Um Príncipe em Cinquenta Tons
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Capítulo 22 – Um príncipe em cinquenta tons
“Eu também amo você, Christian”
“Eu também amo você, Christian”
Como um eco, as palavras ressoavam na mente do príncipe Christian enquanto ele estava agarrado ao corpo de sua amada após ter feito amor como muito desejou. Sua respiração estava descompassada não pela dança erótica dentro do corpo de sua mulher e sim por ter ouvindo aquilo que tanto desejou, ela disse que o ama! Medo? Sim, ele estava com medo! Morrendo de medo só em imaginar que isso tenha sido fruto de sua imaginação. Sua cabeça repousava no ombro da princesa Anastásia que fazia cafuné em seus cabelos, seu olhar dizia tudo: Felicidade! Ele estava feliz, mesmo em apreensão, feliz por ter ouvido a declaração dela. Um sorriso de partir seu rosto em dois surgiu em seus lábios e logo tratou de encarar a sua mulher.
Ofegou pela visão que viu e sentiu seu membro pulsar ainda dentro de Anastásia. Seus cabelos castanhos longos estão espalhados pelos travesseiros de maneira travessa, seus lábios estão vermelhos e inchados ostentando um sorriso divino, o rosto com evidente satisfação sexual, o corpo nu corado. Sexy, divinamente sexy para ele.
– Espero não estar sonhando. – ele murmurou encantado e ainda sorrindo.
– E você não está meu amado príncipe. – diz ela e ele segura seu rosto com as duas mãos olhando em seus olhos azuis profundamente
– Repete o que disse. – ela sorriu.
– Eu amo você, amo você com toda a força do meu ser. Não posso mais esconder esse sentimento que a cada dia cresce em mim. Sempre que você dizia que me amava, as palavras ficavam presas em minha garganta só esperando o momento para se veem livres, mas eu tinha medo, tanto medo de estar confundindo o que sentia e acabar te magoando, mas depois de ter feito amor com você, de estar em seus braços tão intimamente ligados me fez perceber que minha vida não é nada sem você. – ela confessou acariciando o rosto dele e o príncipe sentia-se no paraíso.
– Meu amor... – ele sorriu em meio a um ofego – Eu te amo tanto. – beijou-a com todo seu amor, derramando nele sua necessidade e fome que tem por ela. Ambos ainda estavam conectados intimamente e o desejo do príncipe aflorou.
– Eu amo você, – Ana disse entre o beijo acariciando as costas dele – me tenha novamente. – pediu ela mordendo o lábio inferior de Christian deixando-o louco com o ato, seu membro endureceu no mesmo instante. Ana viu o desejo nos olhos de seu marido e sabia que estava do mesmo jeito. Ela sentia sua intimidade arder por ter sido invadida por ele a sensação de estar preenchida ali era indescritível. Nunca em sua vida Anastásia imaginou sentir um prazer tão intenso que teve com Christian, esse encaixe de corpos era completamente diferente do que ele havia feito no trem usando apenas as estimulações nos pontos certos do seu corpo. Muito gostoso, assim definia ela o que tinham acabado de fazer e ansiava por mais e mais a cada minuto e o fato dele estar com seu membro ligado a ela só aumentava seu desejo.
– Você tem certeza? Deve estar doendo e eu não quero te machucar.
– Você não vai só me tenha novamente, quero fazer de novo com você. – isso era como música para os ouvidos de Christian que não pôde evitar em abrir um sorriso malicioso diante do pedido de sua amada que agora o pertencia de corpo e alma.
– Ah, amor, eu vou fazer de novo com você muitas e muitas vezes, mas... – lentamente o príncipe sai de dentro dela que gemi dolorida e frustrada. O príncipe Christian se ajoelha entre as pernas dela e vê um pouco de sangue manchando o lençol e o interior das coxas dela.
– Por que saiu? – perguntou ela sem se envergonhar de estar com as pernas abertas e de vê-lo ali com um olhar faminto sobre sua vagina e com seu pau levemente endurecido. Ana estava tão tomada pelo desejo que não se importava com mais nada além de sacia-lo.
– Antes quero limpá-la e me certificar de que me aguenta mais um pouco. – ele disse ainda olhando para o meio das pernas dela. Observando a pequena boceta dela coberta por poucos fios pubianos claros pegajosos com suas gozas misturadas. Ana morde o lábio inferior quando o vê passar a língua no lábio e imaginar que ele fez isso com sua vagina, ele volta seu olhar para ela e a princesa vê os olhos dele negros pelo desejo. O príncipe saiu da cama sem se importar com a nudez, a princesa Anastásia o observou despudoramente. Sua pele branca coberto de suor, o porte atlético com os músculos encaixados perfeitamente em seu corpo viril, o membro grande e grosso com veias grossas ao redor pela ereção que antes pouca agora dura como rocha fez sua boca salivar com o desejo de tê-lo na boca, Ana não sabia de onde vinha esses pensamentos tão obscenos, talvez por ver aquele homem lindo e sexy a sua frente e por sentir o cheiro de homem impregnado em seu corpo, ou pela sensação ainda presente em seu corpo por minutos atrás dele tê-la tomado como sua a fizesse pensar assim. Ele sorri ao vê o olhar dela e vai até o banheiro dando uma visão de suas costas e seu bumbum durinho e arrebitado.
