Notas iniciais
Oi, aqui está o capítulo como prometido, terminei agora por isso releve os erros. Eu realmente espero que gostem Lily e eu demos o melhor de si, dividimos o capítulo, no próximo terá mais sobre a lua de mel e os flash's do casamento. Obrigada a todas que comentaram e sugeriram. Vocês são topes, juro que vou morder vocês kkkkk brincadeira. Boa Leitura!

Os portões foram abertos, os sons dos trombones sopraram pelo ambiente anunciando que o grande dia havia chegado. O dia do casamento do príncipe Christian. Anastásia está claramente nervosa, seu sonho sempre foi casar e formar uma família, mas jamais imaginou que isso aconteceria com um príncipe.

– Você precisa se acalmar Anastásia, até eu estou ficando nervosa. – repreendeu a princesa Mia que tentava subir o zíper de seu vestido de noiva – Você comeu demais ontem e agora o vestido não quer fechar!

– Mia, por Deus, aclame-se também! – repreendeu a rainha Grace segurando o riso. Anastásia está no quarto da princesa Mia, junto com as mulheres da família. Ela está linda com um vestido de noiva longo de mangas longas com uma calda todo trabalhado em renda e um véu com as laterais rendadas, igual ao vestido. Uma verdadeira princesa.

– Mia, eu não comi demais ontem! O zíper deve ter ficado preso, por isso não sobe! – Ana diz desesperada, já estava imaginando que seu casamento fosse por água a baixo.

– Meninas, calma, respirem, por favor! – pediu Carla gentilmente – Deixa-me ver isso. – ela foi até a filha para olhar o porquê do zíper não está fechando, sorriu e subiu o zíper calmamente.

– Oras, mas... – a princesa ia falar, mas logo se calou – Ah, deixa para lá, estou nervosa.

– Até parece que é você quem vai se casar hoje. – comentou Kate rindo.

– Casamentos me deixam nervosa. – murmurou ela roendo as unhas. Carla olhava para a filha admirada. Esses dias que se passou ela esta mais madura, culta isso se deve ao fato de ter tido aulas com as princesas sentia-se orgulhosa porque sua filha logo se transformaria em uma, não conseguiu impedir de lágrimas saírem dos seus olhos.

– Porque choras mamãe?

– Ah, querida! Eu choro de felicidade, sempre sonhei com o dia que te veria casar.

– Oh mamãe, eu também sempre sonhei com isso e apesar de estar nervosa, estou muito feliz. – ela abraça a mãe e tenta não chorar, Mia havia a dito que se chorasse borraria a maquiagem. Ao se desfazerem do abraço a rainha Grace se aproximou da nora.

– Obrigada. – agradeceu ela e Ana franziu a testa – Você foi um verdadeiro anjo em nossas vidas, sinto muito por não ter percebido antes.

– Grace, eu não... – a rainha a interrompeu.

– Meu esposo e eu sentimos vergonha por tudo o que aconteceu. Cegos pelo poder e o dinheiro, esquecemos dos verdadeiros valores, esquecemos que o mais importante é a felicidade e o bem estar do próximo. Te julgamos mal e por isso estávamos interferindo no teu futuro e no do nosso filho... E por isso quase o perdemos... – diz a rainha com lágrimas nos olhos ao se lembrar do estado do filho. Anastásia se compadece e por impulso a abraça pegando a rainha de surpresa.

– Como todo o ser humano, vocês se arrependeram do que fizeram e isso os torna pessoas do bem. Não sou ninguém para julgá-los, não peça desculpas a mim. – diz ela e sai do abraço com um sorriso complacente no rosto.

– Todo esse clima está me fazendo chorar! – diz a princesa Kate limpando suas lágrimas, por causa da gravidez seus hormônios estão à flor da pele – E a propósito, você está linda Ana. – fungou ela e as mulheres gargalharam. Uma batida na porta é ouvida e Ray aparece sorrindo emocionando para a filha acompanhando de José.

– Vamos deixa-los a sós. – anuncia a rainha levando Mia e Kate e deixando Anastásia com sua família.

– Querida, você está tão linda! – murmurou Ray encantado não acreditando que sua garotinha esta prestes a se casar.

–Oh papai, obrigada! – ela o abraçou – O senhor também está muito elegante! – diz ela ao ver seu pai de terno.

– Ah, o seu velho aqui ainda dá um caldo. – diz ele em tom de brincadeira fazendo-a rir.

– Ah meu bem, não seja modesto, você é mais que isso. – murmurou Carla apaixonadamente dando um selinho nos lábios do marido que sorriu sem graça. José pigarreou e se aproximou de Ana pegando suas mãos.

– Sabe Ana, eu sei que às vezes tenho esse jeito meio tosco – diz ele e Ana arqueia sobrancelha – ok, muito tosco, mas eu estou muito feliz por ti e espero que o príncipe te faça realmente feliz se não eu vou cumprir a promessa que fiz a ele.

– Que promessa Jose?

– José disse que daria uma surra nele com o machado que ele corta lenha. – diz Ray rindo fazendo todos rirem também até mesmo José.

– Isso deveria ter soado como uma ameaça.

