Notas iniciais
Prontin prontin

"Milorde" — O Draco reverenciou meu pai " menino Malfoy, o que você está fazendo aqui?" " preciso falar com a minha mae." .

Foi nesse momento que tudo deu errado. A porta abriu abruptamente e eu cai na sala.

– Ora, ora se não é a amiga sangue ruim do Potter. — falou um dos comensais.

– O que ela esta fazendo aqui? — mudei de ideia, eu estou com medo do meu pai.

– Milord, por favor, me ouça. — minha tia me olhava desesperada, o Draco me olhava com cara de "eu avisei imbecil"

Eu não consegui falar nada, ele iria me matar.

– Pois não Narcisa?

– Ela não...

_Crucio! — gritou um comensal mascarado.

A dor era insuportável, eu sabia que tinha o risco de morrer, mas o meu pai?

POv Narcisa

– Parem por favor – eu sussurrava, minha pequena não merecia sofrer tanto.

– O que foi Cissa, vai proteger a sangue ruim? – o Lucio nem se mexia.

– Milord é ela! – eu espero que ele entenda.

Ela ainda gritava enquanto os comensais se divertiam, eu nunca havia usado uma maldição imperdoável, mas eu prometi a Bella.

– Avada Kedavra. – eliminei o maldito comensal, a Mione a essa altura já estava desmaiada.

– NArcisa Malfoy, como você ousa matar um comensal, sua traidora do sangue! – um reles comensal gritou pra mim.

– Dolohov não grite com a minha esposa, caso contrário você assistirá a reunião pela janela.

– Milord, eu prometi que cuidaria da criança, se ela descobrir o que aconteceu aqui, ela me matará!

– Saiam! – os comensais saíram todos, de um por um. – é ela Narcisa?

– Sim milord, ela é a criança que a minha Irma deixou em minhas mãos antes de ser presa.

– Posso saber o porque dela ser chamada de sangue sujo ou pior amiga do Potter?

– Foi a forma que eu encontrei de proteger ela do ministério. E milord, ela não é amiga do Potter.

O Lucio já tinha levado ela pra o quarto.

– O que ela faz aqui?

– Se ela tiver um pouquinho De Bellatrix, ela foi impaciente milord.

– ME chame de Tom Cissa.

– Ela sentiu cada ano que vocês estiveram fora.

– Sua irmã estará aqui ainda hoje.

– Deixe me cuidar dela.

– Vai. Cissa?

– Pois nao?

– Ela esta com medo de mim?

– Nao, ela não está. — ou pelo menos não por muito tempo.