Notas iniciais
Bom... primeiramente eu quero agradecer de todo o meu coração a todos os comentários, as leitoras novas que ainda não consegui dizer SEJA BEM VINDA como merecido...MAS SINTAM-SE CADA UMA DE VC'S MUITO BEM VINDA.... eu não vou me prolongar na novela mexicana dos comentários... mas vc's minhas flores novas, saibam que eu li cada um e amei e irei responder cada um... só não posso dizer quando...:=((((( Em segundo lugar e não menos importante, quero agradecer Às seis recomendações que o meu baby e xodó da Juli recebeu... sério meninas - VIvi - Laura, minha amada flor guarda-costas, Michelle RC, minha Florzinha Diva nos comentários...(mal de Michelles rsrsrsr), Lane, minha linda que eu amo tanto... que sempre me diz bom dia no zap zap...Juli, minha amiga... madrinha do nosso Mecânico que não só me aguenta surtando quando estou escrevendo, como aguenta meu estado quase permanente de lesa rsrsrsrs - Irene, minha flor Jenks, que mesmo cansada, trabalhando como louca achou um tempinho de madrugada, sério de madrugada e fez uma recomendação linda... uauuuu... e tudo isso no segundo capítulo... espero de coração não decepcioná-las... espero conseguir estar a altura da recomendações de vc's e de todo o amor e carinho...amo vc's amadas...obrigada

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“Isabella olhava aquele homem todo sujo, pele bronzeada e corpo escultural, mas a única coisa que conseguia realmente enxergar era aqueles olhos que lhe fitava com adoração, com reconhecimento, mal conseguia se lembrar de respirar, apenas pensou de forma insana em abraçar aquele homem, sentir seu cheiro, seus braços grandes a envolver com o mesmo carinho que emanava em seus olhos. Sentia-se perdida no tempo e espaço e ao mesmo tempo completamente em casa.

Edward estreitou a distância que o separava daquela menina, que o separava de sua garota, que o separava daquilo que sempre desejou e nunca achou que encontraria, seu olhar nunca desviando daquele verde água, daquele anjo, ela parecia um anjo”.

http://www.youtube.com/watch?v=i9p0h8DEMV0

PDV Narrador

– Olá – Edward falou com sua voz rouca, hipnotizado pelo anjo que o olhava tão profundamente, como se pudesse ver sua alma, seus segredos e tormentos, sentiu-se nu, despido e acariciado, estava perdido e entregue aos braços de sua amada, daquela que sem precisar abrir a boca o roubou para si, levando para longe todas as suas angústias e medos.

– Maninho lindo, esta é a Isabella – Rose falou mais por educação, pois era nítido para todos que ali presenciavam a troca de olhares, que palavras não precisavam ser ditas, pois nunca vira seu irmão olhar assim para outra mulher, com tamanha adoração e reverência, nem mesmo para suas mulheres como sempre se referia a ela, sua irmã e sua doce Nona. – Ela nos deu carona até aqui, já que ficamos na faculdade discutindo um trabalho que ela será nossa orientadora... – Será que eles a ouviam? — pensou Rose, feliz por ver a sua mais nova amiga fascinada por seu irmão, assim como ele por ela, e não como a vaca da Irina, palavras de Rose, olhava seu maninho lindo.

– Olá – respondeu a morena de cabelos pretos e olhos verde água. – Bella, pode me chamar de Bella...

– Perfeito... – sussurrou mais para si mesmo, perfeito como ela, Bella, pensou o homem enfeitiçado por seu anjo.

– Edward... Edward... – Irina que vendo a cena tão explícita, não se aguentou e chamou aquele que considerava sua propriedade, mesmo que soubesse que ele nunca a quis de fato, mas isso era questão de tempo e nenhuma “menininha” de quinta lhe tiraria isso, resmungava de raiva a si mesma.

Saltos irritantes foram escutados, tirando finalmente da bolha Edward e Isabella que relutantemente desviaram os olhos e se deram contam de que todos os olhavam, Isabella ficou vermelha, nunca lhe acontecera tal coisa, nunca sentira tamanho desespero em estar com alguém, em ser de alguém, em pertencer alguém. Em sua vida, sempre lutou por seus ideais e contra aqueles que tentavam a todo custo controla-la, apenas seu irmão Emmett compartilhava de suas ideias e por ele rompeu praticamente com o seu pai, mas diante daquele homem lindo, perfeito, com olhos tão verdes como duas esmeraldas, sentiu pela primeira vez não pertencer a si mesmo e sim a ele, apenas a ele.

Com certeza aquela que o chamava era sua namorada, pensou pesarosa, sentindo seu coração doer, não entendendo o porquê sentia essa dor de perda, sendo que ele não era dela.

