Notas iniciais
e ai? como voces estão ? me contem BOM DIA E UMA BOA LEITURA

Pov. Hanna

Dia da inauguração da editora, 10h20min

—Ainda vai demorar muito? -pergunto a Matt, estamos no aeroporto, esperando por seus pais e meu irmão, Molly e Emma estão um pouco distante de nós, com Hanna, secretária de Ana.

—Você me perguntou isso não faz 5 minutos, acalme-se, daqui a 10 minutos eles chegam, o voo deve ter atrasado. – ele fala enquanto faz suaves círculos com o polegar em meu ombro

Suspiro e vou para perto das meninas, assim que Molly me vê ela sorri, desde que eu acordei, Molly é só sorrisos comigo e eu com ela, depois de descobrirmos que seriamos mamãe e titia, tudo era lindo, eu ainda não contei a ninguém e nem Molly, ela falaria hoje com Tommy, já que ele, Christian e Ana estavam vindo para a inauguração da minha editora e falar nisso, eu estou super nervosa, hoje vou contar a Matt que estou gravida e mal posso esperar para ver sua reação.

—Hanna, está bem querida? — diz Ana e me abraça, quando foi que ela chegou? Me pergunto

—Olá Ana, estou bem sim, só distraída, como você está? O voo foi calmo? -pergunto a ela, que está lindíssima em um macacão jeans.

—Estou bem, o voo foi perfeito, vá falar com seu irmão, ele está louco de saudades, mas depois quero falar com você, como assim Matt lhe pede em namoro e você não me conta?!-diz ela e aponta para Tommy, que está abraçando Molly e sorrindo. Caminho até eles e Molly sorri ao me ver.

—Oi maninho, que saudade. -digo e lhe abraço, Molly caminha até seus pais, nos dando privacidade.

—Olá, pirralha, também estava com saudades, muita mesmo. -diz ele e sorrio de seu apelido.

—Não esqueça que eu sou a mais velha, viu?!Então você é o pirralho da história. -digo e lhe dou um peteleco, ele me olha surpreso e faz menção de me fazer cócegas, saio correndo mas para quando recebo um olhar repreendedor de Molly.

—Então, vamos? -pergunta Christian e nós concordamos, Molly, Tommy, Emma e eu fomos em um carro Christian, Ana, Matt e Hanna foram em outro, Christian e Ana insistiram em ficar em um hotel, já Tommy eu obriguei a ficar em minha casa, assim que chegamos Tommy foi tomar banho e logo depois iriamos todos almoçar em um restaurante.

12:20

Estávamos todos no restaurante, a comida estava uma delícia, como sempre, mas tinha algo me deixando inquieta, desde que eu acordei eu estava assim, algo palpitava em meu coração e a cada minuto que se passava eu sentia um sufoco ainda maior, olho para Tommy e vejo que ele está pensando, seu garfo pairando no ar e o olhar direcionada para Molly, isso é o amor sou tirada de meus pensamentos com um arrastar de cadeiras, olho para Tommy e ele está se levantando, todos o olham sem entender nada, até que ele se ajoelha em frente a Molly, sério?!Ele vai fazer isso aqui mesmo?!

Ai. Meu. Deus

—Molly, eu sei que poderia fazer isso em um lugar mais romântico, com flores e velas ao redor, mas eu não aguento mais esperar, a cada segundo que se passa o meu amor por ti só aumenta e se eu não fizer isso agora, vou explodir, você aceita ser minha noiva? Para daqui a alguns meses nos casarmos? Por favor, diz que sim, porque se a resposta for não, eu vou definhar até morrer, porque você é o sol que ilumina meus dias, as estrelas que me deixam maravilhado e você faz com que eu seja o homem mais feliz da face da terra, agora eu pergunto de novo, aceita ser minha noiva? – ele termina de falar dando um beijo em sua mão

Molly a esse momento está se debulhando em lágrimas e eu não estou diferente, Matt aperta minha mão e me lança um sorriso reconfortador, volto minha atenção para o meu irmão a minha frente, que chega estar tremendo de tão nervoso.

