Um Bonito Amor

19 Will you be my girlfriend?


Notas iniciais
"- Aqui jaz o amor platônico... — Morreu de coração partido? — Não — De orgulho ferido? — Não — Afogado em lágrimas? — Olha, são coisas da esperança, morreu foi de alegria — Mas de alegria ninguém morre! — Morre sim, morreu o amor platônico porque agora é correspondido!

Estava com muita preguiça de acordar. Sério. O sol reluzia no chão, mas fazia um frio bom, e em dias frios eu tinha muita preguiça. Ainda preguiçosa me dirigi até ao banheiro, lavei meu rosto e fiquei me olhando pelo espelho piscando lentamente. Eu só queria voltar a dormir. Arregalei bem meus olhos e me espreguicei, em seguida pegando minha escova com creme dental e fazendo minha higiene...

Depois de haver tomado um banho que parecia ter me despertado de vez, vesti algo leve, mas logo pondo um casaco e botas pois estava frio e teria de passar o dia lá fora com Raul. Desci, e me dirigi à sala de refeições para tomar o café, timidamente me aproximei, Raul, Joana e Luís já estavam a postos ali.

— Bom dia linda menina, sente-se. — Disse Joana me indicando a mesma cadeira em que eu estava na noite anterior próximo de Raul.

— Bom dia! — Cumprimento-os e todos me saúdam.

— Está de calça e botas, que bom. Para o nosso passeio tinha que ser dessa maneira mesmo. — Raul me disse dando um gole do seu café.

Ele estava tranquilo, usava outra blusa de manga longa, esta preta, calça e botas também. Penso que faríamos algo curioso.

— O que vamos fazer? — Pergunto, enquanto Joana me servia com café e bolinhos de queijo.

— Cultivar.

— Hum?

— Não se preocupe, não será tediante, só quero que tenha algo para distraí-la aqui.

Ok, mas eu não sei plantar nada, querido!

— Mas não sei como se faz. Você sabe? — Perguntei, mas acho que estava mais era surpresa.

— Ah, patraozinho sabe tudo, aprendeu ainda menino, gostava do cultivo de frutas, era seu hobby quando vinha de férias pra cá. — Interviu Luís animado, Raul esboçou um singelo sorriso.

— Sei, e vou te ensinar. Termine seu café, estarei te esperando na sala. — E então ele se levanta e.... Beija o topo da minha cabeça?

O olho sem entender e ao mesmo tempo envergonhada pelos os olhares cúmplices de Joana e Luís. Raul apenas sorrir de leve e se afasta dali....

Minutos depois, me direciono para a sala onde estaria Raul, ele folheava algum Jornal.

— Pronta? — Pergunta-me ao perceber que eu estava ali.

— Sim.

E então eu o sigo até fora da casa. Primeiramente ele me mostra todas as redondezas dali, o interessante é que tinha um riacho um pouco afastado que eu banharia se nao tivesse tão frio e nao fosse uma manhã nublada. Depois me mostrou um lugar que parecia um pomar, e era um pomar de tantas frutas que haviam ali, ele pegou minha mão e me deu algumas sementes, em seguida me ensinou o que fazer com elas.

Eu o olhava fazer esse trabalho atentamente e vez ou outra me perdia em meus pensamentos. Do quanto eu ainda desconhecia Raul, ele era muito mais do que um advogado bem sucedido, havia nele muitas coisas boas que ele buscava esconder. Estava eu adorando Raul dessa forma, embora eu não tivesse demonstrando meu agrado, por fora eu sabia que estava ríspida com ele, mas, eu ainda estava sentida com toda essa confusão de sentimentos mal resolvida...

O tempo passou e já era "noitinha " quando chegamos na casa, cansados, nos sentamos em um banco que havia na pequena varanda em frente da casa. Ficamos em perfeito silêncio, observando a noite e as primeiras estrelas surgirem no céu.

— Sabe? Eu e meu pai, ficávamos aqui também olhando as estrelas, passávamos a noite inteira, eu ouvindo suas histórias, simplesmente adorava. — Me disse nostálgico.

