Um Amor Entre Dois Traidores
6 Uma Outra Namorada?!
Notas iniciais
– Vai logo Amu! — gritava Utau — solta isso de uma vez.
– Iada! — gritava Amu sem parar .
– Você não tem escolha ele designou você! — disse Rima.
– É o seu trabalho, você tem que ir! — completou Yaya.
– Não me importa se é meu trabalho ou não. Daqui eu NÃO saio, daqui NINGUÉM me tira! — disse Amu.
– Aff, só nós três não vamos dar contar — disse Utau soltando Amu que se segurava em um pilar.
– Ah, olha os meninos ali, agente pode pedir ajuda pra eles — sugeriu Rima.
– Hey, Nagi, Kukai, Kairi — gritou Yaya acenando para os três — vocês podem dar uma ajudinha pra gente aqui?
– Claro — disse Kukai se aproximando seguido pelos outros dois — do que vocês precisam?
– Bem é que teve um cara que tem a maior cara feia que solicitou a Amu, e agora ela não quer ir — explicou Yaya — nós tentamos leva-la a força aí ela grudou nesse pilar e não quer soltar de jeito; maneira.
– Hum... Vamos ver — disse Kairi olhando para Amu — muito bem! Kukai e Nagi, vocês seguram a Amu pelas pernas e vocês três na barriga e nos braços.
– E você? — perguntou Utau.
– Eu vou buscar outra solução para esse problema caso isso não de certo — respondeu Kairi.
– Okey — afirmou Yaya — muito bem pessoal, vamos lá! Um, Dois, Três, Puxem!
– Mais força — disse Rima.
– Se a gente fizer mais força vamos acabar cain... Aaaah — se interrompeu Utau ao ver que estava caindo junto com todos os outros.
– Minha nossa da onde essa menina tira tanta força? — perguntou Nagihiko se levantando (ele se recupera rápido de um tombo não?!).
– Eu já disse e vou repetir só mais uma vez: Daqui NÃO saio, daqui NINGUÉM me tira — disse Amu.
– Tem certeza? — perguntou Utau vendo a outra solução que Kairi havia arrumado — nem mesmo ele?
– Ham? — perguntou Amu olhando para onde Utau apontava — I-Ikuto? Nã-não! Nem mesmo e-ele! >////
– Isso é o que vamos ver — disse Ikuto se aproximando de Amu que começou a ficar corada — tem certeza que não quer sair daqui?
– Te-tenho — respondeu Amu corada por Ikuto ter perguntado aquilo tão perto sussurrando em seu ouvido.
– Então tá, que bom porque assim eu posso fazer isso: um: eu vou te abraçar assim... — disse Ikuto envolvendo os quadris de Amu em seus braços — ainda não vai soltar?
Amu balançou a cabeça negativamente em quanto tentava não morrer de tão vermelha e envergonhada que ficava.
– Então tá, que bom, pois assim eu também posso fazer isso: dois: chegar o meu rosto bem perto do seu e te contar um "segredo"... — disse Ikuto se aproximando da orelha da Amu e depois mordiscando-a — ainda não vai soltar?
Amu balançou a cabeça negativamente de novo.
– Melhor ainda, já que assim eu posso fazer a terceira coisa: eu vou pegar as minhas mãos e subir pelo seu quadril ate chegar aos seus... — Ikuto foi interrompido.
– Soltei — disse Amu se soltando do pilar e levantando as mãos para cima provando isso.
– Huhuhu — riu Ikuto dando um selinho na bochecha de Amu — divertida como sempre neh, Amu-koi?!
– Amu-koi? — disse uma menina que apareceu do nada – o que você pensa que está fazendo com o meu namorado?
– SEU namorado? — perguntou Amu olhando super irritada para a menina.
– Bem, acho que eu vou ver se alguém ta precisando de alguma coisa por ai — disse Utau — vocês vem comigo meninas?
