Notas iniciais
ola? como estão? meninas que no momento são cinco, eu agradeceria se voces comentarem , sou movida por eles, bom até o proximo bom Dia e Boa leitura

Emma está sentada em meu colo quando minha família em peso chega na sala onde estamos, Emma se levanta e vai correndo para o abraço apertado de meu pai que está agarrado a Molly, ele a solta para sustentar o peso de Emma, que logo depois abraça Teddy e assim por diante, Mol parece ser a única que me nota no meio de todas aquelas pessoas nervosas e chorando, ela vem caminhando até mim e eu abro os braços para lhe dar um abraço

—Matt, meu irmão lindo do meu coração, estava com tantas saudades de você, seu cretino, me abandonou aqui — fala ela, e eu dou uma risada, Molly sempre foi muito apegada a mim, também eu era o único que não implicava com os brinquedos dela, mas agora vendo ela com o rosto marcado por lagrimas me dá uma dor inimaginável no peito

— oh maninha, peço perdão e lhe garanto que a partir de agora, você pode ir me visitar no meu apartamento a hora que quiser ok? – falo e vejo seu sorriso sumir aos poucos dando lugar as lagrimas — Ei o vovô vai ficar bem, não se preocupa com isso minha Piccolo— falo quando percebo que ela começou a soluçar sempre a chamei de Piccolo que em italiano quer dizer pequena

Olho em volta e vejo que estão todos muito nervosos, Emma então nem se fala, ela é nova demais para perder o avô, todos somos, resolvo por ir ver com o médico se posso entrar no quarto e depois ir embora preciso descansar

— Emma viu meu avô ter um enfarte ela está bem traumatizada, e eu bem cansado vou leva ela para casa e depois eu volto – falo para Molly ao meu lado depois de um tempo

— ok, mas passe aqui antes de ir ta bom – Molly pede e eu aceno com a cabeça, quando vou me levantar ela me puxa de novo perguntando — Matt onde está a vovó?

— eu passo aqui sim, avisa a Emma, a vovó desmaiou e foi levada para verem se está tudo bem mas deve ter sido só o susto mesmo – falo dou um beijo na testa dela e saio

Saio da sala sem ninguém perceber estão todos abraçados um ao outro tentando se consolar, é de cortar o coração vê eles assim, chego à recepção e pergunto o número do quarto do meu avô

—ele está no quarto 220 senhor, no terceiro andar-fala a garota ruborizando, é eu tenho esse efeito sobre as mulheres, é o mal dos homens Grey

—obrigado — falo e vou direto para o elevador, que por sinal não tem ninguém dentro, chego no terceiro andar e vou direto para o quarto 220, mas paro quando vejo pelo vidro uma garota loira acariciando a mão do meu avô, ela parece está chorando e eu não sei onde mas já a vi antes, estou prestes a entrar no quarto para descobrir quem é a garota quando o Dr. John Shaw — o que nós falou sobre o estado do meu avô algumas horas atrás- segura o meu braço e fala

—você não pode entrar ai, Senhor...? – fala o médico e eu já fico bem irritado, como não posso o cara é meu avô

—Grey –respondo -sou neto do homem que está deitado ali-falo, para que ele deixe eu entrar

—Ok, Sr Grey, mas mesmo assim, você não pode entrar, é permitido só uma pessoa de cada vez e pelo que estou vendo o seu avô já tem companhia. -fala ele meio que debochado.

—eu sei que já tem uma pessoa ali dentro, mas posso afirmar que ela não e da família-falo já irritado

— sim eu sei que ela não é da família mas ela brigou para entrar e seu avô permitiu que ela entrasse – fala o doutor

Entro numa discussão com o Dr. John Shaw, o barulho da porta do quarto se abrindo é o que nos faz para de discutir, a garota está saindo do quarto, não posso ver seu rosto, porque seus cabelos estão na frente ela vai para o outro lado do corredor, tento ir trás dela, mas tem muita gente no corredor e isso me impede de chegar até ela, volto frustrado por não conseguir ver quem era a garota, e decido ir na cafeteria do hospital comprar algo para comer.

—Emma, vamos a cafeteria? Eu preciso comer algo e você também-falo enquanto pego seu braço para lhe ajudar a se levantar

—eu não quero comer nada Matt, eu só quero ver o vovô-fala ela teimando, em não ir.