Ana vai se sentando aos poucos na cama e senti um repuxão em sua vagina e faz careta. Ela olha para cama e vê sangue manchando o lençol, mas não se assusta as princesas e sua mãe a disseram que seria normal em sua primeira vez. Um sorriso se forma em seus lábios ao se recordar da sensação de estar em sincronia com seu marido. Ela leva uma de suas mãos até seus lábios e o toca sentindo os beijos quentes e molhados que ele lhe dera, seus dedos dedilham o contorno deles e segue uma linha reta ao pescoço ao lembrar-se das mordidinhas e os lábios naquele local ela joga a cabeça para trás enquanto seus dedos toca cada ponto onde os lábios dele estiveram. Seu corpo começa a esquentar e ela morde o lábio inferior para não gemer. As lembranças estão frescas em sua mente fazendo seu corpo se arrepiar ansiando por mais toques, por mais beijos, por mais sexo. Seus dedos abandonam seu pescoço e descem reto pelo vale de seus seios indo de encontro a um dele onde Ana se recorda bem como sentiu seu sexo pulsar ao vê-lo e senti-lo chupar com vontade seus mamilos que agora estão sensíveis e inchados. O bico enriçado é encontrado por seu dedo onde a princesa, presa ao seu desejo, pega-o entre o dedão e o dedo indicador e o aperta-o, foi impossível não gemer.
– Que visão maravilhosa. – a voz rouca do príncipe Christian se faz presente, Ana abre os olhos ofegando. O príncipe está parado ante a ela totalmente excitado e com uma toalha nas mãos. – Você quer encrenca me olhando assim, Anastásia. – ele se aproximou dela se ajoelhando na cama.
– Eu quero você. – ela continua com os dedos no bico de seu seio e o príncipe Christian mantem seus olhos fixos ali.
– E você vai ter e espero que aguente tudo o que estou disposto a fazer com você. – A princesa ofegou com a promessa transmitida nas palavras de Christian. – Agora preciso limpá-la. – ele chegou mais perto se encaixando nas pernas dela a empurrou para deitar na cama e com o pano úmido que estava em suas mãos limpou o sangue que existia ali e o seu gozo. Sem se conter a penetrou um dedo coberto pelo pano, Ana fez careta ao sentir a invasão. – Está doendo, querida? – ele continuou a limpando fazendo movimentos lentos de vai e vem e, às vezes, circulando com o dedo enquanto com a outra mão ele estimulava o clitóris. A princesa sentiu algo crescer em seu ventre Ana não conseguia responder apenas gemia delirando no prazer que estava recebendo, seus quadris balançam conforme seu marido movimentava os dedos.
– Ah Christian... – Ana arqueou o corpo sentindo uma onda de prazer a atingir, os movimentos se aceleraram e Ana só pensava em ter mais e mais. Era como se algo dentro dela tivesse sido despertado e ansiasse por prazer. – Mais amor... Oh... Isso é tão bom... – e ele parou. Ana respirava com dificuldade. – Por que parou?
– Você só vai gozar quando meu pau estiver profundamente dentro de você. – ele diz rouco. Anastásia se sente cada vez mais as alturas com seu desejo. Abruptamente ela senta na cama e começa a passar as mãos pelo torso nu de seu marido sentindo a pele quente e durinha dele. O membro grosso com veias grossas ao alcance de sua boca. Anastásia se lembra de Kate e Mia terem lhe contado sobre o sexo oral e tudo o que pensou naquele momento era no quanto isso soava nojento e que jamais faria algo assim. Mas seus pensamentos mudaram a partir do momento que viu e sentiu aquele mastro a possuindo. A princesa se via hipnotizada olhando para aquele pau grande grosso coberto por veias e branquinho com a cabeça rósea, empinado para frente com o seu liquido pré-gozo saindo, as bolas inchadas e pesadas. Acima uma camada de pelos pubianos pretinhos e bem aparados. Uma visão dos deuses. Ana inclina seu nariz ali e tudo o que senti é o cheiro de sexo, o seu de macho, de Christian.
– Quero dá prazer a você. – ela diz segurando ele entre as mãos, quente e pulsante, o príncipe estava ofegante com seu olhar de gavião observando cada movimento dela. – Ensine-me a satisfazê-lo. – sussurrou ela e fixou seus olhos azuis nos olhos cinza dele que a encarava devasso. Em uma atitude ousada ela envolveu seus lábios na cabecinha de seu pau e apertou levemente passando a língua pelo líquido viscoso e salgado.
– Oh, Ana... – ele gemeu com a respiração alterada – quero foder sua boca, eu quero fodê-la todinha de todas as maneiras possíveis, mas sinto que vou explodir se não te comer agora. – diz ele rouco e Ana sentiu sua excitação se elevar. Ela desliza a mão da base do pênis dele até seu saco completamente pesado e precisando de alivio. Subitamente a princesa o empurra de costa para a cama e monta em cima dele lhe dando uma visão privilegiada de seus seios durinhos e de sexo completamente molhado. Ela senta na barriga bem definida dele e o príncipe Christian sente o liquido escorrer e não se contem e leva dois dedos até o monte pulsante dela que geme e joga a cabeça para trás.