– Ah, José seu bobo! – diz Ana batendo levemente no ombro dele e sorriu carinhosamente – Não se preocupe com isso, algo dentro de mim diz que eu serei muito feliz. Eu amo tanto vocês! – diz ela e eles a envolve em um abraço coletivo. Permanecem assim por um tempo até a princesa Mia bater na porta do quarto.

– Perdoem-me por interromper o momento em família, mas chegou a hora. – diz ela sorrindo. Ray se coloca ao lado da filha oferecendo-lhe o braço que ela prontamente aceita.

– Pronta?

– Sim, só estou nervosa, — murmurou ela – não me deixe cair papai. – pediu.

– Nunca filha! – ele sorriu e a guiou para fora do quarto.

(...)

Anastásia sentiu uma mão em seu ombro a despertando de seus pensamentos. Era o seu esposo.

– Porque o sorriso meu amor? – ele perguntou sentando ao lado dela. O príncipe Christian e ela havia se casado uma hora atrás e estão no trem com o destino ao navio que os esperavam para leva-los à surpresa que ele preparou. Eles estavam em um dos vagões do trem que foi reservado exclusivamente para eles, antes mesmo da festa acabar o príncipe não aguentou de ansiedade e puxou sua princesa para seus braços a levando embora.

– Estou me recordando do nosso casamento. – ela diz e volta a olhar a paisagem pela janela sorrindo.

– Fico muito feliz por isso. – diz ele e Anastásia o olha e eles se beijam intensamente – Deveria ir descasar, em breve chegaremos. – eles ainda vestiam as roupas da cerimônia para facilitar Ana tirou a calda do vestido que ficava preso com grampos e o véu o príncipe apenas tirou o terno para ficar mais confortável.

– Tudo bem querido, mas só se você vir comigo. – pediu ela manhosa e logo percebeu o olhar do seu esposo se tornar quente, muito quente. O príncipe Christian esta se segurando para não agarra-la ali mesmo, mas prometeu a si mesmo que daria a melhor noite da vida dela algo que ela jamais havia sonhado. Ana percebendo a mudança do clima pigarreou. – Se não quiser... – ele a interrompeu.

– É claro que eu quero, apesar de está sendo difícil me controlar. – diz ele e ela morde os lábios e ele direciona seu olhar para eles e lambe seu próprio lábio inferior louco para toma-la para si – É melhor irmos. – ele se levanta e estende a mão para ela levando-a para o outro vagão do trem onde se encontrava uma cama de casal para o descanso deles durante a viagem, suas malas e alguns comes e bebes para mantê-los durante a viagem.

– Você não vai me contar para onde estamos indo? – questionou ela novamente, desde que saíram do castelo Christian faz suspense sobre o lugar para onde passariam a lua de mel... Lua de mel! Como um estalo a palavra ressoou na mente da princesa Anastásia a fazendo arregalar os olhos levemente, ação essa que não passou despercebida por seu esposo.

–O que foi? – perguntou ele sentando ao lado dela na cama.

– Ah, nada... – desconversou ela tentando esconder o nervosismo – Ainda quero saber para onde estamos indo. – diz ela tentando mudar de assunto e Christian sorri torto pela curiosidade e insistência dela. Aproximando seu rosto ao dela ele a beija derramando nesse beija sua fome e necessidade presente em seu ser Ana retribui da mesma forma puxando os cabelos da nuca dele. O beijo de amor e paixão, queimando em desejo, é assim que ambos se sentem por dentro e por fora. O príncipe Christian é como um vulcão prestes a entrar em erupção e derramar sua lava quente a tudo o que estiver a sua frente, mas em outro caso, seu fogo clama apenas a uma única coisa, ou mais precisamente em sua esposa... Anastásia. É a ela que ele quer derramar seu fogo o ardor do seu desejo que a cada dia cresce incendiando cada célula do seu corpo. Um gemido rouco do fundo da garganta escapa de seus lábios ao sentir Anastásia morder seu lábio inferior em uma atitude ousada, ela está tão entregue quanto ele, a atitude dela fez aflorar ainda mais a sua luxúria. Ele esmaga os lábios dela com os seus em um beijo duro e intenso. Suas línguas mergulham em batalhas e o som das respirações e gemidos eróticos ecoa pelo ambiente, Christian não consegue manter suas mãos quietas, suas mãos passeiam pelo corpo de Ana parando em seus seios onde ele massageia como se fosse a coisa mais macia do mundo. As mãos de Anastásia continuam nos cabelos dele o calor que invade seu corpo sucumbe sua sanidade e tudo o que ela pensa é nas caricias de seu esposo.

– Ah Ana... – sussurrou o príncipe escorregando sua boca para o pescoço dela depositando beijos molhados.

– Christian... – gemeu ela quando sentiu um aperto forte em seus seios. O príncipe ergueu a cabeça para olha-la e foi privilegiado pela visão dela ofegando, olhos fechados entregues ao prazer e com os lábios entreabertos e inchados pelo beijo aquilo foi o estopim para ele.