—Si-sim, eu aceito meu amor, porque você é quem me faz feliz e eu te amo tanto. -diz Molly e se atira nos braços de meu irmão, logo o restaurante é tomado por aplausos e eu não faço diferente, Tommy puxa do bolso uma caixinha vermelha e dentro dela tem duas alianças de ouro, a de Molly tem uma pedrinha no meio, delicada, discreta e linda.

—Parabéns, pirralho, foi uma ótima declaração. -digo quando abraço Tommy, ele seca algumas de minhas lágrimas, que teimam em rolar pelo meu rosto.

—Obrigado, maninha, agora pare de chorar, está parecendo um panda já. -diz ele e sei que é só para me sacenar, já que minha maquiagem é a prova d'água.

—Parabéns, mamãe-cochicho no ouvido de Molly e sou retribuída com um abraço apertado.

—Obrigada, mamãe. -responde ela baixinho em meu ouvido, sorrimos uma para a outra e voltamos a nos sentar, quando eu penso que tudo está normal.

—Gente, depois dessa grande emoção, eu tenho mais uma novidade, e ela interessa muito a você, meu amor. -diz Molly e eu fico pasma, ela vai falar isso aqui? Mas hoje é o dia das surpresas, Molly me chama com a mão e timidamente eu vou até seu lado, Molly me abraça pela cintura e eu faço o mesmo.-Hanna já sabe, ela é uma grande amiga e eu não me segurei, admito que conversamos muito sobre como seria para contar isso, e não chegamos em lugar algum, Hanna disse que eu falaria quando o momento perfeito chegasse, e se eu estou falando agora, é porque esse é o momento perfeito, ao lado de todos que amo, então, chega de enrolação, ai vai a notícia: eu estou gravida. -diz Molly e a única coisa que ouço é o barulho de um garfo caindo no prato, olho para onde veio o barulho e vejo que é Ana, ela olha a filha de boca aberta, me solto do abraço de Molly quando Tommy se levanta.

—Eu...eu, vou...eu vou, ser papai? -pergunta ele com os olhos marejados e Molly faz que sim com a cabeça, não demora muito e ela é engolida em um abraço de Tommy, todo emocionado, depois de um tempo ele se ajoelha em frente à sua barriga e a beija, logo começando a falar com seu filhão ou sua princesa, como ele mesmo diz, todos olham emocionado a cena e depois de muito parabéns a nova mamãe nós voltamos a comer.

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—Eu sabia, eu sabia que tinha algo com você Molly, eu sabia que você estava escondendo algo, tinha certeza. -diz Emma do banco de trás, Tommy e Molly estão atrás também, e Matt dirigindo, estou ao seu lado, no banco carona.

—Você me conhece bem demais, pimpolha. — diz Molly e a abraça meio que de lado.

—E você já sabe o que é? Tomara que seja uma princesinha, para que eu possa vestir ela e a maquiar. -diz Emma toda empolgada ao bater palminhas, rimos de sua empolgação e voltamos a conversar banalidades.

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—Estou linda, não é?!-pergunto rindo a Maria, meu vestido delicado me deixou linda, posso estar sendo convencida, mas eu realmente estou deslumbrante.

—Está sim, parece uma princesa, agora vem que eu vou te ajudar a descer, para não amassar o vestido. -diz Maria e abre a porta do quarto para mim, peço para que ela pego minha bolsa de mão e Maria segue comigo pelo corredor, onde encontro Tommy, de terno e lindo, como sempre...

—Uau, que princesa, está linda maninha. -diz Tommy e me abraça.

—Obrigada, você também está um gato, Molly que se cuide -brinco e Tommy ri, quando chegamos a sala vejo que já estão todos lá, bebendo e conversando.

—Está lindíssima, muito mesmo, vou ter trabalho essa noite. -diz Matt ao chegar perto de mim e me abraçar pela cintura.

—Eu é que vou ter trabalho, você está um gato, meu gatinho. -digo e beijo seu pescoço, alguém tosse atrás de nós e nós viramos para ver quem é, dando de cara com Tommy.

—Vamos, pombinhos. -diz Tommy ironicamente e é notável o ciúmes em sua voz, rimos e saímos juntos para o elevador, vou no carro de Matt, com meu segurança pessoal e o dele, o resto foram em outros carros com seus seguranças.