Edward, ao ouvir a voz anasalada e irritante daquela que tanto o perseguia, quebrando aquele momento mágico teve ímpetos assassinos, uma raiva estranha, um sentimento de proteção por aquela que apenas ouvira o nome tomou seu corpo e mente e a única coisa que pensou foi colocar seu anjo longe das garras de Irina.

Virou-se rapidamente e olhou de forma tão assustadora, que a mulher que vinha tão determinada a tirar a morena intrusa do caminho, tropeçou diante da intensidade e ira que vira pela primeira vez nos olhos de “seu” mecânico. Irina sempre soube da educação de Edward, de que ele jamais destrataria alguém, nem mesmo quando estava irritado, mas temeu ao ver o desprezo nos orbes esmeraldas, não reconhecendo ali a cordialidade e educação tão conhecida daquele homem.

PDV Edward

Eu juro que se essa vagabunda der mais um passo em direção a Isabella que eu não respondo por mim. Louca, aquela mulher irritante era louca. Inferno, maldita hora que eu fui para a cama com ela, eu sabia que daria merda. Espero que ela entenda o meu olhar.

– Irina, querida – Rose, minha irmã esperta interferiu – acho melhor você ir embora e olhar... o seu salto, aqui não se concerta sapato de rolimã de biscate, então vaza... – tive que segurar a risada, essa era Rose.

– Rose... – chamou Alice, louca para rir, mas fazendo o seu papel de séria – não seja mal educada, irmã – Irina começou a ficar de uma cor um tanto estranha, eu quase fiquei preocupado, mas o doce aroma de meu anjo atrás de mim, me impedia de sentir qualquer pena daquela coisa – não repare em minha irmã – Alice virou-se para a loira de deus zebu – mas eu acho melhor você ir, sabe, meu irmão – falou apontando para mim com sua voz suave e baixa de costume — é muito educado para dizer que você não é bem vinda, eu sou muito educada para dizer que você é encosto disfarçada de vacóide, mas vai por mim, minha irmã aqui não é, então... – com essa todos riram, afinal Alice nunca se manifestava, era tímida e observadora por natureza, mas uma coisa que nós três tínhamos em comum era o instinto protetor, sempre protegíamos uns aos outros, mesmo eu sendo bem mais velho e homem, minhas irmã muitas vezes se tornavam mais bravas do que eu mesmo para me proteger, mas algo em meio aquilo tudo me chamou como imã, a risada do meu anjo, era doce como seu olhar, suave e linda.

Virei-me a tempo de ver a deus zebu indo em direção a seu carro, com uma cor realmente muito estranha, mas nada disso importava e sim Isabella.

– Desculpe por isso – disse sinceramente ao virar-me novamente para a minha menina.

– Imagine – disse ainda rindo – algo me diz que suas irmãs a odeiam – seu rosto demonstrava curiosidade, como se quisesse perguntar algo, mas não tivesse coragem – bom, ela é...

– Não. – falei a cortando, com certeza estava pensando que Irina era algo meu, tinha que deixar claro que não havia ninguém em minha vida, até conhecê-la é claro.

– Não?

– Não. – repeti já sorrindo com o estranho diálogo.

– Mas você nem ouviu a minha pergunta. – sorriu de volta e eu me senti o homem mais sortudo de todo o mundo ao ver aquele sorriso doce despontar da face de meu anjo.

– Não importa, tudo que se refira àquela mulher a resposta será não, ela não é nada minha, não temos nada, ela não significa nada para mim.

– Não foi o que pareceu... – Isabella sussurrou mais para si mesma, tenho certeza.

– Eu sai...

– Meu Deus, me perdoa, desculpa, não, não, por favor, desculpe a indiscrição. Eu preciso ir embora – seu rosto estava adoravelmente vermelho, que por pouco não coloquei minha mão para sentir seu calor, mas minha mão estava suja de graxa, ou melhor, eu estou sujo de graxa. Merda.

– Ei, tudo bem – sussurrei tentando amenizar o seu nítido constrangimento.

Eu estava maravilhado com sua curiosidade em saber se eu era algo de Irina, isso só poderia significar que eu não fui o único a sentir essa coisa louca e sem explicação, esse sentimento que eu não sei dizer exatamente o que é, mas que eu sei que é todo dela.

Como isso poderia ser possível? Hoje de manhã eu falei a minha Nona que eu amaria a minha garota, que um dia a encontraria e a colocaria em minha moto, mas em nenhum momento eu imaginei que estaria olhando para ela, nunca imaginei que estaria olhando para o anjo que tenho tatuado há anos em meu corpo como prova do amor que eu sempre guardei para aquela mulher que acabei de conhecer, o meu anjo, a luz da minha vida.