– Tão gostoso...
– Sim, amor, você é gostosa. – sentindo que vai explodir Ana leva as mãos aos seios e os massageias. Ao ver isso, Christian retira seus dedos e os leva até a boca chupando-os como se fosse o suco mais gostoso que existe com os olhos conectados com os dela que continua a massagear os seios com mais força. Posicionando seu membro sobre a entrada dela Anastásia senta. Ambos gemem alto jogando a cabeça para trás pela invasão súbita. Os olhos brilhando, Ana olha para ele e coloca suas mãos no peito dele em busca de apoio. – Cavalgue.
Abrindo mais as pernas Ana se impulsionou para cima lentamente e depois para baixo sempre com os olhos fixos em Christian. Sua boceta abraçava todos os contornos do pau dele, ela sentia cada ponto seu roçar com ele fazendo sua excitação crescer e sua vagina umedecer ainda mais. O príncipe colocou suas mãos na cintura para ajuda-la com os movimentos. Ana não conseguia conter os gemidos à medida que acelerava e sentia que precisava acelerar mais. Até que o príncipe também não se conteve e começou a elevar seu quadril de encontro ao dela. Gemidos, rosnados e som de carnes batendo uma na outra era o que se ouvia naquele quarto. Qualquer um que passasse por ali era capaz de ouvir o cântico.
– Isso... Isso... Assim Ana... Rápido...
– Ah... Christian... – parecia que sua mente não estava mais ali, não era seu cérebro no comando. Era seu corpo. Seu desejo carnal. Christian também se sentia assim, a visão de sua mulher em cima dele cavalgando em seu pau com os cabelos caindo ao redor de seu rosto e costas gemendo e chamando por seu nome e os seios que ele tanto ama empinados com os bicos durinhos balançando freneticamente quando seus quadris se chocavam com o dela, o deixava louco e com uma vontade imensa de trepar com ela como se não houvesse amanhã. – Oh... Christian... Tão perto... – Ana gemia descontroladamente sentindo a nuvem de prazer lhe envolver, mas não parecia o suficiente, ele quer mais e mais. Uma criatura de desejo. Ana é uma criatura de desejo tomada pelo prazer em busca de saciar e ansiar por mais. Ela sente que seu corpo estar prestes a explodir em milhões de pedaços. Seu corpo treme enquanto sobe e desce no membro de Christian, mas ela quer ser possuída de uma maneira rápida e forte. Do jeito que só ele sabe, do jeito que ele fez e ainda mais profundo e intenso. Com a mãos ainda apoiadas no peito dele, seus olhos elétricos fixaram nele e ela pediu ofegante: – Foda-me amor... Foda-me Christian... – rapidamente Christian a deitou na cama e sem mais nem menos começou a meter nela. Ana envolveu sua cintura com as pernas para senti-lo ainda mais fundo. Christian segurou nos ombros de Anastásia para que ficasse parada no lugar e recebesse suas investidas fortes. Enlouquecedor. Gostoso.
– Goze pra mim... Goze Ana, goze.
– Christian! — Ana sentiu seu corpo arquear quando o orgasmo lhe atingiu aquecendo suas veias acelerando os fluidos de seu sangue na corrente sanguínea. O seu corpo flutuou por uma dimensão desconhecida sentindo a calmaria de ter atingindo a sua libertação. Seus sentidos haviam sumido. O gozo avassalador havia a deixado na inconsciência do prazer. Ao sentir as paredes vaginais de Anastásia apertar seu pau quando gozou, Christian derramou seu liquido dentro dela, os jatos grossos vieram em abundancia a inundando. O aperto nos ombros dela ficaram mais fortes quando sua libertação chegou de forma tão intensa. Seu urro de prazer reverberou por todo seu corpo. Ao se recuperarem, Christian caiu ao lado da cama ainda de dentro dela tentando acalmar sua respiração que, assim como a de Ana, estava entrecortada. Seu peito subia e descia em busca de ar.
– Isso foi... Incrível! – ele murmurou ainda ofegante. Ana o olhou sorrindo satisfeita e Christian fez o mesmo.
– Foi mesmo. – ela disse e mordeu o lábio inferior. O príncipe Christian arregalou os olhos quando sentiu seu membro pulsar novamente.
– Ana, Ana, Ana... Não me provoque. – avisou-a e ela sorriu maliciosa. Ele não acreditava no que via: Anastásia tão insaciável por sexo quanto ele – É... É melhor irmos dormir, precisamos recuperar nossas energias. – ele diz mesmo a contra gosto, Ana se abraça a ele com seu corpo banhado de suor. O cheiro de sexo impregnado no quarto, no corpo dela misturado com o seu era uma combinação inebriante. Aos poucos a inconsciência foi os levando dando-lhes a certeza de que não podiam mais viver um sem o outro.
