Notas iniciais
oi, como vão? espero que bem, a fanfic está chegando ao fim meus amores, e mais alguns caps e já encerraremos e então eu entro em outro projeto ok? beijinhos boa tarde e boa leitura

Pov. Hanna

Reconheço a voz e logo a porta é aberta com uma certa brutalidade, vemos uma Emma de olhos arregalados, ela logo corre para os braços do irmão que a pega em um grande abraço.

—Não acredito, não acredito, meu Deus é sério isso? Não, só pode ser brincadeira. -Emma fala ao pular em frente ao irmão.

—Emma, o que houve menina, ai meu Deus. -olhamos para porta a tempo de ver Ana paralisar ao nos ver, a olho sorrindo e logo ela caminha a passos apressados até nós, não demora muito para que todos os outros apareçam na porta, Ana está abraçada a Matt junto com Emma, olho para trás de Molly que caminha até nós e vejo Tommy, corro até ele que me pega em um grande abraço, cambaleamos para trás soltando algumas risadas.

—É sério isso? Não imaginei que a veria tão cedo assim, estou tão feliz. -diz ele ao me colocar no chão e sorrio acariciando seu rosto tão parecido com o de nossa mãe.

—Pois é, também estou muito feliz em te ver, está mais bonito. -digo e o abraço novamente, uma mão toca meu braço e me separo de Matt, levando um susto ao ver John ao meu lado.

—Espera, o que está fazendo aqui? -pergunto o olhando atônita.

—Também estou feliz em ver você, pequena bailarina. -diz ele ao me abraçar e cochichar em meu ouvido o apelido em que ele e tio Dean me deram quando me viram dançar pela primeira vez.

—Seu chato, estou muito feliz em te ver, mas muito, muito surpresa mesmo, não, espera, é isso que to pensando? -falo ao lembrar dele e Emma conversando alegremente na inauguração da minha editora.

—Isso mesmo, estamos namorando. -diz John todo orgulhoso e fico imaginando quem resiste ao charme dos Winchester.

—Hanna, você está tão linda e está aqui, estou tão feliz, finalmente tenho alguém para me ajudar nessa confusão que estou, imagina só, Teddy está teimando comigo que o bebê de Molly é um menino, mas é uma menina, eu tenho certeza, você tem que me ajudar com isso. — Diz ela enquanto me abraça e eu retribuo, pensando no quanto sou grata e feliz por ter Emma como amiga.

—Agora é minha vez, com licença. -diz Molly ao tirar Emma de meus braços, ela me pega de surpresa em um abraço e eu retribuo com cuidado, por conta de sua barriga já um pouco grande.

—Ai que felicidade, estava com tanta saudade de você, e aqui, está tudo bem?-pergunto ao me abaixar em frente a sua barriga.

—Estamos sim, também estou muito feliz em ver vocês. -diz ela e sei que não se referiu só a mim e a Matt e sim ao nosso bebê também, sorrio para ela e me levanto.

—Hanna, querida, não acredito que tenham vindo sem nos avisar, mas estamos tão feliz, você está tão linda. -diz Ana me pegando de surpresa, nos abraços e seguimos juntas para dentro de casa.

—A sim, Ana, era uma surpresa. -digo quando vejo que ela nos levou até a sala de jantar, a mesa está servida e Ana pede a empregada para que ela ponha mais dois pratos a mesa.

—Estou tão feliz em ter todos aqui. -fala Ana quando todos nós sentamos a mesa, olho para minha frente e levo um susto ao ver Teddy, ele me olha e tem a mesma reação que eu.

—Não vi você. -falamos juntos o que nos faz rir, ele levanta e eu também, nos abraçamos e logo nos sentamos de novo.

—Bom, agora, alguém pode me explicar o porquê daquelas malas? — pergunta Ana e Matt e eu nos entre olhamos, juntando nossas mãos por debaixo da mesa.

—Então, mamãe, o motivo das malas é que Hanna e eu nos mudamos para Seattle. -diz Matt e olho para todos ali, vejo os olhinhos de todos ali brilhando boquiabertos com a notícia, olho para trás de Teddy, onde meu reflexo aparece na parede de vidro escuro, olho para o sorriso bobo e grande em meu rosto, as bochechas coradas e os olhos refletindo uma alegria inexplicável, uma ansiedade e esperança, esperança de recomeçar minha vida, de formar uma família e ter uma família. Sou tirada de meus pensamentos quando sou abraçada por todos da família Grey e por meu irmão, logo depois por John.

