Notas iniciais
Oi um dos últimos capítulos :P

Saio do banho e entro em meu quarto sentando na ponta da cama, provavelmente Chad já havia acabado seu banho, devia estar dormindo estava tão cansado. Léo aparece na porta e entra.

– Hey, May.

– Oi Léo, você pode fechar a porta por favor.
– Posso — responde ele fechando a porta atrás de si — Posso ficar aqui um pouco, acabei de voltar de um passeio com Miranda e ela está tomando banho.
– Pode, me conte as novidades...
– Bom — diz ele começando uma incrível história de quase uma hora sobre como ele arranjou uma briga com um homem que era meio travesti.

Ouço a maçaneta da porta se mexer abrindo a porta rapidamente,era Chad.

– Pensei que estivesse dormindo -digo me levantando
– Não eu estava esperando o pessoal chegar — Chad respondeu — Léo onde você tava? Não te vi em lugar nenhum.
– Eu fui com Miranda andar de bicicleta, foi legal a gente alugou duas e rodou a cidade foi bem interessante, tem uns lugares bem legais aqui a gente podia sair a qualquer hora pra comer alguma coisa. — respondeu ele sorrindo.
– É a gente podia, e falando em Miranda cade ela? — Perguntou Chad.
– Tomando banho. -disse
– Ata já são quase 7:00, onde estão Colin e Sienna?
– Eles saíram vão chegar tarde. — respondi já estressada de tantas perguntas
– Ata -diz ele
– Então a gente vai? — Perguntou Léo.
– Eu vou — falei animada.
– Eu não sei se estou muito afim. — Chad disse
– Nem eu — disse Miranda atrás de Chad — estou muito cansada.
– Então a gente vai outro dia quando todo mundo tiver vontade, certo? — falo entusiasmada.
– Ok, gente eu vou deitar então estou cansado. — disse Léo se levantando e saindo do quarto.
– Ok. — Falo.
– Também vou deitar, estou cansada — disse Miranda jogando-se na cama.
– Eu vou pro meu quarto ok May? E você passe lá depois — diz ele e me beija, depois ele sai.
– Tudo bem — digo enquanto ele sai.
– Ei Miranda foi legal o passeio?
– Foi
– Eu vou ver logo Chad, pra eu poder dormir.
– Vai lá estou esperando aqui.
– Ok, já volto.

Saio do quarto e me dirijo ao quarto onde Chad e os meninos estão dormindo, ao entrar lá vejo Chad sentado na ponta da cama, respirando forte e rápido demais, me agacho ao seu lado e falo:

– Você está bem?
– Não — ele responde com respiração entre cortada
– O que está acontecendo? Será que foi a água que eu joguei em você? Estava muito gelada, ao meu Zeus, me desculpa — falo me sentindo realmente mal.
– Não foi isso, eu não sei o que está acontecendo eu só não estou me sentindo bem.
– Chad!!

Ele se levanta da cama e vai rapidamente até o banheiro, Marcos olha pra mim com o tom de interrogação na cara e eu dou de ombros, me levanto e vou atrás de Chad, assim que chego ao banheiro, Chad está abaixado vomitando tudo, ele se levanta e lava a boca ainda meio tonto, fecho a tampa, mas antes noto que o vomito possuía um tom meio esverdeado e meio azulado, depois que fechei a tampa dou descarga rapidamente, aquele líquido estava me incomodando muito.

– Chad. — disse a ele colocando a mão sobre sua testa — você está pelando tire essa blusa.

Assim que ele tira avisto um pequeno ponto vermelho do qual não parava de sair o líquido azul passo o dedo sobre o local e o líquido se tornou sangue, ele vira a cabeça para conseguir ver.

– Chad você se lembra de ter visto algo? Sabe que pudesse te picar?
– Não. — responde ele com um tom de voz quase imperceptível.

Abro a porta do boxe com a intenção de molhar o corpo dele, mas no canto superior esquerdo próximo ao chuveiro uma pequena aranha, puxo ele tão rápido e forte que tenho medo de ter machucado ele levando em consideração seu estado, aponto para aranha para que ele consiga vê-la, ela não parecia com nenhuma outra que eu já tivesse ouvido falar, Chad tropeça em se mesmo e acaba se encostando em mim, que o encosto na parede, olho para a aranha atentamente, assim que olho para Chad ele está sentado no chão, mas parece ter se agachado inconscientemente ele havia fechado os olhos então me agacho agarro seus ombros e o sacudi com força.

