Um Príncipe em Cinquenta Tons
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Como era de costume todos os dias, Anastásia depois de ajudar nos afazeres de casa, era mandada por sua mãe até a vila do comércio do reino para levar comida a seu pai que passa o dia comercializando tapetes uma prática da família á anos eram os melhores e mais belos do reino com todos os tipos de cores e bordados e tamanhos. As ruas da vila do comércio estavam diferentes dos outros dias mais movimentada com festejos, todos se enfileiravam para receber os herdeiros reais, aplaudiam a comitiva com soldados. Ela correu para ver o desfile se infiltrando no meio da multidão, um menino corre distraído atrás de uma bola de trapos, conseguiu agarra-la mais se encontrava em perigo no caminho dos cavalos dos soldados. Christian estava distraído conversando com seu irmão Elliot e não reparou na criança.
— Menino, cuidado! — gritou Anastásia correndo em direção à criança agarrando o menino puxou-o para si e para protegê-lo com o seu frágil corpo.
Ao ouvir o grito, Christian agarrou melhor as rédeas de seu cavalo puxando com força o animal levantou as suas patas da frente assustado, empinava fortemente quase fazendo o seu cavaleiro cair. Elliot ajudou seu irmão acalmar o pobre animal e os dois viravam para as duas figuras. Anastásia encontrava-se de costas para eles, depositou um beijo na testa da criança e entregou à mãe aflita esta, agradecia imenso, ela por fim, voltou-se para os príncipes de cabeça baixa.
— Tira o capuz e olha para mim, quero ver a cara daquela que quase me fez cair da minha montada. – Christian falou ríspido.
A jovem timidamente retirou o capuz e olhou para aqueles dois pares de olhos azuis-cinzento, Christian arregalou os seus olhos, nunca tinha visto uma beleza como aquela, já tivera as mais belíssimas mulheres para o seu deleite e prazer, mas ela era sem dúvida a mais bela de todas. Elliot também ficou surpreso com o rosto da jovem, mas ele já estava apaixonado pela princesa Katherine e nunca pensaria em traí-la, olhou para o seu irmão à espera que este falasse algo, mas nenhuma palavra saia da boca deste, Elliot riu-se da expressão facial do seu irmão e tomou a iniciativa.
— Estás bem senhorita?
Anastásia ficou corada pela forma que o Christian lhe olhava, apenas balançou a cabeça em sinal de sim. Quando Elliot ia continuar o inquérito, o general Taylor de olhos e cabelo negros se aproximou avisando que o rei e a rainha esperava-os.
Ela fez uma pequena reverência e saiu dali o mais rápido possível, a comitiva pôs-se em marcha e o general continuava a falar com o príncipe Christian, mas este encontrava-se em transe com um sorriso bobo e raramente piscava os olhos. A jovem plebeia continuou seu caminho indo virando uma esquina encontrou seu pai com a pequena carroça e o jegue ela retirou da cesta que levava nos braços, um jarro de barro com água fresca e um bolo de farinha de milho seu pai era muito grato pela boa vontade da filha que ia todos os dias a vila sem reclamar.
Ao chegarem no castelo a rainha Grace, corre em direção aos filhos recém –chegados da resolução de um conflito em uma das regiões dos castelos depois da misteriosa morte do príncipe Aron, seu filho. Christian se tornou o primeiro herdeiro ao trono real e tinha que cumprir certas obrigações como tomar para si uma noiva e se casar, pois já passava dos vinte e cinco anos. A rainha Grace mandou preparar um almoço de boas vindas para os filhos a mesa de madeira nobre e grande na sala de refeições foi posta com grande fartura. Elliot pode em fim, matar a saudade e rever sua princesa Katherine que o aguardou com ansiedade todo esse tempo sem ver seu amado príncipe. Todos conversavam, os príncipes e o general Taylor contavam os feitos de suas espadas o almoço estava em paz até que a rainha tocou no assunto que espinhava o príncipe herdeiro do trono.
— Christian tens que parar de ser casmurro, já está na hora de teres uma esposa. Até o teu irmão já passou à tua frente.
— Mãe, por favor, já lhe disse que não quero nesse momento. Ainda sou jovem e quero aproveitar mais a minha liberdade.
— Como ainda não é o momento? Liberdade? Tens que casares, é o teu dever com o povo.
— Mesmo que eu quisesse, eu ainda não encontrei uma donzela à altura.
— O que? Estás a brincar comigo meu filho? O Reino está cheia de moças em idade de casar. Como ainda não achas-te? – disse seu pai o rei Carrick irritado.
— Calma meu querido! — pediu a rainha.
— Calma. Eu com a idade dele já estava casado contigo.
— Eu sei meu amor e se é por isso eu sugiro a minha dama real.
— É verdade minha querida dama de honra, Leila é perfeita. Bonita, jovem, elegante, conhece as pessoas importantes do reino, saudável e poderá ter muitos herdeiros. — Leila sentiu-se muito feliz, já esperava essa oportunidade à muito tempo.
