Um Amor Impossivel

14 Reencontro de famíllia


Notas iniciais
Gente aqui estou, eu so quero fazer duas perguntas: - Voces gotam dessa historia? - Tem alguem que mora em Sao Paulo? Se sim e queira conversar comigo, por favor me mande uma mensagem privada.

– Ola German.

– O que está fazendo aqui?! E se a Violetta te ver.

– É isso que eu quero, sinto falta da minha pequena.

– Você nunca vai falar com ela! Não se lembra do que combinamos.

– Eu vou sim, não vou sair daqui sem falar com ela.

– Como soube onde moravamos?

– Pelo Leon... ai, nao devia ter te dito.

– COMO?! ELES JA SE VIRAM?!

– Já.

Por Vilu:

Ai, e agora? o que eu digo?

– Nada Leon, ele nao disse nada.

– Violetta, eu te conheco, fala por favor.

– Não foi nada, ok? — Digo e comeco a correr a caminho de casa, mas é claro que ele me seguiu. Tentei despista-lo, mas nao deu certo.

– Violetta! Volta aqui, precisamos conversar!

– Não Leon, me deixa em paz! — Gritavamos feito dois loucos, atraido olhares e velhos gritando: — Calem a boca!

Ao abrir a porta de casa, com Leon dou de cara com uma mulher.

– MÃE, O QUE TA FAZENDO AQUI?! — A tal mulher chega perto de mim e me abraçando grita:

– Filinha! Como você cresceu!

– Mamãe! — Retribuou o abraço.

– Solta ela! — Grita meu pai me afastando com raiva da tal mulher cuja alegou ser minha mae.

– Não encosta nela assim! — Grita Leon entrando em minha frente a sinal de proteçao.

– Leon, quanto tempo, mesmo sou seu pai e tem de me obedecer.

– NÃO! Voce deixer de ser meu pai no dia em que pegou minha irma e a levou para o outro lado do mundo, acabando com a minha vida!

– Ah, eu sabia que isso ia acontecer... Vamos Violetta, arrume as malas! Vamos para Catar!

– Não, cansei de ser sua mala.

– Vamos, me obedeça, pela lei eu ainda sou seu pai!

– Infelizmente. — Digo já subindo.

– NÃO! EU não deixarei que a leve! — Diz Leon, me abraçando pela cintura.

– E nem eu! — Minha mãe pega minha mão.