Somos o último carro dos Grey's e Carter's a chegar e como eu sou dona da editora que vai inaugurar, todos os flashes são direcionados a mim, Matt me olha me passando segurança e descemos juntos, minha visão fica embaçada por conta dos flashes e Matt me guia pelo tapete vermelho.

—Enfim chegamos, estava ficando cego já. -Matt reclama, quando finalmente entramos no salão da inauguração. Está tudo lindo, as mesas estão cobertas por toalhas brancas e no meio de cada uma, um vaso com flores delicadas, e do lado, plaquinhas com os sobrenomes das pessoas ali presente.

Matt pega duas taças de um garçom e me oferece, brindamos e ele bebe o liquido gelado, enquanto eu finjo beber, não posso colocar uma gota de álcool na boca. Muitas pessoas me olham e sorriem para mim, encontro Molly e ela me repreende por estar bebendo, largo a taça de champanhe na mão de um garçom, que sorri para mim e eu retribuo.

—Hanna, porque não está bebendo? -pergunta Emma ao chegar perto de mim, lhe abraço e saímos caminhando juntas.

—Não estou com vontade, você está linda nesse vestido. -Digo e Emma sorri.

—Você também, está parecendo uma princesa, ficou linda. -diz e eu sorrio em agradecimento, paramos de caminhar quando ouço alguém me chamar, viro-me para ver quem é e fico surpresa e ao mesmo tempo muito feliz. Caminho até o lindo homem e sou retribuída com um grande abraço.

—Como você está grande, que saudade minha pequena. -diz Dean ao me soltar do abraço e me olhar de cima abaixo, seus olhos brilham de orgulho. -Está linda, Carrick estaria orgulhoso de você.

—Obrigada tio Dean, também estava com muita saudade e você, John, não vai falar comigo? Esqueceu das vezes que eu te salvei de ser mordido pelo cachorro de Carrick? -brinco com John, filho do tio Dean, sorri e vem ao meu encontro, me abraçar.

—Claro que não, princesa, você sabe que eu nunca vou esquecer de você, aliás, está realmente linda, e cresceu muito, parabéns, Carrick estaria muito feliz de ver você tão alegre como está agora. -diz John e beija minha testa, Emma está só sorrisos do meu lado, e sei que é por causa de John, ele é realmente lindo, um delicioso moreno de olhos verdes.

—Que falta de educação a minha, Emma, esse é Dean e John Winchester, Dean e John, essa é Emma Seraphine Grey, minha cunhada. -digo e Dean cumprimenta Emma, John faz o mesmo e vejo Emma corar, quando ele beija sua mão.

—É um imenso prazer conhece-la, Srta. Grey -diz John e olho para Dean, que parece ter notado o mesmo que eu.

—O prazer é meu, Sr Winchester. -diz Emma, baixinho e rio com isso, Dean engata o braço no meu e nós saímos caminhando, deixando Emma e John a sós.

—Parece que eles se deram bem. -comenta Dean, quando nos sentamos em uma das mesas do salão, várias pessoas passam por mim e me oferecem sorrisos.

—Parece mesmo, nunca vi Emma ficar corada daquele jeito estava com saudades de vocês, vocês sumiram e não vieram para o enterro dele-digo me referindo a Carrick.

—Desculpe, mas não deu para vir, John e eu estávamos no Brasil, fomos fechar contrato e só ficamos sabendo da morte dele um dia depois, logo no dia do funeral, não daria tempo de chegar, então ficamos e fechamos contrato, só conseguimos voltar agora. Eu queria visitar o tumulo dele, se você poder me passar o endereço -diz Dean e me abraça, e eu sei que assim como eu, Dean e John lembram dele todos os dias, Carrick era um grande amigo de Dean e ele terminou me adotando como sobrinha, por isso que eu o chamo de "tio Dean" até hoje, John é filho de Dean e é como se fosse um primo meu, brincamos juntos desde que nos conhecemos e fomos colegas na época de escola.

—Hey, hoje é dia de festa, não está na hora do seu discurso? -pergunta Dean, me tirando de meu pensamentos.

—Está sim, eu já estava me esquecendo, quer ver o discurso antes? Estou com medo de não estar bom- digo e Dean nega com a cabeça.