– Vou fazer você gozar, amor, lento e gostoso. – sussurrou roucamente e Ana abre os olhos. Empurrando-a na cama com as mãos ainda em seus seios, Christian se acomoda em cima dela sem por seu peso sobre ela, Ana não conseguia faze-lo parar a sensação é tão boa que ela não pensa em abandonar isso. – Quero que relaxe e quando sentir deixe-o vir. – sussurrou sensualmente e Ana assentiu levemente com a cabeça. Christian a faria gozar apenas com a estimulação nos seios dela mesmo que seu pau pedisse por atenção e que tudo o que quer é se enterrar nela, ele quer que a primeira vez dela seja especial, mas não pode resistir ao imaginar como seria a imagem dela gozando e atingir a sua libertação a acalmaria, ele sabia que o nervosismo dela era por isso. Suas pernas estão em cada lado do corpo dela e nessa posição Ana pode sentir o quão duro está seu esposo. A ereção dele faz força contra a calça pressionando em seu ventre. A princesa Mia e Kate havia dado dicas a ela sobre o ato sexual um dia antes de seu casamento, mesmo constrangida pela conversa, escutou tudo atentamente.

“– Homens gostam de mulheres ousadas e com atitude”.

“– Aprenda a estimular o sexo dele, isso o deixará louco. Massageio bem quando sentir que ele está ‘animado’ e de vez em quando o aperte, não com muita força, pois causa dor os homens são sensíveis nessas partes, mas suave de forma provocante”.

Se lembrando das palavras delas Ana leva uma de suas mãos até o pênis de seu marido que ao sentir o contato geme instantaneamente. Ele levanta a cabeça e Ana pode ver um rastro de surpresa em seu rosto pela sua atitude ousada. Anastásia massageia seu pau com movimentos de vai e vem por cima da calça no mesmo ritmo em que ele massageia seus seios, dando prazer a ele como ele está dando a ela. Os gemidos se tornam mais altos e Christian não consegue parar de se contorcer aos toques de Anastásia, Ana faz o mesmo, se contorce em baixo dele ao sentir que seu sexo lateja sem parar como se quisesse que as carícias fossem transferidas para lá e em um sobressalto Ana sentiu a mão dele naquele lugar. Anastásia se recordou do dia em que ele mandou que ela o banhasse e ficou nu a sua frente e pediu para que ela pegasse em seu membro desejou senti-lo nu novamente em suas mãos, não sabia de onde esses pensamentos viam e como a fazia sentir seu corpo cada vez mais quente. Christian estimou com uma mão o seu de Ana e com a outra seu clitóris esfregando com a palma da mão e com os dedos encostado a sua entrada melado pela excitação.

– Tão meladinha e só para mim. – murmurou ele e a tomou em um beijo lascivo engolindo os gemidos que ela soltava. Sentindo que não aguentava mais Christian esfregou seu clitóris com mais força ganhando um aperto em seu pau. – Deixe vir amor. Dê para mim.

– Oh, meu Deus... Christian! – ela gritou ao sentir seu corpo flutuar em uma dimensão desconhecida e voltar à realidade com força. Suas costas se arquearam no momento de seu gozo, uma sensação que jamais havia experimentado antes. Sua mente esta nublada pela nuvem de prazer que a atingiu, ainda com a respiração irregular e com os tremores do seu corpo causado pelo orgasmo, seu primeiro orgasmo, Ana podia jurar que esta vendo estrelas. A imagem de Ana gozando foi o suficiente para o príncipe encontrar sua libertação que veio com um gemido primitivo, mas não o suficiente para diminuir o volume de suas calças, isso não é nada para ele comparado ao que sua mente quer fazer com o copo de sua esposa, provar cada centímetro dela e saborear o gosto de sua boceta por isso levou seus dedos melados com o liquido viscoso até a boca e os chutou sentindo o gosto dela. Ele sai de cima dela ficando ao seu lado sentindo os espasmos do seu orgasmo, sua calça molhada pelo gozo não parece o importar. Olhou para o lado e viu sua amada com a respiração serena e de olhos fechados.

– Eu, com certeza farei isso muitas e muitas vezes. – diz ele ganhando a atenção dela. Anastásia ainda continuava perdida tentando entender as sensações de minutos atrás – Foi bom para você? – ela acenou com a cabeça. Os olhos de Christian continuavam negros e sua voz rouca, ele está levemente vermelho e com os seus cabelos ainda mais desgrenhados. Ana olhou para baixo e viu que ele ainda continuava com o volume nas calças que agora está molhada, aquilo a fez corar e nem ela sabia o porquê. Christian acompanhou seu olhar e riu. – É melhor eu ir me limpar. – diz ele e se levanta Ana se senta na cama sentindo seu corpo um pouco mole e observa o marido e o volume de suas calças.

– Ér... E você vai continuar assim? – perguntou sem jeito apontando para ele.

