Um Caso Não Registrado - 1ª Temporada

17 Capítulo 16 - A Próxima Vítima


Notas iniciais
E começa a correria para pegar o Ceifador...

Hotch, Rossi e Reid chegaram ao local do crime que era uma enorme casa de um bairro nobre da região, um policial os aguardava:

— Prazer eu sou o oficial Howard Steven. – disse o policial se apresentando a eles.

— Eu sou o agente Hotchner, esse é o agente Rossi e Doutor Reid.

— Fomos chamados porque a filha da vítima veio visitar a mãe, e ao chegar viu que a porta estava aberta e quando entrou encontrou a mãe morta na sala, foi morta a facadas.

— E como vocês sabem que foi o Ceifador? – perguntou Reid.

— Vejam vocês mesmos... – o policial os conduziu a entrar na casa, quando eles entraram viram uma mensagem na parede escrita com sangue que dizia o seguinte:

Agente Hotchner eu voltei... O Ceifador.

— Esse desgraçado é um abusado! – disse Rossi, enquanto Reid foi observar o corpo da vítima, Hotch saiu do local irritado e Rossi foi atrás – Hotch o que foi? – perguntou Rossi.

— Vidas correm perigo!

— Hotch a gente vai pega-lo!

— Em Boston eu fiz de tudo o que eu podia... E não consegui!

— Hotch o que está havendo? Acha que não vai pega-lo?

— Eu não sei Rossi... – Hotch tinha lágrimas em seus olhos – Não conseguimos da primeira vez.

— Hotch ele não foi pego porque o detetive Shaunessy aceitou aquele maldito acordo!

— Não tínhamos como mais investigar ele havia sumido...

— Ainda assim o detetive falhou, não é preciso ficar esperando mais corpos aparecerem para caçar um assassino!

— Hotch... – chamou Reid saindo da casa.

— Descobriu alguma coisa? – perguntou Hotch.

— A entrada não foi forçada, a vítima deixou que ele entrasse.

— Como se o Ceifador usa mascara! – disse Rossi.

— Mas não tem nada de estranho na porta e nem nas janelas. – explicou Reid.

— Estranho... – disse Rossi.

— Precisamos descobrir como ele entrou sem forçar a entrada. – disse Hotch.

— Vou dar mais uma analisada lá dentro. – disse Reid que voltou para casa.

O pessoal da pericia retirou o corpo enquanto Reid ficou analisando cada detalhe do local, a vítima havia sido encontrada na sala de estar, Rossi pediu ao policial para falar com a filha da vítima, enquanto Hotch se juntou a Reid querendo encontrar algum detalhe que os ajudasse.

Reid observou uma gaveta de uma instante aberta e foi analisar no que tinha dentro, havia algumas contas, correspondências pessoais e alguns cartões de empresas, Reid pegou os cartões e analisou um por um, muitos eram cartões de advogados, pizzarias, de empresas telefônicas e outras coisas até que Reid achou algo, Hotch percebeu o olhar dele ao analisar os cartões e o questionou:

— Descobriu algo?

— Hotch... – Reid arregalou os olhos pasmo.

— O que foi Reid?

— Este cartão de visita aqui... É do Foyet!

— Como é? – Hotch se aproxima.

— Olha aqui... Está escrito: George Foyet e um número de telefone junto.

— Ele está seguindo Foyet... – disse Hotch – Sabe dos clientes que ele atende.

— Pessoal... – disse Rossi juntando-se a eles – Falei com a filha, ela disse que se casou recentemente e se mudou e hoje era o primeiro dia de visita dela após o casamento.

— Rossi você precisa ver isso. – disse Hotch que pegou o cartão da mão do Reid e lhe mostrou.

— É um cartão do Foyet... Ei espere... – Rossi olhou suas anotações – A filha da vítima disse que ficou insegura um pouco da mãe morar sozinha que mandou instalar um alarme de segurança na casa.

— O Ceifador pode ser alguém que trabalha com Foyet... Claro! A porta não foi forçada ele soube desativar o alarme e conseguiu entrar... Ele já deve ter entrado aqui antes. — disse Reid.

— Isso pode ser... – disse Rossi – Mas ele desativar o alarme porque pode ser um dos que trabalha com Foyet tudo bem, mas como abriu a porta? A porta não estava trancada?

— Infelizmente o Ceifador é esperto. – disse Hotch irritado.

— Ele segue os passos de Foyet, segui quando ele vai fazer as instalações dos serviços então sabe onde os clientes moram... – foi dizendo Rossi – É uma provocação a nós e ao Foyet a única vítima que sobreviveu... Ele vai matar todos aqueles que Foyet possa ter tido contato até mesmo os clientes.

— Agatha! – exclamou Hotch.

— O que? – perguntou Rossi.

— A Agatha disse que recebeu um cartão desses... O Foyet foi instalar um alarme e uma cerca elétrica em sua casa! – Hotch não conseguiu controlar a preocupação.

— Se o Ceifador for alguém que trabalha com Foyet ele provavelmente esteve na casa dela. – disse Reid.

— Que droga! – esbravejou Hotch saindo e pegando o celular do bolso – Garcia? Garcia eu preciso que você filtre agora mesmo os funcionários que trabalham na empresa do Foyet veja aqueles que vão junto com ele fazer as instalações dos serviços nas casas, cheque a lista de clientes que eles prestaram serviços.

Sim senhor...— respondeu ela do outro lado da linha – Senhor o que acontece?

— Garcia verifique todos os detalhes dos funcionários, quando chegar dou explicações!

Certo senhor. – Garcia encerrou a ligação.

— Hotch o que foi? – perguntou Rossi se aproximando.

— A Agatha pode ser a próxima vítima! – respondeu Hotch aflito.

— Isso é verdade...

— Vou ligar para ela. – ele liga, mas cai na caixa postal – Droga caixa postal!

— Liga para alguém da equipe. – disse Rossi.

— Certo... – Hotch tinha as mãos tremulas, ele ligou para Morgan – Morgan!

O que foi Hotch?— pergunta Morgan ao atender.

— A Agatha está no departamento?

Não.

— Como não?

Ela precisou voltar para casa, disse que ia pegar algumas coisas e depois voltava.

— Morgan mande viaturas para casa dela agora!

O que aconteceu Hotch?

— O Ceifador está matando os clientes que Foyet fez serviço, a Agatha recebeu Foyet e outros da empresa em sua casa!

Estou enviando agora!

— E eu vou para casa dela agora! – Hotch encerra a ligação.

— Não podemos perder tempo... – disse Rossi – Vou chamar o Reid.

— Eu vou para o carro! – disse Hotch tenso que ao entrar no carro não pode evitar que uma lágrima caísse de seus olhos.

Notas finais
Que medo!