—Sei que está maravilhoso, você estudou muito para isso, vá lá e deixe esse velho aqui, orgulhoso. -diz ele e me abraça mais uma vez, recebendo os olhares de todos, eu subo ao palco, minhas mãos soam e eu sinto como se fosse desmaiar a cada segundo, controle-se Hanna, é hora do show.

—Boa noite, primeiramente quero agradecer a presença de todos aqui, hoje é um dia muito importante para mim...- Começo o discurso sem gaguejar o que é um avanço e tanto

Assim que termino meu discurso, fico momentaneamente surda com tantas palmas, Matt me ajuda a descer do palco e me dá um selinho.

—Parabéns, seu discurso estava lindo. -diz e sorrio em agradecimento, puxo Matt até a mesa do tio Dean e John, que para minha surpresa, está sentado na mesa dos Grey's, ao lado de Emma, tio Dean sorri assim que me vê e se levanta para me abraçar.

—Parabéns, querida, eu disse que estaria perfeito, você sempre sonhou com esse momento, e não seria agora que você faria feio. Parabéns mesmo. — diz tio Dean, ao me soltar de seu abraço.

—Obrigada, tio Dean, fico muito feliz que o senhor tenha gostado. Bom, esse é Matt Grey, meu namorado, Matt, esse é Dean Winchester, meu tio...do coração-digo e eles apertam as mãos.

—Prazer em conhece-lo, Sr. Winchester, meu avô falava muito de você. -diz Matt e tio Dean faz que sim com a cabeça, sorrindo.

—O prazer é meu, Sr. Grey, Carrick também falava muito de você e seus irmãos, então quer dizer que é você que está namorando minha menininha? Cuide bem dela, caso o contrário, eu cuidarei de você e, não vai ser bem. -diz tio Dean, e Matt concorda com a cabeça, tio Dean sai, nos deixando a sós.

—Ele me ameaçou estou com medo. -brinca Matt e rio de sua atuação.

—Pare de bobagem, preciso falar com você. Falta muito para tudo isso acabar? Meus pés estão doendo. -digo e Matt me abraça, beijando o topo de minha cabeça.

—Não, daqui a pouco acaba, por falar nisso, acho que tem alguém procurando você. -diz Matt e aponta para Hanna e Magie que correm até mim.

—Hanna, você precisa ensaiar seu discurso final, vamos, vamos. -diz minha secretária, concordo e acompanho as duas, até uma sala privada, onde começo a reler o discurso final.

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—... e novamente, muito obrigada pela presença de todos aqui, essa noite, obrigada. -digo e todos voltam a me aplaudir, desço do palco com a ajuda de Tommy, que me abraça, as pessoas começam a se levantar de suas mesas, indo embora.

—Então, gostou do meu discurso final? -pergunto a Tommy, que sai para a parte de trás do salão, comigo.

—Gostei sim, estava muito bom, você sempre mandou muito bem nessas coisas. -diz ele e sorrio envergonhada.

—Obrigada, então, como está o mais novo futuro papai? -pergunto, enquanto sentamos em um banco.

—Estou bem, feliz, muito feliz, por mim, por Molly e por você, que está realizando um grande sonho. -diz ele e me abraça, deito minha cabeça na curvatura de seu pescoço e fico ali, lembrando de momentos felizes, com Tommy.

—Obrigada, eu também estou muito feliz, por mim, por Molly e por você, que também está realizando um grande sonho, ser papai. -digo e faço cosquinhas em sua barriga, Tommy segura minhas mãos e ri de meu ato infantil.

—Pois é, um grande sonho, mas sabe, vou confessar, estou nervoso, e se eu não for um...-Tommy é interrompido por alguém que grita nossos nomes, logo Ana aparece.

—Já está na hora de ir, vamos? -pergunta e nós concordamos, beijo o rosto de Tommy e digo que depois continuamos nossa conversa, volto no carro com Matt e nossos seguranças, quando chego subo direto para o quarto, com Matt em meu encalço.

—Você está tão perfeita nesse vestido, pena que vou tira-lo agora. -diz ele e me puxa para seus braços, roço o bumbum em sua ereção, mais do que dura e gemo baixinho quando Matt beija meu pescoço.

—Você que está delicioso, por favor, não me torture. -digo quando Matt aperta abre o zíper do meu vestido e começa a tira-lo lentamente.

