Um Caso Não Registrado - 1ª Temporada

54 Capítulo 53 - Um Problema Chamado "Erin Strauss".


Notas iniciais
Oi gente!!! Quero pedir mil e mil perdões pela demora de postar mais capítulos... Pessoal me perdoa mesmo! Eu viajei e infelizmente não tive acesso a um computador para continuar as postagens só acessava a internet do celular e fiquei arrasada com isso, as ideias vinham e vinham com tudo e eu não podia escrever um capítulo, fiz anotações no caderno, mas para postar não tinha jeito. Me perdoem de coração foi um tempo muito grande mesmo sem atualização e espero que não se sintam perdidas com o rumo da história... Isso não vai acontecer mais, voltei de viagem e quero compensar vocês dessa demora já voltei arregaçando as mangas para escrever, mais uma vez me perdoem! Bem, para quem chegou a ler até o capítulo 52 deve se recordar que todos da equipe se reuniram para discutir sobre quem tem a intenção de prejudica-los, primeiro Elle foi atacada e depois Blake quase morreu por causa de uma bomba, enfim... Capítulo 53 para vocês, espero que possam gostar e mais uma vez peço perdão a vocês. Obrigada pela compreensão! ;)

Depois de alguns minutos em silêncio todos começaram a falar ao mesmo tempo fazendo inúmeras teorias, Gideon ficou transtornado com todos eufóricos falando daquele jeito sem pausa e pediu para eles se calarem:

‒ Calados todos vocês! – todos se entreolharam assustados – Desse jeito não vamos descobrir nada, precisamos manter a calma.

‒ Como podemos manter a calma sabendo que tem um maníaco copiando casos nossos com o intuito de nos prejudicar? – indagou Morgan incomodado.

‒ Mas discutindo dessa forma não chegaremos a nada. – respondeu Gideon.

‒ Gideon tem razão. – aceitou Rossi – Precisamos manter a calma.

‒ Então me expliquem como manter a calma porque eu estou desesperada! – exclamou Agatha.

‒ Agatha mantenha a calma, por favor. – pediu Hotch.

‒ Então me ajuda Hotch porque só de pensar na possibilidade de que alguém quer nos ferir... – Agatha abaixou a cabeça.

‒ Vamos precisar estudar todos os casos que essa equipe já trabalhou. – disse Prentiss – A resposta deve estar em algum deles.

‒ São muitos casos. – respondeu Blake.

‒ Mas pelo visto não há outra coisa que possamos fazer. – expõe JJ.

‒ Temos que começar por algo. – respondeu Hotch.

‒ Garcia todos os casos estão registrados no sistema certo? – perguntou Rossi.

‒ A maioria sim, algum deles só em papel, mas são poucos. – respondeu Garcia.

‒ Então vamos começar por ai. – falou Gideon.

‒ Vou até minha sala para levantar o relatório de todos os casos. – quando Garcia se levantou foi surpreendida ao ver Erin Strauss encostada a porta.

‒ Podemos ajuda-la senhora? – perguntou JJ a ela.

‒ Aaron Hotchner precisamos conversar na minha sala! – esbravejou Strauss batendo os pés e saindo de próximo a porta.

‒ Quando você acha que não pode piorar... – sussurrou Blake.

‒ Com licença a todos. – Hotch se levantou e saiu da sala.

Ele caminhou até a sala da Senhora Strauss que estava com a porta aberta, assim que entrou ela já estava sentada a sua mesa o encarando.

‒ Pode fechar a porta senhor Hotchner? – perguntou ela lhe lançando um olhar sério.

‒ Sim senhora. – respondeu ele fechando a porta.

‒ Eu vou direto ao assunto agente Hotchner... O que acha que você e sua equipe estão fazendo?

‒ Não compreendo senhora. – Hotchner fez um semblante de dúvida ao franzir o cenho.

‒ Vocês não podem trabalhar nesse caso que estão agora!

‒ Como assim não? Eu não sei a senhora sabe dos detalhes, mas tem alguém querendo nos prejudicar.

‒ Sim eu sei... Atacou Elle Greenaway, depois tentou matar Alex Blake com uma bomba e isso acabou ferindo a todos.

‒ Por isso mesmo não podemos ser afastados do caso. – disse Hotch a encarando seriamente.

‒ Podem sim... O caso é pessoal, portanto outra equipe deve trabalhar no caso...

‒ Senhora Strauss...

‒ Eu não acabei de falar agente Hotchner! – exclamou ela – Outra equipe deve trabalhar no caso, os ex-agentes Elle Greenaway e Jason Gideon não devem se envolver eles não trabalham mais para o FBI.

