Um Futuro Condenado 2 Temporada - Mathew S. Grey
27 Como Assim Minha?
Notas iniciais
Pov. Matt
Acordo com meu celular tocando, olho no visor e vejo o nome de Emma e uma foto sua, de quando tinha uns 15 anos, segurando um cachorrinho que ela achou na rua e quase implorou ao nosso pai para adota-lo, olho mais para cima e vejo que são 6:00 da manhã, atendo o telefone e já ouço seus gritos:
—Como assim você e Hanna estão namorando e não me falam nada? Você é meu irmão, ela minha amiga, estou me sentindo traída, e pode ter certeza que a família toda vai se sentir assim quando ficar sabendo da notícia! – Ela grita com tanta intensidade que eu tive que afastar o celular do ouvido
—Emma, são 6:00 horas da amanhã, eu preciso dormir, tchau, e mais tarde eu explico tudo para a mamãe. – falo já de olhos fechados
—Não, não ouse desligar na minha cara! Eu quero falar com a Hanna, ela não está atendendo o celular, passa pra ela, AGORA. – a Hanna dão está atendendo? Deve estar dormindo
—Hanna está dormindo no apartamento dela, eu não vou acorda-la por birra sua. – falo bravo me virando de barriga para frente
—vai, mas vai mesmo, eu quero falar com ela AGORA, será que você me entendeu? – ela fala birrenta e decidida
—Mas Emma... – eu tendo mas mela me interrompe
—Nada de "mas Emma" agora Matt! – ela Grita novamente quase me deixando surto, bufo e me sento
—Tudo bem, espere-digo e vou até o apartamento da minha gatinha, me dá uma pena de acorda-la, mas com Emma Grey não se brinca e eu estou com saudades de Hanna, sua empregada Maria abre a porta e me olha confusa
—Bom dia, Srta. Hanna está dormindo, deseja entrar? – ela me pergunta
—sim, tem alguém que quer falar com ela, com licença e bom dia. -digo e vou para o quarto de Hanna, bato na porta que se abre sozinha, ela deixa a porta aberta.
—Matt, chama logo essa garota-ouço Emma gritar
—Calma, você acha que é fácil acordar a Hanna e não levar um tiro? Ela odeia ser acordada-digo e me sento em sua cama, fico admirando Hanna por um tempo, ela está deitada de barriga para baixo, os cabelos castanhos claros e compridos caem como um véu em sua costa, o lençol marca sua fina cintura e o bumbum meu Deus, essa mulher é a minha perdição, beijo carinhosamente seu ombro, ela se meche mas volta a dormir, beijo novamente e de novo, até que devagar ela vai abrindo os olhos.
—Mas quem, você? O que está fazendo aqui Matt? -pergunta Hanna, assim que me vê.
—Culpa da minha irmã, fale com ela. -passo o telefone para Hanna que faz cara de medo quando o põe na orelha.
—Oi Emma não, eu não trai você. – ela fala com a maior cara de confusão possível
—Emma, olha só, eu ainda te amo e ainda somos amigas, só que seu irmão e eu achamos melhor deixar vocês saberem pelos tabloides do que contar pessoalmente, sabíamos que você e Teddy iriam querer comemorar e nossa vinda para casa iria ser novamente adiada. – Hanna tenta explicar enquanto faz uma massagem na temporã
—Não, Emma, não é preciso você vir aqui para me dar as instruções, não é preciso, eu sei como me virar. – ela fala se virando de barriga para cima me dando a visão privilegiada de seus seios
—Sim, okay, beijos. -diz Hanna encerrando a ligação e me entregando o telefone.
—Desculpe acordar você, só que Emma praticamente me obrigou a vir aqui e, admito, estava com saudades-digo e lhe dou um selinho, Hanna coça os olhos e faz biquinho, o que a deixa extremamente fofa, aperto suas bochechas e ela ri de meu ato.
—Eu sonhei com você, que horas são? Estou com sono ainda. -pergunta ela.
—São 6:19, durma mais um pouco, depois passo aqui, que tal uma tarde no parque? – falo dando lhe mais um beijo na testa
—Tudo bem, deita comigo? -pede ela e não tenho como negar.