(...)
Os raios de sol se fazia presente. O dia raiou com todo o seu esplendor. O céu estava ímpio com poucas nuvens mostrando que o dia seria caloroso e agradável. Os pássaros cantavam alegremente, uma mistura suave com o cheiro das rosas, do mar o cheiro da natureza. O príncipe Christian sentia isso e mais um pouco. Ele sentia um cheiro muito mais gostoso do que a natureza oferecia, algo incomparável para ele. O cheiro de sexo junto com o cheiro da princesa Anastásia, a sua mulher. Ainda de olhos fechados ele abraça o corpo quente de sua mulher e afunda seu nariz nos cabelos dela aspirando seu aroma. Aos poucos vai abrindo os olhos para poder venera-la.
A própria deusa Afrodite deitada nua em sua cama. Aquela visão fez o príncipe sentir como se ali fosse o seu lugar no mundo e, claro, fez seu desejo por ela aflorar em questões de segundos. Seria sempre assim, ao lado dela sua vida ganharia brilho e cor, tranquilidade de uma forma que ele jamais imaginou que pudesse existir. Ana tinha esse poder sobre ele. Dar-lhe paz ou tormento. Com ela, estaria em paz consigo mesmo a amando como nunca amou ninguém em toda sua vida. Sem ela, seu coração estaria em pedaços em busca daquela que clama todos os dias. Ele se sente tão dependente dela que o pensamento de perdê-la é capaz de deixa-lo louco. Ainda se martiriza ao lembrar que duvidou da índole dela por seu coração cheio de ódio, por mais que amasse seu irmão e estivesse se sentindo culpado pela morte dele não poderia sair acusando as pessoas sem provas concretas de que, realmente, ela fosse a assassina dele. Sua imprudência e arrogância o quase fizeram perder o amor de sua vida.
Seus olhos passearam pelo rosto dela, avaliando sua expressão, cada linha do rosto mostrava o quanto ela estava tranquila em seu sono. A princesa Anastásia estava deitada de lado dando uma visão de seus seios médios e fartos os príncipe que lentamente e levemente passou os dedos por aquela região. Os cabelos dela estavam espalhados pelo travesseiro e emoldurando seu rosto, os ombros dela havia marcas de seus dedos causados pelo aperto quando chegou ao ápice, um pequeno sorriso brincou em seus lábios. Descendo seu olhar mais um pouco ele encontra sua barriguinha lisa e sua cintura com curvas generosas. A perna dela estava em volta da cintura dele e uma das pernas de estava enganchada na dela. Sua mão foi para aquela área acariciando a coxa torneada dela indo de encontro a sua nádega empinada. Contornando a cintura dela com a ponta dos dedos, Christian foi em direção ao sexo de sua mulher coberto com uma fina e clara camada de pelos pubianos. Ontem ele havia feito amor com ela, rápido e forte do jeito que gostava, mas era com amor, pois havia sentimento. Diferente das trepadas que tinha antes de conhecê-la. Desprovidas de afeto. Assim ele as resumia. Mas aquela fase de sua vida havia acabado a muito tempo e ele mal tinha percebido que tudo isso já não tinha mais nenhum valor para ele quando Ana entrou em sua vida. Sempre colocou seu prazer em primeiro lugar, por isso não hesitou em manter um caso com a duquesa Elena sem se importar com o duque Roger que tanto salvara sua vida em batalhas. À tempo de concertar as coisas tomou juízo e acabou com o caso. No inicio ela relutou, mas ela havia aceitado e parecia feliz em sua nova fase, assim pareceu quando ela foi falar com ele antes da cerimonia de casamento começar.
Flash Back On:
O príncipe Christian olhava seu reflexo no espelho. Sorriu, daqui a poucos minutos começaria a cerimônia de seu casamento e ele veria sua amada entrar de noiva. Mas seu sorriso se fechou quando a porta se abriu e a loira alta entrou em seu aposento fechando aporta atrás de si, logo o príncipe ficou tenso.
– O que quer Elena? — perguntou hostil.
– Calma, não precisa ser rude só vim conversar.
– Então fale logo antes que alguém entre aqui e nos veja.
– Quero que saiba que estou muito feliz por você. Desde aquele dia em que vi você correr atrás da Anastásia soube que sentia alguma coisa por ela e Anastásia por você. É bom saber que enfim se acertaram assim como eu e Roger estamos nos acertando. – diz ela surpreendendo o príncipe.
– Acertando?
– Sim, confessei a ele que errei, mas mantive a discrição em não revelar seu nome e Roger também não deseja saber. Estamos tentando reconstruir nosso casamento de tantos anos e vamos formar uma família, vamos adotar uma criança. – ela sorriu – Entendi que não posso viver sem o amor do meu marido. Do fundo do meu coração Christian desejo que você e essa moça sejam muito felizes. Ela te fez mudar muito, ela merece reinar ao teu lado.