‒ Eles também são vítimas!

‒ Assim como todos são e nenhum de vocês poderá trabalhar no caso, eu vou escalar outra equipe!

‒ A senhora está cometendo um erro.

‒ Erro irá cometer vocês... Com um caso sendo pessoal a chance de vocês serem irracionais é grande e outra coisa muito importante também... O senhor e a agente registradora Agatha Silva estão afastados por um mês!

‒ Como assim afastados? – o coração de Hotch bateu mais acelerado ao ouvir aquilo.

‒ Vocês não compareceram as consultas com a psicóloga, a agente Silva só compareceu há uma.

‒ Posso garantir que estamos bem. – tentou afirmar Hotch.

‒ Não estão não... Vocês precisam se afastar e ir às consultas.

‒ Senhora Strauss...

‒ Isso não tem discussão agente Hotchner, agora, por favor, peça que Jason Gideon e Elle Greenaway se retirem do departamento do FBI agora! – Hotch sabia que não ia adiantar discutir com a senhora Strauss então assentiu com a cabeça e se retirou da sala.

Quando voltou para a sala de reunião todos o olharam curiosos querendo saber o que Strauss queria com ele, Hotch permanecendo de pé encarou todos sentados à mesa e explicou à situação, Agatha ao ouvir tudo ficou enlouquecida não aceitando que foi afastada por um mês do seu trabalho e passou a reclamar:

‒ Eu não posso aceitar isso! O que essa mulher quer?

‒ Já imaginava que coisa boa não era! – resmungou Morgan.

‒ Eu não posso deixar de acompanhar esse caso. – disse Elle – Tudo bem eu não faço mais parte do FBI, mas não posso ir para casa e simplesmente esperar!

‒ O pior é que todos nós fomos afastados do caso, isso é um absurdo! – exclamou Prentiss.

‒ Aaron não podemos simplesmente cruzar os braços e aceitar isso. – atestou Rossi.

‒ Não adianta discutir com a Strauss não irá adiantar de nada. – respondeu Hotch.

‒ O Hotch infelizmente tem razão. – concordou Blake – Discutir com aquela mulher é perca de tempo.

‒ Então estamos de mãos atadas? – indagou JJ.

‒ Precisamos fazer alguma coisa. – disse Reid.

‒ Acalmassem todos. – pediu Gideon.

‒ No que está pensando Jason? – especulou Rossi ao notar que Gideon pensava em algo.

‒ Todos sabem onde fica minha cabana?

‒ A sua o que? – perguntou Agatha confusa.

‒ Ele tem uma cabana. – explicou Reid.

‒ A maioria aqui eu acho que sabe. – respondeu Rossi.

‒ Encontro vocês lá... – Gideon se levantou – Eu não vou prolongar mais a minha presença aqui, Strauss pode aparecer e me expulsar a qualquer momento.

‒ Eu irei com você. – disse Elle se levantando – Eu também prefiro evitar confusões.

‒ Está bem eu já entendi. – Rossi também se levanta e todos se olham já entendendo a intenção de Gideon, exceto Agatha que ficou perdida.

‒ Eu não sei chegar lá. – disse Blake.

‒ Você pode ir conosco. – respondeu JJ.

‒ Não estou entendendo nada. – falou Agatha em surdina a Hotch assim que os outros foram se retirando da sala.

‒ Não vamos deixar esse caso, vamos descobrir quem está querendo nos prejudicar e ferir. – respondeu Hotch convicto.

‒ E o lance da cabana?

‒ Iremos nos reunir lá... – Hotch olhou para os lados brevemente – A partir de hoje você não sai do meu lado entendido?

‒ Como assim? – Agatha franziu o cenho se mostrando desentendida.

‒ Temos alguém atrás da equipe e de todos você não é treinada e não anda armada, portanto, você agora vai ficar junto a mim nunca se sabe o que pode acontecer. – ao terminar de falar Hotch deu licença para que Agatha saísse da sala.

Agatha sentiu o coração disparar, o fato de saber que tem alguém querendo o mal da equipe a preocupava muito e ficava se perguntando se acabaria nas mãos de mais algum psicopata depois de tudo o que viveu.

Assim que Agatha saiu Hotch a seguiu ele também estava preocupado com a equipe, mas a preocupação com Agatha era muito maior.

Notas finais
Espero que tenham gostado, foi um capítulo curto, mas muitas emoções estão por vir... Novamente peço perdão pela demora e agradeço a compreensão até o próximo! =)