Notas iniciais
ola! bom a rotina de postagem deve recomeçar na segunda se tudo der certo, não prometo, bom depois de Matt eu repostarei Amor Mortal com a Bianca, acho que serão dois caps por dia, como eu farei uma leve referencia a Amor Por Aquisição não poderei posta-la ainda devo voltar a posta-la em dezembro porem como um imenso toque Original então quem for acompanhas Amor Mortal preste bem atenção que muitas coisas serão refletidas em Amor Por Aquisição

Pov. Matt

Acordo com meu celular tocando, olho no visor e vejo o nome de Emma e uma foto sua, de quando tinha uns 15 anos, segurando um cachorrinho que ela achou na rua e quase implorou ao nosso pai para adota-lo, olho mais para cima e vejo que são 6:00 da manhã, atendo o telefone e já ouço seus gritos:

—Como assim você e Hanna estão namorando e não me falam nada? Você é meu irmão, ela minha amiga, estou me sentindo traída, e pode ter certeza que a família toda vai se sentir assim quando ficar sabendo da notícia! – Ela grita com tanta intensidade que eu tive que afastar o celular do ouvido

—Emma, são 6:00 horas da amanhã, eu preciso dormir, tchau, e mais tarde eu explico tudo para a mamãe. – falo já de olhos fechados

—Não, não ouse desligar na minha cara! Eu quero falar com a Hanna, ela não está atendendo o celular, passa pra ela, AGORA. – a Hanna dão está atendendo? Deve estar dormindo

—Hanna está dormindo no apartamento dela, eu não vou acorda-la por birra sua. – falo bravo me virando de barriga para frente

—vai, mas vai mesmo, eu quero falar com ela AGORA, será que você me entendeu? – ela fala birrenta e decidida

—Mas Emma... – eu tendo mas mela me interrompe

—Nada de "mas Emma" agora Matt! – ela Grita novamente quase me deixando surto, bufo e me sento

—Tudo bem, espere-digo e vou até o apartamento da minha gatinha, me dá uma pena de acorda-la, mas com Emma Grey não se brinca e eu estou com saudades de Hanna, sua empregada Maria abre a porta e me olha confusa

—Bom dia, Srta. Hanna está dormindo, deseja entrar? – ela me pergunta

—sim, tem alguém que quer falar com ela, com licença e bom dia. -digo e vou para o quarto de Hanna, bato na porta que se abre sozinha, ela deixa a porta aberta.

—Matt, chama logo essa garota-ouço Emma gritar

—Calma, você acha que é fácil acordar a Hanna e não levar um tiro? Ela odeia ser acordada-digo e me sento em sua cama, fico admirando Hanna por um tempo, ela está deitada de barriga para baixo, os cabelos castanhos claros e compridos caem como um véu em sua costa, o lençol marca sua fina cintura e o bumbum meu Deus, essa mulher é a minha perdição, beijo carinhosamente seu ombro, ela se meche mas volta a dormir, beijo novamente e de novo, até que devagar ela vai abrindo os olhos.

—Mas quem, você? O que está fazendo aqui Matt? -pergunta Hanna, assim que me vê.

—Culpa da minha irmã, fale com ela. -passo o telefone para Hanna que faz cara de medo quando o põe na orelha.

—Oi Emma não, eu não trai você. – ela fala com a maior cara de confusão possível

—Emma, olha só, eu ainda te amo e ainda somos amigas, só que seu irmão e eu achamos melhor deixar vocês saberem pelos tabloides do que contar pessoalmente, sabíamos que você e Teddy iriam querer comemorar e nossa vinda para casa iria ser novamente adiada. – Hanna tenta explicar enquanto faz uma massagem na temporã

—Não, Emma, não é preciso você vir aqui para me dar as instruções, não é preciso, eu sei como me virar. – ela fala se virando de barriga para cima me dando a visão privilegiada de seus seios

—Sim, okay, beijos. -diz Hanna encerrando a ligação e me entregando o telefone.

—Desculpe acordar você, só que Emma praticamente me obrigou a vir aqui e, admito, estava com saudades-digo e lhe dou um selinho, Hanna coça os olhos e faz biquinho, o que a deixa extremamente fofa, aperto suas bochechas e ela ri de meu ato.

—Eu sonhei com você, que horas são? Estou com sono ainda. -pergunta ela.