—Não vou, princesa, não vou. -diz ele ao me deitar na cama e tirar meu sutiã, sugando um de meus mamilos, solto um gemido alto e Matt ri, sugando meu outro mamilo.

—Você está diferente. -diz Matt, baixinho, estamos deitados em minha cama, apenas com um fino lençol por cima de nós, estou deitada de lado, cara a cara com Matt, ele beija a ponta do meu nariz e volta a mexer com meus cabelos.

—Como assim, diferente? -pergunto, será que meu corpo já está mudando?

—Não sei, você está quieta demais, e parece nervosa, era por conta da inauguração? Ou tem algo incomodando você? -pergunta ele, e sei que está preocupado, acho que agora é a hora de falar a novidade.

—Eu tenho uma coisa para te falar, espere um pouquinho. -digo e levanto da cama, puxando o lençol que tampava nossos corpos, me enrolo nele e vejo Matt nu, ele me olha e sorri.

—Está bem, querida? -pergunta ele com ironia, coro e balanço a cabeça.

—Estou sim, pegue o lençol, você irá ficar com frio. -digo e tiro o lençol, ficando sem nada, vejo Matt engolir em seco e caminho rebolando até o outro lado do quarto, onde pego uma caixa pequena, dentro de uma gaveta, caminho até Matt e pego seu blazer no chão, o visto e sento na cama, entregando a caixa para Matt, ele me olha confuso.

—Abra, espero que goste -digo e ele concorda, abrindo a caixa, Matt olha os sapatinhos de bebê dentro da caixa, um teste de gravidez dentro de um dos sapatinhos, são all-star vermelhos, já que ainda não sei o sexo.

—Hanna, isso é verdade? -pergunta Matt e me assusto com o seu tom de voz, está rouco, e não sei se está com raiva ou feliz.

—Sim, é verdade, Matt, diga alguma coisa. -peço já quase chorando.

—Porque não me disse antes? Droga, eu acabei de foder você, em posições que poderiam ter machucado o baby. Você está bem? Está sentindo algo? Vamos ao médico, ponha uma roupa. -diz Matt já levantando da cama, a olho pasma, deliciada com sua reação, ele está preocupado com o nosso bebê.

—Hey, calma. Matt, eu estou bem e o bebê também, não faria nada que pudesse machucar nosso bebê, se eu não pedi para parar, é porque não estava me machucando e com certeza não estava machucando o bebê, eu tenho certeza, meu amor, agora acalme-se. -digo e sorrio de sua cara desesperada, ele me abraça e beija meu pescoço.

—Tudo bem, estou calmo, estou calmo...meu deus, eu vou ter um filho. -Matt diz do nada e põe as mãos na cabeça, exibindo um sorriso gigante, confirmo com a cabeça, rindo de sua reação.

—Sim, meu amor, vamos ter um filho, ou filha. -digo e ele concorda, me beijando, retribuo e ouço Matt agradecer baixinho. Ele se ajoelha a minha frente e beija minha barriga.

—A quanto tempo você sabia? Está com quantos meses? -pergunta ele, ainda ajoelhado e com as mãos em minha barriga.

—Sei a um mês, estou com um mês, acho. Molly já sabe, ela estava comigo quando fiz os testes, descobri na madrugada que elas chegaram aqui, que você teve que ir embora. -digo e ele concorda com a cabeça, voltando sua atenção para nosso bebê em minha barriga, Matt fala com nosso bebê e encerra a conversa com um beijo estralado em minha barriga, sorrio de seu gesto e acaricio seus cabelos, Matt se levanta e me puxa para um beijo, retribuo e é nesse momento que me sinto completamente feliz, encerro o beijo quando o ar nos falta.

—Você não sonha o quanto estou feliz, muito mesmo, eu te amo tanto, minha gatinha. -diz ele e me abraça.

—Eu também te amo muito, muito mesmo, estou com fome, vamos comer?-peço e Matt concorda, caminho até meu closet e pego um pijama, Matt se veste com uma cala de abrigo e uma camiseta que ele deixou aqui em casa, semana passada, sorrio e descemos as escadas juntos, encontramos Molly, Teddy, Emma e Tommy na sala, assistindo filme, assim que Teddy nos vê ele começa a rir, todos o olham sem entender nada e eu começo a rir, sei que Teddy está pensando bobagem sobre o fato de que Matt e eu só chegamos e fomos direto para o quarto.