—Não posso acreditar, é uma felicidade atrás da outra, ai meu Deus. -diz Ana e todos rimos de sua reação.

O jantar ocorreu tranquilo e recheado de risadas, Ana insistiu para que dormíssemos em sua casa essa noite e que só fossemos para o apartamento de Matt amanhã, Matt logo aceitou quando viu que eu estava cansada demais para mais uma viagem, mesmo que seu apartamento não ficasse tão longe assim, para minha total surpresa descobri que Molly e Tommy tinham comprado uma casa e que agora não moravam mais em um apartamento, segundo Tommy eles compraram a casa algumas semanas depois que ele descobriu que Molly estava grávida.

—Pronto, agora é só deitar. -diz Matt ao terminar de secar meu cabelo com o secador, eu já estava quase dormindo, mas ele insistiu que eu não poderia dormir com o cabelo molhado e decidiu secar ele.

—Obrigada, gatinho. — digo e beijo sua bochecha antes de me deitar na cama e desligar a luz do abajur do meu lado.

—De nada, boa noite, gatinha. -diz Matt ao desligar a luz e depositar um beijo suave em meus lábios.

—-----

—Você nunca me falou desse seu apartamento, é lindo. -digo ao entrar no apartamento de Matt com algumas malas nas mãos, ele vem logo atrás com o resto das malas.

—Nunca teve ocasião para falar dele, ganhei do meu avô. -diz ele ao largar as malas no chão e me abraçar.

—É verdade, preciso comer-digo e ouço Matt ri.

—Vamos pra cozinha, tenho certeza de que papai abasteceu tudo por aqui. -diz ele, a cozinha é linda, assim como todo o apartamento, Matt abre a geladeira e tira suco, frios e pega o pão no armário.

—Você estava certo, seu pai pensou em tudo. -falo enquanto me sirvo de suco, olho no celular e já são 16:40.

—Maria e Greta chegam hoje a noite, já preparei os quartos para elas.

—Ótimo, acho que preciso ir ver alguns papeis no escritório e depois tomar um banho. -digo depois de terminar o meu sanduiche, lhe dou um selinho, me encaminhando para o escritório.

—---

Saio do escritório em direção ao quarto, assim que chego vejo a porta do banheiro aberta e lá dentro vejo Matt na frente do espelho fazendo a barba, caminho pelo quarto tirando a roupa e quando chego no banheiro já estou sem roupa.

—O não, assim não dá. Hanna, você é a minha perdição, você me deixa louco, garota. -diz ele e lava o rosto, tirando toda a espuma de seu rosto, Matt vem até onde estou e me agarra pela cintura.

—A, eu te amo. -digo entre suspiros quando Matt me põe sentada na bancada, solto um gemido alto quando ele começa a fazer uma trilha de beijos do meu pescoço até meus seios, Matt suga um de meus mamilos e aperta o outro entre os dedos, solto um gemido alto e arqueio as costas.

—Eles estão ficando maiores. -diz Matt e continua com a deliciosa tortura em meus mamilos, agora sugando o outro.

—Matt, temos...temos...ai, senhor. -tento falar mas perco o ar assim que sinto o dedo de Matt entrar em mim.

—O que...o que estava falando mesmo-pergunta ele rindo da minha tentativa de falar, Matt beija meus seios, meu pescoço, minha barriga e desce para minhas coxas, me torturando ali.

—A Matt. -falo alto quando sinto sua língua passar por toda a extensão da minha intimidade, Matt suga meu clitóris e me seguro com força na bancada.

—Você é deliciosa. -diz ele e continua a passar a língua por meu clitóris.

—Por...por favor. -imploro e ouço sua risada rouca, Matt enfia dois dedos de surpresa em minha intimidade e solto outro gemido, puxo seus cabelos e o incentivo a continuar, Matt aumenta o ritmo com os dedos e passa a língua novamente por meu clitóris, não aguento e gozo gloriosamente em sua boca, vejo Matt gemer baixinho e engolir tudo. Suspiro cansada e jogo a cabeça para trás, respirando com dificuldade.

—Você me deixa louco. -diz Matt e beija minha barriga, passa as mãos por minhas pernas, o que é o suficiente para me deixar em chamas novamente, pulo da bancada e tiro sua calça junto com a cueca, me ajoelho a sua frente e beijo a cabeça de seu membro, vejo Matt urrar e segura a bancada com força, sorrio e abocanho seu membro.