—São 6:19, durma mais um pouco, depois passo aqui, que tal uma tarde no parque? – falo dando lhe mais um beijo na testa

—Tudo bem, deita comigo? -pede ela e não tenho como negar.

—Claro, gatinha. -digo e me ajeito ao seu lado, Hanna vira de frente para mim, fazendo com que fiquemos cara a cara, ela encolhe as pernas, as encostando em meu abdômen e eu passo o braço por seu pequeno corpo a puxando para mais perto, ela encosta seu rosto em meu peito e logo sinto sua respiração se acalmar.

Fico olhando Hanna dormir um bom tempo, até que a escuridão me pega e eu me rendo ao sono. Acordo com pequenos filetes de luz em meu rosto, sinto algo quente sobre meu peito e quando olho para baixo vejo que é Hanna, ela está praticamente em cima de mim, e eu não me mecho para não acorda-la, já que está dormindo tão serenamente, seu peito e sua mão estão em cima de meu peito, e nossas pernas entrelaçadas, meus braços estão enroscados em seu corpo, se alguém nos visse agora não saberia onde começa um e onde termina o outro, olho para seu rosto angelical e me vem o pensamento de que ela não devia ter sofrido tanto na vida, mas agora que ela está comigo, eu prometo que a farei a pessoa mais feliz do mundo, nem que isso custe a minha vida e um pouco mais.

—Hey, acorda -ouço a voz baixa de Hanna me chamar, finjo estar dormindo e ela me chama novamente, seguro a vontade de rir e Hanna cutuca minha bochecha com o dedo, não me seguro e começo a rir e ela me acompanha.

—Esse é o melhor som do mundo-digo ao ouvir sua gostosa risada

—Não me elogie logo cedo, eu nem comi ainda e você já está me deixando com vergonha-diz ela com as bochechas vermelhas.

—Tudo bem, mas é que quando o assunto é você, eu não poupo elogios, minha gatinha. – falo admirando seu singelo tom de rosa

—Hm, coisa mais fofa, acho que quero ficar o dia todo aqui deitada com você, está gostoso demais aqui. -diz ela e se aninha mais em mim, beijo o topo de sua cabeça.

—Podemos ficar aqui o dia todo se quiser, mas eu tenho planos mais gostosos para nós dois. -digo e levanto o quadril para encontrar sua intimidade, Hanna sente o quanto estou duro e geme baixinho.

—Hm, acho que eu prefiro os seus planos. — Diz ela e beija meu pescoço, inverto as posições ficando por cima de Hanna, ela me dá um sorriso travesso e passa as unhas por minhas costas.

—Você não tem noção do quão é gostosa. -digo e lhe dou um beijo, exploro todo sua boca e depois começo a fazer uma trilha de beijos até seus seios, ajudo Hanna a tirar o moletom que ela usa para dormir e logo tenho seus seios despidos, sugo seu mamilo enquanto aperto o outro, Hanna geme em baixo de mim e se contorce toda.

—Não me torture Matt. -diz ela já com a respiração falhando, Hanna entrelaça as pernas em meu quadril e eu esfrego meu membro em sua intimidade.

—Não a torturarei, gatinha-digo e tiro sua calcinha com um único puxão, tiro minha blusa e minha calça ficando só de cueca e quando a vou tirar Hanna inverte as posições ficando por cima, ela vai engatinhando até meu membro e começa a brincar com o elástico de minha cueca boxer.

—Hanna... por favor-digo ofegante, já que ela está me torturando enquanto passa a mão em meu membro ainda coberto pela cueca.

—Diga o que você quer, gatinho. -Diz ela sensualmente em meu ouvido, um arrepio toma meu corpo e só o que consigo fazer é gemer, estou nas mãos dessa mulher, ela me enfeitiçou completamente. -Diga, ou não o farei...-diz ela e volta a brincar com o elástico de minha cueca.

—Me chupe, agora-digo entre arfadas, Hanna tira rapidamente minha cueca e começa a passar a mão sobre meu membro ereto, ela passa a língua pela extensão de meu membro e logo o abocanha, grito de prazer quando ela põe meu membro em sua boca, Hanna começa a fazer um lento vai e vem com a boca.

