Notas iniciais
Olá meus amores... Uauuu que saudade de vc's, mostra e infinita. Bom, eu sei que muita gente que acompanha minhas fics, acha que eu abandonei, NÃOOOO, jamais faria isso, estou postando dessa forma, por acontecimentos mais fortes do que eu, mas para aqueles que não estão no grupo é o seguinte. Eu mudei de emprego, mas antes disso, peguei um projeto que quase me enlouqueceu, em seguida mudei de emprego e estou em adaptação e na sequência meu note quebrou uma vez, mandei arrumar e em uma semana ele pifou de novo... perdi cap, perdi muita coisa... então sem note para escrever e sendo quase impossível de escrever aqui no trabalho, fiquei na angústia de dar um jeito e com o coração apertado, por ver o grupo e muita gente me perguntando se havia abandonado... amores, nunca faria isso, então peço de coração paciência, estou dando um jeito, pretendo comprar um note, vou pegar emprestado, achar algumas brechas, mas continuarei postando... mesmo que isso demore mais do que é tolerável... espero que me perdoem por isso. Quem acompanha a minha outra fic A Grande Arte de Amar, vale a mesma coisa... sendo que tenho novidades em relação a ela, mas contarei em breve... Eu dedico este capítulo a todas vc's e o pupilo... de todo o meu coração, por não desistirem de mim... por serem meus amigos e um FELIZ DIA DO AMIGO ATRASADO... amo todos vc's. Juli, obrigada por ser minha bruxinha particular, obrigada por acreditar, obrigada por permitir que eu seja sua amiga e mais ainda, por ser sempre aquela que olha por mim... amo vc. Deh, sabe quem te mandou muitos cheiros com muita saudade?????? Pois é... nem preciso dizer neh???? rsrsrs Bom, chega de conversa e boa leitura, cap não betado, nem teve como, estou fazendo isso no trabalho, aproveitando que o chefe teve que sair... então... postando da forma que deu.. Espero que gostem... beijinhossss

Cap 8

Capitulo anterior...

Levantei antes que meu namorado me segurasse, algo estava errado, Em, não me ligaria a esta hora. Peguei a primeira coisa que eu vi jogada e por sorte era a camiseta de Edward. Ao abrir a porta, Rose me olhava com desculpas e pesarosa.

– Desculpe, Bella, mas sério, ele ligou umas 10 vezes, então achei que deveria ser realmente importante.

– Você tem razão Rose, obrigada. Eu já vou, só preciso saber o que aconteceu e já me arrumo para irmos.

– Ok.

Fechei a porta, já atendendo a ligação do meu irmão, sob o olhar esmeraldas do meu namorado.

– Bella?

– Em? O que aconteceu?

– A mamãe, Bella, ela está no hospital.

Continua...

“O ser humano pode ser cruel ao se colocar à frente de sentimentos e valores daqueles que amam, considerando que diante do mundo não existe nada melhor que ele mesmo, subjulgando o que temos de mais precioso, que é o amor sentido, perdendo-se na escuridão de sua própria prepotência e esquecendo que além de si mesmo, existe o outro, mesmo que o outro seja em coração alguém muito mais nobre que um dia se quer sonhou ou imaginou ser” (Liana Faria)

PDV Narrador.

Isabella, escutou as palavras sussurradas de seu irmão sentindo seu coração afundar em seu peito. Sua mãe, apesar dos contratempos ocorridos ao longo de uma criação obtusa, ainda era sua doce mãe, aquela que aprendeu a amar e viu por anos sofrer calada diante da mão ditatorial de seu pai, causando em si, não apenas amor de filha, mas compaixão pela linda mulher que abriu mão de si mesma para corresponder um homem que em sua opinião, não sabia o que de fato era amar.

– Bella... – chamou seu amado irmão, não escondendo a angústia em sua voz.

– Desculpe Em. O que aconteceu?

Eu não sei, a secretária do Charlie me ligou, mas nada disse a respeito, apenas me passou o endereço do Hospital. – Emmett bufou exasperado ao final de sua resposta.

