Um Futuro Condenado 2 Temporada - Mathew S. Grey

28 Carter Publishing – Stories Factory


Notas iniciais
ola? como estão? minhas provas estão acabando tenho somente essa semana de apresentações e recuperaçoes então talvez eu volte para a rotina, e sinto em informar temos mais 10 capitulos pela frente para ter mais um fim histórico depois de Matt eu pretendo continuar com Amor Mortal, reescreve-la e depois, lá por dezembro eu continue com Amor Por Aquisição, não sei se esse será o nome dele mesmo kkk estou no vigesimo terceiro e o bloqueio voltou mas eu não vou desistir e talvez já tenha passado dos 30 capitulos quando eu começar a postar então fiquem atentos Boa tarde e Boa leitura

Pov. Hanna

—Como assim, é minha? -digo e lanço um olhar raivoso para Matt.

Não estou exatamente com raiva dele, mas sim com raiva das dúvidas que estão surgindo em minha mente muitas perguntas e eu não consigo entender nada. Como ele pode me dar algo que eu não sei nem como administrar?!Olho para o imenso prédio a minha frente, é lindo, seu material é todo de vidro escuro, e antes da cobertura, o nome da empresa grita em letras de aço "Carter Publishing – Stories Factory ", eu não entendo muito o sentido do nome, até olhar para os lados e ver que tem duas estruturas em forma de livros, uma de cada lado da empresa, não são muito grandes, talvez médias, mais ou menos da minha altura

—Hey, Hanna, está ai? Olha, deixa eu explicar antes de você surtar, okay? -diz Matt me tirando dos meus pensamentos, dirijo meu olhar para seu lindo rosto que está com uma expressão de medo, talvez ele ache que eu estou com raiva dele.

—Tudo bem-digo e me viro de frente para ele e cruzo os braços, esperando que ele comece a falar, Matt coça a cabeça, como um tique nervoso.

—Então, esse presente não é meu para você, eu só estou o entregando, isso era um escritório de advocacia, de Carrick, que ele deixou para você, ele na carta, que me deixou antes de partir, pediu que eu falasse com minha mãe e que nós fizéssemos uma editora, minha mãe me ajudou, ela contratou os melhores para trabalhar com você e meu tio Elliot fez a parte arquitetônica do prédio, bom, espero que goste, você só tem que encontrar um secretário ou uma secretária, eu prefiro secretária, não quero marmanjo olhando para o que é meu, mas como essa é uma decisão sua. Bom, agora vamos ver o prédio por dentro, minha mãe mandou sua secretária pessoal para cá, para que ela lhe ajudasse com a escolha da secretária e para lhe explicar algumas coisas, vamos? -Matt fala tudo rápido demais e eu não lembro nem da sua primeira palavra, estou surpresa demais, então Carrick me deixou uma empresa? Mas eu não sei como administrar, meu deus!

—Tudo bem, vamos-digo e subo com Matt ao meu lado, as pequenas escadinhas que tem em frente ao prédio, esperamos as portas de vidro se abrirem e Matt mostra sua identidade para um dos seguranças ali, ele cumprimenta Matt e nos da passagem para a entrada na empresa, caminhamos mais para frente e logo uma senhora de uns 47 anos vem até nós, é a secretária de Ana, por ironia ou não, seu nome também é Hanna.

Quando saímos da empresa já é 18:21, Hanna me explicou tudo e mais um pouco sobre a empresa, me deu muitas dicas e disse que ficaria durante uma semana comigo e mais uma quando minha nova secretária começasse a trabalhar, ela ensinaria algumas coisas a mais para mim e para minha secretária, eu estava deslumbrada era tudo muito novo para mim, mas eu estava adorando, daqui a 2 meses seria a inauguração da minha editora e eu já estava nervosa, Hanna disse que viria uma semana antes para cá para me preparar para a inauguração, eu adorei Hanna, ela é muito engraçada mas sabe ser profissional quando preciso, Matt teve que sair porque ocorreu um problema na empresa do pai, e como ele assumiria a empresa, ele precisava estar lá, eu fiquei sozinha com Hanna e ela me mostrou a empresa toda, reuniu todos os empregados em frente a empresa e me apresentou como a nova CEO da empresa.

É claro que eu fiquei com muita vergonha, afinal não estava preparada, meus trajes não eram nada adequados, calça jeans e camiseta, mas tudo bem, minha sala era na cobertura, a vista era linda, e uma das paredes tinha uma prateleira cheia de livros, o que eu adorei, e na outra tinha um quadro enorme com uma foto minha e de Tommy, que tiramos quando eu ainda estava em Seattle, eu fiquei muito tempo olhando para o quadro, tanto tempo que fez até com que Hanna me caçoasse por causa disso, a buzina de um carro me tira dos meus pensamentos, onde vejo Matt em seu carro, e me despeço de Hanna e caminho até onde Matt está, ele abre a porta para mim, não sem antes me roubar um beijo, sorrio e acaricio seu rosto.