—O Hanna. -geme ele trincando os dentes, começo um vai e vem lento e torturante, passo a mão por sua bolas e vejo por canto de olho Matt revirar os olhos.

Aumento o ritmo e enfio o seu membro até onde consigo, passo a língua por sua cabeça e sinto o líquido de Matt, continuo a sugar seu membro e raspo levemente os dentes nele, o que é o suficiente para fazer Matt se derramar em minha boca, engulo tudo e me levanto triunfante, Matt abre os olhos e sorri para mim, me pegando de surpresa e me pondo sentada novamente na bancada.

—Tem certeza de que não vai machucar o bebê? -pergunta ele e beija meu pescoço, sorrio para sua preocupação e passo a mão por seu membro, a pondo em minha entrada, Matt entende minha resposta e gentilmente se enterra em mim, mordo os lábios reprimindo um gemido e arranho suas costas.

—Aaa você é deliciosamente quente e apertada. -fala Matt e continua com as estocadas, agora mais rápidas.

—Assim, assim.... Aaa Matt, mais... mais rápido. -peço com dificuldade e Matt atendo ao meu pedido estocando cada vez mais rápido, Matt beija meus lábios com ferocidade, amor, delicadeza, retribuo o beijo e passo as mãos por seus cabelos, os segurando forte.

—Gostosa e minha, só minha. -diz ele ao pegar em meus cabelos e os puxar levemente para trás, me fazendo olhar em seus olhos.

—Só sua, só. -digo e beijo novamente seus lábios, Matt esfrega o dedo em meu clitóris o que me deixa em chamas.

—Vou.... Vou gozar.... Aaa Matt. -não me seguro e explodo em um delicioso orgasmo gritando seu nome, mais algumas estocadas de Matt e sinto seu líquido quente dentro de mim, beijo seus lábios e o abraço, esperando minha respiração voltar ao normal, minha visão ainda embaçada e o suor escorrendo por minha tesa.

—Eu te amo. -diz Matt ao sair de dentro de mim e me ajudar a descer da bancada, ainda estou meio mole por conta do orgasmo e Matt me ajuda a entrar na banheira, ele se senta atrás de mim e fica acariciando minha barriga.

—Vou dormir. -digo e rimos juntos, Matt pega a esponja e me ajuda a tomar banho, faço o mesmo com ele e quando acabamos vamos para o chuveiro, já que eu preciso me acordar.

—Me alcance o shampoo, vou lavar o cabelo. -peço e ele logo me entra o shampoo, lavo o meu cabelo e o de Matt, entre muitas gargalhadas, quando estamos prontos Matt me alcança um roupão e eu o visto, saindo com ele para o closet. Visto uma calça de pijama e uma blusa rosa clara, conjunto da calça cinza, Matt põe uma calça de abrigo e uma blusa, ele se deita um pouco depois de mim e me puxa para seus braços, logo adormeço, sonhando novamente com aquela criança gorducha e de cabelos castanhos, dessa vez ele está sentado em um jardim, com alguns brinquedos em volta e ele tinha um sorriso grande e feliz no rosto, eu não conseguia ver o resto de seu rosto, era embaçado, apenas seus lábios rosados e suas bochechas coradas.

—----

Acordo me sentindo sufocada, os braços de Matt me prendem ao seu corpo e com certa dificuldade me viro para lhe analisar, Matt acorda, sorrio para ele que retribui com um sorriso nervoso.

—Eu te amo. -falo e ele sorri, mas não me responde, Matt se levanta da cama e vai para o banheiro, olho boquiaberta para onde ele acabou de fechar a porta, o que houve?

Matt sai do banheiro e vai para o closet, sem nem ao menos me olhar, o efeito de sua rejeição é rápido, logo sinto como se alguém enfiasse uma faca em meu coração e a girasse ali dentro, só para machucar mais! Ele não gosta mais de mim? Matt está me rejeitando, então como um flash, lembro da última semana onde todas as vezes que lhe perguntei se ele estava bem só o que recebi foi um sorriso falso, as lágrimas ameaçam cair, mas não vou deixar ele me ver chorar, levanto da cama tirando meu pijama, indo pegar o vestido que está em cima de uma cadeira, fungo e ouço passos atrás de mim, me viro e vejo Matt parado perto a cama.