– Estamos logo atrás de você — disseram Rima e Yaya juntas seguindo a loira.
– Eu vou ver na dispensa se está faltando alguma coisa que a gente precise comprar — disse Kukai — vocês dois podem me ajudar?
– Deixa que eu pego o carro — disse Nagihiko com a chave na mão.
– E então? — perguntou Amu — eu ouvi direito? Você disse SEU namorado?
– É... pelo jeito você não esta surda não! Ele é MEU namorado! — respondeu a menina que puxou Ikuto para perto de si — e se está duvidando então olha isso...
Amu quase voou no pescoço daquela garota ao ver ela beijando Ikuto, mas acabou se afastando antes que pudesse fazer isso. Ikuto logo se soltou dos braços da garota e correu para alcançar Amu para se explicar. Logo que ele a alcançou segurou-a pelo pulso.
– E então? Qual a sua explicação? – perguntou Amu.
– Tá falando sério? Você vai mesmo deixar eu te explicar? – perguntou Ikuto.
– Eu preciso de um motivo para te matar não é?! – brincou Amu.
– Tá bom então – concordou Ikuto antes que ela mudasse de ideia — Aquela garota que me beijou se chama Yamabuki Saaya, ela foi uma garota que eu conheci a muito tempo e achava que estava apaixonado por ela até ver o quanto ela era grudenta, chata e que ela só queria ir para cama comigo. Aí eu terminei o nosso namoro só que acho que ela ainda pensa que estamos juntos. Eu só não sei como ela conseguiu me achar aqui, um dos meus seguidores deve ter contado para ela por pensar que ainda estávamos juntos.
– Uhum! – disse Amu com um tom irônico, como quem diz: “A tá, até parece!”.
– É verdade! – tentou Ikuto, mas viu que era inútil assim que ela fez uma cara que parecia dizer: “Mente que eu finjo que acredito” – O que foi? Não confia em mim?
– Tá bom – “concordou” ela – agora mande-a embora antes que acabe contando para alguém quem realmente somos!
– Mas Amu, se ela ainda pensa que estamos juntos, quando eu chegar lá ela provavelmente vai se jogar para cima de mim.
– Tudo bem, então deixa que eu mesma mando ela embora.
– Amu o que você vai fazer?
– O que foi? Não confia em mim?
~Em outra sala...
– Ah! Até que enfim você chegou, já estava com sau... Dade – Saaya falou mais baixo assim que viu que era Amu ao invés de Ikuto – o que está fazendo aqui? Veio se humilhar ainda mais agora que sabe que o Ikuto é meu namorado e não seu?!
– Ah! Por favor, me poupe desse seu papinho inútil. Eu só vim aqui para te dizer, ou melhor, para te mandar ir embora – disse Amu já sem paciência.
– Ou se não o que? Você vai me obrigar?
– Você quer mesmo descobrir?!
– AH! Tá bom! Tá bom! Eu desisto! Eu desisto – gritava Saaya.
– O que foi isso? – perguntou Rima na conzinha.
– Eu não sei, mas parecia aquela garota, aquela tal de Saaya – respondeu Utau.
– O que estamos esperando?! Vamos logo ver o que é – disse Nagihiko.
– E agora?!Ainda quer continuar aqui? – perguntou Amu em cima da garota que estava completamente amarrada.
– Tá legal! Eu já entendi! Não vou mais voltar aqui e nem contar que estão aqui! – gritou Saaya se rendendo a muito tempo.
– Amu! – se surpreendeu Rima com a cena – o que você está fazendo?
– Nada! Apenas estou mostrando para ela que nunca se deve duvidar de alguém que fala que vai te dar uma surra! ^ ^ — respondeu Amu saindo de cima da outra.
– Ah, então tá neh?! – disse Rima assim como os outros sem entender nada.
~Depois...
– O que foi aquilo Amu? – perguntou Ikuto entrando no quarto.
– O quê? – perguntou Amu como se não soubesse de nada.