—não, você precisa primeiro comer depois eu te levo no quarto do vovô — insisto e ela percebe que não vou deixar ela em paz enquanto não comer, então acaba por ceder e ir na cafeteira comigo, no meio do caminho encontramos nossa família.

—Matt, meu filho. Você está bem?!-pergunta minha mãe se soltando do meu abraço e tomando distância para me analisar.

—estou bem mamãe, só preciso de um café, vamos à cafeteira comigo e com Emma? -pergunto.

Vamos cara, se não for agora vai ficar com essa dúvida para sempre! Falo para mim mesmo, estou na cafeteira do hospital com minha família e a garota que vi quando mais cedo está aqui continua sentada na mesma posição, tenho a leve impressão de conhece-la de algum lugar, mas está meio que impossível de ver seu rosto, já que seu cabelo loiros e longos está na frente de mesmo, sou tirado dos meus pensamentos com mamãe me cutucando.

—Matt, querido, vá para casa, descanse e se seu avô ou sua avó tiver alguma melhora eu lhe ligo, ok? -fala ela e percebo que estão todos me olhando preocupados, devo estar com olheiras horríveis, pois desde que cheguei a Seattle não dormi.

—tudo bem, eu vou estou mesmo muito cansado — falo e me despeço de todos, estou indo para a garagem pegar meu carro quando vejo a garota da cafeteria subir em uma moto e ir embora.

—droga! –exclamo por ainda não conseguir ver seu rosto, caminho até meu carro frustrado por não saber quem é aquela garota que me deixou tão curioso, sem nem ao menos conversar comigo.

***

No momento eu estou no meu escritório com um copo de whisky na mão e com uma dúvida enorme na mente, quem é aquela garota que tanto me intriga? Que droga já são nove da noite e ninguém me ligou ou seja estão todos na mesma...

Sou interrompido pelo meu celular

Droga – quem será? Atendo sem ver quem é

— Matt Grey – grosso como ninguém

—Mathew Steele Grey isso é jeito de fala com a sua mãe?— ops! Deveria ter olhado o numero

— Ér... Desculpa? Mãe não foi intencional eu não vi o número – falo me desculpando, agora com menos grosseria

tudo bem meu filho, sua avó acordou e está com seu avô, Emma está em casa junto com Teddy e Molly, eu estou no hospital com Lucca e Mia, Jace está indo ai ver você, Ethan, Christian e Elliot estão em Bellevue, Ava está no avião voltando de Paris e Ella no ônibus voltando do acampamento – minha mãe fala tudo de uma vez quase não consigo acompanhar seu raciocínio, ela tem esse “probleminha” se é que posso falar isso

— ok mãe depois eu falo com a senhora ok? Quer que leve alguma coisa para o hospital? – pergunto cansado, meu primo Jace é um mala sem alça, mais é meu primo ne

não meu filho, qualquer coisa eu te ligo — ela fala e desliga, eu me recosto em minha cadeira e fecho os olhos, aquela garota

— Mathew Steele Grey – acordo atordoado alguém me gritou

— mas que porra – falo abrindo os olhos e dou de cara com um homem loiro de olhos dourados, pele branca, e grande porte, Jace, têm quase o meu tamanho – o que você quer loirinho?

— eu quero sair e beber – Hem? Eu ouvi direito? Ele quer beber enquanto seu avô está internado e além disso é domingo amanhã eu e ele trabalhamos e ele ainda tem aula

— está brincando com a minha cara né, você entrou na minha casa sei lá como, me acordou e se não bastasse quer ir beber enquanto era para estarmos no hospital? – pergunto só para ter total certeza do que ele quer

— sim, anda levanta daí e vamos, só beber para esquecer essa merda toda tanto com o vovô quanto com o fato de que eu levei um pé na bunda – ele fala com um tanto de raiva, mais só pode ser brincadeira, Jonathan Christopher Grey, também conhecido como Jace levou um pé na bunda, ah essa eu tenho que cumprimentar

— ok então vamos ao Pandemônio, vou só tomar um banho – falo me levantando e saindo do escritório indo estrear com rapidez, infelizmente, meu novo chuveiro

Notas finais
♥ AVISO NAS NOTAS INICIAIS só postarei quando tiver no minimo 3 comentarios, até logo babys