– Bella. – chamou Rose. – venha conhecer a oficina do meu irmão e do meu f... do amigo de infância do meu irmão.

– Eu preciso ir Rose, está ficando tarde, meu irmão daqui a pouco estará me caçando. – Isabella respondeu educadamente. Ela ainda estava sem graça, adoravelmente sem graça.

– Por favor, não vá, venha até a nossa casa, ela é simples, mas assim você saberá onde nós moramos e poderá conhecer a Nona, por favor.

– Rose... – alertei, louco para que meu anjo dissesse sim, mas ao mesmo tempo preocupado que ela pudesse ter algum problema com o seu irmão. – Bella você será muito bem vinda para jantarmos com a gente, mas se tiver algum compromisso, não ligue para a chantagem de Rose e sua cara de cachorrinho que caiu da mudança, ela sempre faz isso para conseguir as coisas.

– Edward...

– Aposta que é assim que ela consegue tudo de você – riu deliciosamente, céus, eu não sobreviveria a minha garota.

– Com certeza.

Rose infantilmente mostrou a língua, pegando a mão de Bella, como se já ela já tivesse concordado em jantar conosco.

– Um minuto Rose – pediu meu anjo. – vou só avisar o meu irmão que não jantarei em casa.

Isabella se afastou um pouco me deixando sozinho com a minha espevitada e nada discreta irmã.

– Venha aqui pimentinha.

– Não maninho, você está sujo até no cabelo – rio apontando para o que possivelmente fui eu passando as mãos no cabelo sem limpar as mãos. – ela é linda.

– Sim, ela é... – respondi automaticamente e ouvi sua risada. – Bom... er... argh...

– Tudo, maninho lindo, você não foi o único, tenho certeza que neste momento enquanto ela fala com o seu irmão, seu coração está tão acelerado, quanto o seu – falou colocando sua mão em meu peito e fazendo careta ao ver que estava sujo e suado – acho que precisa de um banho, afinal – apontou o queixo para meu anjo que havia terminado o seu telefonema e vinha em nossa direção sorrindo – temos visita hoje a noite.

– Cadê Alice? – onde estava a Allie?

– Allie? – Rose arregalou os olhos rapidamente, mas sorrindo em seguida. Ela estava me escondendo alguma coisa. Uma coisa que eu aprendi sobre minhas irmãs, tão parecidas e ao mesmo tempo tão diferentes é que nenhuma das duas sabiam mentir. – acho que foi ao banheiro. Venha Bella – chamou virando-se e me deixando sozinho – vá arrumar tudo maninho, vou mostrar as coisas para a Bella enquanto você se troca para irmos.. ahhh – gritou literalmente – avisa a Nona para colocar mais um prato e quem cozinha hoje é você.

Eita porra, o que elas estão aprontando? Bom melhor eu fechar a oficina. De longe eu vi o carro de Jasper parado na lateral da oficina, eu nem o vi chegar e por quê diabos ele não veio falar comigo?

– Seth, já está na hora moleque, vá se arrumar que eu arrumo aqui. – falei ao melhor mecânico que eu tinha e meu braço direito aqui na oficina.

– Ok chefe – respondeu com seu típico sorriso de menino, com covinhas que o deixava mais garoto do que era.

– Odeio quando você me chama assim, moleque – falei batendo na aba de seu inseparável boné.

Seth era o irmão mais novo de Paul e Jacob, ambos já haviam trabalhado aqui, mas agora estavam estudando em outro Estado, nas férias costumavam fazer bico aqui na oficina se o serviço fosse grande, eram garotos estudiosos e do bem e agora Seth que ainda estava no ensino médio, ajudava a família trabalhando a tarde aqui.

Arrumei algumas coisas na parte de baixo, dispensei Seth e seu primo Quill que insistiram em me ajudar e fui ao escritório ver se Jasper estava por lá, mas a minha louca e espevitada irmã pulou a minha frente me assustando e reclamando que eu precisava colocar uma camisa, limpar a cara para pelo menos conseguir chegar em casa e pela primeira vez em minha vida eu fiquei envergonhado, sentindo meu rosto queimar ao ver de longe meu anjo me olhando como se percebesse só naquele momento que eu de fato estava sem camiseta, com a borda da minha cueca preta boxer aparecendo sob o cós da calça. Instintivamente coloquei minha mão nada limpa em meu cabelo, desde pequeno eu tenho essa mania quando me sinto nervoso, mas aí seus olhos que antes analisavam meu peito e barriga, pousaram em minha tatuagem, sua boca abriu ligeiramente com a imagem grande que se encontrava pintada em minha costela, o anjo de cabelos compridos e preto, um retrato de si mesma, com a face coberta por uma máscara. Ela estava marcada em meu corpo antes mesmo de eu conhecê-la, ela era minha antes mesmo de saber e seu olhar incrustado em minha tatuagem dizia saber que ela era o meu anjo.