– A Rima me disse que ela e a Utau tiveram que desamarrar a Saaya em quanto o Nadeshiko via se ela tinha quebrado algum osso logo depois que você saiu da sala onde eles estavam – falou Ikuto – por que você fez isso com ela? Isso não se parece com uma atitude sua Amu. Quando Rima me falou nem parecia que era de você que ela estava falando.
– Eu sei Ikuto – disse Amu cabisbaixa – eu sinto muito, mas é que depois de tudo que aconteceu parece que a Saaya só apareceu para me fazer perder toda a razão, ou pelo menos, a pequena razão que me restava.
Ikuto se sentou na cama ao lado dela abraçando-a.
– Eu sei Amu que está sendo difícil agora que você teve que deixar sua vida para trás, mas eu já te disse que agora eu sou sua vida – disse ele olhando em seus olhos – e não vai ser uma garota idiota que vai tirar você de mim.
– Eu sei Ikuto, mas ainda sim tenho que continuar com uma parte dessa minha outra vida – disse ela depois que eles se beijaram.
– Eu não acredito Amu que você ainda pensa nessa maldita vingança, isso não vai te levar a nada!
– Eu sei disso, mas não pude esquecer depois de descobrir que alguém havia contando a verdade para a mulher do meu parceiro e...
– Perai! Você não tinha dito que foi ela que descobriu a verdade sozinha?
– Sim eu disse, eu estava conversando com a Utau hoje de manhã sobre o Tadase e ela me disse que alguém havia contado a verdade, mas ela não sabia por que e nem quem era essa pessoa.
– Amu, não importa o que você descubra, me prometa que não vai atrás dessa pessoa! Me prometa que vai esquecer isso! Me prometa Amu!
– Tá, tá, eu prometo, mas por que você está tão aflito assim?
– Amu, eu já vi muita gente se entregar para o ódio por causa de uma simples vingança e depois que a conseguiu acabou se matando por não ser a maravilha que eles esperavam e eu não quero que isso aconteça com você. Está bem?
– Uhum.
– Que bom! – disse se levantando da cama e indo em direção a porta.
– Esperai aonde você vai?
– Eu preciso perguntar umas coisas para a Utau em relação aos clientes e dar uma volta para esfriar a cabeça um pouco.
– Okey – “concordou” Amu triste, pois espera que algo mais acontecesse alem daquele simples beijo de conforto e aquela promessa.
– Você sabe que cedo ou tarde ela vai descobrir neh? – disse Lulu ao lado de Ikuto que acabará de fechar a porta.
– Eu não vou deixar que isso aconteça, eu vou protegê-la a qualquer custo, mesmo que ela não queira – respondeu Ikuto.
– Não seja burro Ikuto logo que ela descobrir ela vai...
– Ela não vai descobrir! Pelo menos ela não pode – gritou Ikuto na primeira frase, mas logo depois se acalmou na segunda – eu vou sair um pouco para pegar um ar.
– Tudo bem – disse Lulu – mas quando acontecer, por favor, não me envolva nisso!
“Me desculpe Amu, mas é para seu próprio bem!”
Recompensa para vocês: Um Dia Cheio de Beijos e Brincadeiras! (historinhas a parte! ^-^).
~ Depois...
– CANSAAAAADA — Yaya resmungava para Kukai.
– Idaí? — Kukai deu de ombros.
– Kairiii, Yaya tá cansada — Yaya pulou no colo do esverdeado.
– Aaah, Yaya... Amu-san, falou que queria se descontrair hoje... — Kairi ajeitou os óculos.
– Hontou?! — Yaya não parecia mais tão cansada.
– Tadaima — Amu gritou retirando seus sapatos.
– O-Ka-E-Ri — Yaya estava sorrindo — O que trouxe, nee-chan?
– Bombons de Licor — Amu colocou em cima da mesa — E alguns Polky.
– Uaaaah, vamos jogar o jogo do palitinho? — Utau parecia animada.