– Não se preocupe comigo meu amor, eu queria te dar prazer e consegui! Queria mostrar a ti o quanto vai ser bom e isso é uma reação esperada, às preliminares nem sempre me satisfazem por completo. – diz ele com seus olhos fixos nela que assente dando um sorriso sem graça – É melhor descansar. – diz ele e dá um selinho nela e vai em direção ao banheiro. A princesa acompanha seus passos até ele sumir de seu campo de visão e Ana se deixa cair de costas na cama pensando no que aconteceu e no quanto gostou. Sabia que muito mais disso viria daqui pra frente, Christian é um homem insaciável quando se trata do sexo e Ana percebeu isso ao notar que ele ainda estava duro. Involuntariamente um sorriso surgiu em seus lábios ao lembrar dele e de suas carícias fechou os olhos sentindo o perfume embriagador dele em sua pele e a maneira intensa como ela o deseja.

(...)

Foi involuntário não sorrir a cada passo que dava, Anastásia observava tudo ao seu redor o castelo divinamente organizado e decorado magnificamente. Seu pai e ela caminharam para fora do palácio. A comemoração acontecerá no jardim. Os portões foram abertos para que os moradores da cidade pudessem prestigiar o momento. Os criados andavam de um lado para outro no salão seguindo as ordens de Margô, a senhora amiga de Gail que ajudou no baile que ficou responsável pelo bufê. Ouviu o som dos trombones anunciando que a cerimônia começaria e que a noiva está prestes a entrar. O portão de acesso para o jardim está fechado e Ana junto com Ray param em frente a ele. Anastásia sentia seu coração acelerado quase saltando para fora de seu peito, o nervosismo tomou conta de si deixando-a insegura ao constatar que irá se casar com o príncipe Christian.

– Vai dá tudo certo, querida. – seu pai sussurrou em seu ouvido em tom de encorajamento e Ana sorriu sentindo um pouco da tensão sair de seu corpo. Logo uma fresta de luz saiu dos portões, eles estavam sendo abertos. O cheiro das flores invadiram suas narinas, o lugar está magnifico. Um tapete vermelho foi posto no gramado para guia-la até o altar que se encontrava a centímetros dela. Uma tenda foi armada com dossel em cada lado decorado com flores em diversos tipos deixando tudo harmônico e elegante, pessoas de outros reinos e os moradores da cidade se encontravam ali olhando para ela, cada um em seus assentos brancos enfileirados do lado direito e do lado esquerdo, inúmeras pessoas presentes. Entre as pessoas ali ela avistou a Duquesa Elena ao lado de seu marido e logo se recordou que ela teve um caso com o príncipe a insegurança lhe bateu mais tratou logo de espantá-la, Christian havia mudado de verdade esses dias que passaram ao lado dele comprovaram no homem gentil que se tornou e com certeza ela não era mais importante em sua vida. Desviou o olhar e em meio aos convidados avistou sua mãe e José ao lado de Hannah que lhe sorria junto com Gail. Elas eram suas convidadas de honra. Durante o tempo que passou no castelo longe de sua família trabalhando para saldar a dívida Gail se tornou sua segunda mãe e Hannah uma irmã que nunca teve e não seria justo se elas trabalhassem em um dia tão especial para ela.

A sua frente estavam suas madrinhas e as daminhas de honra jogando pétalas pelo tapete vermelho enquanto a orquestra tocava uma música lenta apropriada para uma cerimonia de casamento. Seu pai começa a guia-la em direção ao caminho que encontrará seu noivo, Ana senti um leve tremor em seu corpo, seu estomago está embrulhado pelo nervosismo, ela tem medo de cair e fazer feio na frente de todas aquelas pessoas que a olhavam. Ana nunca foi o centro das atenções e ali ela é e isso a deixa corada. Os soldados estavam vestidos de branco espalhados por todos os lados do jardim. Seus passos eram lentos, ela ainda não havia visto seu noivo, olhou para frente para poder vê-lo e esperar que seu olhar transmitisse calma. A visão que teve a fez sorri imediatamente e fez seu coração se encher de alegria. O príncipe está mais lindo que nunca! Seu terno cinza por cima do colete cinza e da camisa de linho branca e suas calças de flanelas na mesma cor moldando seu corpo musculoso, uma visão dos deuses. Os lindos cabelos acobreados desgrenhados como sempre e seu rosto parecia está iluminado pelo lindo sorriso que ele lhe dava. A felicidade em seu rosto é palpável. Os olhos cinza brilham em sua direção e Ana sente que precisa ir mais rápido ao seu encontro, um ímã sobrenatural a puxa de encontro a ele e ela apressa seus passos fazendo seu pai rir de sua atitude.

Ray estende a mão de sua filha para o príncipe Christian que prontamente aceita com um sorriso largo no rosto completamente em êxtase por está se casando, finalmente, com sua amada.

– Cuide bem da minha garotinha. – adverti Ray.

– É o que eu pretendo Ray. – Ray vai para o lado de Carla em seu assento e Christian leva a mão de Ana até seus lábios e deposita um beijo suave na mesma. Ele tem a certeza de que ama essa mulher e que ela é o seu anjo. – Você está linda, amor. – diz ele encantado por sua beleza e ela sorri sentindo suas bochechas arderem.

– Você também, meu bem. – diz ela pegando o príncipe de surpresa pelo apelido carinhoso, isso o reconfortou e lhe deu a certeza de que ela o ama, mas ainda não percebeu ou simplesmente está com medo de dizer, mas seria paciente com ela. Eles se viram para o padre a frente deles de dá inicio à cerimonia.