—Não-não, me torture por favor -peço com dificuldade, Hanna aumenta o ritmo e com certa dificuldade tento avisa-la de que vou gozar. –Hanna, eu, pare senão vou gozar em sua boca -e para minha surpresa ela não para, sinto-me chegando ao ápice do prazer, Hanna engole toda minha porra e eu espero que ela termine de limpar a boca para coloca-la embaixo de mim.

—A querido, por favor, eu quero você dentro de mim-diz ela e com certa relutância eu nego.

—Agora não, primeiro quero beber o leite direto da fonte-digo em seu ouvido e começo a beijar todo seu corpo, sugo um de seus mamilos e depois o outro, Hanna se contorce embaixo de mim e entrelaça suas pernas em meu quadril, em busca de meu membro, esfrego a cabeça de meu membro em sua entrada e Hanna pede por mais, me nego e desço até sua intimidade, onde passo a língua por toda sua extensão e sugo seu clitóris, Hanna grita e agarra meus cabelos, pedindo por mais, abocanho seu sexo e com uma mão começo a brincar com seu clitóris, com a outra mão eu introduzo dois dedos em Hanna e começo um rápido vai e vem, ela logo chega ao ápice do prazer e não lhe dou tempo para se recompor, lhe preencho com meu membro e Hanna solta um grito, começo a me movimentar rápido e quando sinto as paredes de Hanna apertarem em meu membro eu me retiro.

—Empine essa sua bunda gostosa para mim. -digo e Hanna fica de costas para mim, empinando sua deliciosa bunda em minha direção, seguro sua cintura e começo a estocar mais forte, sinto minhas bolas baterem no clitóris de Hanna e isso me deixa mais louco ainda.

— mais rápido, mais forte -pede Hanna com dificuldade, aumento o ritmo à fazendo gemer mais alto ainda

—Deixe vir, gatinha-digo e com mais duas estocadas Hanna explode em seu orgasmo, suas pernas ficam mole mas a seguro e com mais três estocadas chego ao meu prazer, desmoronamos na cama falando palavras desconexas, minha visão fica embaçada e com certa dificuldade saio de dentro de Hanna, a puxo para mim e logo ouço sua respiração agitada se acalmar, beijo seu ombro e a viro para mim.

—Que tal um banho e depois um café na padaria aqui da frente, aquela que fazem aquele bolo que você ama?-Pergunto e ela logo concorda, vamos juntos para o banho e eu ajudo a Hanna tomar banho, lavo seus cabelos e a ajudo a se ensaboar, depois ela me ajuda e quando acabamos vamos para seu closet, a sorte é que eu sempre deixo roupas na casa de Hanna e ela na minha, não que tenhamos transado no tempo em que éramos amigos, nada disso, só que as vezes acontecia de eu dormir na casa de Hanna e vice versa, e no outro dia irmos direto para o serviço, então a roupa acabava ficando em sua casa ou na minha.

—Você está deliciosa nessa roupa-digo ao chegar por trás de Hanna e lhe abraçar, estamos de frente para o espelho que tem em sua penteadeira e Hanna está prendendo o cabelo em um alto rabo de cavalo, ela veste uma calça jeans azul fraco e uma blusa de manga comprida do Mickey, um all star branco, a calça marca seu delicioso bumbum e a blusa com uma pequena transparência na frente deixa uma pequena parte a mostra de seus seios.

—Obrigada, você também não está nada mal. -diz ela quando acaba de prender o cabelo, encontrei uma calça jeans minha e uma blusa social também minha no closet de Hanna, fui até meu apartamento e vesti um all star.

—Vamos, estou com muita fome. -digo e pego na mão de Hanna quando saímos de seu quarto, antes de sair do apartamento, Hanna grita para sua empregada que não será necessário ela pôr a mesa do café, entramos no elevador e eu começo a fazer cosquinhas em Hanna, paramos quando o elevador para no 5 andar e duas garotas com uniformes de colégio entram no elevador, elas cochicham coisas e Hanna as fica olhando, como se lembrasse de algo, sua expressão muda e noto que ela parece estar triste.

—Hey, o que foi? -pergunto quando saímos do elevador.

—Nada, só lembrei de que quando eu tinha a idade delas eu não tinha amigas, sempre fui meio excluída no colégio, mas quando ainda era pequena, eu tinha uma amiguinha na creche, e nós fazíamos planos para morarmos juntas e sermos amigas para sempre, perdi o contato com ela depois que fugi. – ela fala com o olhar baixo

—Bom, mas já ficou para trás, agora você tem a mim e eu vou lhe fazer feliz, okay? – digo dando lhe um beijo na testa

—Okay, estamos chegando? -pergunta ela a cada 5 minutos até que chegamos a padaria, que não é tão longe, mas também não é muito perto, quando se vai a pé, como nós.