– Mantenha-se acordado Chad — grito — Chad está me ouvindo, por favor não durma, mantenha os olhos abertos — ele não estava reagindo a nada.

Me volto para trás e aranha havia crescido estava do tamanho de tênis e ela foi crescendo e sem dúvida era um monstro, grito por ajuda e acho que foi a única coisa que chamou a atenção de Chad, Marcos aparecerá na porta e eu falo gritando o mais auto possível para manter o cérebro de Chad ativado.

– Tire ele daqui, rápido!!

Marcos assente com a cabeça e o pega pelos braços o arrastando até a porta, olho para a aranha que me encara e sua saliva saindo pela boca corro para o quarto e abro minhas gavetas com adagas e facas pego várias e começo a atirar na direção da aranha, uma das facas pega na aranha e se quebra " a aranha possui um coro impossível de quebrar, como vou matar essa coisa?" Pergunto a mim mesma, olho novamente pra a aranha e havia um pequeno local quase tão imperceptível em seu pescoço que estava em carne viva que levava direto a sua garganta, Marcos entra e se joga em mim, o que me faz cair ele me arrasta até a mesa e a vira de forma que fique como um escudo.

– Como ele está?
– Está na sala, nada bem, mas seguro por hora.
– O que a gente faz?
– Tem um local em sua garganta, o único que pode matá-la, sou boa em atirar facas posso acertar.
– Tem certeza de que é seguro?
– Tenho... Quer dizer não, mas você tem idéia melhor? Ali está — falo apontando para o local e vejo algo verde marcado lá, parecia... Parecia um V me jogo contra a parede e começo a me comprimir e tremer — ele vai nos pegar, nós vamos morrer...
– May, você está bem...

Saio do choque e respondo:

– Estou, vamos... Vamos acabar logo com isso. — digo e me levando.

Pego as facas e começo a atirar o mais rápido, uma chegando mais perto do local do que a outra, até que uma passa de raspão fazendo a aranha gemer de dor e se jogar em cima de mim tão forte que vou parar no corredor e bato a cabeça com força, Léo e Miranda aparecem do nada e começam a me ajudar, minha cabeça dói e então penso no V daquela aranha e começo a gritar:

– Ele vai nos matar!!! Eu não quero morrer!! Socorro! — grito e tento me levanta, mas caio de costas e bato a cabeça de novo.

Viro para o lado e começo a vomitar sangue, assim que acabo uma tosse horrível atinge minha garganta fazendo-a parecer duas lixas uma contra a outra, eu fecho os olhos e não os abro mais.
Uma mulher ruiva Shelby, está no mar junto com o menino Vinicius e segura sua mão, ela toca o mar e sinto como se estivesse tocando em mim.
Abro os olhos e acordo brutalmente me levanto, já sentindo as consequências no ato, olho em volta e estamos num taxi, Chad ao meu lado e Sienna do outro os dois inconscientes, e já sei pra onde vamos para o acampamento.

– Ei o que está acontecendo? Eu não quero ir! — grito e Colin abre a porta e eu saio tropeçando e caindo no chão Léo me ajuda a levantar e Colin entra no taxi que começa a andar sumindo no horizonte indo rumo ao acampamento, me viro para trás e vejo Léo, Miranda, Melinda e Marcos me encarando. — o que é?
– Você está bem? — Léo e Miranda perguntam ao mesmo tempo.
– Estou, eu estou bem.
– Vamos subir? — pergunta Marcos
– Vamos, mas não para ficar... — todos me olham com um ponto de interrogação na cara — Vincent, ele sabe onde estamos.
– Quem é Vincent? — Melinda pergunta.

Explico tudo a eles inclusive o motivo de eu estar aqui por ter roubado Quiron e tudo mais.