Isabella notou o desprezo na voz de Emmett ao proferir o nome de seu pai, há muito tempo ele se negava usar a palavra “pai” ao se referir ao mesmo, alegando que aquele não era seu pai e que nunca fora, o que em partes, Isabella concordava.

– Onde ela está? – perguntou laconicamente.

– University Medical Center of Princeton.

– Ok, te encontro lá.

Isabella desligou o celular, fechando os olhos e ao abri-los se assustou ao ver seu menino grande vestido e em pé a sua frente, pronto para qualquer coisa, o que a quase fez sorrir, se não fosse a dor que sentia em seu coração, ao imaginar dezenas de cenas possíveis ao que ocorrera com sua mãe.

Chegou a cogitar uma ligação ao seu pai, mas sabia que isso só lhe traria mais angústia, pois há muito não trocavam muitas palavras e quando isso normalmente ocorria, nunca eram agradáveis, a fazendo desistir, quase que instantaneamente da suposta ligação, por mais informações.

– Anjo? – chamou Edward, preocupado com o rosto abatido e angustiado de sua amada. – O que aconteceu?

– Minha mãe está no hospital, era meu irmão – balançou o celular que se encontrava em sua mão – mas ele não sabe o que aconteceu – suspirou – preciso ir.

– Eu vou com você – respondeu Edward, sem ao menos pensar se de fato era aquilo que Isabella gostaria, mas não conseguia pensar racionalmente, ou ponderar absolutamente nada diante da dor que via naqueles olhos verdes que já amava mais que a si mesmo. Sua alma gêmea – ouviu como um sopro perdido trazido pelo vento.

– Tudo bem. – Isabella assentiu.

Em um rápido movimento Edward beijou carinhosamente os lábios de seu anjo e chamou suas irmãs para que ajudassem Isabella no que precisasse, explicando-lhes rapidamente que iriam ao Hospital por causa da mãe de sua namorada, o que, prontamente as fez também ter a mesma reação do irmão, colocando-se na postura de apoio.

Para Isabella toda aquela situação de família, proteção e prontos para ampará-la a qualquer momento, como se já fizesse parte da família, lhe confortou, mas ao mesmo tempo, lhe trouxe um mau agouro, não por eles, mas por saber que seu pai. Sabia muito bem de suas intenções e Edward com certeza não era parte de seu plano sórdido.

Enquanto se trocava, pensou em dizer que queria ir sozinha, mas não conseguiu ao ver o olhar preocupado e decidido, não apenas de seu amor, mas de todos daquela casa, resignando-se ao que poderia vir e pronta para proteger aos seus, mesmo que para isso pulasse no pescoço de seu pai, não literalmente, pensou, mas assim como seu irmão, Edward, Rose e Alice, já faziam parte de seu coração e por eles enfrentaria a arrogância e prepotência de Charlie. Espero que ele respeite pelo menos este momento em que minha mãe está em uma cama de hospital, sabe-se lá o porquê – pensou esperançosa, quase tentando convencer a si mesmo.

Antes de sair do banheiro, Isabella sacou o seu celular do bolso de trás de sua calça jeans ligando para seu irmão.

– Em, me espere no estacionamento, estou a caminho e não estou sozinha.

– Humm... ok... isso vai ser interessante.

– Comporte-se grandão e tenho certeza que vai adorar conhecer, não só o meu namorado, mas suas irmãs é uma família maravilhosa – falou imaginando o quanto seu irmão ficaria perdido nas mãos de uma mulher como Rose.

– Ficaria ciumento se não soubesse desde ontem que algo havia acontecido, mas depois falaremos a respeito e não se preocupe, estarei lá. – respondeu Emmett de forma enigmática, mas deixando claro a sua irmã, que assim como ela estava sempre ali por ele, a recíproca era verdadeira.

– Obrigada – Bella respondeu, desligando logo em seguida.