Flash Back Off
A conversa com a duquesa o pegou totalmente de surpresa. Não imaginava que Elena se redimiria mesmo surpreso ficou aliviado e feliz. Apesar de tudo Elena era uma boa pessoa só não conseguia encontrar um rumo e quando deu por si que o que fizeram era totalmente errado: a vergonha lhe bateu. Ambos concertariam seus erros e seguiriam em frente deixando o passado sujo para trás. O príncipe Christian sentia-se contente que as mulheres de seu passado não voltariam a atormentá-lo. Assim como Elena, Leila já não era mais um problema. Depois que a mesma foi expulsa do palácio não se ouviu mais falar nela, ele acredita que ela tenha ido para casa da tia na Inglaterra, mas seu instinto diz que não, que ela ainda está por perto o que não az diferença para ele, pois longe ou perto ela não poderá fazer nada. Tudo isso, tudo de bom que está acontecendo ele deve ao irmão, Aron, que lhe abriu os olhos a tempo de perceber que estava cruzando o caminho errado.
– O que você pretende com seus dedos ai? – Christian estava tão perdido em seus pensamentos que não percebeu que seus dedos estavam roçando na vagina dela e isso tinha a acordado. Ele a olhou e sorriu culpado.
– Desculpe, não quis acordá-la. A proposito, bom dia. – ele se inclinou e beijou os lábios dela.
– Bom dia. – sorriu – Mas você não respondeu a minha pergunta. – insistiu ela.
– Você é uma criaturinha muito insistente, princesa. – disse ele dando um sorriso de lado completamente malicioso enquanto seus dedos acariciavam a entrada da vagina dela que estava molhada. Anastásia suspira.
– Só acho que mereço uma explicação por estar sendo tocada em lugares íntimos enquanto durmo. – retrucou ela apoiando no cotovelo com a cabeça na mão para observá-lo melhor. Abriu mais as pernas envolvendo a cintura dele, seu pé toca a nádega dele que no momento Ana desejou morder.
– Não preciso me explicar, estou tocando no que é meu por direito. – diz ele cheio de malicia e faz pressão no clitóris dela penetrando um dedo, ao sentir ela suspira.
– O senhor é muito convencido, príncipe Christian. – provocou com a voz rouca – Não vejo nada aqui que pertença a você, sua posessividade é tão grande que mal consegue enxergar isso. Você me tomou ontem, mas o corpo é meu.
– Você ainda dúvida de que seu corpo pertence à mim? – os movimentos do seu dedo se intensificaram e Ana mordeu os lábios revirando os olhos – Foi o que pensei.
– Talvez, — diz com dificuldade – você precise provar o contrário. – rapidamente ele se pôs sobre ela a beijando ferozmente. Ele sabia que ela estava jogando com ele e havia entrado no jogo e mostraria a ela que seu corpo a pertencia, assim como o dele pertencia a ela.
(...)
Depois de uma manhã regada de sexo. A princesa Anastásia estava na cozinha preparando o café da manhã. O príncipe Christian não havia gostado da ideia e tinha chamado a Sra. Bentley, criada que cuidava da casa junto com o marido, preparar tudo, mas Ana preferiu fazer ela mesma e Christian não conseguiu negar o pedido dela de fazer algo para ele em seu primeiro café da manhã como marido e mulher.
– O cheiro está maravilhoso. – murmura Christian enquanto Ana fritava o bacon. Ele estava sentado na mesa a observando ele queria ajuda-la, mas Ana estava com a ideia fixa de agrada-lo aquela manhã. A mesa estava farta com pães, queijo, presunto, bolos, torradas, omeletes, frutas, suco e café. Ao sair do banho e se deparar com a mesa o príncipe ficou surpreendido com a fartura e no curto espaço de tempo que Ana preparou tudo, mas ela alegou que a Sra. Bentley já havia adiantado bastante coisa.
– Espero que goste, — ela diz – a Sra. Bentley preparou a maioria das coisas ontem antes de chegarmos.
– Ela e o marido foram informados sobre a nossa chegada por isso estava tudo em ordem.
– Ela me pareceu muito simpática. Eles moram aqui? – perguntou ela colocando um prato com bacon na mesa e se sentando na cadeira ao lado dele.
– Sim, numa casa aos fundos, um pouco afastada dessa. – explica ele enquanto se servia.
– Nossa! Mas eles gostam de viver assim tão isolados da sociedade? Sem contato com outras pessoas? Bom, a natureza é linda e tentadora deve ser uma maravilha viver em um ambiente tão calmo, mas não me vejo isolada nela tendo contato com apenas uma pessoa.
– Nem se fosse só comigo? – perguntou ele lançando uma piscadela para era que achou a atitude muito sexy.
– Mesmo se fosse só com você. – diz ela tentando soar seria e ele faz biquinho, a princesa se inclina para morder o bico dele que se desfaz e ela o beija castamente – Talvez, eu abrisse uma exceção para você, meu amado príncipe. – ela riu e ele também.
– Fico feliz em saber disso, minha amada princesa e respondendo a sua pergunta. O Sr. e Sra. Bentley gostam de viver isolados nessa área, mas não significa que não tenham contato com outras pessoas. Eles têm familiares e quando querem pode ir visita-los quando quiserem. Eles têm um barco.