– Estamos reunidos aqui hoje para celebrar a união de Christian Trevelyan Grey e Anastásia Rose Steele perante aos mandamentos de Deus... – o padre fala sobre a importância do amor no casamento e o quanto ele é abençoado, mas nem Christian e nem Anastásia prestam atenção no que o padre diz seus olhares estão conectados desde o momento que se encontraram. A miríade de emoções transmitidas naqueles olhos cinza hipnotiza Anastásia sem que ela prestasse a atenção em nada mais ao seu redor a não ser naquele homem que a faz se sentir viva e sentir sensações tão desconhecidas e intensas. – Christian e Anastásia viestes aqui para celebrar o vosso Matrimônio. É de vossa livre vontade e de todo o coração que pretendeis fazê-lo? – perguntou o padre os fazendo quebrar o contato visual.

– Sim. – responderam.

– Uma vez que é vosso propósito contrair o santo Matrimônio, uni as mãos direitas e manifestai o vosso consentimento na presença de Deus. – Os noivos unem as mãos direitas e uma das daminhas de honra traz as alianças de ouro bruto cravejado com pequenas pedrinhas de diamantes. O príncipe pega a aliança e desliza no dedo de sua noiva enquanto recita os votos.

– Eu, Christian Trevelyan Grey, recebo-te por minha esposa a ti Anastásia Rose Steele, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de nossa vida. – ele finaliza dando um beijo suave em seu dedo com a aliança. Anastásia pega a aliança para colocar no dedo de seu noivo e recita seus votos.

– Eu, Anastásia Rose Steele, recebo-te por meu esposo a ti Christian Trevelyan Grey, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de nossa vida. – ela repete o mesmo gesto de Christian beijando seu dedo com a aliança.

– Confirme o Senhor, benignamente, o consentimento que manifestastes perante a sua Igreja, e Se digne enriquecer-vos com a sua bênção. Não separe o homem o que Deus uniu. – o sacerdote convida os presentes ao louvor de Deus e todos responderem ‘Graças a Deus’ – Eu vos declaro marido e mulher, o noivo pode beijar a noiva. – declara o padre e imediatamente o príncipe toma a boca de sua esposa. Um beijo termo e calmo que expressa a sua felicidade por agora tê-la agora oficialmente. Uma salva de palmas e assobios fora ouvidos por eles, os convidados estão em festa, felizes pela união, olhando para os lados eles percebem que seus familiares estão emocionados. Sorrindo o príncipe volta seu olhar para sua princesa e sorri.

– Feliz?

– Como nunca em toda a minha vida. – exclama Anastásia totalmente em êxtase, naquele momento ela compreendeu seus sentimentos por ele.

(...)

– Vamos baby, acorde. – uma voz em seu ouvido a fez arrepiar.

– Hmmmm

– Vamos dorminhoca! – beijos suaves foram depositados em sua nuca a fazendo sorrir preguiçosamente. Ela abre os olhos e vê que está escuro olha para o lado e vê seu esposo apoiado em um cotovelo a olhando enquanto um braço rodeia sua cintura. – Até que enfim. – ele sorriu maroto e aquele sorriu encheu seu coração de alegria.

– Já chegamos? – perguntou em expectativa.

– Chegamos à marinha, o barco nos levará ao nosso destino. – sorriu e ela entortou a boca em desaprovação por ele não dizer qual a surpresa – Você quer realmente me matar de curiosidade?

– De curiosidade não, mas de outra coisa. – sussurrou ele sensualmente e recebeu um tapa leve em seu ombro o fazendo ri, ele a agarra e a beija contornando a boca dela com sua língua. Seus lábios são exigentes sobre os delas. – Precisamos ir querida. – ele se levanta e ela faz o mesmo.

– Onde estão nossas malas?

– Eu já pedi para colocarem no navio só falta nos dois para completar a tripulação.

O grande navio está ancorado na baia, Ana caminha com Christian de mãos dadas em direção ao enorme monumento a sua frente.

– Nossa! Isso é enorme! – murmura Ana maravilhada, nunca viu algo como aquele navio a não ser os barcos de madeiras ancorados na cidade usados pelos pescadores. O príncipe abraça-a pelos ombros.

– Por dentro é mais lindo.

– Ele é seu?

– Na verdade é do me pai, alias, da família. Às vezes o alugamos para levara tripulação para outro país atravessando o mar. – explica ele a ajudando a entrar no barco. Há uma piscina ao longe com várias espreguiçadeiras espalhadas ao redor e algumas tendas. Por dentro ele é todo branco os lustres de cristais pendurados no teto iluminavam cada centímetro do navio. Magnifico! No hall havia dois sofás de couro branco com uma mesa de centro com um vaso de orquídeas em cima e mais a frente um bar abastecido com bebidas e uma mesa com frutas.

– Então, nós estamos indo para outro país?

– Tecnicamente, sim.