—O que você está fazendo? -pergunta ele e viro o rosto para o outro lado, porque sei que se eu olhar para ele, irei chorar e chorar.

—Estou indo embora, te deixando livre do peso que é ficar comigo e com todos os meus traumas. -digo e pego o vestido.

—Hanna, não. Espera, não é isso. – ele tenta falar mas eu interrompo não aguentando mais essa situação

—Claro que é, Matthew! Pelo jeito você não me ama mais, e se for pra fazer peso na vida de alguém, eu prefiro ficar sozinha. -grito e a essa altura as lágrimas já rolam por meu rosto e não tenho controle nenhum sobre elas, solto o vestido no chão quando arranco o seu zíper sem querer.

—Hanna, eu te amo, para de besteira, eu te amo e você não é e nunca vai ser um peso na minha vida, nunca. -grita ele e caminha exasperado pelo quarto, para e olho para o homem a minha frente e não sei mais no que acreditar.

—Melhor darmos um tempo, estou confusa, não sei mais no que acreditar. -falo o que minha mente me grita, porque se escutasse o coração, a essa hora estaria em seus braços o agarrando.

Matt caminha até onde estou e para a minha frente, olhando bem nos meus olhos, quero desviar, mas algo me prende al.

— Você sabe porque eu te amo, Hanna? Eu te amo pelo seu cheiro, pelo seu sorriso, aquele sorriso, pelo seu tom de voz, amo porque você é a mulher da minha vida, amo porque amo, sem mais nem menos, sem tirar nem por. Amo sem esperar nada em troca, te amo e te digo isso, porque se eu guardasse todo esse amor que sinto por você só para mim, eu iria explodir, é muito amor, muita admiração, muita paixão que sinto por você, minha vida está perfeita, mas eu quero mais, e esse mais, é sempre ao seu lado, porque sem você, eu não quero "mais", eu não quero viver sem você, eu só quero você e quero mostrar para as pessoas o quão você é importante para mim e que você é só minha; minha menina, minha amada, minha vida, e eu vou mostrar, vou mostrar isso quando você aceitar se casar comigo. E é por isso que eu peço, Hanna Adele Carter, você aceita se casar comigo?-e então, como nos meus melhores sonhos, ele se ajoelha a minha frente, olho para o homem a minha frente e posso me ver, velinha ao seu lado, com nosso netos correndo por toda a casa, me vejo o amando pelo resto de nossas vidas, me vejo feliz ao lado dele, não sei quando mas em algum momento Matt abriu a caixinha, e dentro dela brilha uma aliança com alguns pequenos diamantes na volta e um coração de safira na pare de cima, é linda.

—Eu aceito, aceito porque te amo e te amo porque amo, sem mais nem menos, sem tirar nem por. -digo e repito suas palavras, vejo um sorriso aparecer no rosto de Matt e mesmo com as mãos trêmulas ele põe a aliança em meu dedo, depositando um beijo ali, sorrio e ele se levanta logo em seguida, me abraçando, o melhor abraço do mundo.

As lágrimas rolam livremente por meu rosto, sorrio feito uma boba. Eu sou uma boba! Como pude um dia duvidar do amor dele por mim? Meu deus, Matt só estava nervoso porque não sabia como me pedir em casamento, me solto de seu abraço e olho para Matt, vendo seus olhos com lágrimas.

—Eu te amo, nunca duvide disso, te amo mais que tudo desculpe ter te magoado, mas estava nervoso e agi no automático. -fala ele e concordo, secando as lágrimas, Matt beija a ponta do meu nariz e sorrio para ele.

—Desculpe duvidar de você, mas acho que são os hormônios que me deixaram um pouco alterada, eu te amo. -digo e beijo seus lábios, Matt me puxa de encontro a si e sinto sua ereção crescer de encontro a minha barriga, sorrio e entrelaço minhas pernas em seu quadril, Matt me apoia na parede e começa a trilhar meu pescoço com beijos, puxo seus cabelos levando sua boca para meus seios.

Matt afasta minha calcinha para o lado e enfia um dedo em mim, arquejo as costas e pego em seus cabelos o incentivando a continuar, Matt enfia mais um dedo em mim e passo as unhas por suas costas.

—Aaa, Matt. -gemo e beijo seu pescoço, onde sei que vai ficar marca.