—Então, resolveu o problema na empresa de seu pai? -pergunto enquanto coloco uma música no rádio do carro.

—Sim, foi um pequeno surto dos funcionários, mas agora já está tudo resolvido, e você, como foi seu dia? Gostou da surpresa? -pergunta ele com os olhos fixos na estrada, uma de suas mãos aperta minha mão e eu sorrio beijo sua mão e suspiro.

—Foi bom, admito que no começo fiquei com um pouco de raiva, não de você, mas da empresa, como eu poderia ganhar um presente como aquele, eu não saberia administrar, mas Hanna conseguiu me acalmar e agora eu estou feliz e agradecendo muito a Carrick, a você, a sua mãe e ao seu tio Elliot, ele fez um ótimo trabalho, a empresa é linda e minha sala mais ainda, eu amei. -digo e sorrio quando paro de falar, estou parecendo uma criança.

—Que bom que gostou, eu teria lhe falado antes, mas minha mãe queria fazer surpresa, então, Carrick deixou uma de suas empresas a mim e uma a Molly, Grace ficou com o resto, mas ela já falou, sua empresas irão para Teddy e Emma, acho que ela ficou inconformada pelo fato de vovô não ter deixado nenhuma empresa a eles, mas eu o entendo, não que ele não gostasse de Teddy ou Emma, pelo contrário, ele os amava e muito, mas Molly e eu sempre fomos seus preferidos, eu pela minha história de vida, minha infância e tudo mais e Molly porque ela sempre foi muito parecida com ele, sempre centrada em tudo que ia fazer, madura demais para a idade dela, calma, já Teddy e Emma eram os opostos de nós. -Diz ele e vejo seus olhos brilharem enquanto fala dos irmãos.

—Sua relação com seus irmãos é linda, dá pra ver em seus olhos o quanto você os ama e o quanto você se preocupa com eles, eu queria nunca ter perdido o contato com Tommy. -digo e sinto meus olhos lacrimejarem.

—Tudo bem, gatinha, agora não tem mais o porquê de vocês não se falarem. Uma sessão de filme na minha casa? -pergunta Matt ao parar o carro em frente ao nosso prédio.

—Claro, só preciso pegar algumas coisas em minha casa. -digo para Matt que estaciona o carro, subimos de elevador e ele me espera na sala enquanto pego meu pijama, escova de dente e de cabelo, passo na cozinha e pego um pedaço de torta que Maria fez hoje de manhã, Matt ri de mim por estar com o rosto sujo e ele sensualmente limpa o canto de minha boca com o dedo polegar, assim que termina ele põe o dedo na boca e eu sinto minhas bochechas queimarem, algo em mim desperta como fogo e um calafrio percorre todo o meu corpo.

—Vamos logo ou eu ataco você aqui mesmo-diz Matt e me leva para sua casa.

—Que filme vamos ver? Pode ser Enrolados? -pergunto enquanto caminho com Matt até seu quarto, ele vai no closet e volta com uma toalha no ombro.

—Você é viciada nesse filme, sempre pede para ver ele-diz Matt e eu faço uma cara de cachorrinho pidão.

—Por favor, por favorzinho-digo ao unir as mãos em frente ao corpo, Matt atira a cabeça para trás e dá uma gostosa gargalhada, vindo até mim e me abraçando logo em seguida.

—Claro que sim, gatinha, tudo por você, vou tomar um banho antes, quer vir comigo? -diz ele bem perto de meu ouvido e eu sinto minhas entranhas se comprimirem, solto um gemido baixinho em seu ouvido e acho que Matt entendeu minha resposta, porque em questões de segundo estou deitada em sua cama com sua cabeça em meio as minhas pernas. Oh delicia

***

—Está com fome? — pergunta Matt, depois de ver três filmes e meio, porque no meio do último filme Matt me "agarrou" e nós ficamos de amasso no sofá.

—Sim, o que tem para comer? -pergunto e deito a cabeça nas pernas de Matt.

— não sei, mas podemos ver, vamos para a cozinha. -diz ele e se levanta, faço birra e fico sentada no sofá.

—Quero ir de cavalinho -falo e estico as mãos para Matt que ri de minha atitude infantil ele caminha até mim e fica de costas para mim, fico de pé no sofá e subo nas costas de Matt.

—Sorte a sua que você não é pesada, se não, você não ia ter cavalinho. -diz Matt e eu lhe dou um tapa no braço.

—Claro que ia ter cavalinho, eu iria obrigar você. -digo e quase escorrego das costa de Matt, ele segura rápido minhas pernas e me puxa mais para cima, rindo de meu desespero.

