Notas iniciais
Heeyy... Eu estou em epoca de provas bimestrais entao ta dificil postar, mas como tenho uma prova de redaçao resolvi postar... Tipo estudo.

– Vocês não podem fazer nada, eu tenho a guarda!

– E eu estou nem ai para isso. Vou na justiça se for preciso. Mas que ela é minha filha, é. Esconde-la não mudará nada, não está vendo que ela já sabe?

– Não jogue isso para mim, você não a conhece.

– E você muito menos, néh? "Papai".

– O que quer dizer com isso?

– Me leva a todos os lugares como se fosse sua mala, faz de tudo para impedir que a minha mãe me encontre, e o meu irmão. Que tipo de pai faz isso?

– Um pai protetor.. Agora sobe e faz a sua mala por que você tem 17 anos, e até fazer 18 é obrigada a ficar comigo! Vai! — Me solto e subo escada a cima, chorando. Começo a tacar tudo na mala sem a menor importancia.

– Vilu.. — Léon abre a porta mal.
O abraço e nos dois sentamos no chão apoiados a parede e ele afagava minha cabeça, enquanto eu choro em seu peito, só o ouço dizer.

– Tudo vai ficar bem.

– Como pode pensar isso? Eu não vou te ver. — Me sento em sua frente e o encaro.

– Porque não importa a distancia, eu sempre vou te amar.

– Eu tambem te amo, irmão.

– E afinal deve ser apenas uns oceanos e alguns paises. Nada demais. — Rio.

– Bom — Levanto e o ajudo. — Falta 3 meses para fazermos 18.. Então em 3 meses eu volto.

– É tempo de mais.

– É eu sei, fazer o que? — Pego a mala e ando ate a porta, mas antes paro em sua frente, ponho a mala no chão e o abraço.

Eles contar meu corpo que seus braços e eu estava encaixada em seu peito. Seu coração batia rapido.

Desço as escadas e minha mãe me abraçou.

– Eu sinto muito, filha, mas nós vemos em tres meses.

– Sim, mãe.. — Ela limpou uma lágrima fugitiva.
– Não chore, raio de sol. Mamãe está aqui. — A abraço mais forte. — Se lembra disso?

– Claro, mamãe.

– Vamos! — Meu pai me puxou para fora e entramos em um taxi. No taxi vejo o Léon e mamãe entrarem em outro e nos seguirem.

O caminho foi longo, mas chegamos no aeroporto.
Léon estava do meu lado enquanto fazia German fazia chekin.

– Eu sinto muito..

– Por que?

– Por não ter sido um bom irmão.
– Você é perfeito e sabe disso. — Peguei seu queixo levemente e dei um longo beijo em sua bochecha.

– Vão ser os tres piores meses da minha vida.

– Talvez.. — Pensativa.

– Como assim?

– Nada não.

Ficamos um tempo ali abraçados.

Escuto meu pai gritar:

– Vamos Violetta!

– Bom, está na hora. Preciso ir.

– Não quero te deixar ir. — Pos suas mãos entrelaçadas atras da minha cintura.

– Não deixe.

– Vamos logo, Violetta!

– Eu te amo. — Ele disse.

– Eu tambem, como irmãos.

– Não quiz dizer como irmãos. — No momento que resolvi dar um beijo nele, meu pai me arrancou dali, quando olhei para trás lá estava Léon abraçado em mamãe, eu estava sendo puxada.estendi a mão em direção a ele, portas de vidro se fecharam em minha frente.

– Eu tambem te amo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.