– No! – disse Amu rejeitando a ideia.
– Why Not? – perguntou Yaya que deixou de ser respondida assim que Rima começou a gritar.
– IKUTO, DESCE LOGO — Rima gritou, comendo um bombom.
– Hai-Hai — ele desceu, só de calças, fazendo Amu corar fortemente — Nada que não tenha visto, Amu-koi...
– Y-Yada — Amu estava da cor de um tomate e ficou pior quando Ikuto a abraçou daquele jeito na frente de todos.
– Ceeerto, vamos jogar o que? – perguntou Kukai aparecendo do nada e tentando ignorar o que acabará de ver já que considerava Amu como uma irmã menor.
– Jogo do Palito — Nagihiko disse.
– Sentados!! Essa garrafa vai girar e em quem apontar, terá que começar — Yaya disse rimando — Yoshi ~ START!
A garrafa girou e girou, umas quinhentas vezes, até finalmente cair entre Kukai e Utau.
– EEEEEEEEH?! Concordei em ser esposa, mas não em beijá-lo — Utau corou.
– Utau-chan, estamos bêbados... — Amu riu e depois sussurrou – apesar de os bombons serem para mim e para o Ikuto ¬¬’
– O que disse? – perguntou Ikuto.
– Nada!^-^ — respondeu Amu disfarçando com um sorriso.
Lulu deu de ombros.
– Continuando... Ninguém vai se lembrar disso, mais tarde, por causa do licor nos bombons – completou Amu por fim.
– Okey — Utau chegou perto de Kukai e o puxou pra si colocando sua boca numa ponta do palitinho e vendo Kukai fazer o mesmo.
Ela foi comendo bem devagar, como Kukai... Os espectadores olhavam ambos com cara de: Waaah, que cute. Foram se aproximando mais e mais, respirando bem rápido e com o coração acelerado. Esperando ouvir um Creck, ambos foram chegando mais próximos, então por último: selaram qualquer espaço entre eles. Utau o beijou na nuca e Kukai a trouxe pra mais perto, deixando-os mais unidos.
– AEEE! Terminem isso longe das crianças!! — berrou Amu.
Yaya girou novamente a garrafa, vendo o casal se separar, ofegantes. A garrafa voltou a rodar sem parar, e quando parou: Ikuto e...
– NAGIHIKO? — Ikuto berrou.
– Tecnicamente ele é uma menina agora — Amu deu de ombro [N/A: Velho, que tipo de garota age assim?! Como diz a Anni-chan: “Alguns são normais, outros, são “Amu’s” kkkkk”].
– Quer saber me dá isso — Nagihiko pegou o palitinho.
O roxinho colocou na boca e Ikuto fez o mesmo. Amu ria, vendo eles comerem o mais devagar possível. Olhou pra Rima que dava altas gargalhadas, como todos. Nagihiko se sentia horrível, ali... E suspirou quando o palito finalmente fez Creck.
– Tão... Yaoi — Riu Rima.
– Engraçadinha – ironizou Nagihiko fazendo com que Rima respondesse mostrando a língua para ele fazendo “Blé!”.
– Okey — Yaya girou novamente.
E desta vez caiu nela e em... Kairi.
– Kaichow — Yaya bateu palmas.
– Kami-sama — ele parecia aflito.
Yaya engoliu mais um bombom e sorriu, colocando o doce na boca de Kairi e na dela. E foi comendo, como se não tivesse obstáculo nenhum a sua frente. Enquanto Kairi estava parado, vendo-a chegar... E então Yaya chegou, dando-lhe um selinho, mas Kairi abriu a boca... Dando espaço para ela. Que lógico, explorou todos os cantos possíveis da boca de Kairi.
– Agora até as crianças — Utau sorriu.
Yaya sorriu.
– Acho que é verdade o que dizem idade não significa nada – disse Ikuto ao ver a atitude de Yaya.