– May você é doida! — disse Marcos.
– Eu precisava de respostas, não sei se era ele, mas com certeza estão nos vigiando.
– Ok vamos subir para pegar as coisas. — Léo falou desta vez — afinal estamos juntos nessa certo?
– Certo — disse Miranda e Marcos e eu ao mesmo tempo.
– Qual é Mel. — ela faz um bico de lado e sorri
– Certo — disse ela
– Nós vamos subir tomar banho, não esqueçam de tomar cuidado com as aranhas e vamos pegar apenas nossas roupas, comida e uma garrafa de água para cada um, todos vieram com malas não esqueçam suas armas facas e arcos — digo e Melinda pisca pra mim.
– Pode deixar — diz Miranda.

Nós subimos e cada um foi em um banheiro, todos colocaram calças jeans, uma blusa de manga curta com um casaco e um tênis, todos estavam com suas bolças nas costas, e todos me seguiram sem dar uma palavra entramos no elevador e as luzes começam a piscar e a falhar.

– Vamos logo com isso — diz Marcos e aperta o botão do térreo.

O elevador começa a descer, mas para e começa a descer mais rápido e então um impacto forte com o chão faz com que todos nós caíssemos, eu me levanto e as portas se abrem, mas não estamos no térreo do apartamento estamos em uma caverna.

– Que lugar é esse? — perguntou Léo
– Não faço a mínima, mas acho que devíamos tentar sair por ali. — digo apontando para um túnel.
– Só tem esse mesmo né. — comenta Melinda

Eu vou na frente conduzindo todos logo atrás de mim, o local era iluminado por pequenas lamparinas, era úmido e o ar era seco, andamos por cerca de quase duas horas e chegamos a uma grande escada de pedra, olho para trás e noto que todos esperam que eu de o primeiro passo, ando degrau por degrau até chegar em uma grande parede de pedra com pequenos traços que pareciam traços de uma porta, eu aponto para as fechaduras e marcos e Léo começam a empurrar e então uma grande porta de pedra grossa se desloca, eu dou um paço a dentro e noto que estamos em uma montanha, havia um penhasco logo a minha esquerda e um enorme buraco a minha direita, mas a única coisa que realmente me chamou a atenção foi como a montanha mostrava exatamente o apartamento em que nós estávamos e logo a parede estreita a minha frente tem um V.

– Precisamos voltar para o acampamento... — falo e todos param com os cochichos.
– Como vamos sair daqui gênio? — disse Marcos
– Por ali aponto para o penhasco a água no final posso sentir, como um lago, não tem muita água, mas da pra trazer até aqui pra nos ajudar a descer.
– Quem vai primeiro? — pergunta Léo.
– Eu vou — fala Miranda.
– Ok então — digo e começo a fazer a água subir até que ela apareça na ponta do penhasco.

Miranda anda devagar até a ponta do penhasco e pisa na água de forma que ela vai descendo por dentro da água como se fosse um tobogã, depois Léo faz o mesmo, em seguida Melinda, depois Marcos e eu vou por ultimo pisando na água e descendo devagar água juntamente comigo.
Assim que chego lá em baixo todos estão molhados com exceção de mim, olho em volta e estamos perto em uma floresta, mas pela vista da montanha a rua era para o norte.

– Me sigam pessoal — digo e todos aceitam fazendo que sim com a cabeça.

Andamos cerca de meia hora até alcançarmos uma estrada vazia, totalmente deserta.

– Pausa para o descanso, acamparemos aqui. — falo e me sento abrindo a minha bolsa e pegando um sanduíche e água, todos imitam meu gesto, enquanto Miranda senta do meu lado.
– O que você acha que está acontecendo? — pergunta ela — é tudo tão confuso.
– Eu não sei, mas não é nada tão simples assim e não é confuso é complexo.
– É, por que as pessoas fariam isso? Quer dizer... Por que motivo fariam isso?
– Não sei, vingança? Talvez.
– É talvez... — diz ela dando a conversa por encerrada.
– Vamos pessoal temos que chegar vivos no acampamento, então acabando de comer deitar e dormir, amanhã será um longo dia.

Todos deitam, mas noto que estão acordados, eu fecho meus olhos e tento dormir, porém sem sucesso, fico acordada a noite inteira apenas observando o movimento de pequenos vaga lumes, começo a ver o sol nascer e levando em consideração a quantidade de tempo que andamos, estamos bem longe da cidade.