—Calma, gatinha, eu não ia deixar você se machucar. -diz ele rindo, faço bico e não resisto, tenho que rir quando vejo nós dois e um espelho no caminho para a cozinha, quando chegamos Matt me põe sentada em um dos bancos e vai vasculhar a geladeira.

—Tem doce? -pergunto enquanto acaricio a barriga numa forma de protestar minha fome, Matt ri de meu gesto e faz que sim com a cabeça.

—Tem bolo de trufas e fruta, quer alguma dessas? -pergunta ele.

—Sim, quero bolo de trufas. -digo e Matt põe um pratinho com bolo de trufas em minha frente e eu começo a comer, delicia.

—Você sempre foi apaixonada por doce? -pergunta ele enquanto serve suco para mim.

—Sim, sempre amei, mais do que salgado-digo entre uma garfada e outra, Matt serve um pedaço de bolo para ele e um pouco de salada de fruta, termino de comer meu bolo e pego um pouco da salada de fruta de Matt, ele pega uma de minhas trufas e rimos um do outro.

—Você parece criança, minhas trufas. -Digo tentando parecer séria mas falho miseravelmente ao cair na gargalhada e Matt me acompanha.

***

—Boa noite, gatinha -diz Matt ao passar um de seus braços em volta da minha cintura e me puxar mais para si.

—Boa noite, gatinho, obrigada pela manhã carinhosa, pela tarde bombástica e pela seção de filmes e pela seção de amassos no sofá, eu adorei. Digo e beijo seu queixo, com a barba por fazer, causando leves cocegas em meu nariz, deposito a cabeça na curva de seu pescoço e fico ali sentindo seu delicioso cheiro enquanto Matt acaricia minhas costas.

—Não precisa agradecer, gatinha, eu faria de tudo e mais um pouco por você-diz ele e beija minha cabeça, logo o sono chega e eu sonho com um lindo príncipe de olhos verdes, é Matt e ele chegou para me fazer feliz.

2 meses depois

Hoje faz 2 meses que eu e Matt estamos juntos, e eu estou explodindo de alegria, Matt é um excelente namorado, carinhoso, gentil, atencioso, as vezes até demais, nosso relacionamento é muito bom e bonito de se ver, como disse Emma em uma de suas visitas para nós, não posso negar que as vezes brigamos, mas é raramente, hoje também faz 1 mês que Jones fugiu da cadeia, e isso me deixou muito assustada nos três primeiros dias, tanto que Matt conseguiu me arrastar a Seattle e Ana conversou comigo, onde ela me tranquilizou e disse que nada de ruim iria acontecer comigo, Jones estava preso por causa do atropelamento de Anjelica e por ser cumplice dele quando ela me atropelou, ela não foi presa, segundo as bocas grandes, foi por causa de seu estado atual: cadeirante, eu ainda acho que não é esse o real motivo, mas tudo bem.

Eu estou uma pilha de nervos, daqui a 1 semana é a inauguração da minha editora, e todos esses problemas tem me deixado tonta, quando estávamos voltando de Seattle, na hora de descer do avião, eu acabei tento uma tontura e cai escada abaixo, ainda derrubei uma mulher que descia a minha frente na escada do avião, não nos machucamos, mas isso me rendeu umas duas horas de olhar preocupado de Matt, ele insistiu em ir no médico, mas eu não quis e disse estar bem, era visível que Matt estava casado, não o faria ir em hospital ainda.

—Srta. Carter, chegou esse manuscrito aqui para a senhora. -diz Maggie ao colocar a cabeça para dentro da minha sala.

—Entre, e deixe-o aqui na minha mesa, Maggie por favor, traga um remédio para dor de cabeça e um café bem forte -peço para Maggie que logo volta com meu pedido, tomo o remédio com o café e tento me concentrar no manuscrito à minha frente, o que está difícil, minha cabeça lateja de dor e eu desisto, olho no meu relógio e vejo que já são 17:20, falta 1 hora para mim ir embora, ligo para minha Maggie e peço para que ela cancele meu compromisso com o Sr. Mertiz, e que remarque para amanhã bem cedo, ela concorda e eu desligo, coloco meu celular na bolsa e a ponho no antebraço, fecho minha sala e vou para o elevador.

Assim que chego em casa tomo um longo banho, coloco um pijama e vou para a cozinha, a procura do que comer.

—Oi, Maria, o que tem para comer? -pergunto enquanto olho para a panela que está no fogo.

—Não vai se queimar, menina, estou fazendo o molho para a lasanha que a Srta. pediu, quer um sanduiche? – ela fala preocupada enquanto pega mais alguns ingredientes

—A quero sim, e salada de fruta também. -peço enquanto me sento em um dos bancos, logo Maria me entrega um sanduiche e uma tigela com um pouco de salada de fruta.