—Goze para mim, goze, princesa. -diz Matt e se dedica a esfregar meu clitóris, ele enfia de novo dois dedos em mim e morde levemente meu seio, o que é suficiente para me fazer ficar mole e logo gozar, Matt tira os dedos de dentro de mim e os põe na boca, saboreando meu gosto.

—Eu preciso de você, agora. -diz ele ao me por deitada na cama e logo arrancar minha calcinha, vejo Matt tirar sua calça e sua ereção pular para fora, grande e dura.

Matt se encaixa no meio de minhas pernas e logo o sinto dentro de mim, solto um gemido alto quando Matt aperta meu mamilo.

—Eu quero montar em você, Matt, quero ver você gozando e gritando meu nome. -falo baixinho em seu ouvido, sentindo Matt endurecer e crescer mais ainda dentro de mim.

—Seu desejo é lei. -diz Matt e se vira, me deixando por cima, rebolo em seu colo. Começo a descer e subir lentamente no membro duro e grosso de Matt, que segura em minha cintura me mostrando seu ritmo, arranho sua barriga e vejo Matt revirar os olhos.

—Mais.... Mais forte, Hanna. -pede ele e sinto suas mãos mais forte em minha cintura, começo a cavalgar com força em seu membro e Matt pega em meu seio com a mão livre, apertando o mamilo e o girando com os dedos, atiro a cabeça para trás e deixo o prazer de ter Matt dentro de mim me satisfazer, ele inverte as posições me deixando por baixo, Matt começa a estocar com força e me arranho suas costas ao sentir suas respiração acelerada em meu pescoço, sinto meu corpo tremer e logo explodo em um orgasmo, sinto o gozo quente de Matt dentro de mim e logo escorrendo por minhas pernas, ele se deita ao meu lado e me puxa para si, ainda dentro de mim, e me sinto completa assim.

—Ótima maneira de comemorar o noivado.... Segundo round? -peço com os olhos brilhando em excitação e sinto Matt ficar duro dentro de mim.

—----

Minhas pernas doem, meus braços doem, tudo em mim dói. Foi uma ótima ideia comemorar nosso noivado nos amando por boa parte da casa, toda vez que entrar no closet, no banheiro e pelo corredor lembrarei de minha noite com Matt. Levanto da cama me sentindo pesada e caminho para a cozinha a procura de algo para comer, Matt dorme tranquilamente na cama, o sol está começando a nascer e não faz uma hora desde que fomos dormir.

—------

1 semana depois.

—Então, qual o motivo para esse jantar? -Emma vai direto ao ponto assim que acabamos nossas sobremesas, estão todos ali, todos os irmãos de Matt, seu pais, Tommy, John e Alysson, namorada de Teddy.

—Bom, o jantar — olho para Matt e ele se levanta da cadeira, faço o mesmo e vemos todos nos olharem confusos.

—O jantar é para dizer que vamos precisar da sua ajuda, Molly, da sua Ana e de você também, Emma. -digo e vejo eles ficarem mais confusos ainda.

—Alguém pode explicar o que está acontecendo aqui? — pergunta Teddy e sorrio para ele.

—O que estamos tentando dizer, é que vamos ter um filho. -diz Matt e vejo todos arquejarem com a notícia, ouço um riso alto e logo Ana está me dando os parabéns, dizendo o quanto está feliz em saber que será novamente avó e que nos deseja tudo de bom, os próximos cinco minutos foram ocupados com todos nos parabenizando e dizendo o quanto estavam felizes, eu estava radiante, um sorriso enorme no rosto, que não saia por nada.

—Bom, e a outra notícia, é que vamos nos casar. -dessa vez quem anuncio fui eu e novamente uma chuva de parabéns foi ouvido, novamente abracei a todos e com cada um era uma conversa diferente, uma comemoração diferente. Todos estavam muitos felizes e eu podia ver isso em seus olhos, seu sorrisos.

—--

Fazem dois dias que anunciamos nosso casamento, e Emma já está quase pirando ao imaginar tudo, ela quase me implorou para que eu deixasse a decoração com ela, mas eu disse que não, que eu queria arrumar tudo do meu jeito e do de Matt, disse que ela poderia me ajudar com tudo, mas que eu estaria sempre junto vendo cada detalhe, e isso foi o suficiente para ela ficar me ligando de cinco em cinco minutos para dizer que achou algum enfeite, ou um vestido que era a "minha cara".

