, cobertas com uma camada grossa de neve, estavam enfeitadas com luzes e arvores de natal e dentro de casa Jane e Maura preparam um natal especial, a familia estava completa e depois de tudo o que passaram cada dia passou a ter um sabor especial, passaram a vivê-los o mais intensamente possível, protelando o menos possível. O natal é uma época prospera, cheia de ternura, crianças eufóricas, magia solta no ar, pessoas divertidas e despreocupadas.

A casa onde moravam continuava igual, as divisões decoradas da mesma maneira, continuam a dormir no mesmo quarto, na mesma cama, a olhar para os mesmos quadros, para as mesmas fotografias, a olhar a rua través da mesma janela. Por mais que vários amigos me tenham aconselhado a pintar paredes, a trocar o mobiliário, não quiseram mudar nada. De propósito. Continua tudo igual, precisamente porque aquele período fazia parte da vida delas e elas não queriam esquecê-lo, tudo tinha passado e elas continuavam ali, a única coisa diferente era o vermelho do natal que havia dado lugar, às discretas decorações da casa.

A casa estava toda enfeitada, em cada canto via-se enfeites coloridos e luzes brilhantes, a lareira tinha o lume aceso, o frio da rua podia contrastar com o calor que a lareira emanava, e pendura na beira da lareira haviam botinhas vermelhas, a árvore de natal, uma imensa árvore natural, com imensas luzes, bolas e fitas. Enquanto Jane carregou os presentes e os colocou debaixo da árvore Fred não se conteve e pegou a estrelinha, olhou para o topo da árvore e viu que era muito alto, então teve uma ideia, colocou uma cadeira perto do pinheiro e subiu na mesma, com muita dificuldade para se equilibrar, mas com muita vontade, orgulhosamente conseguiu colocar a decoração no topo da árvore. No ar havia um aroma agradável de canela e pinheiro.

Enquanto Jane, Maura e Fred preparavam a casa e colocavam a mesa para receber a família, a Brianna dormia e Ângela preparava a ceia. Colocou o peru e as batatas a assar no forno, preparou alguns doces tipicos de natal, rabanadas, filhoses, sonhos, bolo de frutas cristalinas, panetone, aletria, tudo o que era necessário para uma festa de natal.

À noite a família começou a chegar e com eles a animação e o barulho tomou conta do espaço, a casa não parecia a mesma de há horas atrás, serena, tranquila e silenciosa, agora havia uma grande algazarra, pessoas a falar por todos os cantos da casa, estava mais viva.

Quando tocaram as doze badaladas da meia-noite no relógio, todos começaram a abraçar-se, enfim era Natal, uma noite para compartilhar a felicidade com a família, após cumprimentar todo mundo, chegou a hora de darem inicio à ceia de Natal. Todos andaram até à mesa e sentaram-se nos seus lugares e começaram-se a servir, o primeiro prato foi caldo-verde. Todos animados e a conversar entre si iam saboreando cada comida.

Os minutos se passaram rápido, e logo após a ceia, resolveram trocar os presentes. Fred e T.J eram o mais entusiasmados de todos, eles próprios pegavam os presentes de baixo da árvore e entregavam-os ao seu destinatário. Maura e Jane estavam sentadas lado a lado com a Brianna ao colo, que palrava deforma alegre, e espelhados pela sala estava a restante família, Ângela, Frankie, Tommy, Lydia, Constance e Arthur, Hope e Caillin. Estava tudo a correr bem, todos a sorrir, a brincar e felizes pelos presentes que recebiam, uma espécie de amigo secreto.

— Para quem é este presente?— questionou Fred olhando ao redor da sala, tratava-se do ultimo presente em baixo da arvore

— O que achas Maur?— questionou Jane piscando o olho para a loira

— Não sei— respondeu Maura

Acho que esqueceram do teu presente Fred, se calhar não foste um bom menino — falou a morena.

— Eu fui… oh— resmungou Fred sentando-se no sofá com os braços cruzados no peito com uma expressão triste e zangada.

— Meninas, não sejam más, é natal— ralhou Ângela aproximando-se de Fred e puxando o menino para si – É para ti Fred, elas são más, é presente da vó – a mulher pegou no embrulho que estava jogado no chão e entregou para o menino.

Fred sorriu, estendeu os braços e agarrou o presente, tirou o laço, e rasgou o papel que o envolvia e quando viu o presente, saiu a correr do sofá aos pulinhos, estava feliz com o que tinha recebido, uns patins, como ele havia pedido.

— E o pai natal vó?— questionou o menino — Ele não trará um presente para mim?

— Se calhar ainda é muito cedo para ele chegar, ele tem muitas casas para percorrer Fred — respondeu Ângela tentando consular o menino.