—Claro, gatinha. -digo e me ajeito ao seu lado, Hanna vira de frente para mim, fazendo com que fiquemos cara a cara, ela encolhe as pernas, as encostando em meu abdômen e eu passo o braço por seu pequeno corpo a puxando para mais perto, ela encosta seu rosto em meu peito e logo sinto sua respiração se acalmar.
Fico olhando Hanna dormir um bom tempo, até que a escuridão me pega e eu me rendo ao sono. Acordo com pequenos filetes de luz em meu rosto, sinto algo quente sobre meu peito e quando olho para baixo vejo que é Hanna, ela está praticamente em cima de mim, e eu não me mecho para não acorda-la, já que está dormindo tão serenamente, seu peito e sua mão estão em cima de meu peito, e nossas pernas entrelaçadas, meus braços estão enroscados em seu corpo, se alguém nos visse agora não saberia onde começa um e onde termina o outro, olho para seu rosto angelical e me vem o pensamento de que ela não devia ter sofrido tanto na vida, mas agora que ela está comigo, eu prometo que a farei a pessoa mais feliz do mundo, nem que isso custe a minha vida e um pouco mais.
—Hey, acorda -ouço a voz baixa de Hanna me chamar, finjo estar dormindo e ela me chama novamente, seguro a vontade de rir e Hanna cutuca minha bochecha com o dedo, não me seguro e começo a rir e ela me acompanha.
—Esse é o melhor som do mundo-digo ao ouvir sua gostosa risada
—Não me elogie logo cedo, eu nem comi ainda e você já está me deixando com vergonha-diz ela com as bochechas vermelhas.
—Tudo bem, mas é que quando o assunto é você, eu não poupo elogios, minha gatinha. – falo admirando seu singelo tom de rosa
—Hm, coisa mais fofa, acho que quero ficar o dia todo aqui deitada com você, está gostoso demais aqui. -diz ela e se aninha mais em mim, beijo o topo de sua cabeça.
—Podemos ficar aqui o dia todo se quiser, mas eu tenho planos mais gostosos para nós dois. -digo e levanto o quadril para encontrar sua intimidade, Hanna sente o quanto estou duro e geme baixinho.
—Hm, acho que eu prefiro os seus planos. — Diz ela e beija meu pescoço, inverto as posições ficando por cima de Hanna, ela me dá um sorriso travesso e passa as unhas por minhas costas.
—Você não tem noção do quão é gostosa. -digo e lhe dou um beijo, exploro todo sua boca e depois começo a fazer uma trilha de beijos até seus seios, ajudo Hanna a tirar o moletom que ela usa para dormir e logo tenho seus seios despidos, sugo seu mamilo enquanto aperto o outro, Hanna geme em baixo de mim e se contorce toda.
—Não me torture Matt. -diz ela já com a respiração falhando, Hanna entrelaça as pernas em meu quadril e eu esfrego meu membro em sua intimidade.
—Não a torturarei, gatinha-digo e tiro sua calcinha com um único puxão, tiro minha blusa e minha calça ficando só de cueca e quando a vou tirar Hanna inverte as posições ficando por cima, ela vai engatinhando até meu membro e começa a brincar com o elástico de minha cueca boxer.
—Hanna... por favor-digo ofegante, já que ela está me torturando enquanto passa a mão em meu membro ainda coberto pela cueca.
—Diga o que você quer, gatinho. -Diz ela sensualmente em meu ouvido, um arrepio toma meu corpo e só o que consigo fazer é gemer, estou nas mãos dessa mulher, ela me enfeitiçou completamente. -Diga, ou não o farei...-diz ela e volta a brincar com o elástico de minha cueca.
—Me chupe, agora-digo entre arfadas, Hanna tira rapidamente minha cueca e começa a passar a mão sobre meu membro ereto, ela passa a língua pela extensão de meu membro e logo o abocanha, grito de prazer quando ela põe meu membro em sua boca, Hanna começa a fazer um lento vai e vem com a boca.
—Não-não, me torture por favor -peço com dificuldade, Hanna aumenta o ritmo e com certa dificuldade tento avisa-la de que vou gozar. –Hanna, eu, pare senão vou gozar em sua boca -e para minha surpresa ela não para, sinto-me chegando ao ápice do prazer, Hanna engole toda minha porra e eu espero que ela termine de limpar a boca para coloca-la embaixo de mim.
