Notas iniciais
A História não será postada regularmente.
Gostaria que vocês comentassem, nem que seja apenas um "continua!!" apenas para eu perceber se vocês estão gostando ou se preciso de mudar alguma coisa.

Fora isso, sejam Bem-Vindos a Um Mar de Esperança. bjs!!!

Pov’s Narradora:

Estava um lindo dia em Yorkshire, um dos condados mais importantes de Inglaterra. Apenas algumas nuvens no céu e um sol que raramente aparecia. Violetta galopava com seu cavalo baio pelos prados verdejantes da grande fazenda onde morava com seu pai e mais de 100 criados. Era apenas naqueles dias é que seu pai a deixava sair. E sempre com um cavalariço ou uma aia.

Porquê? Porque naquela época só podia confiar em quem se lhe era mais próximo.

Razão? Piratas.

As pestes que roubavam, tomavam, sequestravam e estupravam garotas. Eles eram quem tanto os mais poderosos senhores como a mais pobre família temiam. E com uma riquesa quase maior que a do rei e vários invejosos à solta German Castillo não podia deixar que a sua filha, a coisa mais preciosa de sua vida andasse sem proteção. O que para Violetta era um saco. Não poder fazer nada sozinha. Não poder ser nem um pouco livre. E essa era a razão para fazer da vida um inferno ás suas criadas. A menina saía de casa sempre que seu pai tinha uma viagem de negócios a Londres. Ficava um dia inteiro fora se quisesse. Talvez mais, embora nunca o tenha feito. Aconteceu o mesmo naquele dia. Mas dessa vez German tinha ido à Alemanha visitar um de seus amigos mais chegados que estava doente. Violetta sentiu pena pelo amigo do pai que a conhecia desde pequena, mas isso não a proibiu de ir à cidade mais perto da fazenda. Então lá fora ela com seu cavalo dourado correndo pelos campos até chegar a Leeds.

Naquele lugar toda a gente desconhecia a filha do nobre. Todos pensavam que ele era um homem rabugento e viúvo sem se saber porquê. Não sabiam de Maria ou de qualquer família de German. Mal avistou as casas altas e velhas de Leeds a garota abrandou o cavalo para o trote. Ela rumou para o mercado e ficou vendo as pessoas andando e correndo, apressadas ou não pelas ruas da cidade enquanto pensava distraída na sua vida. Mimada com jóias raras e vestidos de ceda pelo seu pai Violetta nunca foi rude, mal educada ou até mesmo respondeu mal a ninguém. Era apenas um espírito livre e inocente. Mal viu seu cavalo chocar com o do general Thomas. Um dos homens mais desprezados e frios do condado. Com o susto o cavalo da garota se empinou e deu alguns passos para trás enquanto o outro fez o mesmo quase deixando Thomas cair. Quando os os animais se acalmaram só se ouviam os sussurros de “Oh não...” e “Meu Deus...”.

-Vagabunda!- gritou o General se recompondo.

-Com todo o respeito, foi o senhor que veio contra mim.- a pequena rebateu deixando Thomas enfurecido e a plateia à sua volta perplexa. Ninguém tinha alguma vez respondido de tal maneira ao General.

-O quê?- o homem desceu de seu cavalo e agarrou a perna da moça a puxando- Repita isso!

-Me largue!!- Violetta pediu assustada enquanto que Thomas apertava suas mãos ainda mais.

-Quem você pensa que é? Tenho de te dar uma lição, é’?- o homem finalmente a conseguiu tirar do cavalo encostando-a de costas e pegando numa faca que colocou ao pescoço a garota.

-PARE!! Pare, por favor!!- Villu começou a chorar enquanto Thomas se divertia com o seu desespero.

-O que se diz quando se é uma garotinha má?- perguntou a humilhando.

-O quê?- perguntou sussurrando.

-Peça desculpa, ou então sofrerá as consequnêcias.- Thomas falou apertando ainda mais a faca no pescoço da menina, mas sem a ferindo.

-De-desculpe.- a pequena gaguejou sentindo a seguir a faca saindo da sua garganta.

-Melhor.- o homem sorriu divertido e a afastou de si- Espero não a ver por aqui brevemente. A garota ainda com os olhos a transbordar subiu no seu cavalo e correu para casa, parando pelo caminho para se tentar acalmar, quando ouviu uma voz.

-Violetta?- perguntou uma voz muito conhecida por ela.

-Diego?- a menina se virou para ele e sorriu correndo em seguida para o abraçar- O que está aqui fazendo?

-Seu pai me mandou uma carta dizendo que você estava sozinha e eu vim te fazer companhia.- seu primo se justificou.

-Mentira!! Você é que não conseguia ficar mais tempo longe de mim.- a pequena se fez convencida.

-Que ego não priminha??- Diego brincou e Violetta riu- Mas o que você está fazendo aqui?

-Fui só dar um passeio... Mas que saudades, não??- a menina mudou de assuntou, felizmente, seu primo não estranhou...

-Sim, vamos para sua casa?

-Sim... Aposta numa corrida??- Villu perguntou para seu primo que revirou os olhos- AÍ, vamos Dih...

-Está bem. Está bem.- o garoto de aparência de 20 anos finalmente concordou.

-Ok, quando eu chegar aos 3.- Violetta avisou- 3!!!!!!- gritou começando a correr com o primo atrás.

-SUA BATOTEIRA!!- Diego gritou rindo da infantilidade da prima.

-QUE SEJA!!- Violetta gritou de volta e nesse ambiente descontraído foram os dois rumando à fazenda do pai de Villu.

Notas finais
O que acharam da ideia?? Alguma crítica?? Aceito todas.

E pelo menos até sexta-feira não vou conseguir postar já que vou estar sem internet, mas para além de sexta já devo ter alguns capítulos prontos para vocês que estão acompanhando. Mereço alguma favoritação? Isso fica a vosso critério... Bjs. Princesas da Tia Anônima!!!! "*"