— Hum, seu pai deve ter sido um grande homem. — Digo ainda admirando o céu.

— Sim, ele foi, e sempre será um grande homem pra mim, mesmo sendo fraco e... — Parou de falar e eu o olhei, parecia que a fala houvera intalado na garganta. — Er.. Você está bem? — Pergunta-me mudando de assunto.

— S-sim, estou porquê?

— Não parece. O dia inteiro você estava longe. — Disse voltando seu olhar para o céu.

— Ah, é que estava pensando na minha Pichula, a deixei na mansão para que Bruno a cuidasse na minha ausência mas, fico preocupada se está sendo bem alimentada. — Digo como desculpas.

Ele então parece aceitar, e continua a admirar as estrelas. Fico ali do seu lado apenas ouvindo nossas respirações, gostaria de entrar mas não conseguia me mover dali.

— O que está achando de está aqui? — Pergunta-me agora me encarando.

— Bem, está legal.

— Hum. Você não parece está gostando. — Observa ele.

— Mas estou.

— Gilda, posso não conhecer você o bastante, mas posso sentir que você não está gostando, esses seus olhinhos que desviam rápido o meu olhar, sua inquietação ao meu lado, sua frieza, eu...

— Não estou sendo fria, apenas...

— E quase não me responder enquanto estávamos no pomar, não é ser fria? -Indaga-me com uma sombracelha erguida.

— Oras, é coisa da sua cabeça! — Retruco-o.

— Ah, então é coisa da minha cabeça saber que você gosta de mim e o fato de te tratar como uma amiga não te agrada, por ter dito que estava me apaixonando por você?.

Eu o olho incrédula, não estávamos discutindo, estávamos?

— Não é isso...

— Não é? E porque está diferente? Porque está me tratando assim?

Eu não saberia o que dizer, mas talvez essa fosse a hora.

— Sabe porquê? Porque não quero ser dessas que você é acostumado a usar e jogar, dessas que você brinca e depois descarta como senão tivesse valor, dessas que você leva pra cama sem nenhum sentimento.. — Oh meu Deus, estava gritando com ele ?- Eu não quero Raul, não quero! — E então me levantei, dei-lhe as costas e já caminhava para a casa, mas antes que eu pudesse chegar na porta ele me chamou.

— Gilda? Espera ai!- Eu paro rapidamente, e ouço suas pisadas se aproximar de mim. — Você acha que estou te usando?

"Sim". Engulo seco.

— Eu.. — E então ele me vira delicadamente para ele.

— Não estou Gilda. Eu estou mudando, acredite. — E então ele senta novamente no banco, olhando novamente para o céu, só que seu olhar estava triste. E eu me arrependi.

— Raul, eu não...

— Tudo bem, é normal você se sentir insegura quanto a mim. — Ele disse e eu me aproximei sentando próximo dele.

— Mas eu sabia que queria você só estava com medo, mas não insegura. — Digo tentando de alguma forma reparar o meu erro, pois parece que ele se afetou bastante. — Eu só... Só queria entender porque... Porque você é assim com as mulheres, digo, porque as tratava assim. — Disse-o, e fiquei com medo de ele não ter gostado.

— Certo. Uma hora ou outra eu te contaria, então que seja agora.

Ele então parecia escolher as palavras certas para falar, e eu apenas o esperava atentamente.

— Desde que nasci não tive o amor da única mulher que poderia ter me dado todo o seu amor. Sempre fui criado pelo o meu pai e..Joana que o ajudou- Começou ele. — Ela... Me odiou desde o dia em que me viu, talvez porque não estava em seus planos ter um filho que viesse atrapalhar tudo...

— Atrapalhar? — Interrompo-o. Havia ficado perplexa. Como uma mãe pode achar que um filho atrapalha?..