— O quê? Nem pensem nisso. Se eu casar não será por obrigação. E se me dão licença eu vou retirar-me. Esta conversa não vai a lado nenhum. — e saiu bufando de raiva.
— CHRISTIAN VOLTA AQUI — gritou Carrick furioso.
— Deixa o ir. — pediu a Grace
— Eu não acredito na ousadia deste moleque. OH ele vai casar se por bem ou por mal.
— Pai eu até compreendo o seu ponto de vista, mas também o compreendo o meu irmão. Se eu me casei com Katherine é porque a amo, o meu irmão também tem esse direito ou não é? – intervém Elliot.
O rei pôs-se a pensar um pouco com os olhos fechados. Quando os voltou abrir, virou-se para o seu general.
— O que achas disso?
— Bom ele de fato tem tempo. Espera mais um pouco. Estabeleceu um prazo com ele. Ele assim terá tempo para achar a moça que ele considere ideal.
— Tens razão.
Leila apesar de não demonstrar estava triste e chateada com o príncipe. Sempre foi apaixonada pelo príncipe Christian e seu sonho é de casar-se com ele e se tornar rainha, mas sabia que seria uma tarefa difícil conquista-lo já que o príncipe não deseja se casar e nunca mostrou esse interesse com ela, mas jurou a si mesma que outra não roubará o seu lugar na família real.
Christian andava pelos os corredores do castelo quando foi alcançado por Welch um dos sete cavaleiros dos reais quem também tinham voz no conselho e era de toda sua confiança.
— Alteza, acabei de descobrir algo sobre o assassinato do falecido príncipe Aron, seu irmão.
— Não prolongue mais, vai direto as vias de fato o que tens a me dizer?
— Foi uma mulher, uma mulher quem o matou ela foi vista com ele minutos antes por testemunhas e depois correndo com as roupas ensanguentada com o sangue de seu irmão perto do local onde estava o corpo.
— O nome Welch, me dê o nome da maldita! – exclamou o príncipe com ódio.
— Anastásia Steele, meu príncipe fiz um relatório sobre ela. Perdão pela ousadia, mas ela se encontravam com seu irmão as escondidas e rouba cavalos.
Welch estende a mão a Christian o fazendo pegar o papel com anotações sobre a moça suspeita do assassinato, Christian leu ali mesmo os dados de Anastásia. Era solteira, dezoito anos, sem pretendentes ao cortejo, ajudava seu primo em roubos de cavalos, viva com pai e mãe, tinha a localização da sua moradia em mãos, sua renda era da venda de tapetes o coração gelado do príncipe ferve de raiva, ele jura vingar o sangue de seu irmão Aron a todo custo.
— Welch, eu quero encontrar essa mulher ainda hoje.
— Pelas minhas investigações, daqui a algumas horas, ela fará o caminho de volta para casa, todos os dias vem até a vila encontrar o pai.
— Meu cavalo, ainda está selado?
— Sim, alteza.
— Perfeito.
Christian saiu do castelo sem que ninguém veja, somente na companhia de Welch marcam tocaia no caminho da casa de Anastásia de longe a avistam atrás de uma árvore quando a moça cruza a frente da mesma, Christian agarra a moça pela cintura a levando para trás da árvore, ela esperneava a gritava mais nada adiantou no caminho deserto.
— Ladra, assassina! Cale a boca. — Ele a atira com violência no chão de terra o gorro da capa verde de Anastásia, sai de seu rosto e ele reconhece o par de olhos redondos azuis de mais cedo e se surpreende era um demônio em disfarce de anjo, Anastásia o fita assustada com o ato violento.
— Alteza!? – murmura assustada
— Não negue mulher! Sei que matou meu irmão.
Anastásia começou a chorar diante de seu acusador ao se lembrar do corpo, ensanguentado do príncipe Aron no chão daquela floresta, como descobriram? Ela nunca contou a ninguém sobre o ocorrido pois tinha medo de ser acusada e ela e sua família serem condenados a morte. Ela em um ato insano retira uma pequena adaga da sua cesta e aponta para o príncipe o ameaçando.
— Como ousa, Plebeia!? – Welch tenta conter a jovem que lhe faz um corte no braço e sai correndo mais rápido o que pode se infiltrando no mato subindo das vistas dos dois, o corte no braço de Welch era profundo sangrava tiveram que retornar ao castelo para dar pontos no ferimento.
Ao chegarem no castelo uma mulher com um túnica colorida com bordados dourados com traços orientais conversava com o rei e a rainha e os anciões da corte, a mulher de olhos apertados e cabelos negros fita o príncipe regente e se aproxima do mesmo, pegando sua mão direita, olha e sorri.
— Homem de coração selvagem, a donzela que for digna deste anel será a quem procuras e domará seu coração o amansando.
Um anel de ouro é com uma pedra de rubi é depositado na mão do príncipe que olha a mulher com incredulidade e antipatia o rei boquiaberto com as palavras da mulher diz:
— Atenção todos! Declaro que a partir de hoje, todas as donzelas que passaram pelo baile que darei no castelo, irão experimentar este anel.
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