O mar está calmo, suas ondas baixas batendo no navio como uma dança sincronizada com a brisa leve que bate em seu rosto. Anastásia está debruçada sobre a grade de proteção do navio observando a visão que fora privilegiada. Sentiu braços fortes e musculosos abraçar sua cintura, sorriu ao sentir o perfume de Christian. Relaxou seu corpo sobre o dele.

– Está gostando?

– Muito. Nunca imaginei que a vida tinha me reservado algo assim e ainda mais com você.

– Como assim? – perguntou ele e ela virou-se de frente a ele e fixou seus olhos azuis no dele.

– Sinto que estou vivendo um sonho e se realmente for um sonho jamais quero acordar. – ela acaricia seu rosto – Apesar de tudo o que vivemos, eu não posso negar que estar ao seu lado é a melhor sensação que existe. Poder saborear cada momento, cada sorriso de menino seu e cada olhar apaixonado que você me dá me faz sentir a pessoa mais importante desse mundo. – as palavras da princesa o pegaram de surpresa.

– Você é sim, a pessoa mais importante desse mundo para mim. Você é minha alma gêmea. – ele diz acariciando o rosto dela e a puxando para um beijo. Um de suas mãos permanece na cintura dela e a outra se perde nos fios de cabelos castanhos dela. Nunca se cansaria de beija-la de toca-la isso só aumentava o seu desejo em consumar seu casamento o quanto antes e ensinar a sua amada os prazeres que ela pode dar e receber. Seus lábios desenham o dela enquanto sua língua explora cada ponto da boca de Ana, Anastásia puxa os cabelos do seu príncipe trazendo-o ara mais perto de seu corpo. – Eu amo você. – ela sorriu e o abraçou forte, depois das palavras dela Christian esperava um ‘eu te amo’ de volta, mas não recebeu.

O navio parou e Anastásia saltou da espreguiçadeira encantada com a imagem do lugar. Uma ilha, ele a levou para uma ilha coberta pela floresta e uma cabana no centro. O lugar parecia enorme e esplendido sendo iluminado pela lua que dali eles podiam ver mais perto que o normal e as estrelas brilharem no céu deixando o lugar com um clima romântico.

– Venha meu amor. – o príncipe Christian pegou a mão de sua princesa para ajuda-la a descer do barco. Anastásia ainda está atônita pela beleza do lugar.

– Esse lugar é lindo. – murmurou.

– Você merece muito mais baby. – diz ele em seu ouvido e ela sorri lhe dando um selinho. Ana tira seus saltos e senti as ásperas pedrinhas de área abaixo de seus pés e logo o gramado verde ocupou esse lugar quando Christian a conduziu pelo caminho de pedras que se formavam no caminho em direção a cabana rodeada pelas arvores e roseiras. Ana olhou para trás e se surpreendeu ao não vê o navio.

– Para onde foi o navio?

– Voltou para a cidade.

– Mas como faremos se quisermos voltar? Esse lugar é lindo, mas não é perigoso?

– Não se preocupe, estamos seguros aqui e voltaremos de barco, o general Taylor virá daqui a uma semana nos buscar. – diz ele sorrindo e ao chegar à porta da cabana com estilo rustico moderno ele tira uma chave do bolso de sua calça e abre a porta.

– Passaremos uma semana aqui? – perguntou ela sorrindo e ele assentiu. Anastásia entrou na cabana e logo Christian ascendeu à luz. O lugar é magnifico! O dia realmente era de surpreende-la. O interior da cabana é nos tons branco e marrom. Os moveis bem alinhados e luxuosamente confortáveis como os do castelo. Ana sala havia uma lareira que o príncipe tratou de ascender após colocar as malas para dentro e fechar a porta. Anastásia observava tudo atentamente, lustres de cristais, sofás de coro branco, uma bancada separando a sala da cozinha e uma janela enorme ao lado com uma porta de vidro de correr e um corredor que ela constatou dar acesso aos quartos e banheiros. Tudo digno de pessoas nobres da realeza e mesmo não tendo sangue nobre, Ana fazia parte daquele mundo agora e não poderia deixar de se sentir intimidada com a riqueza.

– Você pode ir tomar um banho. – a voz de Christian soou perto de seu ouvido causando choques em sua pele, olhou para ele que a observava com seus olhos de gavião – Nosso quarto é a ultima porta a esquerda, lá tem uma suíte, daqui a pouco me juntarei a ti. – na ultima frase sua voz saiu um sussurro rouco cheio de promessas.

Anastásia seguiu para o quarto, ao entrar percebeu que ele é mais grande que a casa de seus pais. Uma cama dossel de casal, coberta por um lençol branco com vários travesseiros nas cores brancos e vermelhos em cada lado escrivaninhas com abajur. Do lado esquerdo uma janela também com porta de vidro de correr coberta pelas persianas beges. Foi até lá e as puxou deixando que a paisagem tropical seja recebida aos olhos de quem entrar ali, a lua ilumina o quarto. Decidiu tomar um banho o nervosismo voltou as suas células, pois sabia que seu casamento seria consumado e, mesmo insegura não podia fugir disso. Antes se sentia calma talvez a façanha que Christian fez no trem a acalmou, mas agora que a hora havia chegado toda a tensão voltou para seu corpo. Entrou no banheiro e livrou-se sozinha de seu vestido de noiva. O banheiro é do mesmo tamanho que o quarto, com uma banheira de mármore branca no centro com espelhos espalhados acima da pia com produtos de higiene e ao lado um espelho na estatura de uma pessoa.