Quando acabaram de trocar os presentes, aconchegados na sala, começaram algumas histórias natalícias, agora Maura poderia perceber a real importância do natal, que nunca tinha tido durante a infância, não existe presente maior do que estar reunida com todos aqueles que amo.

Jane olhava para todos que estavam ao meu redor e agradeceu a Deus por aquilo por poder desfrutar daquele momento, o sorriso que pairava nos lábios de cada um e o brilho que tomava conta dos seus olhos, definitivamente não tem preço e a faziam imensamente feliz.

A alegria do natal mantinha-se e as garrafas de vinho e cerveja começavam a esvaziar-se e a ficar amontoadas. TJ havia adormecido ao colo de Tommy, Fred no braço do sofá e Brianna ao colo de Ângela.

A família começou a despedir-se e foram cada um para suas casas, deixando Jane e Maura entregues a um pilha de sujeira.

— Não temos que arrumar isto hoje, pois não?— questionou a morena

— Não.

— Bom, porque realmente estou cansada — respondeu a morena

— Cansada, sério? – questionou a loira num tom desiludido

— Porquê?

— Tinha planos mais interessantes do que dormir, mas se estas cansada fica para a próxima.

— Planos? Hummm, acho que podemos revisar o meu cansaço

Jane falou colocando as mãos em volta da cintura de Maura e a puxou para si, colando os seus corpos, levemente as suas bocas encostaram-se e assim começou o beijo lento e apaixonado, as suas línguas acariciavam-se uma na outra percorrendo cada pedacinho da boca da outra, o beijo foi ganhando um pouco mais de velocidade, quando o ar lhe faltou Jane desceu os beijos para o pescoço de Maura para apanhar ar e depois voltou até à boca. Cada vez mas o beijo foi ganhando intensidade e as mãos começavam a ganhar vida deslizando por todo o corpo

— Jane espera, os meninos - Maura colocou as mãos sobre os ombros de Jane travando o impto do gesto da morena.

Jane resmungou em desagrado.

— Vamos colocar eles na cama?— questionou Maura rindo da expressão mau humorada de Jane

— Vamos.

Jane pegou no Fred ao colo e Maura pegou Bri, que estava a dormir dentro do carrinho de bebé, as duas subiram as escadas e andam até aos quartos dos miúdos, Jane colocou Fred na cama e Maura colocou Brianna no berço, aconchegaram-nos com os cobertores certificando-se que não sentiriam frio durante a noite, apagaram a luz e voltaram à sala, colocaram os presentes do pai natal de baixo da árvore, sabiam que o Fred seria o primeiro a acordar na manhã seguinte e depois subiram até ao quarto de ambas.

Ao chegar no quarto Jane fecha a porta e beija Maura, um beijo apaixonado que mostrava o quanto as duas se amavam, o quanto as duas se queriam.

— Onde é que nos paramos?— questionou a morena com um sorriso maroto no rosto, voltando a beijar os lábios de Maura. Mais uma vez Maura voltou a interromper a morena.

— Jane— Maura colocou as mãos sobre os ombros de Jane e a afastou — Eu já volto.

Maura saiu em direcção ao banheiro, entrou e trancou a porta. No quarto Jane sentada sobre a cama vestindo apenas uma calcinha e um top, sem nada por baixo, bufava em descontentamento, não entendo os motivos que Maura teve para “fugir” desta vez. Algum tempo depois Maura volta ao quarto, deixando o quarto à media luz, parando em frente à porta do banheiro.

—Wow— murmurou em espanto e encantamento a olhar para a loira – O que é isso?

— O meu presente de amigo secreto para ti — respondeu a loira com um sorriso provocador.

Maura estava vestida de mãe natal, tinha uma langerie vermelha com uma micro saia, uns saltos altos e uma pequena capa de natal sobre os ombros.

Maura aproxima-se de Jane, vira-se de costas, e começa a tirar a capa vermelha que vestia, deixando-a cair no chão. Jane sorria, Maura sabia como provocá-la, e começa a beijar as costas de Maura, chegando ao seu pescoço enquanto as mãos acariciavam o corpo da loira.

Jane vira Maura de frente para si e leva as mãos ao rosto de Maura, segurando-o com os dedos, deu um beijo na bochecha de Maura e devagar começou a tirar a micro saia de Maura bem devagarzinho. Maura não tirava os olhos de Jane, Jane tirou por completo a micro saia de Maura e alisou a barriga da loira, fazendo-a fechar os olhos e impulsionar a cabeça para trás.