—Teddy, não fale nada. -digo ainda rindo e ele concorda, todos nos olham sem entender e eu vou para cozinha, com Matt em meu encalço.

—O que quer comer? -pergunto a Matt, quando abro a geladeira.

—O que você for comer. -diz ele e sério, pego uma tigelas com salada de fruta, Matt gargalha quando vê o que peguei.

—Você só come isso agora, meu deus. -brinca ele eu nos sirvo, pego trufas e ponho em cima da mesa, abro a geladeira e pego pedaços de bolo, suco e chá, nesse momento Emma, Teddy, Molly e Tommy entram na cozinha, pergunto se eles querem e só Molly aceita, pego um copo e uma tijelinha, para que ela se sirva de salada de fruta.

—Então, nós vamos embora amanhã, já arrumou suas malas, Emma? -pergunta Teddy e sei que é só para mexer com ela, já que Emma trouxe bastante coisa.

—Já arrumei sim, e você? -Emma fala e todos rimos.

—Queria que ficassem mais. -digo fazendo charminho e Matt me abraça.

—Eu também queria ficar mais, só que não vai dar, semana que vem é a apresentação do meu trabalho final na faculdade, tenho que estudar. -diz Emma e compreendo, Emma está terminando a faculdade de moda.

—Eu sei, eu sei, e você Tommy, vai ir também? -pergunto e torço para que não.

—Não, eu tenho que fazer um trabalho aqui em Chicago e só volto semana que vem, mas vou para um hotel. -diz ele e fico triste, queria meu irmão aqui comigo.

—Não concordo com a última parte, mas tudo bem. -digo e como mais uma trufa.

—Tem certeza que está bem? Podemos levar você a um médico e remarcamos o voo para outra hora. -diz Molly, eles estão quase atrasados e não saíram aqui de casa ainda, não vou poder ir ao aeroporto, estou me sentindo tonta e enjoada e isso deixou Molly e Matt muito preocupados.

—Não, pode ir, eu vou ficar bem. Cuide bem do meu sobrinho. -digo e lhe abraço, fecho a porta do quarto e volto para cama, logo Tommy entra em meu quarto, ele não vai ir ao aeroporto, quis ficar para cuidar de mim, enquanto Matt levava as irmãs e o irmão ao aeroporto, Ana e Christian já estavam lá.

—Como está se sentindo? -pergunta ele se sentando em minha cama.

—Um pouco melhor, agora me diga, o que você ia me falar ontem, mas Ana apareceu e você não terminou. -peço e Tommy fica pensativo.

—A sim, então, eu dizia que estou feliz em saber que vou ser pai, só que meio inseguro, e se eu não for um bom pai?-pede ele e vejo o desespero em sua voz, sento-me na cama e acaricio o seu rosto.

—Hey, você vai ser um ótimo pai, você sempre quis isso não é?! E como Molly mesmo me disse, se você errar, vai ter muitas pessoas ao seu redor que vão ajudar a concertar o erro, agora fique tranquilo, tudo bem? -digo e ele concorda.

—Você cresceu tanto, minha garotinha. -diz Tommy e não aguento, deixo as lágrimas caírem.

—Você também, agora por favor, pegue um pouco de salada de fruta e trufas, estou com fome. -peço e Tommy concorda, ele deixa a porta do quarto aberta e desce para buscar o que pedi.

Levanto da cama e vou até meu closet, tomei banho hoje de manhã e não me vesti, apenas coloquei o roupão, já que estava me sentindo muito enjoada, pego uma calça de abrigo e uma camiseta com um panda na frente, visto a roupa e pego chinelos, ouço alguns barulhos no andar de baixo e acho isso estranho, será que Tommy está precisando de ajuda? Vou até o quarto e ponho meu celular no cós da calça, quando saio para fora do quarto levo um susto

—To-tommy? -pergunto em pânico, seu rosto está todo ensanguentado e ele está mancando, Tommy põe a mão em minha boca, pedindo silêncio e me empurra para dentro do quarto, trancando a porta.

—Fica quieta, quieta, vai pro banheiro, vai. — diz ele me empurrando.

Notas finais
e ai o que acharam? me falem comentem recomendem favoritem