Seus olhos lentamente levantaram até encontrar os meus, abaixei meu braço escondendo a tatuagem e ali mais uma vez eu senti a necessidade maluca e incomum de pegá-la em meus braços, beijar sua boca rosa e perfeita, sentir sua pele macia, lisa, com seu cheiro doce e suave.

– Vai fedido, vai dar um jeito nessa nháca – falou Rose me tirando do transe que era olhar Isabella, me empurrando para o banheiro que tinha ali ao lado da escada.

Ainda entrando no banheiro ouvi Rose cochichar algo e subir as escadas como um foguete, algo estava muito estranho, eu estava perdendo alguma coisa, mas depois eu verificaria isso, eu sabia que Rose estava me escondendo alguma coisa, mas com o meu anjo tão perto e ao mesmo tempo tão longe eu não conseguia pensar direito. Uma vez me disseram que você não precisa estar a quilômetros de distância para estar longe de uma pessoa, que a distância física não é nada, mas neste momento eu não tinha a distância física da pessoa que eu mais desejei e sonhei em minha vida, ela estava ali ao meu alcance era só esticar os braços e envolvê-la, claro, depois de um banho, mas estava ali e eu não podia fazer isso, pelo menos não ainda.

Quando eu era pequeno, deveria ter uns 12 anos mais ou menos perguntei ao meu pai o que era amor.

Flashback on

– Pai..

– Fala meu filho – falou Carlisle, meu pai, um homem alto, loiro com olhos profundamente azuis como o oceano.

– Posso te perguntar uma coisa?

– Acabou de perguntar. – rolei os olhos com sua tão comum brincadeira.

– É sério pai – falei cruzando os braços, o assunto era sério poxa.

– Ok, desculpe – sentou-se mais ereto, dando toda a sua atenção a mim.

– O que é amor?

Meu pai olhou profundamente para mim, como se tentasse entender a minha pergunta, mas ela era simples, não era? Ele respirou fundo colocando suas mãos em meu rosto.

– Isso é amor, meu filho, isso que estou segurando em minhas mãos neste momento é amor. – enruguei a testa em nítida confusão. – você é a prova concreta do amor, você é fruto do amor mais lindo e profundo que um dia eu senti em minha vida e com isso, você e suas irmãs, são os meus maiores amores, assim como sua mãe.

– Não entendi, Pai. – falei sincero.

– Edward, existe vários tipos de amor, tem aqueles que sentimentos por nossos amigos, que é um amor tão grande, que temos a necessidade enorme de tê-los para todo o sempre, são pessoas que sempre estaremos perto, apoiando quando precisarem, torcendo quando precisarem de incentivo e mais ainda, ficando feliz com cada uma de suas vitórias, pois amar é isso, ficar feliz pelo outro e sempre e sempre estar ao lado deles.

– É como eu o Jasper?

– Exatamente. Ele é seu melhor amigo e não importa o que aconteça o amor que os une fará com que essa amizade dure para toda a sua vida.

– Tá, mas por que você disse que eu e minhas irmãs somos amor?

– Porque vocês são frutos do amor que eu e sua mãe sentimos. Filho, um dia você vai conhecer uma pessoa, uma mulher que fará seu mundo virar ao contrário e ao mesmo tão certo que terá a sensação que nada até aquele momento estava certo ou fazia sentido. Entendeu?

– Acho que sim. Mas como é que eu vou saber que é ela pai?

– Simples meu filho, você não precisará fazer essa perguntar, você apenas saberá ao olhar para ela e quando isso acontecer, o seu coração lhe dirá que você encontrou o seu anjo, assim como eu encontrei a sua mãe e que através disso tudo nós tivemos os nossos bens mais preciosos, as coisas mais importantes das nossas vidas.

– O que pai?

– Vocês. Você e suas irmãs.

Flashback off.

– Vamos Edward? – Alice bateu na porta do banheiro me tirando de lembranças tão boas com o meu pai e ao mesmo tempo em que doía tanto, pois neste momento eu queria poder dizer que finalmente eu encontrei o meu anjo, que finalmente eu não fiz a pergunta, pois eu apenas sabia que ela era o meu amor, meu único e para sempre amor.

Continua...

Notas finais
.... nada a declarar, morrendo de raiva desse site, levo uma advertência porque uma mal ou um mal amado me denunciou por postar as notas iniciais no próprio capítulo da outra fic, porque ele não deixa eu postar tudo o que eu quero e aqui está acontecendo a mesma coisa e não posso postar e agradecer tudo o que eu quero... afffff...