– Ah, entendi.
– Hoje vamos fazer um passeio. – ele diz mudando de assunto.
– Mal posso esperar. – ela sorriu encantada para ele. A conversa fluía animadamente, acompanhado de sorrisos e carícias. Eles queriam que aquele momento durasse para sempre.
(...)
– Para onde estamos indo? – a princesa Anastásia perguntou quando ela e Christian andavam entre as arvores.
– É uma surpresa minha amada princesa curiosa. – brincou ele. O dia estava quente e após o café da manhã o príncipe pediu para que ela usasse uma roupa leve, pois dariam uma caminhada longa. A princesa usava um vestido leve de cor verde claro com estampa florida na saia e no busto um pouco apertado com tiras fechando nas costas, chapéu da mesma cor e um sapato com salto pequeno. O príncipe usava calça e uma camisa de algodão branca que abraçava seus músculos e botas marrons.
– Estou ficando cansada, Christian.
– Já estamos chegando, amor. – ele diz e seguiram uma trilha de pedras. Ana conseguia ouvir um barulho de água jorrando. Ao saírem da trilha de pedras, Ana pode comprovar a beleza do lugar onde ele a levara. Os olhos de Anastásia brilharam diante da queda da cascata transparente que descia entre a fenda de duas rochas.
– Meu Deus, Christian! É lindo. – ela diz encantada olhando para aquela obra da natureza. O príncipe a abraça pela cintura e deixa um beijo leve no pescoço dela.
– Não mais que você, minha princesa. — O príncipe Christian, logo se desfez de suas roupas e se jogou água como veio ao mundo. Ana riu vendo a euforia de seu marido parecendo uma criança que acabara de ganhar um presente. Tão jovem, tão lindo, tão seu e completamente seu. Sorriu com o pensamento.
A princesa Anastásia sentou-se na margem contemplando a beleza do lugar e em seu coração desejou que aquele momento durasse para sempre que fosse eterno cada momento desfrutado com seu amor. Mas sabia que nem tudo seria um mar de rosas. Casada com um homem cujo mesmo estava destinado ao trono, obrigações apareceriam em que os dois resolveriam... Até mesmo guerras. Estremeceu com o pensamento. Pedia a Deus que durante o reinado de seu marido não houvesse intrigas. Seus pais contaram-lhe histórias sobre as guerras dos reinos inimigos nos séculos passados que devastaram o que viam pela frente. Afastou os pensamentos e pensou no dia de ontem, no seu casamento.
Flash Back On:
O salão do palácio estava completamente cheio com os convidados que foram prestigiar os noivos, até mesmo Súria estava no local. Alguns se serviam do bufê, outros dançavam enquanto a orquestra tocava e outros apenas observavam. Moças da realeza que invejavam a princesa por estar ao lado do príncipe Christian, por ela ser a esposa dele. O príncipe Christian se sentou em uma das cadeiras reais ao lado da princesa Anastásia que se sentiu um pouco desconfortável por estar sendo o centro das atenções. Ela suspirou um pouco cansada e olhou para o príncipe Christian que segurou a sua mão.
– O que foi?
– Nada demais, todas essas pessoas me olhando, querendo a minha atenção. Isso tudo é muito novo para mim. Acha que eu vou me acostumar? – perguntou receosa.
– Mas é claro, minha futura rainha, és gentil, tem um coração puro, é simples não me restam duvidas de que fiz uma maravilhosa escolha. — ela sorriu com as palavras dele e beijou seus lábios com ternura sentindo. Voltou seus olhos para o movimento da festa.
– O que achas de dançarmos um pouco? — o príncipe lhe estendeu a mão e se levantaram e caminharam até o centro do salão onde todos abriram um espaço para a dança dos noivos.
A orquestra começou a tocar uma música lenta para os noivos. Os violoncelos eram tocados pelos arcos com maestria. O príncipe conduzia a princesa Anastásia majestosamente pelo salão enquanto todos os observavam. Sua família não parava de sorrir ao ver o quanto o filho estava feliz assim como os pais de Anastásia que estavam emocionados pela filha ter encontrado um amor. Anastásia sentia-se flutuar enquanto seu marido a girava pelo salão. Os movimentos dele eram leves e a princesa o acompanhava sem dificuldade. Seus olhos estavam conectados com os dele e ali ela via todo o amor que ele sene por ela, o sorriso dele iluminando sua visão.
– Eu amo você. – declarou ele e ela sorriu lindamente. Feliz por estar nos braços dele. E se depender dela, será assim a vida inteira.
Flash Back Off
– Vamos, amor! Venha logo! — falou o príncipe Christian emergindo dá água batendo os braços jogando água feito uma criança sua jovem esposa que se encolheu tentando se proteger com as mãos.
– Christian! Pare com isto! Está me molhando. – protestou, mas tinha um sorriso largo no rosto de felicidade.
– Está é a minha intenção te molhar toda até essas roupas saírem de você. – ele mordeu os lábios – Vamos quero você aqui comigo.
– Christian... – tentou protestar.