—O que vai querer? -pergunto quando nos sentamos numa mesa bem no canto, tem vários casais e grupos de adolescentes tomando café na padaria e alguns adultos lendo jornais e tomando café, mas são poucos.

—Um café com leite, uma fatia de torta de chocolate e um sanduiche natural. – ela fala e eu sorrio

—Tudo bem, vou fazer o pedido e já volto. -Digo e me encaminho até o caixa, uma garota loira me atende, ela tem um sorriso imenso no rosto e suas bochechas estão avermelhadas, faço o pedido e passo para o segundo caixa, onde pego nossos pedidos e volto para mesa, entrego a fatia de torta, o café e o sanduiche a Hanna e pego meu café, um Blue Berry e um sanduiche natural, tomamos nosso café conversando sobre as pessoas do local e dando risada.

—Eu amo a torta de chocolate daqui, vamos fazer um piquenique hoje? -pede Hanna e dou risada ao lembrar que eu tinha sugerido isso hoje cedo, ela devia estar tão cansada que nem lembra.

—Foi o que eu sugeri hoje cedo, vamos sim, gatinha-digo e passo o braço por sua cintura, a puxando mais para mim, estamos voltando para casa.

—Quando? Eu não lembro, só lembro de falar com sua irmã e de convidar você para dormir comigo, eu quase te xinguei quando você me acordou, mas quando vi que era você eu parei de falar, sorte a sua. -Diz ela.

—Eu percebi, eu tentei falar a Emma que você não gosta de ser acordada, mas ela é teimosa, que horas são? -pergunto a Hanna que está com o celular na mão.

—São 10:27, preciso passar no shopping para comprar um presente a Maria, amanhã é seu aniversário e vou lhe dar folga hoje e amanhã, preciso entregar o presente ainda hoje. – ela fala pensativa

—Tudo bem, vamos em casa, pegamos o meu carro e vamos no shopping, se quiser podemos almoçar lá, tudo bem? -pergunto

—Claro, só preciso da minha carteira. -Diz e vamos o restante do caminho em completo silêncio, quando chegamos em casa vou até meu apartamento e pego a chave de meu carro, e dou folga a minha empregada.

Assim que saio na porta encontro Hanna no corredor, ela já pegou tudo que precisava, vamos até o shopping escutando músicas e cantando, Hanna está indecisa sobe o que dar de presente a sua empregada e isso nos fez rodar quase o shopping todo, ela decide por lhe dar um perfume, quando vamos almoçar já é 12:05, Hanna também comprou algumas saias para si e algumas blusas sociais, ficaram lindas nela. Quando chegamos ao restaurante logo um garçom veio nos atender, fizemos o pedido e enquanto comíamos lembrei de algo.

—Hanna, que tal o piquenique amanhã? Eu tenho uma surpresa para você. -digo e vejo os olhos de Hanna brilharem em curiosidade.

—Okay, mas o que é a surpresa? – ela pergunta curiosa

—Se eu contar não vai ser mais surpresa-digo e rio de sua cara de decepção, quando estávamos na volta para casa Hanna não parou de tentar fazer com que eu falasse qual era a surpresa, mas eu não abriria o bico, só espero que ela goste, assim que chegamos Hanna entregou o presente a sua empregada e lhe deu dois dias de folga.

—Pronto, agora, qual a surpresa? -pergunta ela e lhe dou um selinho, seu rosto está corado e os olhos brilham em expectativa.

—Vamos ir para outro lugar, ela não está aqui. -digo e lhe levo até meu carro.

—Mas para onde vamos? Cadê a surpresa? Diga logo, Matt.

—Acalme-se logo, vamos chegar na surpresa.

—Arg. estou ansiosa-diz ela e meia hora depois eu paro em frente a surpresa, Hanna me olha sem entender nada.

—Essa é a surpresa, é sua -digo e lhe puxo para fora do carro.

—Como assim, é minha? -diz Hanna e me lança um olhar meio sem entender nada e meio raivoso, ai Deus, e ajuda!

Notas finais
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