Edward andava como um leão enjaulado a espera de Isabella, a principio ele não pensou na sua reação tempestiva, apenas queria lhe proteger de qualquer sofrimento, mas ao ficar sozinho e ver suas irmãs se imporem, assim como ele fez, ponderou se era aquilo que ela desejava, afinal era uma situação familiar e claramente Bella pareceu perdida em pensamentos, em meio ao alvoroço tão natural de sua casa. Só não sabia se isso era por eles, ou pela situação de não saber o que de fato estava acontecendo com sua mãe, levando seus pensamentos imediatamente ao dia que comunicaram a morte de seus pais e o caos que se instalara ao seu redor.

Fechando os olhos angustiados com tal lembrança, pensou o que não daria para ter Isabella ao seu lado naquele momento, mesmo que cronologicamente fosse impossível, já que ela seria uma criança, assim como as suas irmãs na época, mas mesmo assim, talvez a dor que sentira diante da perda inevitável, fosse menos devastadora, ao ter seu anjo a seu lado lhe dando mais força e segurança em sua decisão de ir junto com Isabella ao hospital, afinal era seu namorado e não havia outro lugar que gostaria de estar naquele momento.

– Vó, estarei aqui para levá-la ao médico. – falou ao ver sua nona adentrar a sala.

– Meu filho, não se preocupe, fique com sua namorada, qualquer coisa pego um táxi.

– Não...

– Pode deixar comigo Edward, iremos com você ao Hospital, mas caso precise ficar mais tempo com a Bella, eu levo a nona ao médico – Alice interrompeu seu irmão – e antes que me questione, Jasper nos levará, acabei de falar com ele ao telefone.

– Obrigado Allie. – agradeceu sinceramente sua irmã, dando-lhe um beijo em sua testa.

Rose e Isabella desceram as escadas prontas para irem. Edward estendeu a mão para que seu anjo lhe desse a chave do carro e a mesma lhe entregou sem hesitação, como se já tivessem feito isso diversas vezes, lhe enchendo o coração de autoconfiança diante da confiança tão genuína que sua namorada lhe dava, sem nem ao menos perceber. Era natural, era assim que deveria ser, como um dia o seu pai lhe dissera que seria.

Seguiram rumo ao hospital silenciosamente. Edward mantendo todo o tempo a mão de Isabella na sua, apenas deixando sua delicada mão quando era necessário, fazendo pequenos círculos na palma de sua mão, tentando confortar de alguma forma a sua garota.

Isabella, sentia o rastro de calor deixado pelos movimentos sutis que Edward fazia em sua mão, a fazendo suspirar mais de uma vez diante do ato tão doce de seu namorado, mas quanto mais próxima se via do hospital, mais seu peito se apertava, tanto pela sua mãe e incerteza do que de fato lhe ocorrera, como também pelo encontro inevitável que teria com seu pai, somado a Emmett, que o odiava com todas as suas forças. Isso nunca terá um fim – pensou pesarosa. Sempre fora desse jeito, Emmett, cortara relações com seu pai, há anos quando este não aceitou suas escolhas profissionais e pessoais, batendo de frente com o egoísmo e ganância de Charlie, tornando a situação insustentável quando ela, Isabella, desde muito pequena se posicionou não apenas da mesma maneira que o irmão, mas como também o defendeu de todas as formas, saindo de casa antes mesmo que Charlie pudesse sonhar e impedir.

Flashback on.

– Onde você pensa que vai? – perguntou o homem furioso que olhava para sua filha com verdadeiro ódio, um ódio que ela nunca imaginou que existia.

– Morar com o meu irmão, mesmo que isso não seja da sua conta. – respondeu a menina Isabella, que mesmo aos 18 anos, com seu rosto doce, sustentava o olhar furioso de seu pai.

– Filha... – tentou falar, em vão, Renné, com os olhos cheios de lágrimas, ao ver sua menina, sua filha doce, com as malas prontas para sair de casa, assim como fizera seu filho alguns anos atrás.

– Cala boca. – rosnou Charlie para sua esposa.