– Pessoal — digo sacudindo um por um — levantem precisamos chegar no acampamento ainda hoje.

Todos levantam reclamando, mas logo param.

– Comam e tomem um pouco de água e logo partiremos, não sei como monstros não nós comeram vivos ontem.

Ninguém fala nada, apenas fazem o que eu peço e logo em seguida se levantam, faço um gesto para que me sigam e eu ando na direção da cidade Léo estava logo em meu encalço, mas fica calado, olho para trás e noto sua expressão de dor, mas não comento sobre o assunto, não parecia o momento certo, andamos por quase duas horas e meia até alcançarmos a cidade, olho de um lado para o outro e atravesso a rua.
Não reconheço esse lugar, mas não demonstro minha preocupação para não inquietar os outros, para nossa sorte um taxi passou bem a nossa frente e parou repentinamente assim que estendi o braço, uma mulher de cabelos brancos sai do carro e apesar da cor de seus cabelos a moça possuía uma aparência jovial.


– Então para onde vocês querem ir? — Pergunta a mulher e eu mostro um dracma — diz ela — o que é isso?... Você acha que vou levar 5 semi-deuses ao acampamento por um dracma?- pergunta a moça e então da uma grande gargalhada — Uau, vocês deviam ter visto a cara de vocês, muito prazer eu sou Maggi, vão entrando.

Léo olha pra mim, depois olha para Maggi e da um sorriso abrindo a porta do carro para que todos entre.
Ficamos calados até chegarmos ao acampamento, todos saíram do carro e vão andando até o mais próximo do limite entre o CHB e o mundo exterior.

– Obrigada — digo e a pago com um dracma.
– De nada — diz a mulher e vai embora.

Corro para alcançá-los, e lá estávamos nós parados excitando entrar, por puro medo do que vamos descobrir, então Léo segura minha mão e diz:

– Vai ficar tudo bem. — me sinto desconfortável diante da situação e Miranda parece ter percebido e em seguida segurou minha mão também.
– Vai ficar tudo bem — repetiu ela para mim.

E então Marcos segurou a de Miranda e disse a mesma a coisa a ela e então Melinda segurou a de Léo e disse a mesma coisa a ele e todos pareciam querer, convencer mais a se mesmos do que aos outros.

– Bom cada um vai pro seu lado agora, pois nós precisamos fazer muita coisa, certo? — disse Melinda
– Certo... — digo

Solto a mão de Miranda e de Léo e começo a andar para o meu chalé, assim que chego, jogo minhas coisas na cama e avisto Percy no canto do quarto me olhando perplexo.

– May?
– Percy!! — digo e o abraço com força
– May você quer me matar de susto, todos os campistas desaparecidos voltando e só vocês que não chegavam nunca, pensei que estivesse morta.
– Bem aqui estou eu, vivinha e quanto a Chad?
– Ele está bem está repousando no chalé dele, melhor não incomodar por enquanto.
– Eu vou tomar banho...
– Seja rápida temos muito assunto para botar em dia.

Pego minha calça jeans e uma blusa branca e entro no banheiro, tomo banho e coloco minhas roupas, prendo o cabelo em uma trança de lado e saio do banheiro, corro até achar Quiron.

– Mayara?! Graças a Poseidon você está bem, o que aconteceu?Temos muito o que conversar... — diz Quiron, mas eu o interrompo
– Você nem imagina o quanto.
– Mayara eu você sabemos que é mais seguro que fique no CHB, e é melhor que conversemos mais tarde pode ser mais seguro, nunca se sabe quem é o inimigo próximo de tanta gente.

Assinto com a cabeça e me afasto indo em direção ao chalé de Poseidon, lá estava Percy e Annabeth falando algo sobre Chad.

– O que que tem Chad? Bom não importa agora, Percy preciso ficar no CHB por milhares de motivos o mundo não permaneceu seguro como deveria.
– Como assim May?
Vincent, apenas Vincent.

Notas finais
Sem precionar mas se gostou recomenda acompanha ou comenta eu ia ficar feliz