— Sim. Ela era mulher da vida antes de conhecer meu pai... Ele a conheceu e a tirou dessa vida porque realmente se apaixonou por ela. Sempre bem tratada e muito amada por ele, mas, ela nunca deixou a vida imunda que vivia antes, sempre se encontrava com homens em bares, e quando cheguei aos meus 10 anos que eu realmente entendia o que se passava naquela casa, eu a odiei, odiei com todas as minhas forças, tudo que eu mais queria era ela longe de nós, em especial de meu pai.Ele foi tão humilhado, um advogado e pai de família, um cara bem sucedido e respeitado, vi então todo o seu prestígio morrer por causa daquela... Dela!. Ela, que todos os dias brigava com ele por causa de seus amantes tão imundos quanto ela, e eu sentia muito mais raiva porque meu pai era loucamente apaixonado por ela e não conseguia se desprender, eu o via chorar, implorar para ela largar essa vida que ele faria tudo que ela quisesse, mas não, ela só adorava o ver se humilhar daquela maneira, só o queria para arrancar dinheiro e ter tudo de luxo...

Raul segurava com força o tecido de sua calça, a cada frase que dizia, era como se descarregasse toda a raiva ali.

— Uma vez já cansado de tudo isso, a enfrentei, apenas um garoto batendo de frente com sua mãe sob os olhos de todos os seus amantes... Naquele dia eu descarreguei toda raiva que vinha sentindo ,ela não disse nada mas, esperou para quando chegasse em casa e ali como eu havia feito ele o fizera, só que além de despejar toda a sua raiva em palavras também usou um cinto do lado da fivela para que eu nunca esquecesse àquele dia...

Ele parou um momento e pensei que choraria, segurei para não fazê-lo, pois estava prestes a chorar, nunca poderia imaginar.

— E pode acreditar que eu não esqueci, além de ter deixado cicatrizes em minha pele, deixou uma imensa ferida aberta em meu coração, essa nem com o tempo eu consegui fechar, por isso evito falar nela, porque toda vez que isso acontece a ferida revive e só me sobe o sentimento de odiá-la ainda mais. Naquele dia ela foi embora com maior parte do dinheiro e bens do meu pai parece que já tinha tudo planejado, e meu pai me pediu perdão por não ter conseguido, naquele momento ele estava mais frágil do que eu e também fora a última vez que o vi comigo, pois a partir daí ele se recusou a trabalhar, a sair daquele escritório bebendo todos os dias...

Raul agora não segurava as lágrimas e eu quis abraçá-lo para confortá-lo, mas hesitei e fiquei no mesmo lugar apenas o ouvindo. Sua história é triste e totalmente compreensível.

—Essa chácara, ele comprou quando ainda nos divertiamos juntos, aqui nós passamos momentos muito bons, eu ficava muito ansioso para as férias só para está aqui com ele, longe daquela mulher... Meu pai morreu de depressão, e não pude ajudá-lo, pois ele se trancava e bebia sempre, sempre... — Ele então parou de chorar e me encarou, seu semblante agora era sério. -Então Gilda desde o dia em que vi meu pai morrer por causa de uma mulher eu jurei jamais amar nenhuma, jurei as usar e fazer todas que cruzassem meu caminho sofrerem, eu queria de alguma forma atingir minha mãe, eu generalizei todas como ela e assim as queria fazer sofrer... Mas aí apareceu você, desde que te beijei com aquela confusão eu me senti atraído e quebrei essa idéia de odiar todas, porque você parecia tão diferente, tão dócil, e foi ai que vi que não devia culpar todas por causa de uma. Você Gilda, aos pouquinho está fechando essa ferida, mesmo que ainda eu sinta ódio por aquela mulher, você me faz querer amar, é muito estranho para quem tanto tempo deixou isso congelado e agora está se revigorando a cada vez que te vê, então Gilda...- Ele se aproximou do meu rosto, e eu estava bastante surpresa ao mesmo tempo que estava feliz. — Acredite quando digo que estou apaixonado por você..

— Mas..

— Mas eu estou confuso quanto a isso e...

Não deixei que terminasse. Poxa, eu estava quase acreditando e ele vem com essa de confuso. Qual é? Me levantei bruscamente mesmo, e a passos largos entrei dentro da casa, mas senti seus dedos fortes segurar meu braço.

— Me solta! Eu vou embora.

