Um Futuro Condenado 2 Temporada - Mathew S. Grey
4 Uma Estranha
Notas iniciais
—ok, mas não demora para se arrumar, o mulherzinha — o idiota do meu primo da uma gargalhada com a própria risada.
—ah vá se ferrar Jace, mas você escolhe a boate, já que não lembro direito das que tem aqui em Seattle. -falo, e entro no banho em quarenta minutos estamos no subúrbio indo para a boate
E então chegamos Jace paga o cara, pois estamos de Taxi e tem uma placa de neon escrita PANDEMONIO gigante eu mato esse loiro de farmácia quando olho para o lado não o vejo mais
— borá Matt ou vai ficar ai fora? – ele grita do porta, ah Jace, ah quer saber eu quero mais é que se foda vou é ficar bêbado e então entro na boate e sigo para o bar quando chego não demora muito para sentir uma mão no meu ombro, de início acho que é Jace mas quando me viro dou de cara com os Gêmeos Damon e Ian velhos amigos meus
— o que fazem aqui? – pergunto gritando por causa da musica
— moramos aqui amigo- me responde Ian, como eu sei quem é quem? Bom o Ian tem uma cicatriz no ombro que vai até o início da curva do pescoço eu fiz isso com ele quando passei com a moto por ele e nem vi
— no pandemônio? – pergunto descrente com a sobrancelha levantada
—somos amigos do sócio então temos passe livre mas você não estava em nova Jersey? — pergunta Damon se sentando ao meu lado
— estava mas voltei hoje, ai descobri coisas e vim beber arrastado por um loiro de farmácia –falei olhando no bar procurando o loiro
—vamos cara, animo, eu vou é pegar todas hoje — gritou Damon e Ian o olhou com cara de “acho que ele nem bebeu” nos gargalhamos e fazemos uma competição
Depois de beber várias, bebidas das quais nem lembro o nome minha visão começa a ficar turva, decido ir para um quarto deitar um pouco para ver se melhoro e ai sim posso pensar em ir embora, entro em um quarto qualquer, a luz esta apagada e o quarto se ilumina por uma pequena luz de um abajur, mas é muito fraco, me atiro na cama, mas me levanto rapidamente assustado com um grito que vem de baixo de mim.
Camas não gritam— ouço meu inconsciente e minha vontade é de soca-lo, jura que não gritam
—quem é você? Que quer de mim? – praticamente grita uma voz doce, mas ao mesmo tempo "assustadora”, logo noto que é uma mulher
—calma, eu sou uma pessoa, e eu só queria deitar, não sabia que tinha gente aqui-falo, na tentativa de fazer a maluca parar de gritar, logo esse quarto vai encher de pessoas e vou acabar apanhando por acharem que tentei estuprar essa maluca.
Ela grita, não vai ter jeito de calar essa maluca com palavras, vou ter que fazer isso mesmo.
Cambaleio para perto da maluca e lhe dou um beijo, ela no começo se debate toda mas logo sede, peço passagem com a língua e ela deixa, exploro sua boca como nunca fiz com mulher nenhuma antes. Logo meu parceiro fica animado e ela percebe, porque se separa abruptamente de mim, puxo a maluca pelo braço e lhe dou outro beijo lhe jogando na cama, ela novamente sede, e começa a passar a mão nas minhas costas me arranhando, tiro sua blusa e atiro para longe, beijo seu pescoço e dou uma leve mordida ali, sinto a garota estremecer embaixo de mim, vou descendo os beijos até seus seios, tiro seu sutiã e começo a brincar com seus mamilos, enquanto sugo um massageio o outro e sou recompensando com seus gemidos, vou descendo as mãos e lhe arranco a calça, passo a mão nas suas a coxas e vou subindo chegando perto de sua intimidade, lhe acaricio ali e ela geme descontroladamente, lhe beijo a boca abafando seus gemidos, não aguentando mais lhe arranco a calcinha, que tenho certeza que rasguei, volto a descer os beijos, pescoço, seios, barriga, coxas e por último sua intimidade dou uma leve sugada em seu clitóris e a garota puxa meus cabelos, em um modo de me incentivar a continuar, passo a língua por toda sua extensão e posso sentir seu cheiro maravilhoso que me embriaga, volto a sugar seu clitóris e ela novamente puxa meus cabelos, levo minha mão até seus mamilos e brinco com eles, depois de um tempo consigo sentir se gosto doce escorrer pela minha boca, sugo todo como se não quisessem desperdiçar nada, como se tivesse levado um soco no estomago me dou conta do que estou fazendo, saio atordoado do meio das pernas da garota, lhe dou um leve beijo nos lábios e saio em disparado para rua em busca de ar, pego o primeiro taxi que vejo e vou direto para casa.
***
Meu celular me acorda, olho as horas e são dez e quarenta de uma segunda feira dou graças por hoje só ter que ir trabalha na parte da tarde se não meu pai me mataria, mas que merda quem será que me liga uma hora dessas
—Matt Grey — curto e grosso, espero que dessa vez não seja minha mãe
—e ai pegador?!-fala Ian, grita na verdade – como vai à ressaca? – brincalhão como sempre
— vai te fuder Ian agora fala o que tu quer? Eu quero dormir – falo mando na verdade ainda de olhos fechados
— eu quero que você levante essa bunda daí e vá até a sua porta e abra por que o negócio ta difícil aqui – ele fala mais que merda o que ele faz aqui? Como as pessoas descobrem meu endereço assim?
— o que está fazendo na minha porta? — pergunto me sentando na cama e reparando que estou só de cueca, foda-se
— venha ver e ande logo – falo e desligou suspiro
— merda – murmuro e me levando quando abro a porta me deparo com três seres humanos, Ian que carrega Jace e Damon, coitado está quase morrendo com esses pesos
— mas por que demorou tanto? — Pergunta indignado eu vou até ele e retiro Damon de cima dele
— cale a boca e fale por que está aqui, coloque o no sofá – falei enquanto colocava Damon no outro
— esses dois beberam tanto que desmaiaram, eu bebi mas nem tanto o merda do Damon “perdeu” a chave de casa, o Jace eu não encontrei nada com ele, mas eu sabia o seu endereço e foi o único lugar mais perto que eu achei eu é que não ia paga um hotel para eles – fala indo para cozinha e eu atrás dele
— vocês saíram da boate que horas? – perguntei seguindo-o
— que horas são? – e ele me devolveu bebendo água direto do gargalo da garrafa
— umas dez e pouca da manhã – falei enquanto ele pegava um copo e suco na geladeira nem me importo ele me conhece e conviveu comigo durante anos sabe minhas manias
— saímos umas oito ou sete da manhã, a boate fecha durante o dia – ele fala a merda minha tia vai me matar o Jace é menor, suspiro e olho para a sala vendo os dois totalmente desmaiados no meu sofá
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