—A querido, por favor, eu quero você dentro de mim-diz ela e com certa relutância eu nego.
—Agora não, primeiro quero beber o leite direto da fonte-digo em seu ouvido e começo a beijar todo seu corpo, sugo um de seus mamilos e depois o outro, Hanna se contorce embaixo de mim e entrelaça suas pernas em meu quadril, em busca de meu membro, esfrego a cabeça de meu membro em sua entrada e Hanna pede por mais, me nego e desço até sua intimidade, onde passo a língua por toda sua extensão e sugo seu clitóris, Hanna grita e agarra meus cabelos, pedindo por mais, abocanho seu sexo e com uma mão começo a brincar com seu clitóris, com a outra mão eu introduzo dois dedos em Hanna e começo um rápido vai e vem, ela logo chega ao ápice do prazer e não lhe dou tempo para se recompor, lhe preencho com meu membro e Hanna solta um grito, começo a me movimentar rápido e quando sinto as paredes de Hanna apertarem em meu membro eu me retiro.
—Empine essa sua bunda gostosa para mim. -digo e Hanna fica de costas para mim, empinando sua deliciosa bunda em minha direção, seguro sua cintura e começo a estocar mais forte, sinto minhas bolas baterem no clitóris de Hanna e isso me deixa mais louco ainda.
— mais rápido, mais forte -pede Hanna com dificuldade, aumento o ritmo à fazendo gemer mais alto ainda
—Deixe vir, gatinha-digo e com mais duas estocadas Hanna explode em seu orgasmo, suas pernas ficam mole mas a seguro e com mais três estocadas chego ao meu prazer, desmoronamos na cama falando palavras desconexas, minha visão fica embaçada e com certa dificuldade saio de dentro de Hanna, a puxo para mim e logo ouço sua respiração agitada se acalmar, beijo seu ombro e a viro para mim.
—Que tal um banho e depois um café na padaria aqui da frente, aquela que fazem aquele bolo que você ama?-Pergunto e ela logo concorda, vamos juntos para o banho e eu ajudo a Hanna tomar banho, lavo seus cabelos e a ajudo a se ensaboar, depois ela me ajuda e quando acabamos vamos para seu closet, a sorte é que eu sempre deixo roupas na casa de Hanna e ela na minha, não que tenhamos transado no tempo em que éramos amigos, nada disso, só que as vezes acontecia de eu dormir na casa de Hanna e vice versa, e no outro dia irmos direto para o serviço, então a roupa acabava ficando em sua casa ou na minha.
—Você está deliciosa nessa roupa-digo ao chegar por trás de Hanna e lhe abraçar, estamos de frente para o espelho que tem em sua penteadeira e Hanna está prendendo o cabelo em um alto rabo de cavalo, ela veste uma calça jeans azul fraco e uma blusa de manga comprida do Mickey, um all star branco, a calça marca seu delicioso bumbum e a blusa com uma pequena transparência na frente deixa uma pequena parte a mostra de seus seios.
—Obrigada, você também não está nada mal. -diz ela quando acaba de prender o cabelo, encontrei uma calça jeans minha e uma blusa social também minha no closet de Hanna, fui até meu apartamento e vesti um all star.
—Vamos, estou com muita fome. -digo e pego na mão de Hanna quando saímos de seu quarto, antes de sair do apartamento, Hanna grita para sua empregada que não será necessário ela pôr a mesa do café, entramos no elevador e eu começo a fazer cosquinhas em Hanna, paramos quando o elevador para no 5 andar e duas garotas com uniformes de colégio entram no elevador, elas cochicham coisas e Hanna as fica olhando, como se lembrasse de algo, sua expressão muda e noto que ela parece estar triste.
—Hey, o que foi? -pergunto quando saímos do elevador.
—Nada, só lembrei de que quando eu tinha a idade delas eu não tinha amigas, sempre fui meio excluída no colégio, mas quando ainda era pequena, eu tinha uma amiguinha na creche, e nós fazíamos planos para morarmos juntas e sermos amigas para sempre, perdi o contato com ela depois que fugi. – ela fala com o olhar baixo
—Bom, mas já ficou para trás, agora você tem a mim e eu vou lhe fazer feliz, okay? – digo dando lhe um beijo na testa
—Okay, estamos chegando? -pergunta ela a cada 5 minutos até que chegamos a padaria, que não é tão longe, mas também não é muito perto, quando se vai a pé, como nós.