— Calma Gilda, você não me deixou terminar.

— Porque sei que você não quer nada comigo.. — Pauso e busco respirar calmamente. — Olha, eu não deveria ter me iludido tanto, eu entendo perfeitamente por você ser assim, já que me contou, mas, eu pensei que poderíamos... — Ele me cala colocando o dedo indicador nos meus lábios.

— Eu estava dizendo que estou confuso quanto a isso, mas que quero tentar com você. Gilda eu gosto de verdade de você, nunca pensei que uma mulher seria capaz de me deixar assim e você está fazendo e eu fico muito feliz porque é um sentimentos muito bom quando se é correspondido... Gilda. — Ele segura meu rosto, já derramado em lágrimas. — Você aceita a namorar comigo?

Minha cabeça rodou, eu não sabia o que pensar, sorrir, pular, chorar. O que fazer? As lágrimas desciam sem permissão, vi Raul esboçar o mais lindo sorriso e eu sorri também mesmo com as lágrimas dificultando minha visão.

— Eu... — Não conseguia falar.

— Você...

— Eu... Eu aceito, é claro que sim. -

E então ele me abraçou e me rodopiou, estava tão feliz quanto eu. Se isso fosse um sonho eu não queria acordar. Logo, ele me pôs no chão e limpou meu rosto, ajeitou minha franja e ficou me olhando carinhosamente. E sem esperar me surpreendeu com um beijo ávido, e desejoso. Estava intenso, nos dizemos muita coisas somente naquele beijo...

...

Ficamos um bom tempo nos beijando tanto que meu estômago deu sinal de vida, avisando que eu precisava me alimentar. Fiquei bastante envergonhada por Raul ter ouvido meu estômago praticamente falar e então, ele me dirigiu para a cozinha e esquentou o que Joana havia feito, fiquei esperando ele me servir. Ele estava com um semblante tão mais leve, mesmo depois de haver me contado sobre sua mãe que logo vi suas feições mudarem, mas após isso ele estava completamente sereno e vez ou outra me esboçava um lindo sorriso que eu retribuía...

— Estava mesmo com fome não é? — Pergunta-me quando limpa sua boca com um guardanapo.

— Sim. — Sorrio tímida.

— Você fica tão linda tímida. — E então ele se aproxima e me beija outra vez.

— Você que é lindo. — Falo o dando um selinho.

É incrível como só estávamos namorando há poucas horas e já nos dávamos tão bem, era pra desde sempre ter sido assim, senão fosse minha timidez e o medo dele amar. E novamente estávamos nos beijando, parecia que tínhamos desejo em está assim — Bem, eu sempre tive, não sei ele...

— Oh, me desculpem, eu não.. Quer dizer já vamos... — Joana ficou bastante embaraçosa ao nos ver aos beijos, ela tentou sair dali com Luís que parecia está contente por essa situação.

— Não se preocupe Joana, vocês iam mesmo ficar sabendo. — Ela olhou confusa para Luís que deu de ombros mas que parecia saber do que se tratava. — Gilda e eu estamos namorando. — Raul nos revelou se levantando e a mim também, dando um beijo em minha bochecha.

— Isso filho, isso! — Luís disse comemorativo dando um abraço em Raul e em seguida me abraçou também.

— Que felicidade querido. Sempre soube que formavam um belo casal, e estou muito feliz que isso nao demorou muito... — Ela então piscou cúmplice para mim, que sorri. — Parabéns meus jovens. — E então Joana nos abraçou.

— Sim Joana. Eu deveria ter acordado antes, Gilda é incrível e ela me faz muito bem. — Confessou e eu o olhei e lhe sorri.

— Ah isso é uma imensa felicidade. Bom, vejo que já se alimentaram. Vou recolher, vão se limpar e descansem.

— Joana, obrigada e Boa noite. — Digo me aproximando dela lhe abraçando.

— Boa noite, e até amanhã. Vou ajudar Joana. — Disse Luís, recolhendo a louça juntamente com Joana.

— Boa noite. Vamos? — Raul me pergunta, assinto e ele me puxa pela mão.