– Não fale assim com ela – gritou Isabella, furiosa ao ver seu pai tratar sua mãe daquela forma.

Há muito não suportava a forma grosseira como Charlie os tratava quando era contrariado, latindo ordens, regras, como se nada fossem, além daqueles que deveriam lhe servir.

– Não fale assim você comigo, mocinha. – falou ameaçadoramente dando um passo a frente, pronto para o ataque.

Isabella, conhecia o peso da mão de seu pai, se ele lhe bateria, como já fizera algumas vezes, não recuaria, não abaixaria a cabeça, não precisava dele, nunca precisou. Sua avó materna deixou uma fortuna para ela e Emmett, há muito seu pai não os controlavam com o dinheiro que tanto ostentava, sobrando apenas a coerção, chantagem e autoritarismo.

– Você não é meu pai, você não é ninguém para mim, nunca foi. – levantou mais o queixo, quase que lhe oferecendo a face, em uma atitude que para muitos pareceria petulante e desrespeito. Mas não era. Só quem morava ali sabia o que de fato acontecia, mesmo que para a alta sociedade, aquela fosse vista como a família perfeita, invejada por muitos, por sua beleza, fortuna e poder. – Eu nunca farei o que você quer, eu não vou me casar com alguém que eu não amo assim como você – disse sem pensar, sabia que aquilo feriria sua mãe diretamente, afinal, Renné casou por amor, acreditando que aquele homem a amava e assim faria a vida inteira, lhe prometendo o conto de fadas que toda menina, assim como ela, sonha, mas que tornara a realidade muito longe da felicidade que acreditou que teria. Seu coração apertou ao ouvir o ofego sofrido de sua mãe, mas manteve sua postura firme, pronta para receber o que sabia o que de fato viria a seguir.

Charlie, não pensou, apenas reagiu às palavras de sua filha. Isabella sempre soube que ele casou com Renné pelo dinheiro, não que Renné não fosse uma mulher desejável e atraente, ela era e continuava sendo. Mas amor? Não, amor nunca sentira por sua esposa submissa e estonteante, a única que lhe provocava tal sentimento, era aquela que o tirava do sério, que estava a sua frente, dizendo que ele nada significava a ela, sua filhinha.

O tapa forte e pesado de seu pai, veio juntamente com o grito de sua mãe. Isabella sentiu sua face virar com a força desprendida, sua face queimou imediatamente, fazendo que seus olhos se enchessem de lágrimas. Lentamente virou o rosto em direção àquele que amava, sim amava e muito, mas o odiava na mesma medida.

Pôde ver nos olhos castanhos de seu pai o arrependimento instantaneamente. Mesmo o odiando mais que em qualquer momento, sabia que era a luz dos olhos de seu pai, mesmo que este não saiba demonstrar seu amor, como faziam muitos pais que conhecia.

Flashback off

Isabella lembrou-se do dia que saiu de casa pesarosamente, podia sentir a queimação em seu rosto, mas o que mais sentia, era a dor da ruptura em seu coração, pois desde aquele dia, encontros obrigatórios com seu pai tornaram-se pesados, os distanciando cada vez mais, ainda mais quando o homem que era para ser seu herói, insistia na idéia maluca e absurda de fazê-la casar com algum filho de magnata e político.

– Bella? – chamou Edward, trazendo-a de volta para o presente – chegamos – anunciou docemente, quase como se com um bichinho acuado.

– Oh... – surpreendeu-se por ter-se desligado, praticamente por todo o caminho, imersa em lembranças dolorosas.

Rose e Alice saíram do carro silenciosamente, aguardando os movimentos de sua mais nova amiga, ambas sabiam a dor da perda de um ente amado e queriam estar ao lado, assim como seu irmão, da sua mais nova amiga, mesmo que aquilo fosse uma unha encravada, como pensou Rose, afinal amigas eram isso, para toda hora e o sempre, não importa se por lágrimas ou risadas, mas sim a ligação sincera de pessoas que se amam por escolha e assim, ambas decidiu amar a mais nova amiga, aquela que trazia o brilho nos olhos de seu irmão.