—Hey, no que está pensando, em? -pergunta Matt me tirando de meus pensamentos.

—No nosso casamento, quando vão nos chamar? — pergunto já ansiosa e quando termino de falar a médica aparece na porta, me chamando, nos levantamos sorrindo e a seguimos para dentro da sala.

—Estou feliz por terem me escolhido, Molly me ligou e disse que me recomendou para a noiva do seu irmão. – ela fala com um sorriso sincero no rosto,

—Sim, precisava de uma obstetra e não sabia quem escolher, Molly me indicou você. -digo e sorrio para a médica a minha frente, que é quase uma cópia da branca de neve, um pouco mais velha, mas ainda sim linda, Dra. Rose Cher.

—Tudo bem, vou precisar fazer algumas perguntas para preencher alguns dados da lista de vocês, tudo bem? – ela pergunta olhando uma prancheta

—Tudo bem. – Matt fala

—Namoram, são casados? A quanto tempo? – ela pergunta e de começo estranho essa pergunta pessoal, mas acho que é para ela não dá uma bola fora em alguma ocasião

—Noivos, 10 meses namorando e ficamos noivos a uma semana e dois dias atrás. – Matt fala com uma precisão incrível, credo, não precisa exagerar

—Muito bom, vocês planejaram essa gravidez? -pergunta a médica e anota algo no papel a sua frente.

—Na verdade não, não foi planejada. – respondo-a me ajeitando na cadeira, que se tornou desconfortável de repente

—Okay, mas como receberam a notícia? – ela pergunta novamente

—Bem, na verdade, muito bem. -digo me lembrando do dia em que descobri sobre a gravidez.

—E você, Sr. Grey? Como ficou ao saber que seria papai? – ela pergunta com um sorriso nos lábios carnudos

—Feliz, muito feliz. – Matt responde com um sincero sorriso nos lábios direcionado a mim

— tudo bem, vida sexual ativa? – assim que ela pergunta sinto meu rosto esquentar e tenho certeza que estou muito corada

—Sim. -respondo corando e Matt aperta levemente minha mão por debaixo da mesa.

—Com qual frequência? – e agora eu estou idêntica a um pimentão

—Todos os dias -Matt responde, porque a esse momento eu já estou quase criando um buraco no chão para entrar e nunca mais sair.

—Tudo bem, como você vem se sentindo, Srta. Carter? Tonturas, enjoos, corrimentos? – ela pergunta direcionando sua total atenção a mim

—Estou bem, as vezes alguns enjoos, mas com pouca frequência, tonturas quase toda vez que me levanto da cama, e a visão embaçada quase sempre, também. – falo me lembrando que sempre preciso de uma certa atenção na hora de me levantar

—Tudo bem, eu vou te pedir um exame de sangue e outro de urina, na próxima consulta já podemos ver os resultados, vou pedir para que se troque ali naquela salinha e depois se deite na maca, prontos para verem o bebê de vocês? – ela fala me entregando uma camisola e um copinho de urina

—Muito, com licença. -digo e me retiro, assim que termino de vestir a camisola saio da salinha e me deito na maca, Matt e a Dra. Rose já estão ali, me esperando.

—Bom, Srta. Carter, eu vou dar zoom para podermos ver melhor. -diz a Dra. e quando olho para a tela do computador vejo algo que pareçe uma uva, é pequeno e se meche, é o meu bebê, aperto a mão de Matt e sorrio feito uma boba.

—---

—Pela medida, você está com 1 mês e 3 semanas, quase fechando dois meses, o que pede um cuidado redobrado, nessa fase os enjoos ficam mais fortes e as tonturas também, nada de pegar peso e nem trabalhar muito, os três primeiros meses são os mais complicados. Não vou te receitar nada ainda, porque quero ver o resultado de seus exames antes, okay? -pede ela e concordamos, Dra. Rose nos acompanha até a porta a abrindo.

—Você pode me ligar se tiver qualquer dúvida, Srta. Carter. -diz a Dra. Rose e me entrega seu cartão.

—Obrigada, e só Hanna. Dra. Rose.

—Como preferir, mas só Rose, também. Então, você pode passar na sala do fim do corredor e já fazer os exames, que na próxima consulta já teremos os resultados, até lá. -diz ela se despedindo e Matt vai comigo até a sala onde realizo alguns exames.

Notas finais
oioi, me digam o que acharam!! ♥