Jane conduzia Maura até a cama, deita-a com muito cuidado como se fosse uma boneca frágil. Jane deita por cima de Maura e beija-a. Maura retribui e beija o pescoço de Jane, fazendo a morena cerrar os olhos. Maura vira na cama e fica sentada por cima Jane, no seu colo, e começa a fazer um caminho de beijos pelo rosto de Jane.

Maura dá uma mordida no pescoço de Jane, fazendo-a suspirar. Maura leva as mãos até à barra do top de Jane e tira-o, jogando-o para um canto do quarto. Jane dá um sorriso e morde o seu lábio inferior num puro gesto de provação. Maura debruça-se sobre o corpo de Jane e começa a beijar o abdómen da morena subindo o corpo, passando pelo meio dos seios da morena, até chegar à sua boca, iniciando um beijo profundo e intenso, quando cessam o beijo Jane dá uma mordida no lábio inferior de Maura e vira de novo, ficando por cima da loira. Jane tira o soutien de Maura deixando-a apenas com uma calcinha vermelha transparente. As duas estavam agora apenas com roupas intimas, a impedir um contacto maior.

Jane voltou a beijar a loira começou nos lábios e desceu os beijos pelo pescoço, chegando no colo dos seus seios, abocanhou o seio direito, com a lingua Jane tocou o bico do seio da loira, fazendo um arrepio percorrer todo o corpo da loira, sem pressa nenhuma. Maura agarrou o cabelo de Jane com força por causa do prazer que sentia, o seu corpo estava ficando quente. Jane trocou o seio e repetiu a operação, fazendo a loira arrepiar-se novamente. Maura levou as mãos à calcinha de Jane e forçou-a um pouco para baixo, percebendo as intenções de Maura Jane tirou a própria calcinha e voltou a debruçar o corpo sobre o de Maura descendo os beijos pela barriga de Maura até chegar à intimidade de Maura tirando a sua calcinha. As duas estavam agora completamente nuas, voltam a beijar-se com muita volúpia, as respiração das duas já estavam bastante ofegantes e pesadas.

Jane começa um novo um caminho de beijos em Maura até chega nos seios da loira. A respiração de Maura acelera ainda mais, Jane começa a distribuir beijinhos nos seios e logo depois começa a chupar um seio de Maura enquanto alisa o outro. Maura começa a ofegar ainda mais, Jane da mordidinhas e deixando marcas pelo corpo da loira.

Maura vira-se e fica por cima do corpo de Jane e faz o mesmo com ela, beija-a, acaricia-a

— Maur— ao mesmo tempo que gemia Jane chama o nome da loira

Maura vai descendo os beijos ate chegar na intimidade de Jane, e com a ponta do dedo começa a massajar clitóris da morena, que movimenta o quadril no mesmo ritmo dos dedos da loira, enquanto fecha os olhos e agarra com força os lençóis.

Maura inclina a cabeça sobre a intimidade da morena e começa a passar a língua pelo seu clitóris, lambendo e estimulando-a, Jane gemia e pedia por mais. Maura acelera o ritmo, ate que sente que Jane já esta super molhada.

— Maur quero ser sua— murmurou a morena entre gemidos

Maura sorri e começa a passar a língua em o sexo de Jane, fazendo-a arquear as costas e gemer o alto. Maura começa a brincar com o clitóris de Jane, massajando-o e pressionando-o. Depois de muita tortura, Maura penetra dois dedos na entrada de Jane, fazendo-a gritar de prazer. Maura da múltiplas estocadas rápidas e fundas, enquanto Jane tentava acompanhar movimentando o quadril, ao sentir a vagina da morena contrair-se nos seus dedos Maura começa a chupa-la.

— Goza para mim amor. Goza— falou Maura aumentando os movimentos dos dedos e continuando a chupa-la de forma voluptuosa.

Em pouco tempo o orgasmo de Jane chega fazendo-a gemer alto e arquear suas costas e depois descansando seu corpo na cama. Maura chupa o liquido da morena e depois sobe e beija os seus lábios. Assim que se separam, Maura deita-se do lado de Jane e espera a morena recuperar.

Jane levanta-se da cama passa levemente a língua no umbigo de Maura e depois afasta as pernas da loira, Jane sorri ao ver a intimidade dela toda molhada, ela começa a dar vários beijinho na coxa da loira, a morena ia da metade da coxa até perto do sexo que já estava pulsante.

Depois de uma breve tortura, Jane passa a língua em todo o sexo de Maura, fazendo a mesma arquear as costas e gemer alto e com muito cuidado para não machucar Maura Jane penetra dois dedos e começa a fazer um vai e vem bem, Maura apertava os lençóis embaixo de si, uma sensação de prazer, de alívio e de satisfação preenchia-a por completo. Jane começou com os movimentos de vai e vem e o prazer da loira foi aumentando conforme Jane a estocava, mais rápido e depois lento, forte e depois fraco, era uma verdadeira tortura, Jane acelera os movimentos e com a boca dá alguns beijinhos espalhados pelo corpo da loira.

