Um Pouquinho Perversa
5 Capítulo 5
Notas iniciais
mais aí ta um capitulo lindinho posseis :)
- Draco, meu pai ele voltou! – sussurrei.
- O voldem...
- Xiiiu! Cala a boca!
- vou mandar uma carta pra minha mãe, se ele voltou o meu pai sabe.
- ótimo, mande uma coruja com a resposta. – quando eu ia sair ele segurou o meu braço.
- ei priminha, não esta se esquecendo de nada? – ele estava excitado.
- Não.
- Tem certeza?
- absoluta, tchau – sai correndo e acabei esbarrando no Ronald.
- Ron, eu estava procurando você! O Harry, ele não está nada bem!
- Vamos lá.
- vou pegar alguma coisa pra ele comer.
- Bem pensado, você é muito inteligente, além de ser linda sabia?
Ótimo, agora o pobretão vai dar em cima de mim.
- Rony, vai lá ficar com o Harry.
POV Draco
Essa garota vai me matar, como ela ousa fazer isso comigo, puta merda, onde ela aprendeu a beijar daquele jeito?
“Mãe, tem uma certa loura (N/A: adoro a ideia da Mione ser loura) aqui em Hogwarts desesperada por informações sobre o pai, me ajude respondendo o mais rápido possível.
Com amor
D.M ”
Talvez ela me dê mais um beijo daquele como agradecimento.
POV Narcisa
- Milorde. – reverenciei o grande amor da minha irmã.
- Narcisa, quanto tempo! – me abraçou Voldemort, mas ele não estava com o rosto ofídico que Lúcio me falou que ele estaria, ele estava bonito, como o Tom Riddle que eu conheci anos atrás.
- Realmente milorde.
- Providenciarei que minha amada esteja aqui o mais rápido possível.
Será que ele não lembrará?
- Narcisa, minha filha onde ela está?
- Em Hogwarts milorde.
- Bom, muito bom.
Nesse momento uma coruja negra atravessava o salão com o mínimo barulho possível. Era a Skinnier.
“Mãe, tem uma certa loura aqui em Hogwarts desesperada por informações sobre o pai, me ajude respondendo o mais rápido possível.
Com amor
D.M ”
Era do Draco.
- Milorde, sua filha pede informações.
- De quem era a carta? – me perguntou Lucio.
- Narcisa, me conte sobre ela. – me pediu Tom.
Eu comecei a falar sobre o tempo que ela morava com os Lancaster´s
- Eles a maltratavam?
- Ela não disse que sim e nem que não.
- Cissa, de quem era a carta?
- Do Draco.
- Responda a carta, diga que eu estou bem, diga que a verei nas férias.
- Sim milorde.
“Draco avise a ela que ele está bem, peça para não se preocupar, eles se verão nas férias.
Com amor
N.M”
POV Draco
Eu tenho a melhor coruja do mundo, ela já ate chegou com a resposta da minha mãe!
Ele realmente voltou, a Mione ficará feliz!
“Mione, ele está bem, não se preocupe, você o verá nas férias.
Com amor
D.M
P.S: Quero minha recompensa”.
POV Hermione
Nas férias? Ele acha realmente que eu esperarei todo esse tempo?
“Me encontre no corredor perto do salão da Sonserina daqui a 20 minutos.
H.B.R”
- Draco, você precisa me ajudar! – pedi quando ele chegou.
- Te ajudar com o que? Hermione já é a segunda vez na mesma noite que você me acorda.
- Eu preciso ir à Mansão Malfoy, hoje a noite!
- Você é louca!?
- Não! Mas você vai me ajudar ou não?
- Vai colocar uma roupa, preta de preferencia e me encontra aqui o mais rápido possível.
- Tudo bem.
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- O que essa sangue ruim está fazendo aqui?
- Cala a boca Pan, vem Granger.
_- Seus livros estão todos prontos?- perguntei alto o bastante para os sonserinos ouvir.
- É obvio Granger, cala a boca e anda – ele respondeu pra eles poderem ouvir também.
Como será que esse louco acha que a gente vai sair daqui e ir até a Mansão?
- Vamos logo que eu não tenho a noite toda.
- Deixa de ser chato e me fala logo como nós vamos?
- Pó de flú.
- Draco, isso é impossível.
- Não pra mim, agora cala a boca e vai.
- Draquinho eu não lembro que você acordava de mal humor.
- você já me acordou alguma vez?
- Não.
- então ta entendido o porque, se bem que no seu caso, se você tivesse me acordado teria visto uma excelente ereção.
- Vou tentar da próxima vez priminho, pode deixar, só não decepciona.
- Priminha, eu sou Draco Malfoy, príncipe da Sonserina, deus grego do sexo, eu jamais decepciono uma mulher. Agora vai antes que eu desista e te faça gemer horrores na minha cama.
Eu sabia que ele podia e seria melhor não fazer isso.
- Mione, você vai falar “Mansão Malfoy” a gente vai parar na biblioteca, ok?
- Malfoy, eu não sou nenhuma idiota ta bom? Então para de me tratar como se eu fosse uma.
- Hermione, vamos logo de uma vez!
- Ah que chato! – peguei o pó de flu – “Mansão Malfoy”!
Eu já havia estado em vários lugares da mansão, mas na biblioteca não, ela era simplesmente perfeita.
- Já falei que odeio viajar assim?
- Meu Merlin, como você reclama! – ele me ignorou.
-Vou tentar encontrar minha mãe, você fica aqui! – nós estávamos sussurrando.
- Porque? Eu conheço a mansão tão bem quanto você!
- Mas você é conhecida por ser “Amiga do Potter, a sangue ruim”, a casa provavelmente está cheia de comensais da morte, resultado? Morte certa.
Eu sabia que ele estava certo, eu só estava sendo teimosa.
- Hermione Black Riddle, você vai ficar aqui, me promete.
- É claro que eu vou ficar aqui. – que garoto mais chato! – Draco vai logo.
Ele respirou fundo e saiu da biblioteca.
Meu pai estava bravo, muito bravo, mas por incrível que pareça eu não estava com medo, não dele.
Minha curiosidade é maior que a minha obediência.
- “Ah qual é, é só uma espiadinha” – eu sussurrei pra mim mesma.
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