– Se você não tirar juro que vou até aí e tiro toda a sua roupa. — falou e seus olhos cinzentos brilharam maliciosamente. A princesa Anastásia revirou os olhos se rendendo ao convite tentador de seu esposo. Desamarrou os cordões de seu fino vestido se livrou de sua anágua. O príncipe Christian parou a beira da margem com o olhar cheio de desejo admirando a beleza do corpo da sua esposa. Sem mais nada que a impedisse, a princesa pula na água e nadou até ele que acolheu em seus braços abraçando-a fortemente. Ana admirava a beleza de seu esposo. Os cabelos molhados, o rosto sem traços de preocupação totalmente descontraído, o seu torso nu com gotas d’agua, sem mais nem menos selou seus lábios nos dele com um beijo cheio de luxuria. O beijo não era calmo e, sim, exigente, porém gostoso. Suas línguas estavam entrelaçadas, suas bocas mexiam fortemente em busca de mais atrito Christian chupava a língua de Ana com fome voraz mordendo o lábio inferior e o queixo dela completamente entregue a paixão. O príncipe Christian segurava a nuca de sua esposa enquanto ela passava suas mãos por seu corpo e suas curtas unhas o arranhavam. Ele apertava a cintura dela a trazendo para mais perto de seu corpo e pôde sentir o seu sexo encostar a vagina dela. Gemeram alto. O príncipe estava com seu membro duro mesmo a agua estando fria. Imediatamente Ana leva sua mãos até o pau dele e aperta levemente o aperto em sua nuca e cintura se torna mais forte e Christian geme. Ana começa com movimentos de vai vem sentindo a extensão de seu marido.
– Eu quero você dentro de mim, amor – ela falou entre o beijo com dificuldade. Christian não respondeu apenas a levantou em seus braços fazendo-a entrelaçar as pernas em sua cintura e a penetrando. – Ohhhh Christiannnn... – Ana gemeu e começou a se movimentar.
– Você é tão apertadinha, uma delicia... Ohhhh... – gemeu ele metendo dentro dela. O tesão estava tão forte que eles gemiam alto a cada movimento de seus sexos. Ana joga a cabeça para trás quando senti a língua dele rodeando o bico de seu seio enrijecido enquanto o outro ele aperta forte metendo cada vez mais forte a levando a loucura. – Amor... vou... deitá-la... Ahhh... na .... ahhh... agua... firme... suas pernas... em minha.. cintura ... – diz ele gemendo com seu membro a estocando.
– Ahhh... simmm – Anastásia aperta as pernas em volta da cintura de Christian e o mesmo não para com suas investidas. Ele deita o torso nu de Ana que fecha os olhos absorvendo o prazer de cada penetrada dele. Tentando um equilíbrio, Ana sente a agua em suas costas e cabelos lhe proporcionando arrepios pela temperatura, Christian mantem as duas mãos na cintura dela com força trazendo o quadril dela de encontro ao seu. Ele observa a expressão de prazer dela ao estar ali sendo possuída por ele. A pressão que Christian faz na vagina dela aumenta a pressão da água ao redor deles. A princesa abre os braços a cada movimento que seu corpo faz de vai e vem, o barulho da agua batendo junto com suas carnes e quadris se chocando. Os gemidos cada vez mais alto a enlouquecia e ela sabia que ele também estava assim. – Mias ... Ah... mais Christian... forte... forte... – fortemente ele se arremessa dentro dela soltando um urro de prazer quando a boceta dela o aperta fortemente lhe avisando que o orgasmo estava por vim. Ele se inclina para morder o bico do seio dela, ela grita ao sentir os dentes dele cravado em sua carne e geme quando o mesmo chupa quase engolindo seu seio totalmente – Chupa... chupa gostoso... amor...
– Sim... eu chupo... – e assim o fez, chupou os seios um de cada vez passando sua língua quente no bico do seio que ele mordia, às vezes, levemente. O corpo de Ana começava a tremer – Vem pra mim amor... – suas palavras liberaram o orgasmo dela, que gritou em puro êxtase sentindo seu corpo fluir na imensidão de prazer, um prazer intenso que ele a proporcionou.
– Anastásia! – o príncipe urrou seu nome quando atingiu seu clímax e seus jatos grossos vieram. Seu corpo convulsionou ao atingir a libertação. Arrebatador. Delicioso. Assim tinha sido o sexo. O príncipe se agarra ao corpo mole de sua esposa com a respiração ofegante. Seu coração batia fortemente, a cada batida Christian se sentia cada vez mais vivo. Anastásia se agarra a ele e o beija intensamente. Ela nunca imaginou que pudesse existir prazeres assim de forma tão indescritível.
– Christian... isso foi maravilhoso. – diz ela ao separar os lábios do dele.
– Vamos voltar, eu ainda não acabei. – ele sussurrou no ouvido dela sensualmente mordendo o lóbulo da orelha dela que estremeceu.
(...)
Ana sente suas costas bater no colchão quando Christian a empurra de encontro a cama.
