Um Toque
10 A dor
Notas iniciais
A história muito provavelmente acaba amanhã! xD
Eu provavelmente lançarei uns 10 capítulos amanhã xD
PS: Irei escrevê-los... Amanhã!
É que irei viajar, então amanhã será meu último dia disponivel. uhsuhashua. =/
As pesquisas já estão feitas e tal... Acho que só terá muitos erros de ortografia (ou não) e outras besteiras... Mas isso é você que irá julgar.
Estar ao lado dela é tudo. Se ela morre, eu morro. É simples assim. Ela é minha vida. Ela se tornou a vontade de eu viver. Não morra Asheley!
Domenick entrava no restaurante às pressas com ela em seus braços.
Os clientes começaram a se levantar, outros afastavam os pratos, e nenhum entendia o que acontecia. O que diabos fazia uma mulher que está sangrando num restaurante indiano? Ninguém entendia.
Atravessando por entre as mesas até a cozinha onde tudo era preparado, Domenick suava e tentava encontrar a melhor saída daquela situação. Isso tem que dar certo!
– Saiam da frente! – Gritava.
Asheley estava ainda mais pálida. As mãos de Domenick já sentiam o sangue dela. A morte os seguia colada.
Ele chutou a porta, que abria para os dois lados, e entrou na cozinha gritando por ajuda. Aqueles que melhor assimilaram a situação foram ajudar primeiro. Um dos cozinheiros limpou uma mesa e pediu que colocasse a mulher em cima.
– O que ela estava comendo? – Perguntou – Chamem uma ambulância!
– Eu sou médico! – Gritou Domenick
– Por Brahma! O que aconteceu? Ela está sangrando pelo estômago!
– Não há tempo! Pressione aqui! – Disse pra o cozinheiro mais próximo, apontando para o ferimento de Asheley.
O bairro de Manhattan, Greenwich Village, é uma área que tem lojas incomuns e muitos dizem que é o local da cidade onde moram os radicais (não se surpreenda ao ver muitas pessoas tatuadas ou usando piercings).
Domenick precisava dessas pessoas mais do que nunca.
Ele deixou Asheley sobre a mesa e saiu para o ambiente de refeição. Poucos continuavam comendo.
– Alguém aqui tem ópio? – Gritava para que todos pudessem ouvir – Maconha? Alguém aqui tem um pouco de maconha?
Todos no restaurante olhavam pasmos. Domenick pôde ouvir uma senhora dizendo “olha só o que as pessoas fazem por drogas ultimamente”. Ele ignorou e voltou para cozinha. Merda!
– Preciso de facas, colheres côncavas, água quente e álcool! AGORA!
Todos começaram a correr pela cozinha a procura desses utensílios.
Olhando nos olhos dela, Domenick viu o desespero nela. A vontade de gritar. A vontade de chorar. A vontade de morrer, para que aquela sensação passasse. E o medo maior era dele: o medo de perder ela.
– Não se preocupe. – Disse sentindo a pele dela.
Ela está com febre.
Seu olhar foi interrompido pela voz de um dos cozinheiros.
– Ehh... Venha aqui. – Sussurrou um rapaz magro e jovem.
Domenick foi até ele, afastando-se dos demais.
– O que foi?
– Você disse que queria maconha? É para a moça, não é?
– Você tem...
– Shhhhh – O rapaz pediu que Domenick se curvasse para abafar a conversa – Eu tenho um pouco, mas você tem que me prometer que irá guardar segredo.
Nunca desejei tanto ter um maconheiro por perto.
– Eu pago cem dólares por tudo que tiver ai.
– Não se preocupe. Se for para ajudar a moça, a droga é sua. – Ele pegou um tubinho de papel com a erva enrolada e um isqueiro. – Aqui. Onde você achou isso?
– Um cliente me deu. – Disse, correndo até Asheley.
– Exato. De preferência o rapaz perto da escada. Eu não fui com a cara dele! – Disse, com a esperança de que Domenick ouvisse.
Domenick já estava com Asheley novamente. Todos já estavam com as coisa que ele pediu em mãos.
– Asheley! Asheley! Olhe para mim! Onde dói?
– N-Nã-o... D-ói.
Ele parou por um instante.
– Olha pra mim Asheley! Você sente dor! A dor está aí! Lembre-se da dor! Sinta a dor! Visualize a dor! Outras pessoas, pessoas que você gosta tendo dor, visualize!
Ela fechava, cada vez mais, os olhos.
Droga!
– Me dê uma faca!
Um cozinheiro passou uma das facas.
– O que vai fazer? Não pode ferir ela! – Gritou o rapaz da maconha.
– Não é para ela. – Disse Domenick – É pra mim.
Domenick fez um corte no braço diante dos olhos de Asheley fazendo uma fisionomia de sofredor da melhor forma que podia. Lembre-se como é a dor, pensou ele.
Asheley olhava para o rosto de Domenick com os olhos quase fechados. E aos poucos, eles foram se fechando...
– Asheley?
– Moça?
– Ela está viva?
Domenick observava junto com os outros.
– Vamos Asheley... Por favor... – Ele sentiu o pulso dela.
– Ela está viva?
Não demorou o término da pergunta para a própria Asheley dar a resposta. Uma boa resposta aos olhos de Domenick.
Uma convulsão.
– Virem a cabeça dela para o lado! Segurem o corpo dela! – Ordenava.
Que comece o procedimento.
Ele começou a queimar a maconha.
Notas finais
Amanhã tem mais! [ironia, pois amanhã tem o resto todo :S]
Kelly, mande uma review! >.
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