—O que vai querer? -pergunto quando nos sentamos numa mesa bem no canto, tem vários casais e grupos de adolescentes tomando café na padaria e alguns adultos lendo jornais e tomando café, mas são poucos.
—Um café com leite, uma fatia de torta de chocolate e um sanduiche natural. – ela fala e eu sorrio
—Tudo bem, vou fazer o pedido e já volto. -Digo e me encaminho até o caixa, uma garota loira me atende, ela tem um sorriso imenso no rosto e suas bochechas estão avermelhadas, faço o pedido e passo para o segundo caixa, onde pego nossos pedidos e volto para mesa, entrego a fatia de torta, o café e o sanduiche a Hanna e pego meu café, um Blue Berry e um sanduiche natural, tomamos nosso café conversando sobre as pessoas do local e dando risada.
—Eu amo a torta de chocolate daqui, vamos fazer um piquenique hoje? -pede Hanna e dou risada ao lembrar que eu tinha sugerido isso hoje cedo, ela devia estar tão cansada que nem lembra.
—Foi o que eu sugeri hoje cedo, vamos sim, gatinha-digo e passo o braço por sua cintura, a puxando mais para mim, estamos voltando para casa.
—Quando? Eu não lembro, só lembro de falar com sua irmã e de convidar você para dormir comigo, eu quase te xinguei quando você me acordou, mas quando vi que era você eu parei de falar, sorte a sua. -Diz ela.
—Eu percebi, eu tentei falar a Emma que você não gosta de ser acordada, mas ela é teimosa, que horas são? -pergunto a Hanna que está com o celular na mão.
—São 10:27, preciso passar no shopping para comprar um presente a Maria, amanhã é seu aniversário e vou lhe dar folga hoje e amanhã, preciso entregar o presente ainda hoje. – ela fala pensativa
—Tudo bem, vamos em casa, pegamos o meu carro e vamos no shopping, se quiser podemos almoçar lá, tudo bem? -pergunto
—Claro, só preciso da minha carteira. -Diz e vamos o restante do caminho em completo silêncio, quando chegamos em casa vou até meu apartamento e pego a chave de meu carro, e dou folga a minha empregada.
Assim que saio na porta encontro Hanna no corredor, ela já pegou tudo que precisava, vamos até o shopping escutando músicas e cantando, Hanna está indecisa sobe o que dar de presente a sua empregada e isso nos fez rodar quase o shopping todo, ela decide por lhe dar um perfume, quando vamos almoçar já é 12:05, Hanna também comprou algumas saias para si e algumas blusas sociais, ficaram lindas nela. Quando chegamos ao restaurante logo um garçom veio nos atender, fizemos o pedido e enquanto comíamos lembrei de algo.
—Hanna, que tal o piquenique amanhã? Eu tenho uma surpresa para você. -digo e vejo os olhos de Hanna brilharem em curiosidade.
—Okay, mas o que é a surpresa? – ela pergunta curiosa
—Se eu contar não vai ser mais surpresa-digo e rio de sua cara de decepção, quando estávamos na volta para casa Hanna não parou de tentar fazer com que eu falasse qual era a surpresa, mas eu não abriria o bico, só espero que ela goste, assim que chegamos Hanna entregou o presente a sua empregada e lhe deu dois dias de folga.
—Pronto, agora, qual a surpresa? -pergunta ela e lhe dou um selinho, seu rosto está corado e os olhos brilham em expectativa.
—Vamos ir para outro lugar, ela não está aqui. -digo e lhe levo até meu carro.
—Mas para onde vamos? Cadê a surpresa? Diga logo, Matt.
—Acalme-se logo, vamos chegar na surpresa.
—Arg. estou ansiosa-diz ela e meia hora depois eu paro em frente a surpresa, Hanna me olha sem entender nada.
—Essa é a surpresa, é sua -digo e lhe puxo para fora do carro.
—Como assim, é minha? -diz Hanna e me lança um olhar meio sem entender nada e meio raivoso, ai Deus, e ajuda!
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