Ao chegarmos no corredor ele me beijou veemente que correspondi com a mesma intensidade, estava muito feliz.

— Bom, quero te dizer que estou muito feliz em ser sua namorada. — Digo após cessar o beijo. Raul me segurava firme pela cintura.

— Não só namorada, mas minha companheira, amiga e confidente. — Diz, me dando vários selinhos. — Vamos.

— Pra onde? — Pergunto quando percebo que ele me arrasta para frente da porta de seu quarto.

— Você vai dormir aqui agora. — Rapidamente me assusto.

— O quê?

— É Gilda, você é minha namorada, não tem nada demais em dormir comigo.

— Ah, não. Eu... eu prefiro que cada um durma em seu quarto.

— Ah, é que eu não quero me separar de você nunca mais. — Me diz fazendo uma carinha fofa.

— Ah não faz essa cara. — Digo cruzando os braço achando fofo o seu jeito.

— Não funcionou? — Indaga-me com cara inocente. Eu rio.

— Não. — Respondo ainda sorrindo e logo ele me cala com um beijo.

— Você. É. Muito. Má. — Reclama enquanto me beija várias vezes, e eu acho isso tudo muito engraçado, talvez por está muito feliz.

— Eu.. Amo você Raul. — Falo quase cochicando. Ele pára e me olha terno.

— É um sentimento muito bom, obrigado por me ensinar a amar. Eu... Amo você também Gilda Barreto. — E novamente nos beijamos..

— Bom, vamos nos organizar para dormir... — Digo encerrando o beijo.

— Você está com muito sono mesmo? — Pergunta fazendo essas carinhas inocentes. Não poderia imaginar que Raul fosse tão fofo.

— Sim. Me cansei bastante aprendendo a cultivar.

— Droga! Se eu soubesse não teria te sobrecarregado tanto. — Murmura fingindo está com raiva e eu o dou um selinho.

— Ei, agora você me terá sempre.

— Hum, gostei disso. — Ele disse malicioso.

— Ok, nos vemos amanhã. Boa noite. — E rapidamente lhe dou um selinho correndo para o quarto onde eu estava instalada.

Fechei a porta e me dirigi para o banheiro. Tomei o melhor banho da minha vida. EU ESTAVA NAMORANDO RAUL DE LA PEÑA. Poderia sair por ai gritando minha felicidade, ah poderia...

Após o banho vesti um pijama confortável e busquei dormir, com certeza dormiria fácil aquela noite...

Prestes a realmente a apagar por completo, meu celular vibra no criado mudo. Procuro saber quem é, sei que não seria nenhum de meus amigos pois eles só se comunicariam comigo por mensagem do aplicativo mas, ali não tinha sinal para internet, Bruno e mãe Cecília também não, pois os mesmos sabiam onde eu estava e não me importunaria antes que eu os contatassem. Então quem seria? Logo abro a mensagem e sorrio ao ver o nome dele.

Mensagem recebida às 22:30:

Raul:

Já está dormindo?

Gilda:

Estava quase, está sem sono?

Entregue às 22:40

Mensagem enviada às 22:40 √

Mensagem recebida às 22:45

Raul :

Sim, pensando em você!

Gilda:

Pense que eu estou ai do seu lado e durma :D

Entregue às 22:51

Mensagem enviada as 22:51√

Mensagem recebida às 22:58

Raul:

Você é incrível. Boa noite, Lindinha! ♥

Gilda:

♥

Entregue às 23:00

Mensagem enviada às 23:00 √

…

Após essa curta conversa por SMS eu acabei dormindo, e me sentia plena e tranquila pois finalmente, eu estava namorando Raul de la peña, e o que antes era platônico, hoje, não seria mais.

Notas finais
E ai gente? Fui rápida demais? Eu acho que sim!... Bom, mas eu estava ansiosa, e ser ansiosa é uma coisa insuportável hehe... Quero dizer também que essa FIC entrará em Hiatus (dá um tempo), assim também como minha outra fanfic (quem acompanha sabe do que eu tô falando :D).. É isso.. Bjs