Continuando com os movimentos Jane vai ate os seios de Maura e começa novamente a abochanha-los. Maura puxa Jane para cima e a beija com muita vontade, Maura estava quase chegando ao orgasmo, Jane aumenta mais o ritmo e logo sente o corpo de Maura tremer e escuta um gritinho dela e logo depois sente o corpo dela relaxar e ficar todo mole. Jane vai diminuindo o ritmo ate que retira os dedos, e chupa todo o gozo de Maura e então sobe e beija a loira.

Elas estavam suadas, a respiração descompassada e o corpo estremeciam em leves espasmos, elas estavam felizes e realizadas…

— Este foi o melhor presente de natal de sempre – murmurou a morena ofegante

— Eu sabia que ias gostar amor— respondeu a loira.

— Convencida doutora.

— Conheço as minhas capacidades— respondeu Maura e as duas desataram a rir numa gargalhada alta e gostosa.

Jane deitou ao lado de Maura e puxou a loira para junto do seu corpo. Maura aconchegou-se no ombro de Jane, enquanto a morena fazia carinhos nos seus braços, voltaram a beijar-se e acariciar-se e acabaram adormecendo.

Na manhã de Natal, Maura e Jane acordaram com o som de uma voz infantil, a bater na porta do quarto.

—Acordem, mamas — sussurrava Fred, que como elas imaginavam havia sido o primeiro a acordar — Papai Noel esteve aqui. Venham ver quantos presentes ele deixou debaixo da árvore – falava o menino entusiasmado.

—Acalma-te Fred. Estaremos contigo num minuto — disse Jane, espreguiçando-se.

Na noite anterior, ela e Jane ficaram até tarde divertindo-se com a arrumação dos presentes sob a árvore.

Vestindo o roupão, Maura foi ao banheiro escovar os dentes enquanto Jane descia com Fred ele não estava aguentar esperar um segundo a mais para abrir os pacotes.

— Alguém quer tomar o café da manhã? — perguntou Maura , adivinhando a resposta.

— Antes de abrir os presentes? — protestou Fred. — Não estou com muita fome — Disse o garoto.

Eu também não — acrescentou Jane . — Mas, quando terminarmos com esses pacotes...

—Tudo bem — disse Maura , pegando a máquina fotográfica. — Então, mãos à obra.

Meia hora depois, a sala estava em desordem estava forrada de papéis. Rodeados pelos brinquedos, Fred não escondia sua felicidade…

Colocando-se na posição de observadora, Maura apreciou a cena: Jane e Fred disputavam uma corrida de autorama; Jane parecia tão empolgada quanto o menino, Maura amava ele lado de Jane, leve, descontraído tal como uma criança.

—Que tal tomarmos o café da manhã?

Boa idéia, Mama. Estou com fome — admitiu Fred

—Preciso comer, senão vou desmaiar — disse Jane , demonstrando todo o seu apetite no olhar. – Mas antes vou ao banheiro.

—Panquecas com mel? — Maura sabia que era a preferência de todos.

— Sim— responderam Jane e Fred empolgados.

Jane subiu ao segundo andar e andou até ao banheiro.

Já na cozinha, Maura preparava a refeição, quando, de repente, sentiu a presença de alguém. Era Jane , que a observava em silêncio com a pequena Brianna ao colo que entretanto havia despertado.

— Bom dia mamã— falou Jane imitando a voz de um bebé.

Maura aproximou-se de Jane e da Brianna, e acariciou a face da menina e lhe depositou um beijinho — Bom dia amor lindo da mamã.

A bebé sorria como se percebesse a brincadeira que Jane e Maura mantinham

— Mamã a nina tem fome – falou Jane mantendo a brincadeira — A nina qué leitinho.

— Oh meu amor, a mamã vai preparar o teu leitinho — respondeu a loira

Maura andou até ao balcão da cozinha, pegou a mamadeira e começou a preparar o leitinho da menina e depois entregou o frasco a Jane

—Mamã Jane dá leitinho a menina?— falou Maura imitando a bebé

Jane sorriu pegou na mamadeira e respondeu – A mamã Jane dá— Jane deu um beijo nos lábios de Maura e andou com a pequena até ao sofá.

Enquanto Jane dava o leitinho a Brianna, Fred continuava a brincar com os seus novos brinquedos e Maura continuava a preparar o pequeno almoço para a família.

Notas finais
Aos poucos estamos a despedir-nos... Ultima cena hot, e admito para mim é super estranho escrever cenas assim, talvez nao tenha muito jeito mas tentei. Besitos