Um Caso Não Registrado - 2ª Temporada

37 Capítulo 37 - O Homem do Terno Cinza


Notas iniciais
Oi gente! Tudo bem? Mil perdões melhor dizendo milhões de perdões eu viajei e foi triste porque eu não tive acesso a um computador ou note para escrever, rascunhei algumas coisas pelo celular, mas não tinha condições de postar eu sinto muito mesmo, fiquei tanto tempo sem atualizar que espero que não tenham se perdido, mas vou esclarecer algumas coisas para que não se percam na leitura caso tenham esquecido algo, pois fiquei mais de um mês. A equipe está no caso da Boneca de Luxo e o último capítulo postado acabou com um tiroteio na delegacia onde Agatha foi ferida, o agente Hotchner teve que levar a investigação a delegacia depois de alguns acontecimentos... Capítulo 37 para vocês e mais uma vez: Milhões de perdões, desculpem pessoal eu não gosto de ficar tanto tempo sem atualizar foi torturante para mim não ter acesso a um PC para isso, enquanto estive fora meu marido arrumou definitivamente nosso PC que chegou a dar problemas e antes de eu viajar resultou em demorar nas postagens não vai dar mais problemas eu acredito, estou a ativa de volta, cheguei domingo, mas vim só postar hoje porque escrevo três fics: Essa de CM, uma original (trabalho meu para publicar um dia) e uma de Star Wars que preciso urgentemente como essa atualizar, vou compensar o atraso, darei meu máximo. Amo vocês e agradeço a paciência e compreensão! =)

Porque eu sou a última a ficar sabendo de tudo?— exclamava Garcia eufórica pelo telefone.

‒ Meu amor fique calma, por favor. – pedia Morgan ao falar no celular – Agora o que importa é que está tudo bem.

Não está tudo bem! Vocês poderiam ter morrido, sabia disso? Eu quase perdi vocês para sempre!

‒ Mama esses bandidos nunca venceriam a equipe, nós somos imbatíveis... Não é você mesma que diz que somos os melhores juntos?

Own...— Garcia muda o tom de voz – Eu sei e por isso amo vocês, mas, por favor, se cuidem e mandem notícias.

‒ Está tudo sob controle, a única a levar um tiro foi a Agatha, mas pelo que soube foi de raspão em breve ela sai do hospital.

E o Hotch?

‒ Preocupado, ficou mais tenso que ela que levou o tiro... Agora eu preciso desligar.

Amo vocês!— Garcia finaliza a ligação.

Morgan se encontrava em um hospital ele esperava Hotchner a sair com Agatha, eles a acompanharam para ser socorrida enquanto os demais ficaram a delegacia para continuar as investigações.

Agatha estava recebendo os últimos cuidados médicos para ser liberada, pois foi como Morgan explicou a Garcia: o tiro foi de raspão e Hotchner era o mais preocupado que ela.

‒ A doutora tem certeza que ela pode ser liberada? – questionava Hotchner a doutora do plantão.

‒ Agente Hotchner está tudo bem agora, o tiro foi de raspão, vou receitar um medicamento para dor porque provavelmente inclusive na hora de dormir ela irá sentir dores. – a doutora escrevia em uma prancheta.

‒ Eu estou bem. – afirmou Agatha pousando devagar sua mão direita no braço esquerdo que estava enrolado em um curativo.

‒ De qualquer maneira não vou permitir que trabalhe em campo. – protestou ele.

‒ Hotch, não faça isso! Você tinha que estar de atestado por causa do tiro que levou no peito se lembra? Só que já voltou a ativa.

‒ Por motivos de força maior que é ficar do seu lado. – ele afaga as mãos no cabelos dela.

‒ Eu também será por motivos de força maior, como você mesmo disse: eu não posso sair do seu lado.

‒ Você venceu sua teimosa. – ele não resistiu ao olhar caridoso dela lhe implorando para não ser afastada e carinhosamente a beijou no rosto.

A doutora terminou de escrever a receita e a entregou a Hotchner e ensinou a Agatha como ela deveria cuidar da ferida. Eles saíram do consultório e junto a Morgan que aguardava pacientemente no corredor voltaram à delegacia.

Hotchner pediu que Morgan dirigisse enquanto ele ficava no banco de trás com Agatha e assim que chegaram os outros respiraram aliviados.

‒ Amiga como você está? – Ashley a recebeu com um abraço.

‒ Seaver, cuidado com o braço dela. – exigiu Hotchner.

‒ Peço desculpas. – Ashley ficou acanhada.

‒ Está tudo bem amiga foi só um tiro de raspão. – Agatha aproxima-se de Hotchner para falar ao pé do ouvido – Não é preciso tanto.

‒ Você está ferida! – exclamou ele não se importando em demonstrar sua preocupação.

‒ Que bom que está tudo bem. – afirmou Rossi chamando a atenção de todos da equipe – Precisamos continuar as investigações.

‒ O que descobriram? – perguntou Hotchner ajudando Agatha a se sentar-se diante da mesa.