– Que visão dos deuses – Ele diz a admirando Ana sorrir e abre as pernas dando uma visão de sua boceta escorrendo de excitação, Christian solta um palavrão ao vê-la totalmente pronta – Amanha você não vai conseguir se sentar amor, vou comer você a noite toda. – ele avisou se acomodando no meio das pernas dela.
– Eu vou adorar ser comida por você. – ela provoca pegando no pau dele. Soltando outro palavrão e a ponto de bala, Christian vira Anastásia bruscamente na cama, sendo pega de surpresa, a mesma rir e ofegando pela pegada dele. Mas ela para e solta um grito fino ao sentir uma palmada estalar em seu traseiro.
– Christian! – ele bate mais uma vez e estranhamente Ana se sente cada vez mais excitando com seu clitóris puxando desejando a boca dele no meio de suas pernas. – Ah amor...
– Geme pra mim geme... – pediu e deu mais uma palmada no traseiro branquinho dela que ganhava uma tonalidade avermelhada. Ele a deixa entre suas pernas e se inclina nas costas dela para morder seu ombro – Você é minha.
– Ahhhhh – ele desce beijos molhados pela coluna dela outrora chupando e mordendo. Ana gemia respirando com dificuldade e pedindo por mais. O pau dele pressionava em sua bunda. Ao senti-lo pesando Christian o pega e acaricia enquanto beijava as costas dela. Mesmo tão entregue ao prazer Ana conseguiu ouvir um movimento diferente – O que está fazendo?
– Estou acariciando meu pau, está muito pesado – responde com a voz rouca nem ao menos a reconhecendo, ele chega até a bunda dela e passa a ponta da língua no começo de sua abertura para logo mais morder uma das nádegas.
– Ai amor!
– Por que você tem que ser tão gostosa? – sem conseguir aguentar mais. O príncipe levanta o quadril dela e afasta suas pernas.
– Vou comê-la agora amor, segure-se na cabeceira. – Ana fez o que ele disse e sentiu a cabeça grande do pau dele na sua vagina entrando levemente lhe alargando, sua lubrificação era tanta que quando ele impulsionou seu quadril rapidamente na boceta dela, seu pau entrou facilmente. – Você é gostosa demais Anastásia, me deixa louco, louco... – ele gemia descontroladamente sentindo seu pau ser sugado pela boceta dela.
(...)
Uma semana depois.
– Não aguento mais, amor. – diz Ana ao sentir seu marido beijando sua vagina. O príncipe estava cada vez mais viciado no corpo de Ana e principalmente naquele botão de flor rosado que era a boceta dela.
– Eu acabei com você, não é? – seus corpos estavam completamente banhados de suor pelas horas regadas de sexo.
– Sim. – respondeu ela e puxou a cabeça dele para sair do meio de suas pernas quando sentiu a língua dele em sua entrada. Ela estava se sentindo dolorida e sabia que não aguentaria mais. Havia chegado ao seu limite, mas ele não. Quando os lábios dele estava próximo aos seus o beijou sentindo seu gosto impregnado nos lábios e na língua dele. – Você é gostoso demais. – ela murmura puxando entre os dentes.
– Você também é querida. – ele desceu seus beijos até o seio dela – Estou viciado em você, em seu corpo, em tudo.
– Já tivemos muito por hoje querido, para uma despedida do lugar e de nossa lua de mel. – diz ela suspirando sentindo a língua dele no bico do seu seio. A lua de mel deles foi maravilhosa. Cada dia havia sido aproveitado, eles só lamentavam que tiveram que passar apenas uma semana. Esses dias um ao lado do outro, Ana sentia que o amava cada vez mais, todas as manhãs o príncipe se declarava para ela e lhe dava uma rosa. Assim como ela se declarava para ele e o presenteava com suas caricias.
– Você acha? Eu não.
– Christian! – a princesa o repreendeu e ele gemeu frustrado fazendo bico. – Querido não podemos mais, sinto-me sem forças e sem falar que daqui a pouco virão nos buscar, precisamos estar prontos.
– Tudo bem linda, você tem razão. – o príncipe cobriu o corpo dela com o seu – Que tal um banho? – sugeriu movendo as sobrancelhas sugestivamente e a princesa Anastásia gargalhou.
– Você não tem jeito!
Após o banho, o príncipe e a princesa se despediram do Sr. e da Sra. Bentley que desejaram felicidades ao casal. Logo o barco chegou para leva-los diferente do enorme navio o barco era médio e nele se encontrava os soldados Jack e Andrew para leva-los de volta ao reino. Andrew pegou as bagagens e o soldado Jack permanecia no barco ele iria conduzi-lo. Quando Ana o viu sentiu aquela mesma sensação que sente sempre que o vê. Ele a olhava impassível. O príncipe a ajudou a subir no barco.
– Príncipe, princesa. – ele os cumprimentou e virou para frente quando recebeu um aceno de cabeça de ambos. Logo o barco foi posto em movimento. A princesa Anastásia respirou fundo deixando a sensação estranha que se apossou de seu corpo de lado e abraçou a cintura de seu esposo que beijou o topo de sua cabeça ansioso para chegar em casa com sua amada. Ele se sentia feliz e realizado como jamais um dia foi.
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