Ligou a torneira e deixou a banheira encher colocou alguns sais de banhos que a princesa Mia a presenteou para que ela usasse nesse momento entrou na banheira e sentiu a temperatura da água agradável. Fechou os olhos relaxando, mas logo tratou de abri-los quando ouviu a porta bater. Era o príncipe Christian. O mesmo a encarou com os olhos cinza chumbo e começou a se despir lentamente, ele tomara banho com ela. Ana não conseguiu se conter e mordeu os lábios ao ver o peitoral nu dele, seguindo cada movimento de suas mãos grandes ele desabotoou sua calça e a tirou e Ana arregalou os olhos e desviou os olhos ao vê-lo nu. Ela sentiu ele se aproximar, sua respiração está irregular, sentiu seu corpo quente novamente.

– Vá mais para frente. – ela assim o fez e de relance o viu entrar na banheira, sentiu o peitoral desnudo encostar em suas costas, um dos braços dele rodearam sua cintura a trazendo para mais perto. – Não quero que se envergonhe agora sou teu marido, não há motivo para isso. — diz afastando os cabelos da nuca da jovem onde depositou leves beijos. Ela se afastou um pouco ao sentir o membro duro dele na base de sua coluna tendo a sensação de um arrepio percorrer seu corpo.

– Christian... — murmura enquanto ele passava a esponja carinhosamente em suas costas, quando ele fez a menção de lhe tocar os seios ela fechou os olhos se deixando levar por suas carícias. Os dentes deles pendem em sua orelha mordiscando enquanto suas mãos massageiam aquela parte macia do corpo dela, Christian ama toca-los, mas há algo em que ele deseja ainda mais tocar, chupar e se enterrar até perder as forças. Seu desejo esta sucumbindo sua sanidade. Com uma mão desceu até o sexo de Anastásia que sobressaltou e se afastou dele se levantando da banheira o deixando confuso. Pegou a toalha e se enrolou voltando para o quarto, ela mesma não entendia essa reação. Quando estavam no trem ela permitiu e agora parecia repensar sobre isso. Talvez, fosse o medo, lembrou-se quando o mascarado tentou abusar dela e estava com medo, foi impossível evitar lembrar da agressão dele.

– Anastásia! – o príncipe Christian veio logo atrás vendo que ela procurava algo em sua mala algo para vestir, ele a impediu, segurou suas mãos e beijou seus lábios. Ela tentou se afastar, mas o príncipe estava ansioso por aquele momento descobriu a toalha de seu corpo e a tirou deixando que caísse aos seus pés lhe dando a visão do corpo desnudo e curvilíneo de sua amada. Dois corpos nus, sendo iluminado pelo clarão da lua no quarto. Deitou-a com cuidado na cama. – Preciso que se acalme, prometo que será bom.

– Mas... – ela tenta falar e ele a silencia com um beijo castro.

– Eu te farei minha, Anastásia, só minha. — murmurou e desceu os beijos pelo pescoço da jovem, que gemeu, as mãos do príncipe percorram entre os seios da jovem sentindo sua textura e provando-os, o príncipe está luxuriosamente perdido com a maciez e a fragrância adocicada da pele de sua esposa. Os cabelos compridos espalhados sobre o travesseiro e as faces coradas pela vergonha o excitavam ainda mais, vê-la daquela maneira tão entregue a ele. Ela se sentia febril e o corpo parecia desobedecer aos seus comandos; moveu-se de forma vagarosa quando sentiu o toque dos lábios do príncipe em seus mamilos. Anastásia quis fechar os olhos, mas algo a impelia para que pudesse observar os movimentos de seu príncipe e timidamente embrenhou os dedos nos cabelos acobreados. O príncipe desceu mais um pouco cobrindo seu tronco de beijos suaves e parou no destino onde queria chegar: A boceta dela. Delicadamente afastou as coxas de Anastásia e comtemplou o que desejou a tanto tempo. Os grandes lábios abriam-se possibilitando a visão mais deliciosa que já tivera, tocou-lhe com leveza bem ali entre as pernas com o dedo, Ana fechou os olhos e gemeu ao sentir o contato.

– Estou louco para me enfiar em você, mas preciso ser paciente. – tocou mais uma vez o ponto sensível dela que gemeu – Está gostando?

– Hm... Hm...

– É um sim? – perguntou esfregando o dedo ali.

– Acho que é. – respondeu gaguejando sentindo a onda de calor em seu corpo o príncipe sorriu com um ar de malicia ao perceber que ela tinha fechado os olhos novamente. Colocou-se entre as pernas da jovem que arquejou pra trás quando sentiu a língua quente do príncipe em sua feminilidade.

– Oh Christian...

– O que foi? – perguntou sem olha-la e voltou ao seu trabalho satisfeito por ouvir sua amada gemer daquele jeito do prazer que ele está proporcionando. Foi mais a fundo e sugou seu clitóris brincando com a língua, ele está embriagado com o cheiro dela.