Isabella saiu do carro já procurando por seu irmão, o que de acordo com o tamanho não seria muito difícil de encontrar e para confirmar seu pensamento, avistou Emmett encostado em seu carro, perdido em pensamentos, como há pouco estava.

Meu irmão está ali – falou para ninguém em particular, pegando inconscientemente a mão do namorado.

Isabella e Edward andaram um ao lado do outro, de mãos dadas, com Rose e Alice em seu encalço.

– Emmett – chamou um pouco mais alto, quando estavam mais próximos, fazendo com que aquele homem grande levantasse a cabeça.

– Bells – suspirou aliviado ao ver sua irmã. Mesmo que Isabella não tivesse pedido que a esperasse no estacionamento, teria feito mesmo assim. Por mais angustiado que estivesse, encontrar o seu pai, em situação tão delicada, estava exigindo muito de si mesmo, pois assim como Isabella, pensou em várias coisas que levassem sua mãe ao hospital e todas envolviam Charlie e seu punho, aquele que infelizmente se dizia seu pai.

Isabella abraçou o irmão, tentando acalmá-lo, sem soltar sua mão de Edward.

– Emmett, este é Edward, meu namorado – disse ao se afastar.

Edward estendeu a mão para cumprimentar seu cunhado, quando reparou que ele estava vidrado olhando sob o ombro de seu anjo, como se estivesse vidrado em alguma coisa, e ao acompanhar o olhar daquele homem grande, que aparentemente deveria ter a mesma idade que a sua, mesmo com o mesmo ar inocente de Isabella, se deparou com sua irmã, sempre tão falante e espirituosa, calada, olhando fixo para seu cunhado. Por alguns instantes, todos presentes acompanharam a conversa silenciosa que ali acontecia, deixando Alice radiante, ao ver sua irmã perdida por alguém, mesmo que este alguém fosse tão grande e assustador, mas sendo irmão de Bella, com certeza era alguém do bem. Não que Rose precise de alguém para defendê-la, mas a queria tão feliz quanto se sentia ao lado de Jasper. – Pensou.

Isabella, sabia que seu irmão ficaria fascinado por Rose, imaginava o que aconteceria quando esta mostrasse toda sua impetuosidade. Era para ser, tudo fazia sentido, mesmo que não pudesse explicar.

Edward, sentiu seu lado protetor correr por suas veias, mas controlou-se, afinal aquele era seu cunhado e Rose não era nenhuma boba e tinha Isabella.

– Emm? – chamou Bella, cortando a tensão que instalara ao redor.

– Oi... er... o quê? – disse incoerente, fazendo sua irmã revirar os olhos.

– Emm, este é Edward, meu namorado – apontou para o homem ao seu lado que avaliava seu irmão e todos sabiam bem o porquê.

– Ei, desculpe – estendeu a mão para Edward, desviando relutantemente o olhar da mulher mais linda do mundo. Quem é ela? – perguntou-se atordoado. – Sou Emmett, irmão da Isabella. – falou mais composto.

– Prazer, quer dizer, prazer em conhecê-lo, pensa que seja em tal circunstancia – respondeu Edward, sinalizando o Hospital.

– Em, está é a Alice e Rose, irmãs de Edward.

– Olá – respondeu meio sem jeito, surpreendendo Isabella, ao ver seu irmão encabulado ao conhecer uma menina, pois sabia que toda aquela timidez repentina, era por causa de Rose e não Alice.

Antes que Rose e Alice pudessem responder, ouviram uma voz forte e grave, cortar o momento de apresentações.

– Isabella, Emmett.

Ambos viraram, já sabendo de quem se tratava, se armando, cada um de sua forma, para que não se matassem antes mesmo de ter noticias de sua mãe.

– Pai

– Charlie

Falaram ao mesmo tempo.

Continua...

Notas finais
Boa semana a todos beijinhosss