– Próximo — Yaya sorriu.
Girou, girou, girou, e Yaya parecia entediada. Até que então caiu em Ikuto e Amu.
– Eis uma coisa que eu queria — Ikuto assumiu.
– A gente já vê isso todo dia – Rima apoiou sua cabeça na mão como estivesse entediada com aquilo que iria acontecer.
Amu pegou o palitinho e colocou na boca, vendo Ikuto fazer a mesma coisa. Sorriu, e começaram a comer. Tranquilamente... Até que o Palitinho quebrou.
– QUE DROGA! — Ikuto disse comendo o resto do seu palitinho.
– Não tem problema não! – disse Amu lascando um beijo de tirar o fôlego de qualquer um em Ikuto.
– Ei! Isso é contra as regras! – gritou Lulu em quanto ria da própria brincadeira.
– Ah vão acabar isso na cama vai!! – brincou Utau jogando uma almofada nos dois fazendo eles pararem e rirem em quanto se afastavam.
Yaya rodou outra vez a garrafa, que decidiu Rima e Nagihiko.
Rima não disse nada, nem pegou palitinho algum... Sorriu e beijou Nagi, sem mais nem menos. E Nagi, surpreso, tentou ser imune ao beijo, mas aos poucos foi se entregando, fazendo Amu dar gargalhadas bem altas, enquanto os dois se amassavam no canto...
– Ainda bem que não vão se lembrar de nada – Utau disse – Hey, Yaya, minha vez de girar... Se não qual seria a graça? — a menina roubou a garrafa da menor – Okey's, agora gire garrafinha – Utau rodou a garrafa.
A garrafa rodou por trinta segundos, que duraram anos aos olhos deles. A garrafa fazia menção de cair em Amu, mas caiu em Lulu.
– Oh Shiet – a loira disse – Bem, vamos nós então... Kukai-san!
Kukai pegou o palito, sem não antes fazer graça, e o colocou na boca fazendo Lulu imitá-lo. Lulu, que queria terminar isso, foi comendo bem rápido, vendo Kukai saborear o seu lado. Até que se encostaram, e se entregaram... Não sendo tão intenso quanto o beijo de Utau, mas ainda apaixonado.
– LOL – Ikuto disse, olhando para loira.
– É o caramba – Utau disse.
– OOOH ~ — Amu expressou – Tá com ciúminho? — ria bem alto.
– Eu não sinto ciúme! u.u – as duas riram da resposta de Utau.
– AAAAAAH, isso aqui tá pouco agitado... Vamos brincar de alguma outra coooisa – Isso, foi uma Amu bêbada [N/A: Lembre-se! Nunca deixe a Amu bêbada, pode ser um perigo para a sua sanidade! Kkkk. E como diz a Anni-chan: Alguns são normais, outros... são “Amu’s”].
– Okey's, Verdade ou Consequência? — Nagihiko viu todos concordando e pegou a garrafa — Entããão, quem começa?
– TAAANTO FAZ – E isso foi uma Yaya bêbada.
Utau pegou mais um bombom e colocou goela a baixo. E deitou no colo de Kukai.
– Tá acho que já deu – disse Ikuto se levantando do colo de Amu onde deixava apoiada sua cabeça e pegando Utau no colo.
– Estraga prazeres! – disse Yaya como uma criança.
– Nem me fala! – disse Amu como quem diz: “Esperava EU ser carregada no colo, e não ela!”.
– Vai com calma aí Amu! – riu Lulu da reação da amiga ainda bêbada – oh, só sobraram cinco bombons. Que tal agente fazer um “brinde” com eles?
– Pode ser – disse Amu.
– Kanpai! [N/A: Não tenho certeza se é assim que escreve!] – disseram todos “brindando” seus bombons.
– Que agente se esqueça de tudo isso ou lamente o resto da vida pelas loucuras que deixamos de fazer!! – gritou Lulu por fim até todos caírem no chão morrendo de sono.
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