‒ Os corpos dos criminosos foram levados para a autopsia. – começou Reid – Em breve vamos descobrir quem são eles.

‒ O juiz morreu todos nós vimos... – continuou Prentiss – E a senhora Sanders com certeza foi executada.

‒ Agora a dúvida é essa: o assassino da senhora Sanders está vivo ou morto? – especulou Blake.

‒ Quantos corpos foram para a autopsia? – perguntou Agatha.

‒ Sete. – respondeu Ashley.

‒ Sete? – Agatha surpreendeu-se.

‒ Será que durante o tiroteio aqui na delegacia um deles foi até a sala de interrogatório executou a senhora Sanders e voltou ou fugiu? – Rossi ficou pensativo.

‒ Vamos ter que repassar cada detalhe do ocorrido em nossas mentes. – sugeriu Reid.

‒ Mas foi tudo tão rápido! – reclamou Todd – Como iremos lembrar os detalhes?

‒ Nossas mentes guardam detalhes no nosso subconsciente, detalhes que de momento não parecem ser importantes. – explicou Morgan – Porém se especularmos vamos lembrar-nos de muitas coisas.

‒ Qualquer detalhe conta. – frisou Hotchner.

‒ Estou compreendendo. – afirmou Todd sentando-se a mesa – Iremos repassar com os policiais também?

‒ Eles também estavam no tiroteio, será necessário. – respondeu Blake.

‒ Vamos fazer entrevistas cognitivas com eles e entre nós? – questionou Agatha.

‒ Eu tenho uma ideia. – expos Reid.

‒ Qual é gênio? – Morgan já ficou curioso.

‒ Agatha deve lembrar quem atirou nela. – começou Reid.

‒ Reid eles estavam encapuzados. – lembrou Agatha – Eu não tenho a mínima ideia.

‒ Sim, mas eu tenho memória fotográfica e lembro-me perfeitamente quando os homens entraram... Antes que eu me agachasse ao chão ao lado de Blake um deles me chamou a atenção.

‒ Chamou atenção pelo o que? – perguntou Hotchner.

‒ Um deles usava um terno cinza.

‒ Não estou compreendendo. – Todd coçou a cabeça.

‒ Os corpos levados para autopsia todos estavam de ternos pretos.

‒ Reid você acaba de confirmar que eram oito criminosos! – exclamou Prentiss.

‒ E aonde entra a parte de que eu devo lembrar quem me atirou no braço? – perguntou Agatha.

‒ Você não deve lembrar-se de momento, mas eu acredito que isso irá ajudar na investigação. – explicou Reid.

‒ Agatha quem atirou em você usava um terno preto ou cinza? – Hotchner sentou-se ao lado dela – Por favor, concentre-se.

‒ Foi tudo tão rápido que eu não lembro que cor era o terno daquele careca. – contestou ela confusa e todos a miraram perplexos – O que foi que eu disse?

‒ Você disse: “... eu não lembro que cor era o terno daquele careca”. – redarguiu Reid.

‒ Ele não estava encapuzado. – Hotchner esclareceu.

‒ É mesmo! – Agatha ficou surpresa – Esse pode ter executado a senhora Sanders?

‒ Com certeza ele entrou com os demais e foi direto para a sala de interrogatório enquanto havia o tiroteio. – disse Rossi.

‒ O estranho é que ele sabia que a senhora Sanders se encontrava na sala de interrogatório. – intrigou-se Blake – Como ele sabia disso?

‒ Talvez deduziu. – sugeriu Prentiss.

‒ Gênio precisamos mais de sua memória fotográfica, você é o melhor para isso. – pediu Morgan.

‒ Reid, quando ele entrou o mesmo usava capuz? – perguntou Ashley.

‒ Um momento. – Reid fechou os olhos – Sim, ele usava.

‒ Ele entrou com os demais que iniciaram o tiroteio foi direto para a sala de interrogatório e executou a senhora Sanders. – expos Hotchner.

‒ Só que ele tirou o capuz na hora. – continuou Rossi – Quando ele voltou atirou em Agatha.

‒ Eu levantei. – recordou-se Agatha – Eu estava escondida atrás de uma mesa e quando podia eu me levantava para atirar foi nesse momento que eu levei o tiro.

‒ O desgraçado não levou nenhum tiro! – reclamou Todd.

‒ A pericia recolheu evidências da recepção e levou para analise. – lembrou Prentiss.

‒ Com certeza amostras de sangue foram recolhidas. – Blake captou o pensamento de Prentiss.

‒ Quem sabe ele não saiu ferido? – especulou Morgan.

‒ Blake e Prentiss tentem apressar o máximo possível os resultados da pericia. – ordenou Hotchner.

Blake e Prentiss acataram a ordem e foram para o laboratório criminal da cidade de Dallas.

Notas finais
Spencer Reid é demais, não é mesmo? O melhor para lembrar dos detalhes e isso ajudou Agatha a recordar-se das coisas, agora a equipe precisa descobrir quem é o homem do terno cinza. Até a próxima! =)