– Oh minha nossa! – gemeu de olhos fechados enquanto mantinha as pernas abertas estendidas sobre a cama e as mãos trêmulas pousadas sobre os ombros masculinos.

O príncipe se ergueu, os olhos de Anastásia se arregalaram ao ver a masculinidade ereta bem a sua frente ele deitou sobre ela. Sentiu algo umedecer a suas coxas e, de repente, pulsar. Soube o que era e nesse instante algo explodiu no seu interior. Ele estava roçando o pênis na sua perna e, de alguma forma que ela não compreendia aquilo gotejava algo viscoso e quente. Fitando-a fixamente desceu até os seios pequenos e beijou o mamilo róseo. Sentiu o quadril dela mover-se de encontro ao dele em busca de mais contato. Ele sorriu e abocanhou-lhe o seio esquerdo como um bebe faminto. O príncipe parecia disposto a abocanhar o máximo que podia do seu seio esquerdo e quase era feliz na sua tentativa. Anastásia via seu seio sumir na boca dele ela gemeu desesperadamente pela sensação que a consumia. Ele sorriu esfregou a cabeça do pênis no pequeno sexo de Anastásia, afastando-lhe os grandes lábios e se alojando entre eles. Os fluidos se misturaram e ele a penetrou.

– AI CHRISTIAN – Ana gritou ao sentir o pau dele a penetrar fortemente – Isso dói. – reclamou chorosa, lágrimas de dor desciam de seus olhos que estão fechados fortemente. A sensação era horrível, como se ele a tivesse rasgado.

– Me perdoe amor, me perdoe – se desculpou ele com a voz rouca se segurando ao máximo para não se mover dentro dela do jeito que gosta: forte e rápido. As paredes vaginais dela são tão apertadas que sugava seu pau enviando choques a suas correntes sanguíneas de maneira quase delirante. Um soluço escapou dos lábios dela e Christian a beijou tentando transmitir calma nesse beijo, sua língua desenhou os lábios carnudos dela que prontamente aceitou o beijo com fervor, suas mãos moveram-se nas costas dele sentindo cada pedacinho dos músculos dele, a pele do seu príncipe é tão macia. Christian lutava internamente para não se mover apenas quando ela consentir, Ana começa a sentir o pau dele pulsar por dentro e a dor ainda presente diminuir aos poucos, mas ainda sim deixando-a desconfortável.

– Vou me mover – avisou ele e lentamente puxou seu pau para fora fazendo um gemido de dor escapar dos lábios dela – De novo? – ela assentiu, precisa disso, precisa dele de corpo e alma. Ele voltou a penetra-la lento, quando o corpo dela se acostumou e o recebeu, ele não se conteve e começou a se mover em um ritmo lento e intenso. Gemidos escapavam de seus lábios a sensação dos corpos grudados pelo suor causava arrepios. A dança dos dois sincronizava combinação perfeita, a prova de que realmente são almas gêmeas.

– Oh Christian... – gemido de Ana soou com um pedido e Christian se moveu dentro dela com movimentos mais rápidos e precisos o som de carnes batendo e os gemidos eróticos preenchiam o quarto. Anastásia fixou seus olhos no rosto dele e observou a expressão de prazer, seus lábios foram de encontro ao seu pescoço onde ela beijou e chupou passando a língua, Christian não parava com suas estocadas fortes dentro dela soltando gemidos primitivos.

– Oh Ana... Tão gostosa... – Ana gemeu ao sentir a mão dele em seu clitóris e a outra em seu seio, ele está perto de gozar e quer que sua amada venha junto um ciclo de libertação, ele sorriu malicioso ao vê-la morder os lábios, sua boca foi de encontro ao lábio inferior dela e o puxou com os dentes e passou a língua no mesmo louco de desejo. – Gostosa. — Esfregando o clitóris dela, assim como ela, ele fixou seus olhos nela e Ana não pôde mais negar o que sentia. Ela está perdidamente apaixonada por ele, o ama como nunca amou em sua vida, sua respiração acelerada e seu coração quase saltando do peito eram sinais claros quando está perto dele. Seu corpo sentia a sensação que sentiu no trem tomarem seu corpo, sabia que estava chegando perto e ele também, pois seu corpo começou a tremer em cima dela sem parar com suas estocadas. Ana queria permanecer de olhos abertos, forçou suas pálpebras, ela quer vê-lo entregue, observar cada linha de expressão do seu rosto, Christian também quer isso. – Eu amo você, eu amo você. – gritou ele não aguentando se segurar e gozou dentro dela, seu orgasmo avassalador veio junto com o dela. Ana se contorceu quando seu orgasmo veio e gritou por ele e a tempo pôde abrir os olhos e observar ele com a cabeça para trás, olhos fechados e lábios entreabertos. Ele caiu em cima dela com a respiração ofegando ao sair de seu estado de torpor. Ana sorriu com a sensação de calmaria e o abraçou com pernas e braços sentindo seus corpos molhados, beijo a bochecha dele, ela quer falar o que sente e foi isso que fez.

– Eu também amo você, Christian.