—Hanna, amanhã sua amiga vem para cá, não é? Devo preparar um quarto para ela?!-pergunta Maria se referindo a Hanna, secretária da Ana, esqueci de avisar a Maria que Emma e Molly vem junto.

—Sim, Maria, só que vou precisar de mais dois quartos, são três, pode arrumar os quartos da parede esquerda, que ficam um do lado do outro. — falo mordendo meu sanduiche

—Tudo bem, Hanna. -diz Maria e volta a mexer sua panela.

Assim que termino de comer vou para o quarto e começo a ler um manuscrito que trouxe na bolsa.

—Hanna? Gatinha? -ouço a voz de Matt no corredor e percebo que eu me perdi lendo o manuscrito.

—Aqui no quarto, entre. -digo e logo um deus grego entra em meu quarto, Matt vem até mim e me dá um beijo.

—Como está? Melhorou suas tonturas? Ainda estou preocupado. – ele fala se sentando ao meu pé

—Estou bem, hoje senti mais uma tontura, mas já estou melhor, se me der de novo eu vou ao médico, okay? – falo acalmando seu coração

—Tudo bem, você sabe que eu insisto porque eu te amo, não é gatinha? -diz Matt e eu me derreto toda, logo lembrando da primeira vez que Matt me disse "eu te amo"

Flashback on:

O vento bate em meu cabelo e eu sorrio ao sentir Matt me abraçar por trás, estamos na casa de seus pais, no jardim, e o dia está lindo, ensolarado, estou sentada em cima de uma toalha de piquenique e tem uma cesta com comida a minha frente, Matt está sentado atrás de mim, com os braços em volta dos meus ombros.

—O dia está tão lindo quanto você. -diz ele ao beijar meu pescoço e eu dou risada.

—Obrigada, cadê Emma? -pergunto por ela, porque a cinco minutos atrás ela estava aqui, falando o quanto Molly estava diferente e que tinha certeza de que ela estava escondendo algo.

—Mamãe chamou ela, acho que ela não se ligou que queríamos ficar sozinhos. – ele fala sorrindo contra meu pescoço

—A mas ela é engraçada, eu adoro sua irmã, afinal, as duas né! – falo sorrindo e inclinando a cabeça para melhorar seu acesso

—Eu sei, e elas você. Mas não mais do que eu, sabe Hanna, já faz dias que estou para te dizer isso, mas agora aqui, com esse dia lindo, com você em meus braços, e eu me sentindo a pessoa mais sortuda do mundo, o medo se foi e deixou espaço só para coisas boas, eu te amo, Hanna Carter-diz Matt e a esse momento eu já estou de frente para ele, olhando em seus olhos que brilham mais do que as estrelas.

—Eu também te amo, Matt, eu queria ter dito antes, mas estava com medo de ser cedo demais. — Digo e Matt logo me beija, um beijo apaixonado, alegre, estou tão feliz, que parece que meu peito vai estourar, com as batidas do meu coração.

—Te amo, te amo, te amo, te amo demais, gatinha, acho que eu não sei mais viver sem você. -diz Matt e volta a me beijar. Eu que não sei mais viver sem você, Matt.

Flashback off:

—Hey, está ai? Gatinha, você está bem? -pergunta Matt e vejo a preocupação estampada em seu rosto novamente.

—Estou bem, só estava me lembrando da primeira vez que você disse que me amava, eu te amo tanto, gatinho. -digo e lhe dou um selinho, logo sou retribuída com um beijo apaixonante que logo se transforma em algo sensual, carnal, e eu já sei como a noite vai acabar.

***

—Meninas — grito para que Hanna, Emma e Molly me vejam, quando elas me enxergam veem correndo até mim, Emma é a primeira a chegar e logo já vai me abraçando, assim como as outras.

—Ai que saudades de vocês. -digo depois que nos separamos.

—Também estávamos, agora, vamos logo porque aqui tem gente demais e eu estou ficando sufocada-diz Hanna, a secretária de Ana e nós só concordamos com ela, guardamos as malas no meu carro e vamos direto para o meu apartamento, assim que chegamos ao apartamento pedimos ajuda para os seguranças com as malas.

—Bem vindas a minha casa. -digo assim que abro a porta.

—Nossa, Hanna, sua casa é linda-diz Molly ao entrar em meu apartamento.

—Obrigada, Molly.

—Bom, Hanna, vamos começar logo, a primeira parte é o discurso. -diz Hanna, mas não presto muita atenção, porque logo minha visão fica turva e eu caio sentada em meu sofá, ouço vozes ao longe, mas não entendo nada, vejo vultos passar a minha frente e os gritos ficarem mais longes e logo a escuridão me pega.

Notas finais
e ai? que acharam? será que ela está doente? até o próximo ♥ comentem, favoritem, recomendem e façam uma autora feliz