Notas iniciais
olá, amores!!!! eu tenho uma ótima notícia pra lhes dar: até ontem, esse seria o penúltimo capítulo da fic... mas eu decidi dividir o próximo em dois (novamente) e terão oito capítulos, okay? eu ñ vou ficar falando mt... pq o capítulo de hj... boooom... vcs sabem..espero q gostem e comentemboa leitura

— Quer... Tomar café da manhã comigo? – me senti bobo e estúpido no instante em que terminei de proferir essas palavras, sentindo meu coração disparar e meu rosto queimar violentamente.

— Quero... – ela respondeu em um sussurro delicioso que me enlouqueceu.

— Ótimo – eu disse surpreso. – Ótimo... Nós podemos... Podemos levar... Isso aqui... – eu não conseguia conter meu nervosismo e meu entusiasmo e estava parecendo o mais idiota possível.

— Calma... – Sereny deu risada, afagando meu rosto e fechou a caixa de pizza. – Por que não vamos para o estacionamento antes que você pule e dance em cima da mesa?

— Engraçadinha... – disse, me levantando da cadeira um pouco mais controlado, segurando a pizza em uma das mãos e puxando a cintura dela com meu outro braço.

— Fala como se eu estivesse errada... – ela me abraçou forte, ainda dando risada.

— Pode se vangloriar... – chegamos ao estacionamento e eu coloquei a caixa em minha mão no banco de trás antes de entrar e ligar o carro. – É melhor colocar o cinto... Eu posso correr um pouquinho... – brinquei, afagando seu rosto delicado. Mas era provável que eu corresse mesmo, eu me sentia tão ansioso.

Não me lembrava de já ter dirigido tão rápido alguma vez no passado... Sei, que nós dois chegamos realmente muito rápido no prédio em que eu morava. Nós dois subimos para o meu andar e eu a conduzi para o apartamento.

— Não é... Muito grande... – disse sem jeito. – Sabe como é... Guitarrista... É bom ter o suficiente pra pagar as contas... – Sereny tirou a pizza da minha mão e me puxou pelo braço para nos sentarmos no sofá.

— Eu entendo bem disso... Um dos meus anikis é guitarrista de uma banda também...

— Que legal! – puxei sua cintura e comecei a beijar seu pescoço. Sereny jogou a cabeça para o lado, me convidando para beijar-lhe mais.

— Você parece tão tenso, Kou-chan... – Sereny disse manhosa e eu gemi quando suas mãozinhas entraram pela minha camiseta. – Quer uma massagem?

— Hum hrum... – eu disse de olhos fechados, puxando-a para o meu colo.

Ela se encostou ao meu corpo e suas mãozinhas delicadas massagearam deliciosamente meus ombros e meu pescoço. Eu estava realmente tenso. Ficamos longos minutos daquela maneira, nossos corpos se encontrando, colados um no outro e descia pela minha garganta, inundava todo o meu corpo, me excitando. Segurei-a presa em minha cintura e nos ergui do sofá, caminhando rápido para o quarto e deitando-a na cama. Uni nossos lábios apaixonadamente e deslizei minha mão por sua pele macia sob o tecido fino da blusa que ela usava, acariciando-a morosamente e fazendo-a gemer. Suas mãos desceram por minhas costas e agarraram a barra de minha camiseta, arrancando-a pela minha cabeça e atirando-a ao chão.

Sereny tornou a puxar meu rosto contra o dela, desbravando avidamente o interior de minha boca e roubando meu fôlego e minha sanidade. Quando precisei respirar, ela descolou nossos lábios e inverteu nossas posições na cama, sentando-se sobre o meu quadril e beijando meu peito e meu pescoço. Acariciei suas pernas e não gostei que ela ainda estava de calça jeans.

— Algum problema? – ela separou seus lábios dos meus, olhando preocupada para mim.

— Você está muitovestida... – eu reclamei e ela deu risada, me dando um selinho.

— Ah... Se esse é o problema... – ela ficou sentada direito sobre mim e retirou a blusa, ficando só de sutiã. – Um pouco melhor?

— Um pouco... – deitei-a na cama e a beijei, acariciando-a lentamente, fazendo-a ofegar. Abri o zíper de sua calça jeans, puxei com delicadeza por suas pernas e ela sorriu maliciosa quando eu joguei a peça de roupa junto com as outras no chão e uni nossos lábios novamente. Suas mãos voaram para o cós da minha calça, abrindo também o zíper e eu retirei a peça de roupa muito rápido, voltando a me deitar sobre seu corpo e beijá-la.

Minha vontade de tê-la aumentava com fúria e paixão. Eu não sabia dizer de onde vinham tantas fortes sensações nem se eu dava conta de todas elas juntas. Meu corpo implorava pelo dela, implorava que ela saciasse meu desejo.

Retirei sua roupa íntima e a visão dela nua em minha cama, em meus braços, pronta pra ser minha, me deixou ainda mais excitado do que eu já me encontrava depois de nossas carícias. Suas mãozinhas me deixaram igualmente nu com uma pequena carícia que me pedia por mais.

E foi o que eu lhe dei. Encaixei sua cintura no meu quadril e penetrei-a lentamente, sentindo-a arquear o corpo e gemer em aprovação. Suas mãos apertaram meus ombros e eu a vi morder o lábio inferior quando eu finalmente fiquei completamente dentro dela. Era um prazer infinitamente maior do que qualquer outro que eu já tenha sentido em minha vida. Ela era tão quente, tão deliciosa, tão sexy...

Sereny se remexeu embaixo de mim, fazendo nossos corpos se colarem ainda mais, eu me movi em seu interior, aumentando gradativamente a força e a velocidade de minhas estocadas. Nós gemíamos juntos, cada onda de prazer se misturando, cada sentido enlouquecendo pelo toque do outro.

Nossos lábios se uniram necessitados e ela mordiscou meu lábio inferior, arranhando minhas costas, me arrepiando e me incitando ainda mais. Eu a puxei mais para meu corpo, minha boca deslizando por sua pele, mordendo seu pescoço, seu ombro, seus braços... Deslizei minha língua por seu mamilo e Sereny gemeu em aprovação, suas pernas se apertaram em minha cintura e eu continuei, sincronizando com os movimentos de nossos quadris até senti-la se estreitar em torno de mim, gemendo alto e preenchendo o quarto com o som maravilhoso de seu prazer. Eu não demorei muito para alcançar também meu ápice e cair cansado ao seu lado na cama.

Sereny se aninhou em meus braços, beijando meu peito calidamente. Puxei seu rosto para o meu, unindo nossos lábios apaixonadamente. Senti meu corpo relaxando lentamente junto ao dela.

— Podemos ficar assim? O resto do dia? – ela sussurrou brincalhona no meu ouvido e eu a apertei ainda mais em meus braços.

— Não tem absolutamente nada que eu queria mais...

Notas finais
mereço reviews?